Quando te conheci

14 Capítulo 13 - " Não posso controlar!"


O tempo passou...

Dionísio e refúgio estavam cada dia mais próximos um do outro e fazendo Exatamente tudo o que era importante para a construção de uma família. Os dois se cuidavam cuidavam de Patrício e sempre que podiam. Encontrava um tempo para fazer coisas boas para as outras pessoas. Ele tinham diminuído um pouco ritmo mas mesmo assim o trabalho ainda consumia boa parte do tempo dele.

Refúgio tinha parado de trabalhar e estava fazendo exatamente o que ele tinha pedido que era acompanhar o filho a criação do filho a casa e as coisas da casa e tinha definido que realmente iria voltar a estudar mas ainda não tinha começado...

Naquela noite quando ela se sentou para comer com os dois e tinha feito um delicioso strogonoff de carne Patrício comia conversando com o pai.Já tinham se passado cinco meses desde que tenham se casado e as coisas estavam maravilhosas entre eles...

DIONÍSIO ‒ Você está bem, meu amor? ‒ Dionísio perguntou a olhando depois de comer.

REFÚGIO ‒ Amor... ‒ Ela olhou dentro dos olhos dele com todo carinho e sentir o que não tinha como naquele momento não dizer a verdade que ela já sabia que tinha confirmado aquela manhã.

DIONÍSIO ‒ Aconteceu alguma coisa? ‒ Ele perguntou preocupado.

REFÚGIO ‒ Você vai ser pai e Patrício irmão! ‒ Disse com os olhos brilhando de felicidade.

Ele sorriu e foi até ela a beijando e levantando ela do chão.

DIONÍSIO ‒ Meu amor, tem certeza? Fez exame? Meu Deus, eu vou ser pai outra vez! ‒ Ele a beijou apaixonado.

Patrício olhou para eles sorrindo.

REFÚGIO ‒ Meu amor, eu quero que você esteja feliz, que esteja contente, meu amor! ‒ ela o abraçou e fez o braço para que o filho viesse.

Patrício foi até eles e subiu no colo de Dionísio abraçando os dois.

PATRÍCIO ‒ Eu vou ter um irmão! Obrigada, papai!Eu queria muito um irmão, papai!

Ela os abraçou e beijou mais e mais. Sorriu e disse a ele as mais lindas palavras.

REFÚGIO ‒ Amor! Eu sei que você será o melhor pai do mundo...

Ele sorriu emocionado e segurou na cintura dela a beijando.

DIONÍSIO ‒ Meu amor, obrigado, obrigado, você me faz tão feliz!

REFÚGIO ‒ Você me faz muito feliz também, meu amor e o meu filho! Eu quero que você seja muito feliz todos os dias da sua vida comigo! E esse nosso novo bebê é só mais uma felicidade no nosso casamento!

DIONÍSIO ‒ Nós seremos sempre felizes, meu amor! Minha felicidade é ver vocês felizes. Fazer vocês felizes! ‒ Ele sorriu e beijou o filho que ria. Estava feliz com a ideia de ter um irmão.

PATRÍCIO ‒ Papai, a gente pode comer pizza para comemorar?

Refúgio começou a rir porque tudo era motivo para Patrício pedir alguma coisa de comida.

PATRÍCIO ‒ Por favor, papai pizza de calabresa ou então de muitos queijos. ‒ Beijou o rosto do Pai com todo carinho.

DIONÍSIO ‒ Sim, meu filho, podemos sim! Uma super pizza! ‒ Ele gargalhou.

Patrício colocou a mão na barriga da mãe.

PATRÍCIO ‒ Viu irmão, você vai amar ser dessa família, meu papai é maravilhoso e a mamãe também!

Eles ficaram abraçados ali beijando uns aos outros por durante um bom tempo mas depois.Mas depois pediram a pizza e comeram juntos rindo e comemorado. As horas passaram e depois de ficarem assistindo um filme e curtindo juntos. Patrício dormiu e Dionísio o colocou para dormir...Depois se deitou na cama ao lado dela que estava assistindo tv. A beijou e sorriu, retribuiu.

REFÚGIO ‒ Amor, você sabe que estou muito feliz? Não sabe?

DIONÍSIO ‒ Sim, meu amor! Eu sei, e eu também sou!

REFÚGIO ‒ Amor...‒ Ela pegou a mão dele colocou em sua barriga exatamente no ponto onde ela achava que o bebê estava acomodado mesmo ainda sendo pequenininho. ‒ Eu tenho certeza que o nosso filho vai parecer com você, vai ser um menino e a sua cara!

Os olhos dela estavam presos nos dele e ela queria que ele percebesse que aquele amor que sentia dentro do seu coração transbordava em todas as partes do corpo dela e agora que enfim transportado para a produção e criação de uma criança. Era a produção do Amor e a criação da vida na barriga dela como fruto da certeza de que eles dois nunca mais estaria um distantes e de que estavam Unidos Como é o que seria completamente deles para o resto da vida.

Sim, ela sabia que ele estava apaixonado por aquele filho, sabia que ele era especial e que seria o melhor pai que aquela criança poderia ter.

REFÚGIO ‒ Eu quero te fazer pai de novo porque você é especial!

DIONÍSIO ‒ Eu amo ser pai, amo essa vida!Não imagina o quanto estou feliz. ‒ Ele sorriu e se abaixou beijando o ventre dela cheio de carinho e amor. ‒ Meu filho, você é bem pequeninho!Mas eu já te amo, já te amo muito, vou ser o melhor pai do mundo você pode ter certeza!‒ Ele falou sorrindo e beijando a barriga dela.

REFÚGIO ‒ Eu sei, meu amor, que você vai ser eu tenho certeza que você vai ser o melhor pai do mundo! Eu te amo papai eu sei que você vai ser um lindo papai! ‒ Ela falou quando se fosse o filho falando com ele naquele momento.‒ Quando eu te conheci eu não imaginava que fosse a melhor coisa da minha vida! Eu sabia quando você me defendeu quando você cuidou de mim Eu sabia que você ia ser especial mas eu não imaginava que você era um príncipe encantado.

Ela tocou o rosto dele com as duas mãos fazendo com que os olhos só olhassem para ela.

REFÚGIO ‒ Eu soube quando a gente fez amor pela primeira vez que você seria para sempre o amor da minha vida!

DIONÍSIO ‒ Eu te amo, eu sabia que você era meu anjo!

REFÚGIO ‒ Meu anjo para você, meu amor, que cuidou de mim do meu filho que me tirou daquela vida tão sofrida que eu levava. Meu anjo é você, sempre foi você!

DIONÍSIO ‒ Você me iluminou!

REFÚGIO ‒ Eu te amo!Te amo!

DIONÍSIO ‒ Eu te amo, Refúgio, te amo! Te amo como nunca amarei ninguém! ‒ Ele a beijou ficando sobre ela, se ajeitando entre suas pernas...

REFÚGIO ‒ Faz amor comigo, faz amor... com a mãe dos seus filhos, com a sua mulher!

DIONÍSIO ‒ Meu amor! ‒ Ele a beijou, desceu os beijos pelo pescoço e pelo colo.

Tocou a alça da camisola dela descendo e retirando. Ele a despiu e depois voltou aos seios...

REFÚGIO ‒ Ahhhh, meu amor! ‒ Ela se abriu mais para ele sorrindo, estava tão feliz.

A cada toque de ele sentir o corpo pegar fogo e sabia que ele conhecia cada parte do seu ser não era só estar com alguém não era ser a esposa de alguém era ser parte dele. Quando Dionísio a tocava era como se o mundo parasse naquele segundo em que os dois estavam juntos! E ela sabia que ela sentia que o amor dele era mais forte que qualquer coisa que aquelas mãos fortes que seguravam seu corpo que davam a sua pele o calor que ele dava era amor amor verdadeiro...

Ele a amou com calma e paixão, beijando todo o corpo dela com amor a invadindo com paixão e destreza. A amava mais que tudo, queria estar sempre ali junto a ela, com ela a amando como sempre e como nunca!

REFÚGIO ‒ Meu amor, meu amor, meu amor, meu amor! ‒ dizia cada palavra como se fosse o mel o néctar na boca dela.

E foi se movendo de dando passagem a ele para que ele conseguisse estar com ela do jeito que os dois sempre gostavam de modo intenso. Era maravilhosa comemoração dos dois daquele filho que estava por vir. Quando gozaram ele a virou na cama deitando ela por cima de seu corpo, queria estar sempre com ela, dividir aquele prazer sem igual...sem explicação...

A amava mais que tudo, a queria mais que tudo sempre.

REFÚGIO ‒ Amor, é sempre tão maravilhoso estar com você, eu amo estar nos seus braços. Você é um homem tão especial, tão gostoso! ‒ ela riu alto e ele gargalhou também.

DIONÍSIO ‒ Eu te amo, Refúgio! Te amo muito, meu amor! E eu também amo estar nos seus braços! Amo mais que tudo!

Ela sorriu enquanto dizia aquelas coisas para ele porque não era uma mulher de dizer coisas sensuais era muito tímida mas ele estava tirando isso dela também. Aos poucos estava se tornando uma mulher muito mais sensual mesmo quando não queria.

REFÚGIO ‒ Você é muito especial, amor!Sabe onde tocar sabe o que pegar. ‒ Ela ficou completamente vermelha com ele olhando para ela e rindo.

Ele sorriu.

DIONÍSIO ‒ Sim, meu amor, eu faço tudo, para seu prazer! Para que você seja feliz e que sinta prazer. É isso que eu quero! Que tenha prazer sempre, que goste de estar comigo, que divida seu prazer sempre comigo! ‒ Ele riu e tocou a intimidade dela movendo os dedos com pressão.

Sentiu que ela apertava seu braço e escutou o gemido dela e moveu mais forte.

REFÚGIO ‒ Isso, meu amor, eu quero, quero mais!‒ ela gemeu porque sabia muito bem o tipo de prazer que podia ter com ele, era maravilhoso ter aquele seu desejo todo realizado por um homem que ela amava.

Dionísio moveu os dedos com destreza até ela gozar e depois sorriu a beijando e a vendo deitar em seu peito.

REFÚGIO ‒ Amor... vem você!‒ Ela acariciou o membro dele, que gemeu e a olhou.

DIONÍSIO ‒ Ahh, meu amor!

REFÚGIO ‒ Eu quero você cheio de prazer! ‒ ela sorriu e segurou o membro dele de modo que pressionou com a mão.

Ele fechou os olhos e gemeu mais... Puxou o corpo dela e a beijou com tesão.

REFÚGIO ‒ Ta gostoso assim, meu amor? Ta gostoso? Hum? ‒ e continuou massageando com força porque sabia que ele adorava.

DIONÍSIO ‒ Sim! Está sim, está. ‒ Ele mordeu os lábios e segurou nos cabelos dela beijando seu pescoço.

Sem muita demora, com o toque dela em seu corpo. Ele gozou suspirando, ela sorriu e o beijou. Ficou beijando e beijando até sempre. Tinha muito desejo por ele por aqueles lábios que ela sabia que pertencia e só a ela.

REFÚGIO ‒ Um que delicia! ‒ Disse rindo.

E foi se ajeitando e deu o seio para ele sugar, ficou pertinho dos lábios.Ele sorriu e puxou ela apoiando suas mãos nas costas dela, sugou os seios dela com força, cheio de amor e dedicação.

REFÚGIO ‒ Eu vou gozar, amor com você ai.‒ Pegou a mão dele e pois entre suas pernas, queria um carinho. Ele sorriu e disse em sussurro...

DIONÍSIO ‒ Está viciada no meu toque, nos meus dedos mágicos que te dão um prazer sem igual...

Dionísio sorriu e moveu os dedos e voltou a sugar o seio dela a vendo gemer.

REFÚGIO ‒ Sim, amor, eu estou...‒ ela gemeu para ele com o ar faltando.‒ Eu estou viciada em gozar, Dionísio, você faz amor comigo todo os dias. Todos os dias, meu amor!

DIONÍSIO ‒ E será assim, um amor sem final.

Refúgio sorriu para ele sentindo mais uma vez o prazer invadir todo seu corpo.E ali junto a ele e ela encontrou mais uma vez a felicidade e depois os dois dormiram abraçados sem dizer mais nada porque todos os beijos diziam tudo que tinha para dizer...

OS MESES PASSARAM...

Três meses tinham se passado, Refúgio tinha uma barriga de cinco meses, ela estava feliz e vivia sorrindo e contente para Dionísio. Ela estava linda e reluzia beleza, sempre feliz, Refúgio estava com Patrício todo tempo e o cuidando, Dionísio estava sempre por perto também, a cuidando e protegendo ela, agora que ela estava ainda mais linda...

Ele estava sempre a olhando e olhando as pessoas a sua volta. Dionísio tinha saído para trabalhar logo cedo e tinha marcado para encontrar com ela em um restaurante na hora do almoço. As horas tinham passado rapidamente e depois de muitos contratos e muitas coisas.Ele foi ao restaurante e entrou sorrindo, mas o sorriso acabou no momento em que a olhou, ela estava de pé.

Usava um vestido longo que marcava o seu corpo. Refúgio estava sorrindo e um homem segurava sua mão. Ele bufou e com os olhos cheios de ódio e ciúmes foi até lá, ela sorriu e disse calma.

REFÚGIO ‒ Foi um prazer... ‒ Ele olhou os dois.

DIONÍSIO ‒ O que foi um prazer? ‒ Foi firme a olhando.

Ela voltou os olhos para ele.

REFÚGIO ‒ Oi, meu amor...‒ ela foi a ele e o beijou nos lábios com carinho. Dionísio a olhou sério e depois olhou para o homem que estava com ela.

DIONÍSIO ‒ Quem é você?

XX ‒ Boa tarde, o senhor é quem?‒ ele sorriu simpático. ‒ Eu sou um fotógrafo e estava convidando a senhora para uma sessão de fotos.

DIONÍSIO ‒ Eu sou o marido dela e minha mulher não vai fazer foto nenhuma. ‒ Ele falou firme. ‒ Vamos para a nossa mesa, Refúgio. ‒ a olhou.

REFÚGIO ‒ Boa tarde, e muito obrigada. ‒ sorriu educada e depois deu a mão a ele indo embora com ele para a mesa.

Dionísio a olhou quando sentaram.

DIONÍSIO ‒ Não irá fazer foto alguma! Nem chegar perto desse homem!

REFÚGIO ‒ Dionísio. ‒ falou zangada.Não gostava quando ele se comportava daquele modo. ‒ Por que está falando assim comigo?

DIONÍSIO ‒ Quero você longe desse homem!Não vai fotografar com ele!‒ Ele a olhou.

REFÚGIO ‒ Por que tá falando isso?

DIONÍSIO ‒ Porque eu quero você longe dele!

Ela começou a ficar nervosa com o modo como ele estava falando.

REFÚGIO ‒ Dionísio, você conhece ele?

DIONÍSIO ‒ Isso importa?

REFÚGIO ‒ Sim, importa!

DIONÍSIO ‒ Quero você longe desse homem! Eu conheço todas as pessoas.

REFÚGIO ‒ Mas me diz por que?

Ele suspirou impaciente.

DIONÍSIO ‒ O que está acontecendo?

REFÚGIO ‒ Como assim? ‒ Ela o olhou sem entender. Sabia que as coisas não estavam como ela Imaginava mas não estava entendendo porque ele estava agressivo daquele modo.

DIONÍSIO ‒ Por que está tão interessada em saber se eu o conheço?

REFÚGIO ‒ Por que você está falando desse modo comigo, eu quero saber porquê! Você não é assim e se está falando alguma coisa tem!

DIONÍSIO ‒ Porque eu não te quero perto dele e nem de homem nenhum cheio desses sorrisos.

REFÚGIO ‒ Dionísio!Eu não estava cheia de sorrisos...‒ ela falou nervosa com aquelas declarações.

DIONÍSIO ‒ Estava sim! Eu vi! Ninguém me contou!

REFÚGIO ‒ Desde quando eu não posso rir para as pessoas? Dionísio, não tô te entendendo.

Ele bufou, estava enciumado, não conseguia se conter. Passou uma mão na outra com raiva e se levantou saindo da mesa.Refúgio se levantou e foi atrás dele...

REFÚGIO ‒ Meu amor, volta para mim, vamos conversar!

Ele suspirou e a olhou de lado...

DIONÍSIO ‒ Eu não quero conversar! ‒ Saiu do restaurante e caminhou parando em frente ao carro e ela foi também.

REFÚGIO ‒ Então, você vai embora sozinho porque eu vou almoçar!‒ Ela falou esperando para ver qual seria a reação dele porque ela ia entrar de novo no restaurante e ele não ia querer que ela ficasse lá com um homem lá dentro.

Ele se virou e a olhou.

DIONÍSIO ‒ Quer almoçar ou ir falar com o fotógrafo? ‒ Ela ficou parada olhando para ele se entender aquele ciúme tão ridículo que ele estava tendo. Ele a olhou e suspirou.

REFÚGIO ‒ Amor, porque tá fazendo isso? ‒ Os olhos dela se encheram de Lágrimas porque ela era tão delicada e sofria quando ele falava com ela daquele modo. ‒ Você tá me magoando!

Dionísio a olhou e se arrependeu do que disse:

DIONÍSIO ‒ Me desculpe, meu amor. ‒ Ele foi até ela e a abraçou.Ela estava grávida e sensível e ele tinha se comportado como um idiota.

Ela o beijou toda sensível toda carinhosa.

REFÚGIO ‒ Vamos almoçar estou com fome...

DIONÍSIO ‒ Sim, vamos... ‒ Ele deu a mão a ela e caminharam juntos de volta ao restaurante.

Ela pediu a comida e se sentou deitando no ombro dele e passando a mão dele em sua barriga. Ele acariciou com calma e amor.

REFÚGIO ‒ Amor, por que você tá zangado comigo?

DIONÍSIO ‒ Eu não estou zangado com você! ‒ Ele suspirou e acariciou mais a barriga dela.

REFÚGIO ‒ Não gosto quando você fica assim.‒ Sabe que eu gosto de conversar com você com calma sabe que te respondo todas as coisas que me pergunta.

Segurou a mão dele carinho a mão que acariciava sua barriga.

REFÚGIO ‒ Você está com ciúmes, meu amor? Dio, você não precisa ter ciúmes!

DIONÍSIO ‒ Esses homens te olham, te desejam, querem você! Eu não vou permitir! Não vou de maneira nenhuma! ‒ Ele a olhou firme. ‒ Não vou deixar que esses homens se aproximem de você e queiram te tirar de mim...

REFÚGIO ‒ Dionísio, você não precisa ficar assim! ‒ Ela falava muito baixo com ele porque sabia que estava sofrendo de verdade e que o sofrimento dele mesmo sem fundamento era real.‒ Não quero que você se sinta ciúmes de ninguém, ninguém vai me tirar de você! Você acha que eu não estou feliz com você ? ‒ Ela falava de modo tão delicado tão especial. ‒ Acha?

DIONÍSIO ‒ Eu não sei! Não sei se é! ‒ Ele suspirou.

Refúgio se afastou e olhou para ele de modo direto mas os olhos tinham lacrimejados naquele momento enquanto tentava analisar porque estava dizendo aquilo.

REFÚGIO ‒ Você acha que eu não sou feliz? Ou você que não é mais feliz comigo? ‒ Ela sentiu um chute do filho dentro da barriga.

DIONÍSIO ‒ Eu sou feliz, sou muito feliz, mas não sei se você ainda é feliz. Eu te amo e quero que seja feliz, mas está tão estranha ultimamente que acho que não é mais feliz.

Ela o olhou e se entristeceu.

REFÚGIO ‒ Estranha? O que está dizendo?‒ Ela o olhou o coração disparou.

DIONÍSIO ‒ Distante de mim, não me sorri mais como antes e eu não sei o que fazer.

REFÚGIO ‒ Amor...‒ Ela o olhou e segurou em sua mão. ‒ Eu te amo...‒ Tocou a barriga grande.‒ Mas estou enjoada... com calor gorda e feia!‒ Ela falou frustrada.‒ Eu sei que está sendo um homem gentil quando me toca...

DIONÍSIO ‒ Você não está feia!Está linda e maravilhosa!

REFÚGIO ‒ E sei que não esta me desejando é porque não quer que me sinta mal.‒ Ela suspirou frustrada. ‒ Não estou linda e nem sei porque você diz que me quer mesmo assim...

DIONÍSIO ‒ Eu te desejo porque te amo!

REFÚGIO ‒ Me deseja... Eu estou feia e enjoada.‒ Ela se encolheu. ‒ Não sei como pode ter ciúmes!

DIONÍSIO ‒ Você está linda, maravilhosa, brilha! Uma beleza sem igual!

Refúgio riu.

REFÚGIO ‒ Por que está com ciúmes de uma pançuda, Dio?‒ Ela o olhou com amor.

DIONÍSIO ‒ Pançuda coisa nenhuma, você é deliciosa, gostosa! ‒ Ele suspirou a imaginando, fechou os olhos.

DIONÍSIO ‒ Muito gostosa, meu Deus!

REFÚGIO ‒ Que isso, amor!‒ Ela ficou vermelha.

Eles estavam uma semana sem sexo ela tinha passado mal. Estava muito enjoada e não tinham conseguido se amar.

DIONÍSIO ‒ Seu corpo, seu cheiro. Eu estou morrendo de saudade, de desejo..

REFÚGIO ‒ Dio... eu ...‒ Ela suspirou pesado também desejava ele como nunca era o homem de sua vida e ela tinha muito desejo.Não tinham estado juntos porque ela passou muito mal ou do contrário jamais me daria a ele! Jamais se negaria a ele...

DIONÍSIO ‒ Eu preciso de você, Refúgio! Não aguento ficar longe de você!‒ Ele suspirou e se ajeitou antes que ficasse excitado. A comida chegou.

REFÚGIO ‒ Amor... eu também preciso de você ....

REFÚGIO ‒ Mas não quero você com ciúmes...

DIONÍSIO ‒ Eu não posso me controlar! Ficar longe de você e ver esses safados te olhando.É um martírio e uma tortura para mim...

REFÚGIO ‒ Você não é assim, amor!‒ Ela tocou a mão dele.

DIONÍSIO ‒ Eu morro de ciúmes de você! Quero você aqui! Quero você só pra mim!

REFÚGIO ‒ Amor eu sou sua... Só sua e de meus filhos...Você não precisa se sentir assim...

DIONÍSIO ‒ Eu não posso não sentir, vejo como te olham, como te desejam, como querem você....‒ Ele bufou.

REFÚGIO ‒ Dionísio, vai se torturar por isso?Hum? ‒ Foi ate ele e o beijou na boca com amor...

DIONÍSIO ‒ Eu vou...

REFÚGIO ‒ Vai amor? ‒ Ela o beijou na boca e colocou a mão dele em sua barriga alisando e sendo sensual, deu vários beijinhos nele.

Ele pegou a mão dela e colocou sobre seu membro ereto.

DIONÍSIO ‒ Eu te desejo! Te quero, não aguento essa distância!

Ela massageou com carinho sem parar de beijar.