Quando te conheci
27 Capítulo 26 - Heloísa!
Penúltimo capítulo
O TEMPO PASSOU
Passou tornando a vida de todos mais leve e mais bonita. Nenhuma tristeza foi ali parte deles, só alegria e realizações. E mesmo com todas as mudanças que tinham ocorrido naquela casa com a gravidez de Refúgio, estava na hora de ver o lindo bebê que tinham gerado.Sofia e Patrício tinham anunciado o casamento e estavam com todos os preparativos, assim que a irmãzinha fosse maior se casariam.
Victoriano e Inês tinham se acertado e estavam próximos, ele tinha surtado quando descobriu que a filha não era mais virgem, mas com o anúncio do casamento Inês tinha conseguido acalmá-lo. Augusto estava cada dia mais dedicado às suas funções, continuava sendo filho maravilhoso que ele era.
Naquela tarde Refúgio tinha entrado em trabalho de parto e Estavam todos na sala de espera do hospital aguardando a chegada da linda princesa. Dionísio chorou ao ser chamado para ver sua pequena princesa que nasceu minutos depois de sua mãe chegar ao hospital.Olívia estava junto ao pai.Viu a irmã e sorriu beijando o namorado e o abraçando...
OLÍVIA ‒ Papai, como ela vai chamar? Você e mamãe ainda não disseram!
Dionísio sorriu olhando a filha.
DIONÍSIO ‒ Ela vai ser chamar Heloisa, filha!‒ Ele abraçou a filha a olhando. ‒ Você vai ficar aqui? Quer ver sua mãe antes de voltar pra casa?
OLÍVIA ‒ Eu quero ver minha mãe. Quero ter certeza que ela está bem que vai ficar bem aqui quantos dias a minha mãe tem que ficar? Aquela casa fica tão estranha sem ela.
DIONÍSIO ‒ São só três dias, filha! Logo sua mãe e sua irmã estará em casa. ‒ Ele sorriu e beijou a testa da filha.
OLÍVIA ‒ Graças a Deus, papai, que bom! ‒ ela disse com amor.‒ Eu não vivo sem ela.
DIONÍSIO ‒ Não vai precisar viver sem ela nunca, minha filha! ‒ Ele abraçou a filha e sorriu.
OLÍVIA ‒ Ah, Papai, estou tão feliz. De verdade ter uma criança em casa é uma coisa maravilhosa. Estou feliz de verdade! Posso pegar ela? ‒ Estava toda empolgada.
DIONÍSIO ‒ Pode, filha!‒ ela pegou o bebê com todo carinho e ficou cuidando dela passando a mão na mãozinha no cabelinho.Estava apaixonada pelo irmã. ‒ Cuidado, filha! ‒ Ele falou calmo a olhando.
OLÍVIA ‒ Ela é toda molinha, né papai!‒ Ele as olhou e sorriu.
Ela ajeitou a irmã que chorou no colo dela.
OLÍVIA ‒ Ela já tem ciúme de mim essa implicante. ‒ Falou toda sorridente e a bebê chorou mais.
DIONÍSIO ‒ Deve estar com fome, minha filha. Não diga que ela é implicante.
OLÍVIA ‒ Ela é ciumenta, papai, isso sim!Ela é muito da ciumenta isso que ela é!
Dionísio gargalhou.
DIONÍSIO ‒ Ai, minha filha, que besteira é essa!?
OLÍVIA ‒ Não é besteira não, papai, olha para ela como ela está.Ela está fazendo isso porque sou eu que estou segurando ela. Ela realmente é uma Ferrer!‒ Falou alisando pequenininha.
Dionísio sorriu e pegou a filha que parou de chorar e ele gargalhou.
DIONÍSIO ‒ Minha princesa! Minha preciosa, linda! ‒ Ele acariciou a filha e sorriu.
OLÍVIA ‒ Tá vendo o pai que bruxinha? Pequenininha assim ela já é uma bruxinha!
DIONÍSIO ‒ Não fale assim, Heloísa é um anjo, sua irmã é um anjo.
Olívia ficou olhando a irmã implicou estava apenas brincando não sentia isso tipo de sentimento por uma criança tão pequeno. Cheirou a pequenininha e depois deixou pai ali com ela porque sabia que ele ia até a mãe. O namorado ficou completamente apaixonado pela cunhada e eles todos foram junto com a pediatra até o quarto de Refúgio.
Ele entrou com a filha nos braços e foi até a esposa sorrindo.
DIONÍSIO ‒ Senhora Ferrer, eu e a pequena Heloísa viemos te ver. ‒ Dionísio sorriu olhando a esposa que parecia que tinha acabado de acordar. ‒ Meu amor, como você está?
Refúgio era só alegria olhando aquela família maravilhosa e mesmo com uma dor lancinante que sentia em seu corpo ela estava mais do que feliz. Olhou o marido sorrindo com a bebê no colo estendeu as mãos para pegar sua filha pela primeira vez. Heloísa era perfeita e linda.
Tinha os olhos esverdeados que ainda estavam bem fechados mas que quando viu a mãe abriram devagarinho.Ela ajeitou a filha no peito e sorriu.
REFÚGIO ‒ Oi, minha princesa!
Ele sorriu e beijou a mulher nos lábios levemente.
DIONÍSIO ‒ Você está bem?
REFÚGIO ‒ Estou sim, meu amor! Oi, minha filha, mamãe está aqui!Você é a cara do seu pai!
Ele sorriu.
DIONÍSIO ‒ Ela é linda mesmo, nossa princesa, mais uma princesa!
REFÚGIO ‒ Sim, meu amor, mais uma princesa!
Olívia foi até a mãe e beijou um carinho por que era louca pela mãe.
OLÍVIA ‒ Você está bem mesmo, mamãe?
REFÚGIO ‒ Estou sim, minha filha, estou com bastante dor mas isso é normal. ‒ Ele a olhou.
DIONÍSIO ‒ Eu vou chamar uma enfermeira!
REFÚGIO ‒ É normal, amor, ela já me medicou. Apenas estou sentindo as dores normais.
DIONÍSIO‒ Eu não quero que sinta dor. Não devia sentir dor nenhuma.
REFÚGIO ‒ É normal sentir, Dionísio, normal.
Ele suspirou e tocou o rosto dela.
DIONÍSIO ‒ Está bem, amor, está bem!
REFÚGIO ‒ É normal porque estou cortada e mesmo que o analgésico seja bem forte e eu estou convalescendo, eu vou sentir dor é normal. Mas não quero você preocupado com isso porque está tudo bem já passei por isso outras vezes.
DIONÍSIO ‒ Eu sempre me preocupo, amor. Sempre vou me preocupar com você!
REFÚGIO ‒ Eu sei, amor! ‒ ela olhava a filha e beijou sua cabecinha enquanto ela fungava seu seio.‒ Ela quer mamar! ‒ ela disse amorosa.
DIONÍSIO ‒ Quer ajuda?‒ Ele perguntou a olhando e de imediato ajudou ela baixando a camisola.
Ela posicionou a filha que já estava com a boquinha aberta desesperada querendo o seu leite. Aquele era o momento tão especial tão único que ela simplesmente sorriu. Alisou os cabelinhos da filha e Sorriu porque era tão bela tão especial posicionou para que ela pegasse o bico. A bebê cheirou cheirou até conseguir pegar a primeira mamada, ela fechou os olhos de dor, depois olhou para o marido que estava ali do lado dela.
REFÚGIO ‒ Está tudo bem, amor, é assim mesmo!
Ele assentiu a olhando.
DIONÍSIO ‒ Meu amor, você está bem? Eu não quero você mal!
REFÚGIO ‒ Você precisa se acostumar, meu amor! É assim mesmo eu vou sentir dor em muitas coisas. Quando ela mamar, quando eu tiver de me mover.
DIONÍSIO ‒ Eu não vou acostumei, das outras vezes você estava bem, não vou acostumar a você sentir dor. ‒ Ele tocou a cabecinha da filha com carinho.
REFÚGIO ‒ É que dessa vez eu já estou mais velha, amor. Você precisa entender que eu já não sou a mesma. Mas está tudo bem, estou feliz e adoro a ideia de ter mais um bebê.Olha para ela, amor, como ela é linda.‒ Ela sentia filha mamando estava tão feliz.
Ele beijou a testa dela preocupado.
DIONÍSIO ‒ Sim meu amor, nossa filha é linda, nossa Heloísa! ‒ Ele sorriu.
REFÚGIO ‒ Amor, não se preocupa não, está tudo bem!‒ Ela ficou ali olhando as filhas e sendo a mulher mais feliz do mundo. Sorriu porque a filha mamava desesperada como se nunca tivesse comido na vida e ela sabia que ela tinha sido alimentada. Sorriu para aquelas novas coisas da vida.Dionísio ficou ali a cuidando e assim a tarde passou...
DIAS DEPOIS....
Dionísio e Refúgio estavam cada dia mais unidos e juntos cuidavam da pequena Heloísa, a filha era um mimo só. Estava sempre vestida como uma princesa sendo mimada e cuidada por todos da casa. Augusto estava cada dia mais empolgado com as coisas e tinha decidido que ia morar no apartamento dele os pais não tinham aprovado porque queriam ele perto mas mesmo assim ele foi. Olívia seguia namorando e feliz, ela era uma menina tão perfeita tão companheira da mãe cuidava das coisas em casa junto para ser aquela pessoa que a mãe podia contar naquele momento de maternidade...
Patrício estava com seus planos de casamento sendo resolvido em breve ele seria um homem comprometido com Sofia o mundo a família Santos a família Ferrer! Sofia sorria sentada no sofá olhando a sogra e a cunhada, Heloísa mamava e ela apaixonada admirava era uma criança linda e perfeita.
REFÚGIO ‒ Quando você tiver uma, Sofia, vai ser assim tão linda quanto ela! E você e Patrício são muito bonitos então o bebê também será.
A filha ficava com os olhinhos abrindo e fechando olhando para ela era apaixonada pela mãe.
SOFIA ‒ Vai sim, vai ser linda como Patrício é. ‒ Ela sorriu mais.‒ Eu quero ser mãe logo e Patrício disse que quer ser pai logo também!
REFÚGIO ‒ Não precisa correr tanto é bom ter um tempo para vocês dois. Não precisa desespero vocês vão ter tanto tempo minha filha faz isso não não corre. Depois tudo fica mais complicado...
SOFIA ‒ Como assim? ‒ Ela olhou a sogra sem entender.
REFÚGIO ‒ Tudo que você gosta de fazer com seu marido vai esperar, minha filha, porque você vai ter que dar atenção à seus filhos. Então, nada de muitos beijos nada de sexo a qualquer hora nada de tudo que você gosta agora que pode fazer com Patrício.Tudo seu vai ser depois tudo que você gosta de fazer vai ser depois de ter resolvido as coisas dos seus filhos então demore para ter os filhos! ‒ Ela falava por experiência própria.
Sofia suspirou.
SOFIA ‒ Mas quando casou já tinha Patrício, sempre foi assim?
REFÚGIO ‒ Não, quando casei Patrício e já era grandinho Então as coisas podiam ser mais tranquilas mas com bebê pequeno é muito mais difícil. Muito mais complicado e você preste bem atenção no que eu estou te falando.
SOFIA ‒ Está bem! Nós vamos esperar.‒ Ela tocou o rosto da pequena.
REFÚGIO ‒ Pode pegar!‒ Tirou a filha do peito que resmungou um pouquinho, entregou para que ela pegasse. ‒ Toma, você vai se acostumar, eu sempre preciso de ajuda aqui.
Ela sorriu com Heloísa nos braços.
SOFIA ‒ Eu vou vir sempre! ‒ Ela riu leve. ‒ Você é linda, princesa, muito linda. — Heloísa se remexeu toda fazendo pirraça e dengo. Sempre se comportava como uma criança mimada, só queria o colo da mãe.
REFÚGIO ‒ Para de dengo, Heloísa!
Sofia olhou a sogra.
SOFIA ‒ Será que ela não está com dor?‒ Ela não sabia nada de crianças ficou assustada em como a pequena se remexia em seus braços.
REFÚGIO ‒ Ela está fazendo dengo!Ela não está com dor nenhuma, é uma garota travessa! Ela é a mocinha de mamãe, é isso que ela é! A mocinha de mamãe é dengosa! ‒ Quanto mais ela falava mais a menina se revestirá no colo de Sofia. ‒ Ela é uma menina mimada, Sofia, só isso! ‒ Sofia riu.
SOFIA ‒ Ela é tão pequenininha como pode fazer isso, né?‒ Os olhos de Sofia brilhavam impressionadas.
Dionísio chegou e sorriu olhando as três, beijou a esposa de modo leve depois cumprimentou a nora e pegou a filha em seus braços. Ele riu e a balançou.
DIONÍSIO ‒ Quem é a princesa do papai?‒ Na mesma hora a menina parou de resmungar e reclamar.
REFÚGIO ‒ Amor, eu soube que você teve um caso complicado. Você demorou para chegar.‒ Ela falou como uma reclamação toda dengosa.
Ele sorriu e olhou a esposa depois a nora.
DIONÍSIO ‒ É dengosa igual a filha!‒ Ele gargalhou e sentou no sofá viu a nora rir também.‒ Eu tive um caso complicado sim, mas já resolvi tudo o que ia resolver e amanhã não trabalho.
REFÚGIO ‒ Vai ficar em casa? Ai, amor, que bom porque eu estou com tanta dor nas costas.Eu vou querer que você faça uma massagem para melhorar nas minhas costas e nas pernas! Você sabe que Heloísa acaba comigo.
Dionísio riu e beijou os lábios dela outra vez.
DIONÍSIO ‒ Sim, meu amor, eu farei! Farei quantas massagens queira e onde queira.‒ Ele sussurrou para ela.
REFÚGIO ‒ Não posso em qualquer lugar, amor! Você sabe muito bem que eu queria no corpo todo.‒ Ela começou a rir ficando vermelha.‒ O meu maior desejo era que você fizesse massagem no meu corpo todo para ficar relaxada até amanhã! ‒ Ela falava toda engraçada e dengosa.
Ele gargalhou.
DIONÍSIO ‒ Não vejo a hora de poder fazer!
Sofia que estava os olhando se levantou e saiu deixando eles sozinhos. Ela foi até o quarto de Patrício para esperar por ele e não atrapalhar os sogros. Sentada em frente a cama, ela tocou o ventre e pensou no que a sogra tinha lhe dito.
Na sala Dionísio beijava a esposa com fervor e desejo, cheio de paixão.
REFÚGIO ‒ Dionísio.‒ ela disse ofegando enquanto ele a massageava. ‒ Amor, eu estou com saudades! ‒ sentia ele tocando em vários lugares, ela desceu a mão e tocou ela com amor, alisou o membro dele que gemeu em sua boca.
DIONÍSIO ‒ Amor, não faz isso!‒ Ele fechou os olhos se controlando.‒ Por favor, não faz isso!
Ela massageou mais e mais e sorriu e beijou mais ele.
REFÚGIO ‒ Eu vou te dar um carinho hoje a noite, amor, eu vou cuidar de você, você quer? ‒ ela disse cuidosa.
DIONÍSIO ‒ Não, meu amor, você está cansada!‒ Ele beijou o pescoço dela.‒ Eu que tenho que cuidar de você.
REFÚGIO ‒ Não posso cuidar do meu marido com todo o amor do mundo! Posso fazer ele feliz, posso deixar alegre. Posso fazer com que ele não tenha nenhum motivo de queixa! ‒ Ela alisou o rosto dele toda carinhosa.
DIONÍSIO ‒ Eu te amo, Refúgio, você é minha vida! Eu nunca tenho queixas de você!
REFÚGIO ‒ Eu te amo mais e você é meu anjo!Um homem como nenhum outro, como nenhum outro!‒ ela sorriu o admirando.‒ Você é especial!
Ele sorriu e tocou o rosto dela.
DIONÍSIO ‒ Minha esposa, meu amor, eu nunca vou me esquecer que Deus me deu você.
REFÚGIO ‒ Você é meu presente!‒ ela sorriu e o beijou mais e alisou o peito dele, ele a apertou em seus braços.‒ Eu te amo, eu te amo muito!
Ela era seu amor, sua amada, sua luz, sempre seria, sua companheira de toda a vida, para sempre seu amor.
REFÚGIO ‒ Ah, meu amor, como você é especial, como você sempre foi especial! ‒ Ela sorriu e os três ficaram ali juntos e a filha olhava para eles como se entendesse aquele amor mais do que todo mundo....
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