Quando te conheci
23 Capítulo 22 - Salva!
LONGE DALI...
Leandro estava com Olívia em seus braços, ela estava sentada de lado em seu colo e ele beijava o pescoço dela com dedicação.
OLÍVIA – Amor, o que você quer?– ela sorriu.– Está todo acelerado!
LEANDRO – Eu quero você, meu amor, vamos fazer amor? Só um pouco, Olívia. – Ele suspirou.
OLÍVIA – Só um pouco como, meu amor? Como assim só um pouco?– Ela falou sentindo calafrios em todo corpo como ele ali junto a ela.– Meu amor, fala para mim...
LEANDRO – Só uma vez amor, só uma vez...– Ele beijou ela mais e sorriu.
Ela começou a rir para ele.
OLÍVIA – Por que você está assim, amor todo aceso em?Que que tá acontecendo com você?
LEANDRO – Você é deliciosa, meu amor e eu quero você outra vez, quero hoje meu amor... Você não quer?– Ele acariciou a perna dela.
OLÍVIA – Eu quero sim, amor, mas eu não quero!– Ela não sabia nem como explicar ficou assim pensando para ver que ia dizer a ele naquele momento. – A gente não pode ficar aqui muito tempo porque eu preciso ir para casa o meu pai vai brigar.
LEANDRO – Não precisamos de muito tempo, amor. Só um pouco!
OLÍVIA – Você vai colocar sua ponta então, amor e a gente faz rapidinho você coloca a ponta e goza. Se não for assim não vou fazer.– Ela disse beijando ele de modo intenso.
LEANDRO – Está bem, meu amor. Só a ponta, só a ponta!– Ele passou a mão invadindo a saia dela.
Ela começou a rir do desespero dele e saiu com ele para onde ele queria ir.
OLÍVIA – Vai ser na cama mesmo, amor?
LEANDRO – Sim, na cama. Você monta em mim e fazemos rapidinho. – Ele sorriu.
Ela sorriu e disse.
OLÍVIA – Se eu montar não vai ser só a ponta, eu vou ficar de pé e fazemos. – ela riu tirando a roupa.
LEANDRO – Quero que me monte!– Ele começou a se despir.– Quero que me monte, Olívia.
OLÍVIA – Não, amor, não vou.– ela disse rindo.– Eu já disse que hoje não. – ela o pegou e beijou mais pegando no membro dele e apertando.– Eu quero você dentro, mas só um pouquinho.
LEANDRO – Só um pouquinho não é suficiente.
Ele a encostou na parede e a beijou.Ela ficou rindo dele o abraçou com gosto e quando viu que ele estava completamente dominada pelo Desejo ela empurrou na cama e sentou em cima dele como ele queria.
OLÍVIA – Para de reclamar, pidão. – Arranhou o peito dele com as unhas.
Ficou rindo enquanto ele se desesperava.Ela arrancou a última peça dele que faltava e também a sua e se encaixou sentando em cima dele vendo o rosto dele virar um tomate de tão vermelha.
LEANDRO – Ahh, Olívia isso! Isso, meu amor, vai com força.– Ele apertou a cintura dela com força.
Olívia sentou subiu desceu girou em cima dele fazia tudo com força socando nele como se mundo fosse acabar e fazendo barulho dos corpos cirurgias no quarto todo. Segurou os ombros dele se apoiando e sentiu as mãos dele apertar em seus seios gritou virou a cabeça para trás e gemeu sentir o corpo suar fechou os olhos.
Sentiu tanta coisa ao mesmo tempo que nem sabia como controlar o que estava sentindo naquele momento. Leandro gemeu forte e sugou os seios dela com força, a queria tanto, amava ela, ela era seu amor, sua vida.Ela foi mais forte acelerando e sentindo o corpo todo ficar leve com ele ali sentia entrar e sair sentir as mãos carinhosas deles ficarem mais firmes e quando ela pensou que não estava gozando nos braços dele...
Não parou apenas sentiu todo aquele gordo e logo em seguida ela começou os movimentos novamente até que ele gozou também e ela ficou em cima dele. Estava sorrindo e um beijo demorado bem intenso. Ele acariciou as costas dela com amor.
LEANDRO – Eu te amo!
OLÍVIA – Eu te amo muito mais pode ter certeza meu amorzão!– Ela falou e deu dois tapas nele. – Adoro você assim querendo tudo.– E começou a gargalhar e dois mais dois tapas nele e depois colocou seu dedo na boca dele.– Chupa meu dedo, porque minha bu..a hoje você não chupou! – Ela falou sem pudor deitada sobre ele e o beijou.
Leandro sorriu e chupou o dedo dela.
LEANDRO – Vamos lá para o banheiro que eu chupo ela lá.
OLÍVIA – Nada disso, amor, eu preciso ir embora o meu pai vai me matar.– Ela falou sorrindo e saindo em cima dele Porque tinha mesmo que ir para casa.– Eu preciso ir para casa agora ou ele vai brigar comigo, eu disse que ia chegar cedo hoje.– Ela começou a se vestir correndo e rindo.– Ai amor, melhor eu tomar um banho né vai que ficou com cheiro seu!– Ela foi correndo com as roupas para o banheiro Começou a tomar um banho com a porta aberta.
Ele gargalhou e foi atrás dela a abraçando por trás com a ereção dando sinal outra vez nas costas dela.
OLÍVIA – Não acredito que você vai fazer isso comigo depois que eu tomar banho, vamos fazer logo.– Ela começou a rir jogar água nele já estava dentro do box.
Os dois fizeram um amor mais uma vez juntos sorrindo e sendo cada vez mais alegres e jovens e depois ele foi com ela até em casa.E parou uma esquina antes porque os dois queriam se beijar sem ser visto por ninguém da casa dela ...
NA CASA DELA
A porta abriu e Dionísio avançou sobre ele, o chutando e socando ele sem dar a ele tempo de resposta, os movimentos foram rápidos e ele caiu quase desmaiado no chão. Guilherme estava sobre Refúgio quando ele tinha entrado, ela chorava copiosamente enquanto o maldito beijava o pescoço dela.Dionísio pegou a mulher e a apertou.
DIONÍSIO – Meu amor, esse desgraçado fez alguma coisa com você? Fez?– Ele perguntou em desespero.
Ela só conseguia segurar o pescoço do marido e chorar como louca porque não tinha condições de explicar o que tinha acontecido.
REFÚGIO – Patrício, meu amor, por favor, não, Patrício!Patrício que tava tentando me defender, por favo,r meu amor, olha ele.– E ela falou desesperada apontando para o local onde o filho estava.
Ele foi até la e viu o filho tocou a cabeça dele estava machucada, deu uns tapas no rosto dele. O filho reagiu devagar mas estava completamente Tonto e Parecia ter um ferimento na cabeça.
PATRÍCIO – Onde está minha mãe, onde está ? Aquele maldito fez mal a minha mãe?
Refúgio chorava copiosamente.
DIONÍSIO – Calma filho, você está machucado, sua mãe está ali.– Ele suspirou e ajudou o filho a sentar.– Fica quieto ai que eu cuido da sua mãe.
Ele estava nervoso e tentou se levantar, mas foi melhor ficar lá enquanto Refúgio chorava nervosa mais preocupada com filho e com a barriga do que com ela mesma. A Ambulância chegou os médicos chegaram a polícia já estava com sirenes na porta e tudo foi aquela loucura. Ela não conseguiu entender direito o que estava acontecendo.
Leandro que viu a ambulância passar olhou a namorada e a viu ficar preocupada. Saíram juntos e caminharam em direção a casa juntos.Ela entrou correndo desesperada tentando entender o que estava acontecendo com sua família. Foi terrível se sentiu completamente assustada com tudo aquilo.
Dionísio abraçou a filha enquanto a esposa era atendida e viu o rapaz na porta a olhando. Ela estava namorando e tinha mentido para ele. Ele olhou o rapaz com olhos em brasa. Olhou o filho que estava sentado com as mãos na cabeça, parecia perdido em meio aquilo e a filha já soluçava nos braços dele, estava com medo e nem sabia do que...
OLÍVIA– Pai... O que houve aqui, pai? – Ela falou cheia de medo.
DIONÍSIO – Falaremos disso depois, minha filha, mas não há o que se preocupar, está tudo bem, sua mãe está bem seu irmão também. – Ele beijou a cabeça da filha com amor e a apertou mais. – Está tudo bem, minha princesa.
Olívia se aconchegou ao pai toda preocupada estava mesmo com medo depois ela foi até a mãe beijando e por fim Voltou ao namorado e ele foi embora logo depois dela conversar algo com ele.Patrício se sentou ao lado da mãe logo assim que ela foi atendida e começou a conversar.
PATRÍCIO – Esperou todos esses anos para se vingar de nós! Meu pai nunca nos amou, mãe!
Abaixou a cabeça completamente triste porque mesmo sendo um homem queria ser amado por aquele pai.Refúgio que já estava sentada acaricia os cabelos do filho com amor e disse olhando para ele vendo que ele sofria com aquilo.
REFÚGIO – Meu filho, seu pai não é ele! Ele não é o seu pai nunca foi, nunca será porque pai e a pessoa que ama a gente, que cuida da gente.Ele nunca te amou, nunca foi seu amigo e nem meu. Ele é uma pessoa doente, nós não podemos dar ouvidos ao que ele diz e nem sofrer por ele. Eu quero que você esqueça isso meu filho e nós vamos ser felizes sem ele!
PATRÍCIO – E te te machucou, mãe?
REFÚGIO – Não, meu filho tive medo que ele machucar se você mas estamos todos bem.– Ela o abraçou com todo amor do mundo e sorriu.– Ele era um filho maravilhoso.
Dionísio olhava os dois e sorria feliz, ela era a luz da sua vida, agradecia todos os dias pelo dia que a tinha visto e se apaixonado por ela e sempre seria assim apaixonado e feliz, ele a amava e a protegia de tudo e qualquer coisa ela era seu amor.
Ele se aproximou e abraçou a mulher depois de falarem que estava tudo bem com ela. Ele a beijou com amor e depois segurou o filho com calma.
DIONÍSIO – Estamos bem, meu filho, isso que importa! Estamos bem e sempre ficaremos, não precisamos nos preocupar com nada mais.
PATRÍCIO – Obrigada, pai, ainda bem que você chegou como sempre! Desde que eu sou curioso você meu anjo da guarda. Muito obrigada tá pai, eu te amo! – abraçou ele com todo o amor que ele tinha por aquele pai.
DIONÍSIO – Eu te amo muito, meu filho!
Dionísio abraçou a mulher depois olhou a filha se perguntando se a esposa sabia que ela estava namorando aquele rapaz, claro que sabia, Refúgio sabia do namoro e tinha ajudado a filha a esconder aquele namoro. Ela disse que eles conversariam depois com calma e disfarçou.
A casa foi se acalmando e horas depois Dionísio Refúgio estavam deitados na cama com Olívia deitada nos pés deles Patrício e Augusto que tinha chegado e tomado pé da situação.
REFÚGIO – Amor...– Ela falou quando viu que os três dormiam.
DIONÍSIO – Sim... – Ele respondeu calmo. – Está sentindo algo?
REFÚGIO – Por que ele fez isso?– Ele me tocou. – Ela choramingou.
Dionísio apertou a mulher em seus braços e suspirou, queria ter matado Guilherme com suas mãos.
DIONÍSIO – Ele é um louco, maldito, mas ele vai pagar meu amor, vai pagar.
REFÚGIO – Ele disse que me queria e que ia matar nosso bebê. – Ela suspirou tocando a barriga.
DIONÍSIO – Mas isso nunca ia acontecer, eu nunca ia permitir que isso acontecesse, meu amor. – Ele tocou o rosto dela com amor a fazendo olhar para ele e acariciou o queixo dela. – Você é minha esposa, meu amor, minha vida, ninguém vai te fazer mal e nem te machucar, eu faço o que tiver que fazer por você.
Ela tocou o rosto dele e sorriu. Era um homem mais bonito que ela tinha conhecido na vida e quando ele falava daquele jeito, então.
REFÚGIO – Eu sei, meu amor, que você sempre me protegeu. Mas você sabe muito bem que ele é um homem ruim pode te fazer mal também.
DIONÍSIO – Nada vai me acontecer, ele não fara nada para mim e menos pra você. Não se preocupe com isso eu vou acertar o que tiver que acertar e darei um jeito nisso.
REFÚGIO – Tudo bem, meu amor, eu sei que você está dizendo a verdade. Mas eu estou cansada de me sentir assim com medo dele eu preciso fazer alguma coisa para não sentir mais medo.
REFÚGIO – Eu não fico falando disso com você mas eu sinto medo dele ainda e tinha medo de que ele voltasse e o meu medo se realizou.– Ela se agarrou a ele com medo me sentindo seu coração estava acelerado.
Ele a apertou abraçando ela beijou a cabeça dela.
DIONÍSIO – Você quer se mudar? Quer ir morar em outro lugar?
Ela fez um gesto negativo com a cabeça não era o local era ela.
REFÚGIO – Quero fazer terapia.Quero fazer e perder o medo que tenho dele. Eu fui agredida foi maltratado durante muito tempo eu não sei lidar com isso e quando penso nele eu sinto medo e hoje eu achei que iria me violentar. Dionísio não quero ser violada.
DIONÍSIO – Terapia, meu amor?
REFÚGIO – Eu não quero ser tomado à força não quero que nenhum homem invada meu corpo sem que eu queira estar com ele. Meu amor, eu e você e quando fazemos amor é bonito eterno é doce. Eu me dou por completo Eu sinto prazer eu te dou prazer e é maravilhoso porque eu quero estar com você... Mas eu sei como é estar com um homem não nos ama e não nos quer que nos machuca. Ele me machucou muito ele fez coisas horríveis eu preciso esquecer as coisas horríveis que ele fez comigo e hoje quando ele me tocou quando me beijou à força e me fez lembrar que essas coisas ainda estão aqui no meu coração.
Ela começou a chorar.Ele suspirou sentiu o corpo entristecer, lembrar das dores que ela trazia em seu corpo era sempre assim. Ele apertou ela e beijou ela com amor.
DIONÍSIO – Meu amor, por favor, não chora.
REFÚGIO – Você me tratou como uma rainha todos esses anos e bastaram alguns minutos diante daquele homem eu me senti suja usada. Ele ia me violar! Iria me violar mesmo estando grávida.
Ele suspirou.
DIONÍSIO – Esse maldito desgraçado vai pagar por tudo que te fez, que nos fez.
Ela suspirou frustrada sem imaginar que lhe dizer algo que seria real um dia.
DIONÍSIO – Se ele tivesse feito isso eu teria matado ele, matado ele.– Ele a apertou em seus braços.– Se acalme e tente dormiu bem amor, você tem que descansar.
REFÚGIO – Eu vou dormir um pouco, meu amor, aqui abraçada com você perto de nossos filhos com a nossa família é linda do jeito que eu sempre quis. Dio, por favor não vai trabalhar! Fica aqui comigo, não vai trabalhar!
DIONÍSIO – Eu não vou, meu amor, não vou!
Ela se agarrou a ele com todo o amor que podia e segurou aquele homem que era mais do que um homem era seu amor seu amigo seu companheiro ser seu tudo...Se algo acontecesse a ele ela perderia o chão. E ela foi adormecendo até que ficou nos braços dele confortável. Ele suspirou pensando, o desgraçado ia pagar pelo que tinha feito.
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