Quando te conheci

24 Capítulo 23 - "Nossa filha e o namorado."


Ela suspirou frustrada sem imaginar que lhe dizer algo que seria real um dia.

DIONÍSIO — Se ele tivesse feito isso eu teria matado ele, matado ele. — Ele a apertou em seus braços. — Se acalme e tente dormiu bem amor, você tem que descansar.

REFÚGIO — Eu vou dormir um pouco, meu amor, aqui abraçada com você perto de nossos filhos com a nossa família é linda do jeito que eu sempre quis, Dio, por favor, não vai trabalha, fica aqui comigo não vai trabalhar.

DIONÍSIO — Eu não vou meu amor, não vou.

Ela se agarrou a ele com todo o amor que podia e segurou aquele homem que era mais do que um homem era seu amor seu amigo seu companheiro ser seu tudo, se algo acontecesse a ele ela perderia o chão e ela foi adormecendo até que ficou nos braços dele confortável.

Ele suspirou pensando, o desgraçado ia pagar pelo que tinha feito.

HORAS DEPOIS...

Dionísio estava deitado na cama com Refugio e os filhos tinham descido para comer algo e foi quando ele quis novamente tocar no assunto do namoro da filha e ela não iria mentir

DIONÍSIO — Nossa filha está namorando? — Ele falou de modo direto.

REFÚGIO — Sim, eu acho que está não sei se é um namorado.

DIONÍSIO — Você acha? Eu quero a verdade...

REFÚGIO — Algum tempo ela me disse que gostava de alguém, eu perguntei quem era ela disse que estava primeiro conhecendo e depois disso eu vejo que ela chega em casa mais feliz que sempre está sorrindo quando olha o celular, acho que está ficando apenas com esse rapaz não tenho certeza

DIONÍSIO — O jeito que eles se olharam hoje não era o jeito de quem estava apenas dando uns beijos. — Ele falou em suspiro.

REFÚGIO — Será que ela transou? — Ela o olhou e passou a mão no peito dele. — Amor... ela é uma mulher já.

DIONÍSIO — Eu acho que sim, tenho quase certeza que sim, transou sim....

REFÚGIO — E o que tem, amor? — Ela colocou a mão dele em sua barriga.

DIONÍSIO — Com aquele muleke, como o que tem? É nossa filha.

REFÚGIO — Amor... se ela gosta dele, o que tem fazer amor? — Ela respondeu frustrada pelo machismo dele.

DIONÍSIO — Minha filha não! — Ele falou firme.

REFÚGIO — Sua filha, tem desejos como qualquer mulher, Dionísio e se ela está rindo é porque ele faz direito. — Quando ela terminou de falar eu estava arrependida, sabia que ele ia virar o bicho.

DIONÍSIO — O que? Faz direito? — Ele se moveu se sentando. — Faz direito Refugio? Me explique isso...

REFÚGIO — Amor, entenda a sua filha é uma menina para você, mas ela é uma mulher ela tem desejos se ela está feliz se ela está sorrindo significa e quando fazem amor ele a deixa feliz e não toca direito ele faz tudo do jeito que um homem deve fazer. Ele faz com ela o que você faz comigo que ia cuidar amar ser um homem gentil, fazer ela gozar amor. — Depois que ela terminou de falar viu que tinha se arrependido de novo porque as coisas que ele fazia com ela era sexo de todo jeito, ate sexo anal que ele adorava então a coisa piorou.

DIONÍSIO — Minha filha, não vai fazer isso, eu não permito. — Ele levantou sentindo o corpo enrijecer, tinha um homem tirando a pureza de sua filha e a sua mulher não o estava apoiando.

REFÚGIO — DIONÍSIO! — Ela se sentou. — Quer fazer o favor de se acalmar.

DIONÍSIO — Eu estou calmo, estou calmo. — Ele falou, mas não estava

REFÚGIO — Então, por que você está gritando? — Ela olhou de modo cuidadoso, sabia que o marido era extremamente zeloso com a filha mas aquilo já era demais, todo aquele tempo que tinha se passado e ir ainda achava que a filha era uma menininha. — Quando Augusto sai e dorme com alguma menina ela é a menininha de alguém é a filha de alguém! Quando Patrício faz esse monte de cachorrada que você sabe que ele anda fazendo por aí porque vive correndo atrás de mulher, ele também está pegando a filha de alguém! Então, como você pode achar que nossa filha não vai ter ninguém? Você está sendo machista amor.

DIONÍSIO — Ela é minha filha, eu não quero imaginar isso, não vou imaginar isso, não mesmo...

REFÚGIO — Então, não imagina amor mas ela está transando e como eu vou repetir para você e ela está gostando, nossa filha é muito feliz.

DIONÍSIO — Para com isso. — Ele levantou.

REFÚGIO — Se ele não estivesse fazendo bem a ela ela já teria largado Olívia é muito decidida, amor vem cá deita aqui comigo, não faz assim

DIONÍSIO — Pare com isso. — Ele caminhou até o banheiro bufando, era a filha

Ela suspirou profundamente sabendo a batalha que tinha pela frente com aquele homem ciumento que Dionísio era, eles não brigavam por nada, mas ela já estava vendo naquele momento que é coisa pegaria fogo..

Dionísio despertou deitado no escritório, era meio de tarde e desde o dia que tinha visto a filha e o rapaz estava ficando louco, somente a possibilidade de que a filha já era uma mulher e que tinha mentido para ele o deixava irritado, pior que a mulher sabia e tinha escondido isso dele

Refúgio estava na cama estava completamente tomada pelas coisas daquele dia e desceu para conversar com os filhos para dar atenção a eles e a conversa foi longa e eles ficaram deitado junto a mãe no sofá assistindo TV e comendo pipoca e depois de um tempo ela foi até o escritório falar com ele sabia que já tinha passado muito tempo longe, levou uma bacia cheia de pipoca porque sabia que ele adorava e fez doce que era a Favorita dele.

REFÚGIO — Amor, eu fiz pipoca para você.

Ele a olhou e assentiu.

DIONÍSIO — Pode deixar aqui, daqui a pouco comerei, obrigado.

Ela foi até ele e parou do lado dele colocou pipoca em cima da mesa e depois passou a mão no cabelo dele com carinho a barriga encostou do braço dele no modo natural, ela estava enorme não tinha como não encostar continua alisando o cabelo dele por que amava fazer carinho seu amor.

Ele suspirou cedendo e sentindo a raiva passar, virou o rosto beijando a barriga dela com amor.Ela alisou mais depois sentou no colo dele e o beijou com amor, vários beijinhos, enquanto sentia as mãos dele alisando sua barriga.

DIONÍSIO — Eu te amo, meu amor, amo muito...

REFÚGIO — Eu também te amo. — Ela sorriu e alisou ele, beijou mais intensa, mordeu os lábios dele de modo delicioso.

Ele correspondeu a apertando a seu corpo a amava muito, amava mais que tudo.

Ela passou a mão no peito dele invadindo a blusa com amor, alisando o peito delicioso e grande dele,ele suspirou e apertou a perna dela com amor...

DIONÍSIO — Ahh, Refúgio!

Ela abriu a blusa e sorriu, mostrou os seios provocando.

REFÚGIO — Papai tá tão nervoso, tá precisando de um carinho.

Ele gemeu sentindo o membro dar sinal passou as mãos para as costas dela e sem demora um dos seios dela estavam em seus lábios com ele sugando forte.

REFÚGIO — Aahhhhhhh, meu amor. — Ela alisou os cabelos dele segurando a cabeça e nem gesto natural abriu as pernas.

Ele gemeu e sugou mais forte o seio dela, levou a mão até o meio da intimidade dela e invadiu a calcinha dela a tocando e movendo os dedos de modo leve e sensual

REFÚGIO — Isso, amor, eu quero entra, entra com dedo aí, eu sou sua toda sua.

Ele sorriu e passou a sugar o outro seio e sem demora invadiu ela com dois dedos forte e preciso ele os moveu.

REFÚGIO — Ahhhhhh Dio, isso é tão bom. — Ela gemeu sentindo ele. — Quero mais, vai amor entra com força. — Ela pediu sabendo que ele era cuidadoso. — Vai amor vai.

DIONÍSIO — Você está grávida, meu amor, vamos devagar. — Ele falou em suspiro.

REFÚGIO — Eu quero mais forte, amor, não vai me machucar, eu quero você amor. — Ela devorou a boca dele, segurou a cabeça fazendo com que se voltasse para ela beijou mais e mais, beijou gostosamente na boca e chupando a língua dele faminta e começou a mover o quadril no dedo dele.

Ele foi mais forte como ela queria e tinha pedido, dava a ela tudo que ela queria e pedia, era seu amor e queria que ela estivesse sempre satisfeita. Ela gemeu e gozou ali nos dedos dele agarrou seu amor e depois de devorar os lábios dele e ter gozado disse num sussurro.

REFÚGIO — Amor, me chupa um pouco e depois entra em mim. — Ela disse saindo do colo e sentando na mesa depois de jogar as coisas que estavam nela no chão, abriu as pernas para ele deitada na mesa completamente à espera de que ele tirasse sua roupa

Dionísio a despiu e a beijou com amor, sem demora desceu o rosto e sorriu frente a intimidade dela, sugou e viu ela apertar a mesa, segurou uma perna dela e sugou outra vez, movia a língua com precisão.

REFÚGIO — Isso, amor... eu quero issoooo... Aiiiiiiiiiii. — Gritou muito alto, estava muito sensível por causa da gravidez e por isso deu um grito tão alto que provavelmente os filhos tinham ouvido do lado de fora.

Ele subiu a mão e apertou o seio dela sem deixar de suga-la, ela abriu mais as pernas e sentir o corpo todo tremer era uma delícia quando eu estava assim junto dela e agora só queria isso quanto mais fazer amor com ele mais queria fazer e ela gozou de novo respirando pesado e sorriu feliz.

REFÚGIO — Vem, amor... me fode com força, eu sei que você quer fazer amor gostoso com sua mulher.

Ele subiu o corpo e abriu as calças tirando membro massageou ele e colocou na entrada dela.

DIONÍSIO — Sim, meu amor, eu vou te foder, como eu gosto. — Ele estocou para dentro dela forte.

Ela agarrou os bracos dele e se contorceu, estava gozando só dele entrar nela deu um grito de novo, apertou os braços dele e gozou muito, ele se moveu forte indo e vindo intenso a beijou e apertou o corpo dela forte e sem demora gozou se derramando dentro dela.

REFÚGIO — Ahhhhhh, meu amor, se move mais um pouquinho, só um pouquinho eu quero gozar de novo. — Pegou a mão dele e colocou em seu clítoris, indicando o que queria.

Ele se moveu e moveu os dedos sobre o clitóris dela com força. Agora era sempre assim, ela estava sempre com fogo, louca para estar entre os braços dele, gozava como louca com ele, quanto mais gozava mais ela queria gozar e parecia que nunca tinha fim. Ela respirou fundo e se moveu como deu ate gozar se deixando cair na mesa de vez, ele sorriu e beijou o peito dela.

DIONÍSIO — Amor, temos que pegar mais leve, você não pode fazer tanto esforço. — Ele falou calmo com ela.

REFÚGIO — Me beija na boca, amor bem gostoso.

Ele sorriu e a beijou, ela devorou os lábios dele e depois os dois se vestiram rindo.

REFÚGIO — Amor, come sua pipoca depois vamos tomar um banhozinho.

Ele riu a olhando. Ele comeu a pipoca e depois deu a mão a ela e juntos subiram para tomar banho.

REFÚGIO — Amor. — Ela disse se esfregando. — Me ajuda passa sabonete em mim.

Ele sorriu e foi até ela passando o sabonete com todo carinho

REFÚGIO — Hummm...

DIONÍSIO — Ahh, meu amor, seu corpo me enlouquece. — Ele acariciou as costas dela.

REFÚGIO — Amor, se quer mais? Quer, amor?

DIONÍSIO — Não, Refúgio, você tem que descansar...

REFÚGIO — Eu posso amor.

Ele beijou as costas dela e massageou os ombros levemente

DIONÍSIO — Não faremos amor, agora não, vamos descansar está bem..

Ela sorriu

REFÚGIO — Tá bom, amor.

Eles tomaram o banho calmamente e depois saíram, ele ajudou ela a se vestir e depois se deitaram ele acariciou as costas dela

REFÚGIO — Amor, precisamos conversar...

Naquele segundo Refugio se sentiu completamente estranha, existia tanta coisa para conversar sempre com ele mas algumas eram mais delicadas, ela iria dizer a verdade queria conversar sobre o que estava deixando ele tão irritado nos últimos dias que era a relação da filha com o namorado...

DIONÍSIO — Fale, meu amor, o que quer falar..

REFÚGIO — Eu não gosto que você fique sabendo das coisas pelos outros

DIONÍSIO — Aconteceu alguma coisa? Saber do que?

REFÚGIO — É sobre nossa filha e o namorado dela. — Ela suspirou sentindo que ele ia ficar bravo o dia tinha sido complicado talvez não fosse a hora de falar mas ele tinha visto os dois.

Ele bufou, dessa vez não era sonho, era real e ele estava certo.

DIONÍSIO — Namorado dela? — A voz saiu mais alta do que ele imaginou. — Namorado? Que namorado? Eu não acredito nisso. — Ele andou pelo quarto cheio de raiva. — Onde ele mora? Onde? Eu vou lá, vou falar com esse moleque. — Ele bateu na penteadeira.

REFÚGIO — Para com isso Dionísio senta aqui senão não vamos conseguir conversar, você não pode fazer isso não pode ficar desse jeito, quer envergonhada nossa filha?

DIONÍSIO — Eu quero é matar aquele franguinho. — Ele suspirou e passou as mãos nos cabelos pensando.

REFÚGIO — Você não vai fazer nada disso a nossa filha está feliz é o namorado dela.

A dias estava sentindo a filha estranha, estava sentindo tudo estranho desde que ele tinha perguntado a ela se tinha um namorado, a filha tinha mentido a ele, mentido o namorado devia ser o que tinha estado lá no dia do acidente de Refugio, alem dos malditos sonhos que não paravam.

REFÚGIO — Pensa que comigo você quer a nossa filha infeliz? Se os nossos meninos podem namorar porque ela não, você está sendo injusto está sendo machista.

DIONÍSIO — Ela é uma menina, uma menininha, a minha menina, esse malandro.

REFÚGIO — Ela é uma mulher ela já é uma mulher, Dionísio, eu preciso te dizer que a nossa filha já faz sexo.

DIONÍSIO — Eu vou me acertar com ele...

REFÚGIO — Ela não me contou mas eu tenho certeza que faz.

Ele falava sem escutar ela.

REFÚGIO — Tenho certeza que eles estão juntos e que já estão sim fazendo amor à muito tempo,

DIONÍSIO — Sexo? — ele gritou arregalando os olhos.

REFÚGIO — Sim. amor sexo, ela faz sexo assim como você faz comigo, você não faz sexo comigo acabamos de fazer.

DIONÍSIO — Ele desgraçado furou a minha filha!

REFÚGIO — Todas as pessoas que se amam fazendo sexo.

Ele bateu na parede.

DIONÍSIO — Nunca, eu não permito isso, esse desgraçado tirou a pureza da minha filha, eu vou acabar com ele.

REFÚGIO — Dionísio para com isso vem aqui, você precisa se acalmar você não é doido o pai dela temos que conversar sabia o que está acontecendo vamos perder a nossa filha, ela não é uma menina sem juízo não vai fazer nenhuma besteira, eles estão namorando já deve estar juntos há um tempo precisamos conversar com os dois.

DIONÍSIO — Ela já fez besteira, dormiu com ele, transou com ele, isso já é errado o suficiente.

REFÚGIO — Me diz o que está errado? — Ela falava de modo calmo com ele. — A nossa filha amar alguém está errado?

DIONÍSIO — Ela transar com esse traste é errado!

REFÚGIO — Meu amor não fala assim você nem conhece ele direito temos que conversar com ele com ela, não me diz uma coisa dessas...

DIONÍSIO — Eu sei o suficiente, não quero minha filha de safadeza com ninguém. — Ele bufou.

Ela entendeu que não ia adiantar discutir.

REFÚGIO — Você não vai conversar com a nossa filha? Só vai gritar e dizer coisas feias, nem vai ouvir.

DIONÍSIO — Não tem conversa, esse namoro acabou, acabou! — Ele caminhou para o banheiro. — Eu vou atrás desse maldito que corrompeu minha princesa.

Ela ficou parada na cama e tomou uma decisão muito importante só esperar ele voltar para cama.

DIONÍSIO — Vou acabar com ele. — Ele entrou e tomou um banho longo depois saiu, estava de roupão. — Você não vai me contar onde ele mora?

Ela estava deitada na cama mas não estava Adormecida

REFÚGIO — Deixa eu perguntar uma coisa para você você gosta de estar comigo? É feliz comigo?

DIONÍSIO — Que pergunta é essa? — Ele a olhou sem entender. — É claro que eu gosto, eu te amo.

REFÚGIO — Se você sair por essa porta desesperado atrás desse rapaz sem conversar com nossa filha, você não vai tocar em mim, eu vou me recusar a estar com você. — Ela estava falando calmamente enquanto olhava para ele sabia que o tempo ia fechar.

DIONÍSIO — Você está tentando barganhar seu corpo? É isso?

REFÚGIO — Eu estou te mostrando o que é prioridade para mim.

DIONÍSIO — Pra estar com você e eu tenho que permitir essa safadeza?

REFÚGIO — Eu não vou permitir que você destrua a felicidade da nossa filha sem conversar com ela, se você gosta de ser amada gosto de amar tem que entender as pessoas à sua volta, você gosta de ser amado gosta de amar gosto de estar comigo que eu te trate bem que eu te cuide, mas você não quer que nossa filha tenha isso.

DIONÍSIO — Minha filha, não vai foder com ninguém por ai. — Ele esbravejou, gritou alto e forte.

REFÚGIO — E nem você. — ela revidou. — Porque gente egoísta é assim, quem não entende não deve ser entendido.

DIONÍSIO — Ela é minha filha, minha filha. — Ele se aproximou dela, os olhos em fogo.

REFÚGIO — Ela é nossa filha e é uma mulher, ela não é um objeto, nem um brinquedo, ela é uma pessoa e tem direito a escolha, eu achei que ela tivesse um pai e não um carrasco. — os olhos tristes e decepcionados ela tocou a barriga.

DIONÍSIO — Ela tem 16 anos, ela não é uma mulher, não é uma mulher

REFÚGIO — Ela não tem 16 anos, daqui a uma semana terá 17! Eu não quero que deixe seus cuidados, só quero que ouça ela.

DIONÍSIO — Como se ela fosse muito maior com 17, ela continua sendo uma menina.

Ela ficou em silêncio não disse mais nada deitou na cama ajeitou o lençol e tocou a barriga

Ele bufou a olhando , ela estava tão decepcionada com aquela postura dele que nem sabia o que dizer apenas fechou os olhos sentindo que Guilherme estava ali de novo, se apertou na cama como se tivesse medo.

DIONÍSIO — O que aconteceu? Está com dor?

REFÚGIO — Estou triste... — ela disse com calma. — Eu vou dormir, só isso. — suspirou triste com ele

Ele suspirou.

DIONÍSIO — Meu amor me perdoe, me desculpe Refugio.

REFÚGIO — Eu não quero você assim chateado, você é um Pai maravilhoso, você sempre foi um pai perfeito um marido perfeito não faz isso não estraga, eu sei que você está preocupado com ela mas precisa conversar.

Ele suspirou e se deitou ao lado dela.

DIONÍSIO — Eu não aceito esse namorado, não vou aceitar.

REFÚGIO — Eu não quero mais falar disso você não vai mudar e eu também não E você vai fazer o que acha certo e eu também.

DIONÍSIO — Não falemos então. — Ele falou calmo. — Eu te amo meu amor. — ele se aconchegou nela

Ela deu um suspiro bem forte, não gostava de pensar que ele estava sendo, machista com ela naquele momento, nem gostava de pensar que ele seria um pai ruim.

Ele beijou o ombro dela.

DIONÍSIO — Você é a minha vida.

Ela não disse nada estava magoada e não ia conversar com ele sobre isso

DIONÍSIO — Você é a dona da minha vida, meu amor, minha esposa, a mãe dos meus filhos, me desculpe se eu não sou o marido perfeito pra você, eu tento sempre ser. — Ele falou em suspiro.

REFÚGIO — Você é maravilhoso Dionisio, você faz tudo certo eu não tenho queixa de você como pai muito menos como marido mas esse seu comportamento agora me deixou triste e não vai adiantar tentar conversar por que não vamos conseguir...

DIONÍSIO — Eu não quero conversar sobre isso,não quero mesmo. — Ele falou calmo.

REFÚGIO — Eu também não.

DIONÍSIO — Por favor, não vamos falar.

REFÚGIO — Vamos descansar, acho melhor não falarmos de mais nada, eu estou cansada preciso dormir e você também vamos descansar. — Ela se encolheu na cama e ajeitou a barriga tocando e pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia, suspirou frustrada

DIONÍSIO — Sim, vamos dormir. — Ele tocou a barriga dela também e fechou os olhos e os dois adormeceram ali juntos apesar de estarem brigados...