Quando te conheci
15 Capítulo 14 - "Um susto"
DIONÍSIO – Eu te desejo, te quero! Não aguento essa distância!
Ela massageou com carinho sem parar de beijar.
REFUGIO – Vamos comer, amor e depois vamos para casa!Também te desejo e te quero!– Ficou vermelha ao dizer.Ele gemeu e começou a comer.
DIONÍSIO – Sim! Vamos... Vamos comer!– Ela sorriu.
REFUGIO – Amor, estou ficando preocupado a gente ainda não conseguiu descobrir que é o bebê. Quero saber para dar essa alegria a mais a Patrício, porque tenho certeza que é menino.
DIONÍSIO – Relaxa, amor, iremos descobrir!Não tenha pressa! Vamos ao médico outra vez e vamos descobrir!
REFUGIO – E se não for, Dio? – Ela comia e conversava com ele de modo atento. – Eu quero ter certeza de que nosso filho vai ficar bem.
DIONÍSIO – Se não for um menino? Por mim não tem nenhum problema!
REFUGIO – Patrício quer um menino!
DIONÍSIO – Nos fazemos até que venha um menino! – Ele sorriu malicioso.
Ela riu e comeu para não responder. Ele comeu a olhando.
DIONÍSIO – Você não imagina como me deixa louco, me põe louco!
REFUGIO – Que isso, meu amor...– Ela riu dele. – Fala... te ponho louco? Por que?
DIONÍSIO – Seu corpo, seu sorriso, sua voz.– Ele tocou o rosto dela. – Você exala sexualidade!Me deixa louco de tesão!
REFUGIO – Ahhh, Dio, eu também adoro suas mãos em mim! Eu amo quando faz carinho quando me cuida!
Ele sorriu e a beijou.
DIONÍSIO – Eu te amo! Eu também te amo, meu amor!
Os dois se beijaram e depois terminaram de comer e Dionísio estava apressado e pagou a conta e levou a esposa até o carro apressado enquanto dirigia para casa a mão passava nas pernas dela com urgência.
Ele estava mesmo desejoso da companhia de sua mulher e quando chegar em casa ele já entrou aos beijos e tirando a roupa. Ela começou a rir do desespero dele em tirar sua roupa.
REFUGIO – Calma amor... calma. – Ela riu para ele. Ele a olhou.
DIONÍSIO – Eu preciso de você! Preciso te amar, vou explodir!– Ele gemeu e beijou o colo dela.
REFUGIO – Eu estou aqui, meu amor, estou aqui!– Ela gemeu desejosa dele.– Meus seios estão maiores e estou gorda!
DIONÍSIO – Estão ainda melhores! – Ele sugou forte e massageou o outro.
REFUGIO – Amor, eu to feia... Não sei como você consegue, meu amor, ficar tão empolgado! – Estou enorme, Dionísio enorme! Até minha perereca está maior! – Ela riu e gemeu os toques dele.
Ele gargalhou e a tocou movendo os dedos.
DIONÍSIO – Não sabe como eu gosto disso....No te imaginas!
Ela riu dele.
REFUGIO – Amor, você me deixa sem graça!– ela riu sentindo ele.
DIONÍSIO – Eu não, só estou falando a verdade, nada além!– Ele sorriu e voltou a sugar as seios dela sem deixar de mover os dedos em sua intimidade.
REFUGIO – Amor, eu preciso deitar, preciso, amor! – ela gemeu para ele com atenção.
Ele a beijou e a pegou colocando ela na cama. Se afastou e se despiu.
REFUGIO – Dio... Eu te amo!Te amo!
DIONÍSIO – Eu também te amo!Te amo muito! – Ele falou ficando sobre o corpo dela.– Te amo, minha deusa!
REFUGIO – Amor! Eu sinto tudo diferente!Tudo!– Ela sorriu. – Agora que estou esperando um bebê todas as vezes que estamos juntos é diferente para mim. Até seus beijos são diferentes agora!
DIONÍSIO – São melhores? Ou são ruins? – Ele a olhou calmo.
REFUGIO – Melhores! Tudo é mais intenso tudo é mais!...– ela não sabia explicar direito como se sentia mas as mãos dele tudo parecia melhor. – Eu chego a ficar sem ar!
Ele riu e deitou sobre ela.
DIONÍSIO – Muito melhor, então! – Ele beijou o colo dela. – Vamos aproveitar, então, meu amor!Vou te fazer subir nas nuvens!
REFUGIO – Ahhhhh Dio...
Ele beijou o colo dela novamente e subiu a beijando na boca, os beijos quentes e sensuais, mordeu os lábios dela cheio de amor, sem demora estava dentro dela, se movendo intensamente, indo e vindo cheio de prazer a via e ouvia gemer seu nome, ela apertava os lençóis e mordia os lábios.
Ela o arranhou e mordeu se ombro e ele em resposta estocava mais forte dentro dela a amando como nunca, os seios dela foram sugados e acariciados e quando o gozo chegou ela se sentia nas nuvens como ele havia prometido.
OS MESES SE PASSARAM...
Refúgio deu a luz depois de todos aqueles meses de alegria com sua gravidez. O pequeno Augusto nasceu bem grande e feliz, com o rosto cor de rosa que deixava Patrício todo feliz ao olhar.Era maravilhoso ter um bebê em casa e apesar de todos os cuidados que tinham que ter... estavam felizes e a rotina seguia feliz com todos eles.
Patrício estava mais que feliz e depois de dois meses de adaptação, já chegava da escola correndo para ajudar a cuidar do irmão.Refúgio esperava por ele para dar o primeiro banho do dia, porque Patrício gostava de fazer tudo com o irmão. Os dois estavam secando Augusto e rindo, mãe e filho estavam ainda mais unidos com a a chegada do bebê e Patrício não tinha ciúme algum.
PATRÍCIO – Ele é esperto né, mamãe! Meu papai disse que ele é espertão! – Patrício sorriu olhando a mãe.
REFUGIO – Ele é filho e só quer saber de mamar!– Ela olhou o filho. – Meu amor por que olha o peito de mamãe? Você quer provar o leite do seu irmão?
PATRÍCIO – Eu posso? – Ele olhou a mãe. – É que eu não lembro....
REFUGIO – Filho tem um gosto horrível!– Ela riu e o olhou.– Mas mamãe te dá! Por que não pediu?
PATRÍCIO – Achei que fosse falar que é coisa de bebê.– Ele falou calmo. – Ai não pedi!!
REFUGIO – É coisa de bebê, filho, mas eu sou sua mãe! – Ela ajeitou Augusto e vestiu. Depois se sentou e tirou o seio.– Vem, meu filho!
Patrício foi até ela e sorriu.
PATRÍCIO – Posso deitar mamãe? Igual Augusto?
REFUGIO – Pode sentar no colo de mamãe e ficar como quiser meu filho. – Ela o esperou, amava o filho e sabia que ele estava curioso.
Ele sentou e depois de colocar a perna sobre a dela ajeitou o rosto e sugou o seio da mãe depois afastou.
PATRÍCIO – Hum, muito ruim mamãe...– Ele falou sem sair do colo dela. – Não tem gosto de leite não! Eu prefiro meu nescau!
Ela riu e beijou o filho.
REFUGIO – É melhor, né filho? – Ela guardou o seio e disse. – Quer ficar assim um pouco no colo da mamãe?
PATRÍCIO – Sim, eu quero! – Ele sorriu e deitou no peito dela. – Você tá cheirando igual Augusto, mamãe!– Ela riu.
REFUGIO – Meu filho, agora o perfume de mamãe é leite!
PATRÍCIO – Por que, mamãe? Você passa leite pra ficar cheirando?
REFUGIO – Não, meu filho é porque eu dou mamar o seu irmão por isso sempre vou cheirar a leite.– Ela beijou e abraço filho com todo carinho.
PATRÍCIO – Sabe, mamãe, você disse que só bebê mama, mas eu vi papai com a boca no seu peito!Papai não é bebê! Ele é grande já!
Refúgio olhou o filho e ficou séria.
REFUGIO – Meu filho, quando você viu isso?
PATRÍCIO – Foi ... ham.. – Ele pensou. – Ah, não sei, mas eu vi!
REFUGIO – Você estava onde? Estava olhando papai e mamãe, filho?– Ela falava calma.
PATRÍCIO – Eu estava andando pela casa...
REFUGIO – Sim!
PATRÍCIO – Você tava la na cozinha com papai!
Ela olhou parecia mentira. Esperou o filho terminar.
PATRÍCIO – Ele falou que ia jantar você, mas eu não entendi porque você não é comida! Mas ai depois eu entendi...
REFUGIO – Sim, filho... Entendeu o que?
PATRÍCIO – Entendi porque ele falou que ia te jantar! Eu sou esperto também, mamãe!
REFUGIO – Fala meu filho, pode falar.– ela riu dele e achou engraçado o modo como estava.
PATRÍCIO – É porque ele tomou seu leite! Ai ele jantou, igual Augusto faz!
REFUGIO – É, SIM, meu amor, foi por isso, sim, seu paia adora, mas mamãe não vai deixar ele tomar mais não. Senão não sobra para seu irmão, a boca de seu pai é enorme, vai acabar o leito do seu irmão todo. É que agora que mamãe tem bebê o papai ficou com mais vontade de beber leite.– Ela sabia o desespero que o marido estava porque o médico dela tinha proibido o sexo e ainda faltava uma semana. – Ele sorriu.
PATRÍCIO – Nossa, mamãe!
REFUGIO – O que, filho?
PATRÍCIO – Mas é ruim, mamãe! Como ele gosta?
REFUGIO – Nem sei, filho, depois se pergunta pra ele!
PATRÍCIO – Vou perguntar! – Ele riu.
Os dois ficaram ali atentos as coisas que o bebê queria e ela amamentou o filho enquanto conversava com Patrício. Depois cansado de ficar somente em casa ela arrumou os dois e foi dar uma volta na rua. A cidade era bem pacata e ela podia se dar ao Luxo de sair um pouco depois de todo aquele tempo dentro de casa. Ela sorriu e viu as pessoas a volta dela.
Patrício brincava no parque enquanto ela amamentava Augusto. Um homem se aproximou e viu ele!
XX – Oi menino, tudo bem?
PATRÍCIO – Oi moço, quer brincar? – Ele falou rindo.
XX – Sim, eu quero!– Ele sorriu. – Quer um doce? Tem um carinho ali
PATRÍCIO – Aonde que tem doce? – Ele soltou do brinquedo e olhou na direção que o moço estava falando.– Eu adoro doce a minha mãe me dá doce, às vezes!
XX – Tem ali, vamos lá eu te levo! – Ele sorriu olhando Patrício.
PATRÍCIO – Mas minha mãe não gosta! – Ela não gosta que eu converso com pessoas estranhas e nem que eu aceite nada.
XX – Ta tudo, bem rapaz! É rapidinho!Como você chama?
PATRÍCIO – Patrício Ferrez!
XX – Eu sou Luís, vamos lá, Patrício! Te dou o doce e você volta!
Ele sorriu olhando o menino que o olhava.
REFUGIO – Patrício!– Refugio chamou nervosa para o filho.– Vem aqui, meu filho.– ela disse já se levantando.
Patrício olhou a mãe e foi até ela correndo.
REFUGIO – Meu filho!– ela o abraçou desajeitada com Augusto no colo.– Quem era aquele homem e onde você ia com ele?
PATRÍCIO – Eu ia comer um doce!– Ele disse que tinha um carinho de doce.– Patrício olhou.– Ih, mãe, ele sumiu...
REFUGIO – Meu filho, nunca mais faça isso, esse homem ia te fazer mal! – ela agarrou o filho toda nervosa.– Meu Deus, filho eu já lhe disse para nunca sair com estranhos, por que você foi com ele?– ela tremia inteira só de pensar.
PATRÍCIO – Eu não fui, ele que me chamou, mamãe! – Ele sorriu. – Ia não ele só ia me dar um doce!
REFUGIO – Nunca mais meu filho, nunca mais! Não faça isso nunca mais ou eu não poderei confiar em você!
PATRÍCIO – Tá bom, mamãe, tá bom! – Ele falou calmo.
REFUGIO – Filho isso é muito grave! Não pode de jeito nenhum!
PATRÍCIO – Tá, mamãe, desculpa, não vou mais!
Coração dela estava mais acelerado do que jamais tinha sido quando brigava com Guilherme não era daquele jeito.A ideia de poder pedir o filho apavorava.Patrício abraçou a mãe.
PATRÍCIO – Mãe, compra um doce pra mim?
Ela sentiu o coração na boca em desespero total...
REFUGIO – Compro, meu filho, eu compro! – estava gelado e pegou a bolsa e comprou para ele o doce que queria e viu o filho sorrir, era tão inocente e tão lindo.– ela pegou eles e foi para casa, as mãos tremendo.
Ligou para o marido enquanto o filho comia o doce lentamente em frente a tv.
DIONÍSIO – Alô? Amor, como esta?
REFUGIO – Amor, tentaram roubar Patrício hoje! Um homem no parque tentou levar ele para comer um doce!
DIONÍSIO – O que? – Ele falou se levantando da cadeira onde estava. – Como meu filho está? Fizeram alguma coisa?
REFUGIO – Não fizeram nada, era apenas um homem e eu vi a tempo mas fique com medo, amor! O que está acontecendo? Por que iam querer levar meu filho? – ela falou nervosa olhando o filho que estava distraído
Ele suspirou e bateu na mesa irritado.
DIONÍSIO – Eu vou pra casa, vamos conversar ai, não saia mais, por favor, não demoro!
REFUGIO – Estou te esperando, amor! – ela desligou o telefone, estava muito assustada e o filho chorou.
Ele queria mamá e ela tinha que se concentrar. Dionísio não tardou a chegar olhou o filho e viu que ele estava bem depois foi até ela. Pegou Augusto e o acalmou.
DIONÍSIO – Calma, meu amor, não fique nesse estado!
Ela o abraçou com amor e deixou as lagrimas caírem.
REFUGIO – Eu tive tanto medo, Dionísio, eu tive medo de verdade!
DIONÍSIO – Sim, meu amor! – Ele a apertou em seus braços. – Agora está tudo bem!Eu estou aqui, amor!
REFÚGIO – Ele ia levar meu filho, meu filho!– ela chorou. – Ele todo inocente dizendo que o moço ia dar um doce a ele
DIONÍSIO – Ele não levou, eu vou falar com Patrício!
REFÚGIO – Não falta nada a ele, Dio, por que ele foi? Por que ele foi por causa de um doce, Patrício tem tudo em casa, não negamos nada a ele.
DIONÍSIO – Calma, meu amor, isso vai te deixar mal e nosso filho também se acalme, você passa isso pra Augusto. Ele é criança!
REFUGIO – Ele não podia ter aceitado eu queria bater nele, Dionísio, dar umas palmadas em Patrício. – ela começou a se acalmar.
DIONÍSIO – Se acalme, eu vou falar com ele depois venho falar com você!
REFUGIO – Tá bem, meu amor, vou tomar um banho com Augusto, depois venha também e traga Patrício. – ela saiu com o filho nos braços depois de beijá-lo.
DIONÍSIO – Sim, vamos daqui a pouco!
Patrício comia seu doce e estava sentado atendo ao desenho.
DIONÍSIO – Filho, temos que conversar!
Ele sentou ao lado do filho o olhando.
PATRÍCIO – Sim, papai, você está zangado comigo não é?– ele se sentou triste e olhando o pai.
DIONÍSIO – Estou chateado, meu filho, por que você estava falando com esse homem e por que ia com ele? – Ele falou baixo olhando o filho.
PATRÍCIO – Pai, ele falou comigo!
PATRÍCIO – Eu respondi, mas eu não ia com ele ele me perguntou se eu queria um doce e eu disse que sim. Aí ele falou que tinha um carro de doce do outro lado e eu olhei e para ver aonde estava. E quando eu olhei, a mamãe gritou!
DIONÍSIO – Eu não quero que você fale com ninguém estranho! Se forem falar com você, você corre para sua mãe!Não responda e nem fale com ninguém! O que ele falou? Perguntou seu nome? Ele falou o nome dele?
Ele quase chorou embora o pai não estivesse gritando.
PATRÍCIO – Ele me disse que queria me dar o doce perguntou meu nome! Eu disse meu nome que sou Patrício Ferrer. – Ele era tão orgulhoso do pai que colocava em si mesmo nome que ele não tinha porque Ferrer não era o sobrenome dele. – Ele disse que o nome dele era Luis!
DIONÍSIO – Você assustou a sua mãe sabia? Ela estava chorando, aquele homem ia te levar embora Patrício e você não ia mais nos ver. É isso que quer?
Ele pulou nos braços do pai e apertou com desespero.
PATRÍCIO – Não, pai, eu não quero não! Por pavor, eu quero ficar com minha família.– ele chorou. – Me desculpa, pai!
Dionísio o abraçou.
DIONÍSIO – Está tudo, bem meu filho, você está aqui não precisa chorar.Me prometa que não vai mais falar com estranhos!
PATRÍCIO – Nunca mais, pai!Eu não vou, me desculpa! Eu não sabia eu não quis magoar minha mãe e nem você pai.
DIONÍSIO – Eu sei que não, meu filho!
PATRÍCIO – Eu te amo, pai, te amo!
Ele beijou a testa do filho.
DIONÍSIO – Agora vamos subir e vai pedir desculpas a sua mãe.Ela ficou com medo de te perder e você preocupado com doce, quando quiser um doce eu te dou ou sua mãe não aceite de ninguém.– Ele apertou o filho.– Eu também te amo meu filho, te amo muito!
REFUGIO – Tá bom, pai, nunca mais vou comer doce!– Soluçou inocente. Ele não tinha visto maldade.
DIONÍSIO – Você pode comer filho, mas não de estranhos! – Ele se levantou com o filho no colo.Ficou agarrado no pai.
PATRICIO – Hurum! Tá bom, pai!
DIONÍSIO – Eu te amo meu filho, só quero você bem, só isso!
PATRÍCIO – Eu sei papai!
Os dois subiram e quando chegaram lá Refúgio dava banho no pequeno Augusto em seu colo no chuveiro. Dionísio tirou a roupa do filho tirou a roupa entrou calmamente com ele. Ela olhou o filho. Dionísio colocou Patrício no chão e pegou Augusto colando em seu peito e Refúgio abraçou Patrício. Estava de repouso e não podia pega lo no colo.
PATRÍCIO – Me desculpa, mamãe, eu não queria te assustar, eu nem ia com ele, não vou falar mais com ninguém. Eu juro mamãe, juro, juradinho!
REFUGIO – É perigoso, meu filho, por favor! – Ela o beijou e apertou.– Eu desculpo, mas nunca mais faça isso!– Ela o beijou mais.
PATRÍCIO – Não vou fazer, desculpa... – Ele apertou a mãe.
REFÚGIO – Agora vamos esfregar essas costas que tá todo sujo. – Ela riu e começou a lavar o filho.
Ele sorriu, brincou com sabão fez penteado no cabelo dele.
DIONÍSIO – Nem tô, mãe, eu tomei banho ontem!
Ria e cuidava de tudo.Eles tomaram banho juntos depois saíram.
Dionísio foi trocar Augusto enquanto ela trocava Patrício!
REFUGIO – Olha na nossa cama! Amor, Patrício está caindo de sono!– Ele estava todo arrumado sentado quase dormindo. – Você quer sair?
DIONÍSIO – Não, quero conversar com você! Vamos ao escritório! Deixe ele aqui, vou arrumar ele na cama e descemos!
REFUGIO – Tá, amor... poê Augusto no berço!
Ele a olhou e depois foi até o filho o deitou e cobriu ele. Os dois desceram foram até o escritório onde ela se sentou aguardando que ele dissesse qual era o assunto.Não costumava conversar ali sempre conversava no quarto ou na sala.
REFUGIO – O que foi, meu amor, está preocupado com alguma coisa?
DIONÍSIO – Eu estou ajudando minha amiga em um caso, um caso complicado!– Ele suspirou e a olhou.Ela o olhou.
REFUGIO – Amiga ?
DIONÍSIO – Sim, uma amiga... A questão é que eu acho que o homem que veio até nosso filho hoje é o criminoso que estamos procurando!
Sentiu o corpo inteiro ficará retesado. Ela o encarou e sentiu a veia do pescoço ficar alta. O filho seria sequestrado e ela estava impedido por causa de alguma coisa do trabalho dele.
REFUGIO – Eu não acredito que meu filho ia ser sequestrado por causa de alguma coisa do seu trabalho! – suspirou nervosa.– Você está correndo perigo? Você foi ameaçado?
DIONÍSIO – Eu estou sempre, Refúgio! Eu nunca tive que me preocupar com isso, sempre fui sozinho!Nunca tive família, então ninguém nunca correu perigo!– Ele suspirou. – Me perdoe, eu não pensei que pudessem chegar tão perto de vocês!
Ela foi até ele deu um abraço bem apertado.
REFUGIO – Eu quero que você deixa esse trabalho!Não posso imaginar que nada de mal vai acontecer com você.
DIONÍSIO – Eu estou bem! – Ele beijou a testa dela. – Se acalme, não quero que se agite.
REFUGIO – Meu Deus, isso não tem fim!– Ela suspirou.– O que nós vamos fazer para ter paz na nossa vida? Por quanto tempo você vai ter que ficar?
DIONÍSIO – Eu só vou terminar esse caso! Só isso, meu amor!
REFUGIO – Eu tenho medo que aconteça alguma coisa com você. Eu tenho medo que a gente se perca aí que o pior aconteça. Por favor, diz que você vai se cuidar!
DIONÍSIO – Eu vou me cuidar! Vou sim, não se preocupe!
REFUGIO – Eu te amo! Não quero imaginar que nada de ruim possa acontecer com você. Quem é essa mulher com quem você tem parceria? Você pode confiar nela?
DIONÍSIO – Posso sim! Claudia, o nome dela é Claudia, nos conhecemos a anos. É de minha total confiança!
REFUGIO – Sei! – ela ficou suspirando e se afastou.
Ele sorriu.
DIONÍSIO – Está tudo bem?
REFUGIO – Sim, eu vou ficar com os meus filhos se você não quer dizer mais nada. Se é só isso, eu vou subir!
Ele sorriu e assentiu.
DIONÍSIO – É só isso, meu amor!– Foi até ela e segurou na cintura dela a puxando para um beijo. – Eu quero tanto você, meu amor!
Ela sentiu o corpo tremer. Estava morrendo de saudade dele também. Queria perto, queria bem perto dela!
DIONÍSIO – Eu te amo!
REFUGIO – Dionísio, não podemos!– Ela o apertou com as mãos.
DIONÍSIO – Meu amor, eu preciso de você.– Ele cheirou o pescoço dela e beijou. – Preciso te sentir!
REFUGIO – Eu também, amor, mas não podemos.– Ela sentiu as mãos dele em seu corpo. – Eu posso te ajudar mas precisa se controlar.
DIONÍSIO – Eu te quero tanto! – Ele a colocou sobre a mesa do escritório beijando ela e apertando seu corpo.
REFUGIO – Amor, não podemos!– Ela arfava e alisava ele com tesão. – Eu sei que você quer...
Ele apertou a cintura dela.
DIONÍSIO – Só um pouco, só um pouco Refúgio. – Ele gemeu cheio de tesão.
REFUGIO – Amor, um pouco como ? Você não vai aguentar. Vai querer entrar em mim!
Ele desceu as mãos até a intimidade dela e viu o quanto ela estava excitada sentiu o membro saltar e latejar ainda mais. Ele apertou mais a mão que a segurava.
DIONÍSIO – Você também quer, tanto quando eu, vamos aproveitar.
REFUGIO – Amor, eu não ahhhhhhhhhhjh...Ahhhhhhhhh meu DeuS...Eu ahhhhhhhhhh! – Revirou os olhos.– Só um pouco, amor!
Ele pressionou o clitóris dela a olhando vendo como ela reagia enlouquecida ao toque dele.
REFUGIO – Meu Deus, amor... – Ele moveu os dedos em círculos com precisão.
Ela o segurou apertando seus braços e ele sorriu movendo mais.
REFÚGIO – Amor, eu estou morrendo de saudades de você!
DIONÍSIO –Eu também estou, Refúgio! Também estou! – a beijou. – Eu te amo!
Dionísio e Refúgio se perderam em beijos e amassos, estavam cada dia mais apaixonados um pelo outro. Aquela distância os estava matando e eles sentiam que tinham que se tocar, se amar, se ter por perto. Ela sentia-se queimar com o toque dele, mesmo sabendo que tudo era parte de seu resguardo que ela preferiu esquecer naquele momento porque assim como ele, necessitava amor.
Ele a deitou na mesa e desceu os beijos pelo corpo dela puxando a roupa que ela usava, a despiu.Depois beijou seu ventre e desceu ate a intimidade dela sugando com veemência. Ele segurou na cintura dela e a sugou até ela gozar em seus lábios depois subiu e a beijou.
A olhou agitada e o rosto vermelho. Ele abriu a calça e tirou o membro duro se roçou nela, não ia entrar. Roçou forte e gemeu fechando os olhos.
DIONÍSIO – Ahh, meu amor, que delicia você é!Que delícia!!
REFÚGIO – Ahhhh meu amor, tira essa roupa. Dio, tira e vem amor!
DIONÍSIO – Não Refúgio, não podemos.
REFÚGIO – Não, podemos, mas você quer o que?? Quer que te toque amor?Hum? – ela se agarrou a ele.
DIONÍSIO – Não precisa, não precisa, amor! – Ele se roçou mais nela com força.
Ela apertou o ombro dele. Ele se roçou mais e a beijou.
DIONÍSIO – Eu te amo, te amo tanto!
REFÚGIO – Amor, você vai passar mal, está suando.Faz atrás, amor. – suspirou.
DIONÍSIO – Eu vou te machucar! Não vou me controlar! – Ele a apertou e se roçou mais.
REFÚGIO – Me deixa descer, vamos para o sofá. E te coloco na boca!
Ele se roçou mais e a beijou. Depois a virou de bruços na mesa. Roçou o membro na entrada dela lubrificando e roçou na segunda entrada dela sem demora a invadiu. Ela gemeu e sentiu ele, arranhou a mesa gemendo alto, num berro de dor e prazer. Ele se moveu três vezes dentro dela, duro e forte sem demora gozou dentro dela a apertando louco de prazer.
De deitou sobre ela.
DIONÍSIO – Meu Deus, eu não posso ficar longe de você!
Ela o olhava assustada, passou a mão no rosto dele.
REFÚGIO – Eu não gozei, amor! – Ela colocou a mão dele entre suas pernas.
Ele a tocou, estava tão desesperado que não tinha percebido...
DIONÍSIO – Me desculpe, meu amor...
Ele a tocou mais movendo os dedos com dedicação...
REFÚGIO – Tudo bem, amor... eu sei que está nervoso...
Ele moveu mais e mais até ela gozar...
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