Quando te conheci
22 Capítulo 21 - "Voltei!"
OLÍVIA – Pai...– ela gaguejou e depois sorriu.
DIONÍSIO – Responda de maneira objetiva, não gosto de rodeios.– Ele falou a olhando estava sério, morria de ciúmes da filha.
OLÍVIA – Não, eu não namoro.– disse cheia de verdades estava sendo honesta com ele.E suspirou sem encarar o pai.
DIONÍSIO – Então, o que é?
OLÍVIA – Do que tá falando, pai? O que você está falando?
DIONÍSIO – O que você tem? Se não está namorando o que está acontecendo?
OLÍVIA — Pai, que isso? Interrogatório?– ela sorriu para ele.
DIONÍSIO – Você é minha filha e eu quero saber, somente isso.– Ele falou calmo.
OLÍVIA – Pai, não namoro, ok? Não namoro.– ela disse beijando ele. – Agora eu vou para o meu quarto. – ela saiu rindo.
Ele suspirou olhando a filha sair...
REFÚGIO – Amor, pressionar não resolve.– ela suspirou...
E os dois suspiraram e ficaram abraçados sentindo os filhos quando grandes, davam ate mais trabalho que antes.
MESES DEPOIS...
Os meses se seguiram e Dionísio e refúgio eram só alegria esperando a chegada do novo bebê que agora ele já sabia era uma menina mais uma linda menina para aquela casa no total dos filhos agora seriam Patrício logo em seguida Augusto um pouco depois Olívia e muito depois a nova e linda criança da casa que ainda não tinha o nome.
Estavam completamente apaixonados pela barriga dela que tinha crescido muito e demonstrava que o bebê nascer ia grande e provavelmente seria a cara do pai como todos os bebês meninas daquela casa eram. Olívia era exatamente como ele e assim, aqueles meses deixaram ela ainda mais bonita e estava no sétimo mês de gravidez com total tranquilidade já tinha decorado quarto todo a filha tinha ajudado a fazer todas as coisas que ela queria e a vida seguia feliz.
Olívia estava namorando escondido um rapaz da escola Refúgio já sabia mas tinha preferido deixar que ela Contasse para o pai Afinal era apenas um namorico ela não queria deixar Dionísio desesperado louco como ele sempre ficava.
Patrício seguir a sua vida de boêmio para lá e para cá tendo várias namoradas e não ficando com ninguém saindo todas as noites para se divertir mas trabalhava direito e estava completamente apaixonado pela ideia de ter um irmão.
Augusto era calmo tinha começado um namorico com uma jovem menina da sua faculdade já tinha levado em casa para que os pais conhecessem ele era tudo correto.
Era uma tarde tranquila como as tardes comuns, Dionísio teria que ficar um pouco mais de tempo no serviço por um problema, tentou ligar para ela, mas não conseguiu. Guilherme tinha escapado outra vez da prisão. Dessa vez cheio de ódio, tinha matado os dois companheiros de sela dele e jurado ir até Refúgio e acabar com toda a família dela...
Patrício estava andando pela praça para ir para casa quando deu de cara com o pai na porta de casa...
GUILHERME – Ora ora, a quanto tempo eu não vejo esse bastardo!
PATRÍCIO – O que você quer aqui miserável? O que você veio fazer na nossa casa?Você nem devia ter vindo aqui! Sai da minha frente e sai da nossa casa!
GUILHERME – Eu vim aqui acertar as minhas contas!E o que você está pensando que vai fazer? Me bater? Bater na minha mãe como você fazia quando eu era criança? Pois eu não sou mais um menino e agora se você vier vai ter. – Patrício estava com rosto completamente tenso.
Gulherme entrou na casa sem dar atenção a ele e viu Refúgio na cozinha e de imediato gritou.
GUILHERME – Vem aqui sua vagabunda, eu vim me acertar com você.– Os olhos em fogo.
Ela sobressaltada com a mão na barriga olhou para ele.O coração congelou completamente E ela ficou sem saber como reagir diante da imagem daquele homem violento que ela tinha enfrentado no passado estava ali diante dela de novo...
REFÚGIO – Guilherme...
GUILHERME – Não está me escutando falar com você?
Ela tremia inteira estava com coração na boca e Patrício entrou correndo e segurou ele pelo colarinho empurrou para fora.
PATRÍCIO – Sai de perto da minha mãe! – Era a mesma cena do passado ele defendendo a mãe e o pai como agressor.
Guilherme o olhou e socou a barriga dele, três socos e o empurrou para longe. Refúgio de um grito desesperado e Patrício se levantou mesmo sentindo dor e avançou vive dando um chute no meio das pernas fazendo ele cair.
REFÚGIO – Sai da nossa casa animal! – Com a outra mão ele fazia um gesto para que a mãe não se aproximasse.
Guilherme agarrou o braço do filho o puxando.
REFÚGIO – Solta, meu filho agora seu desgraçado! – Ela pegou uma panela e deu com a panela nas costas dele.
Guilherme empurrou Patrício contra o sofá e ele caiu batendo a cabeça. Ele avançou sofre ela com os olhos cheios de ódio.
GUILHERME – Está pensando que vai me bater vagabunda? – Ele riu malvado.– Agora somos você e eu, seu filhinho tá apagado.
Ela estendeu a frigideira para ele disse com ódio.
REFÚGIO – Se você tiver perto de mim ou da minha filha eu vou te matar ficar longe de nós seu desgraçado.
GUILHERME – Então, é uma menina?– Ele riu.
REFÚGIO – Fica longe de nós, fica bem longe de nós!
Ela sentiu a mão tremer mas não porque estava com medo dele sim porque tinha receio de que ele fizesse algum mal a sua filha estava nervosa querendo ir falar com o Patrício mas se não ficasse naquela posição ele atacaria. Olhou para porta na esperança de que alguém chegasse de que mais alguém entrasse ali naquele momento é ajudar se ela...
REFÚGIO – Volte para o inferno de onde você saiu!
GUILHERME – Ta esperando alguém, meu amor?– Ele sorriu e olhou de lado para a porta e depois a olhou. – É Olívia? Ela é uma delícia!Vou pegar ela e dar um trato nela depois de dar um trato em você.
Ela avançou nele e deu duas paneladas, onde pegou no rosto dele com muita força ela deu, muita mesmo.
REFÚGIO – Nunca vai tocar na minha filha, seu animal.
Ele segurou o braço dela e avançou a colocando no sofá e subindo sobre ela.
GUILHERME – Pensa que é mais forte do que eu sua vagabunda?– Ele segurou as mãos dela e com a outra mão o rosto apertando. Riu malvado vendo o rosto dela se transformar em desespero.
REFÚGIO – Não me machuca, seu louco, não toca em mim! Você vai me machucar e machucar a minha filha. Me larga me larga agora desgraçado. O que é que você quer me diz o que é que você quer? Destruir a minha vida, some daqui, some daqui!
GUILHERME – Eu vou ter a minha mulher! Vou ter você e depois eu vou matar a todos vocês! Todos!
REFÚGIO – Me larga! – ela gritou.– Seu louco desgraçado!
Ele apertou mais o rosto dela e a beijou com força mesmo contra a vontade dela, iria consumar ali aquele ato, iria a tomar ali com violência, fazer ela voltar a ser a sua mulher...
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