Quando te conheci
25 Capítulo 24 - Pegando fogo!
OS DIAS PASSARAM...
Dionísio seguiu trabalhando, fazia um horário pesado todos os dias, estava como um louco, a casa vivia cercada de seguranças os quais ele tinha dito que uma falha custaria a carreira e a vida deles também.
Os olhos em fogo de ódio pelo que havia acontecido a sua mulher, era imperdoável e os seguranças que ficavam na casa tinham sido demitidos e ele tinha dado um jeito para que não fossem contratados por mais ninguém...
Ele estava olhando outras casas, mesmo que ela dissesse a ele que não queria mudar, ele não queria mais aquela casa, não queria deixar a esposa ali nem a filha que estava para nascer, tinha medo por elas e por ele, sabia que ele seria capaz de qualquer coisa por sua amada, mas isso a afastaria dele....
Suspirando, ele foi a outro caso depois de se acertar por telefone terminando de marcar mais uma visita para olhar uma casa.
Olívia estava tensa pelo que havia acontecido mas isso não tinha retirado sua felicidade nem seu brilho apaixonado, ela era uma jovem.Ela era uma jovem feliz e sorridente, estava sempre por perto do namorado e faziam amor todos os dias, ela o queria, queria ser feliz ao lado dele.Queria ser a esposa dele assim o tinha escolhido e assim seria, não iria se arrepender de ter se entregue a ele por que ele era seu amor, seu homem, o sorriso nos lábios formava de maneira involuntária, tamanho o amor que sentia no peito que só crescia cada vez.
Patrício estava cada dia mais responsável e sério sempre usando o pai como exemplo de tudo aquilo que era bom e de tudo que ele queria ser no futuro. Era impressionante como Apesar de todas as coisas que ele gostava que não eram iguais às do pai ele ainda se mantinha totalmente próximo a seu pai.
Fazia tudo para agradar, Dionísio e a única coisa que era sempre contrária era umas farras e gandaias que ele gostava de mandar. Mas depois de tanto fazer tantas coisas por aí ele por fim estava completamente apaixonado e não fazia mais aquelas doideiras de sempre.
Tinha decidido namorar sério e isso tinha mudado a vida dele. Augusto estava concentrado em sua função de ser policial e do lado do pai fazia tudo correto.Era considerado o segundo homem da casa porque Patrício gostava de implicar com ele e dizer que ele era mais homem do que ele mesmo.
Augusto era um homem perfeito inteligente cheio de amor.Refúgio era só felicidade com aquela barriga que exibia sendo a mulher mais feliz do mundo para mais uma vez ser mãe. Tudo que ela mais queria ela já tinha perto dela que era o amor dos filhos sem precisar justificar nada ou se preocupar com sua segurança. Ela estava protegida sempre protegida por todos a sua volta.
E a barriga crescia linda cheia de vida com uma criança e que era fruto do seu amor. Ela era uma mulher realizada e cheia de novidades para aquela vida que ia seguir com o marido e a pequena que vinha em seguida. Mais uma mulher naquela casa deixando a balança exatamente igual três homens e três mulheres...
Era tudo tão perfeito. Ela tinha decidido também que ajudar em várias campanhas para que pessoas com dificuldades que Morasse na rua pudessem ter algo de comer em um lugar para ficar tomar banho Então tinha iniciado um projeto que cuidava de pessoas de rua.
Ela não podia ficar diretamente em contato mas gerenciava e coordenar as ações pedindo doações as mulheres de policiais e a pessoas que ela conhecia e assim seus dias se ocuparam com coisas que faziam do coração dela cada vez mais um lugar de paz e de amor.
ERA UM DIA NORMAL PARA TODOS NA CASA...
Estavam na mesa, Dionísio, Refúgio e a filha Olívia, Patrício tinha acabado de sair para ir trabalhar e Augusto ainda não tinha acordado havia chegado tarde e por isso ainda estava dormindo. Ele olhou a filha de modo firme enquanto a esposa comia sem se preocupar...
DIONÍSIO — Quando você ia me contar que está transando com aquele garoto? E que está namorando ele? Ia me esconder isso até quando, Olívia? — Falou de modo firme e viu as duas mulheres arregalarem os olhos.
Ela parou de comer e olhou para o pai na mesma hora assim como a esposa.
OLÍVIA — Pai, por que tá falando assim comigo?
DIONÍSIO — Você mentiu pra mim, mentiu olhando nos meus olhos sem se importar.- A voz era branda porém ele estava irritado e decepcionado com ela.- Até quando ia esconder isso?
OLÍVIA — Eu não queria que você ficasse brigando com ele. Eu te amo, pai, mas você faz a gente se sentir tão bem vigiado. Eu não queria me sentir assim, eu comecei a namorar agora estamos felizes nos damos bem eu gosto dele não quero que você coloque a polícia atrás dele.- Ela foi sincera porque sabia sempre como o pai se comportava.
DIONÍSIO — Pois eu colocarei, colocarei e vou investigar cada centímetro da vida desse moleque.
OLÍVIA — Tá vendo porque eu não queria contar? — Ela falou triste.
Ele estava firme sentado tomou o café de sua xícara a olhando.
DIONÍSIO — Se não tivesse mentido pra mim as coisas seriam diferentes! Mas preferiu esconder, mentir pra mim sem nem se importar.
Refúgio entendeu que era o momento de falar.
REFÚGIO — Dionísio, eu quero conversar com você sobre isso. Nossa filha está na idade de namorar.Não há necessidade de proibir o namoro dela!
Ele a olhou de lado e depois olhou a filha.
DIONÍSIO — Não, não tem nenhum problema, ela irá namorar, sim, aqui em nossa sala sob os meus olhos!
OLÍVIA- Eu não quero namorar na sala, papai!- Ela olhou apavorada para mãe como se fosse xingada.- Não estamos nos anos sessenta, eu não vou fazer isso!Eu quero poder sair quero poder ir qualquer lugar.
DIONÍSIO — Então, não vai namorar! — Ele bateu na mesa.- Não vai namorar ninguém!- Ele levantou e jogou o guardanapo na mesa.- A escolha é sua Olívia!Toda sua! Como você quiser, se é o que quer, ótimo.
Refúgio segurou a mão dela porque ela já ia começar a gritar com Pai sabia que não adianta fazer isso porque ele ficava cada vez mais furioso.
REFÚGIO — Dionísio, por favor, se acalme, vamos comer com calma. Vamos conversar com a nossa filha, você é sempre um pai carinhoso.
DIONÍSIO — Não há mais o que conversar, eu já disse o que tinha que dizer e perdi minha fome. — Ele olhou a filha.- Meu recado está dado! Não falarei outra vez.
Ela olhou o marido e viu a filha sair correndo e chorando.
REFÚGIO — Filhaaaaa! — ela saiu sem dizer mais nada.Ela olhou Dionísio. — O que você tem?
DIONÍSIO — Eu não tenho nada, nada, será assim.- Ela me escondeu, preferiu mentir.- Então, agora vai ser assim.
REFÚGIO — Você esta sendo cruel com ela, não gosto disso.- ela falou com raiva e comendo, nem conversou.
DIONÍSIO — Não estou sendo cruel, eu sou realista isso é um fato!
REFÚGIO — Eu não quero saber do seu realismo! Não quero mesmo!- Ela falou zangada com ele.- Se quer que essa família fique bem então se comporte bem!- ela disse suspirando.
Ele bufou.
DIONÍSIO — Como queira!- Ele suspirou e caminhou para a saída.
REFÚGIO — Aonde você vai que não terminou o seu café?
DIONÍSIO — Eu perdi a minha fome! Não quero comer mais nada! — Ele suspirou e a olhou. — Tenho que ir trabalhar!
REFÚGIO — Faz como você achar melhor. O que você achar que deve fazer faça mas depois não reclame!Porque sua filha vai cobrar. Ela vai cobrar e você não vai poder reclamar de nada. Nenhum filho no mundo quer ser prisioneiro. Quem reclama de tudo que eu faço ultimamente é você. Com toda certeza algum motivo eu tenho.Não estou reclamando de você à toa!
DIONÍSIO — Ela não é minha prisioneira! Não tenho mais nada que te dizer! Nem a você, nem a ela. Já disse o que tinha que dizer. Agora faça como quiser!
REFÚGIO — E você vai ficar investigando a vida do rapaz e de todas as pessoas a volta dele?
DIONÍSIO — Minha opinião aqui se tornou irrelevante!
REFÚGIO — É verdade que você não vai dar muito de paz nem aí ele nem ela.Não faça drama, Dionísio!
DIONÍSIO — Eu vou investigar todas as gerações da vida dele. — Ele falou firme.
REFÚGIO — Você está fazendo drama!
DIONÍSIO — Todo o passado desse moleque. Eu vou saber. — Ele caminhou até ela e parou em frente a ela.- Eu não preciso fazer nenhum drama. Eu vou agir!
Ela ficou de pé olhando para ele encarando.
DIONÍSIO — E você vera!
REFÚGIO — Está agindo como um troglodita. Está parecendo o tipo de homem que eu nunca imaginei que você fosse porque esse homem que não ouve não é você.
Ele bateu na mesa e viu ela saltar em sua frente.
REFÚGIO — Definitivamente não é você!
DIONÍSIO — Você faz o que quiser, já sabe o que eu penso e o que eu farei. Eu não permiti. Não permito esse namoro, nem vou!
REFÚGIO — Tudo bem, Dionísio, pode começar a luta armada. Você quer briga quer ficar chateado com seu filho com sua esposa, então! Eu não vou discutir mais com você!
DIONÍSIO — Eu também não vou discutir.- Ele virou as costas e saiu de casa.
Refúgio estava chateada, tudo tinha que ser como ele queria, ela comeu e depois foi ao quarto e conversou com a filha. Mas sentia um desejo, uma coisa estranha, estava pegando fogo e queria falar com o marido. Mas depois de mais de uma hora, fez a filha ir estudar e se arrumou bem linda e foi até o trabalho do marido, eram quase onze da manha quando chegou na delegacia...
Dionísio estava em sua sala, em meio a muitos papéis, tinha ido e vindo muitas vezes com muitas coisas, resolvido diversos casos, mas quanto mais trabalhava mais casos surgiam.Toda vez quela ela ia lá era alvo de sorrisos e educadas cantadas, e não foi diferente, mesmo com sua barriga enorme.Parou conversando com dois detetives que estavam na entrada pero da sala dele enquanto um policial entrou e disse ao chefe...
XX — Dionísio, chefe, sua esposa ta ai. — ela ta la com costa e silva conversando, mas não parece nada grave ela está bem arrumada e bonita.
Ele levantou e olhou o policial.
DIONÍSIO — Desde quando minha mulher é bonita pra você?- A voz soou grave.
Ele saiu da mesa e começou a andar em direção a saída da sala.
XX — Me desculpa, chefe é só modo de dizer, só isso!- ele disse com calma e saiu sem dizer mais nada. Ele era fofoqueiro e Dionísio não gostava de fofocas.
Dionísio olhou Refúgio e caminhou até ela segurando seu corpo.
DIONÍSIO — Veio me ver?- Ele a olhou, estava de colete e distintivo, tinha chegado a pouco tempo da rua e por isso não tinha tirado.- Aconteceu alguma coisa?- A voz grave era um aviso para os dois saírem de perto da sua mulher.
REFÚGIO — Obrigada! — Ela sorriu agradecendo a eles e depois olhou o marido também sorrindo e pegou a mão dele e colocou em sua barriga, depois beijou ele vários selinhos e sorriu.
Ele acariciou e a olhou...A filha mexia e ele sorriu.
DIONÍSIO — Está se sentindo bem?
REFÚGIO — Sim, ela está um pouco agitada porque não gosta de brigas, e queremos que venha conosco. — ela disse carinhosa.
Ele riu leve a olhando.
DIONÍSIO — Está bem! Vamos até a minha sala, tenho que organizar algumas coisas e vamos.
Ela foi com ele cumprimentando a todos com sorriso, mesmo ele não gostando. Eles entraram e ele a olhou.
DIONÍSIO — Sente, eu preciso terminar uns papeis e saímos.
REFÚGIO — Eu quero comer bolo de abacaxi com nozes e depois quero tomar um suco de acerola com hortelã e couve. Muita vontade de tomar isso! Eu queria porque nossa filha também quer, aí eu pensei que você poderia levar a gente e depois tomar um sorvete de castanha do Pará!- estava cheia de desejos estranhos.
Ele a olhou levantando a sobrancelha.
DIONÍSIO — Você, vai passar mal depois, que vontades são essas?- Ele arrumou os papéis e a olhou. — Vamos, senhora desejos!
Ela o olhou e disse com calma.
REFÚGIO — Está achando ruim meus desejos?- esperou ele dizer.
DIONÍSIO — Eu não, eu não estou achando nada.- Ele a olhou e a beijou nos lábios.- Eu te amo, Refúgio.Te amo muito!
REFÚGIO — Por que se está, eu sinto por você, e vou te polpar do último desejo de hoje.- ela beijou mais ele provocando.
DIONÍSIO — E qual é o último desejo? — Ele sorriu a olhando.
Ela cochichou uma indecência no ouvido dele. Ele gargalhou e a puxou a beijando.
DIONÍSIO — Eu darei o que você quiser!!Comida e cama!
REFÚGIO — Pensei que não quisesse atender sua esposa e sua filha, a comida é para ela e o resto é para a mamãe. Você brigou comigo e saiu sem nem me dar um beijo.- ela se esfregou nele.
Ele desceu a mão e tocou o seio dela apertando e a beijou nos lábios com fervor.
DIONÍSIO — Te amo, meu amor, mas você está errada e eu não vou mudar de opinião.
REFÚGIO — Eu estou certa, mas você não precisa sair com raiva sem me beijar e zangado com sua filha, quer greve? Eu deixo você sozinho na nossa cama enorme e durmo em outro lugar. — ela foi ate a persiana e fechou e depois trancou a porta, foi até ele e o segurou pelo pescoço beijando e levantou o vestido mostrando a calcinha para ele. — Esfrega um pouquinho, aqui, amor, estou com tanto tesão, to sentindo só de andar.
Ele a pegou e a colocou sobre a mesa.
DIONÍSIO — Ahh, mulher! Você me deixa doido!- Ele colocou a mão dentro da calcinha dela e esfregou.
REFÚGIO — Ahhhhhhhh, meu amor, isso, esfrega forte. — ela gemeu e jogou a cabeça para trás e mordeu os lábios enquanto segurava os ombros dele, era uma delícia...
Dionísio riu e moveu a mão com mais força e precisão.Ela gemeu e apertou o ombro dele. Ele a olhou gemer e a beijou, queria que ela tivesse o prazer que merecia. Estava controlando seu corpo para que não ficasse duro.
Ela gemeu e sorriu com ele ali, sabia que o marido era assim, aquele homem cheio de regras e que não gostava de quebrar, tocou ele e disse esfregando a mão.
REFÚGIO — Me deixa chupar um pouco esse revólver aqui, me dá essa pistola, amor, e depois me dá um monte de tiro bem forte na perereca!
Dionísio gargalhou e a olhou. Refúgio riu alto também.
DIONÍSIO — É melhor irmos pra casa e lá você chupa sua pistola!
REFÚGIO — Eu quero aqui, amor, então vem você e chupa aqui a minha!- ela se abriu na mesa colocando as pernas para cima. — Eu tô pegando fogo.
Ele sorriu e balançou a cabeça.
DIONÍSIO — Está bem, mas não grite.Não quero que esses policiais escutem os gritos de gozo da minha mulher.
REFÚGIO — Eu não grito, amor, mas faz assim com língua, assim bem lá dentro e depois chupa forte.- ela abriu as pernas mais para ele e puxou a calcinha e depois disse com tesão. — Abre, amor, abre e lambe!
Ele abriu as pernas dela e sugou forte vendo ela jogar o corpo na mesa que por sorte ele tinha guardado todos os papéis.
REFÚGIO — Abre, amor, e põe a língua ahhhhhhhhh, amor isso.- ela sentia o corpo em chamas.
Ele passou a língua forte e sugou novamente, movia a língua dentro daquela cavidade como se fosse seu membro, a estava fodendo com sua boca deliciosamente.
REFÚGIO — Ahhhhhh, meu deus, eu vou gozar rápido, amor, que perereca aguenta esses tiros da sua língua. — ele sorriu e não disse nada apenas continuou a sugar, com desejo e precisão.
Em seguida ela gozou gemendo forte. Dionísio sorriu e beijou as pernas dela de modo leve sorrindo, a queria e a desejava sempre, ela era seu amor, sua mulher, seu maior desejo.
REFÚGIO — Me penetra, amor, por favor, ainda quero gozar, ainda quero! Quero e preciso amor, quero muito!- começou a esfregar os dedos no clitóris, estava nervosa, respirando pesado.- Dio, me desculpa, meu amor, mas a minha menina está pegando fogo, eu quero que diga que vai comer com força, diz, amor, diz que vai comer elazinha com força. — estava excitada demais nem parecia que tinha gozado.
Dionísio estava surpreso, ela nunca tinha ficado assim em nenhuma gravidez, o louco que sentia um desejo sem fim era ele, ela nunca tinha ficado assim. Ele sorriu e tirou o membro duro como rocha da calça, mostrou a ela e com a mão tampou a boca dela, segurando forte, entrou de modo violento e enlouquecido e o corpo dela foi e voltou em resposta sem que ela pudesse gritar.
Ela arranhou a mesa e fechou os olhos revirando Por que aquela era melhor sensação que ela podia sentir e segurou o corpo dele prendendo suas pernas na cintura dele para que ele não saísse de jeito nenhum eu pudesse se mover. Só não fechou completamente as pernas porque queria que ele tivesse espaço.
Arranhou ele arranhou a mesa e ficou esperando que ele sussurrar no seu ouvido de palavras obscenas que ela tinha pedido. Ele subiu as mãos e apertou os seios dela depois foi até o ouvido dela e mordendo a orelha dela enlouquecido de desejo ele declarou.
DIONÍSIO — Você é deliciosa! É deliciosa, eu vou te foder a noite toda mulher, amanhã quando despertar você vai se lembrar quem é Dionísio Ferrer e como ele fode uma mulher.
Ela se entregou a ele é o amor que vivia com ele e tudo ficou perfeito e nada mais precisava ser dito e ela sentir o prazer sem igual com ele se derrama dentro dela em um bombadas violentas.Era maravilhoso gozar com seu amor! Muitas outras palavras foram ditas, gritos e espasmos de prazer, ela mostrou a todos que estava gozando, gozando com ele, e Dionísio não se importou, investiu ainda mais forte até que gozasse também...
REFÚGIO — Eu te amo, te amo, eu queria isso, ahhhh, amor!- agarrou ele como deu. — Eu quero descansar e depois quero mais. — falou com a respiração cheia de entrecorte.
Ele beijou ela e saiu de dentro dela.
DIONÍSIO — Vamos pra casa, não vamos fazer mais nada aqui.- ele falou calmo, mas estava falando sério.
REFÚGIO — Sim, amor, só me deixa respirar. Me deixa respirar e nós vamos para a nossa casa...
Aquele amor, era fogo e desejo também...
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