Quando te conheci
2 Capítulo 1 - " Antes..."
Depois de uma noite cheia Dionísio e Refúgio chegavam em casa. Ela entrou na frente estava cansada e queria dormir o dia seguinte seria cheio de afazeres. Dionísio estava quente, cheio de desejo, o vestido que ela usava longo, não era nada atrevido mas ele desde o minuto que a viu imaginou ela sem aquele vestido....
Imaginou tomando ela com aquele vestido, a feição vermelha cheia de prazer. Ele saltou para fora do carro e foi atrás dela. A porta se fechou e ele a puxou pressionando o corpo contra a porta.
DIONISIO ‒ Meu amor, não fuja eu quero você estou louco por você! ‒ Ele pegou a mão dela e colocou sobre o membro dele que estava duro de desejo por ela. Ele sorriu a olhando.
REFÚGIO ‒ Dionísio... ‒ Ela sorriu.
DIONÍSIO ‒ Sim, meu amor... Diga! ‒ Ele beijou o pescoço dela.
REFÚGIO ‒ Meu bem, eu acho que não devemos hoje!
DIONISIO ‒ E por que não? Eu estou duro, preciso de você!
REFÚGIO ‒ Não fala assim!
Ele sorriu.
DIONISIO ‒ Quer que eu fale o que? ‒ Ele a olhou nos olhos.
REFÚGIO ‒ Que seja gentil!Eu me....Ex...
Ele riu e puxou ela pela cintura forçando contra deu corpo.
DIONISIO ‒ Eu sou muito gentil meu amor, você sabe disso! ‒ Ele segurou o corpo dela a tirando do chão e a encostou novamente na porta.
REFÚGIO ‒ Me ama, Dio!
DIONISIO ‒ Vou te amar, meu amor! ‒ Ele levantou o vestido dela e puxou a calcinha dela rasgando.
Abriu o cinto e depois que a calça caiu puxou o membro, a tocou e sentiu o quanto estava molhada para ele. Sorriu e a invadiu com força e desejo.
DIONISIO ‒ Ahh, meu amorAhhhhh!
REFÚGIO ‒ Dio! ‒ Tocou o peito dele com carinho sentindo aquele homem inteiro dentro de seu corpo e cada um de seus gestos sexes e suas mãos poderosamente acariciando seu corpo.
Ele se moveu forte a tomando com todo o desejo que estava guardado dentro de si, apertou forte a cintura dela. Puxou a parte de cima do vestido e rasgou exibindo os seios dela, sugou um deles forte....
MÉXICO ANOS ANTES...
Lá estava ela sentada sozinha ouvindo mais uma vez os gritos daquele homem que sempre fazia o mesmo escândalo pela manhã. Não era a primeira e nem a última amanhã em que ela percebeu que ele simplesmente não gostava de estar ali de pertencer aquela família. Gritos agressividade e tudo que não era bom fazer a parte da rotina dela e do homem que não conseguia entender que a única coisa que ela queria e desejava era ser amada.
REFÚGIO ‒ Por que você está dizendo isso? ‒ A voz dela era doce e suave.
GUILHERME ‒ Você é uma vagabunda! ‒ Ele esbravejou a olhando.
Ela chorou sem saber como se defender dele e se seus constantes ataques.Ele foi até ela e a segurou pelos braços a chacoalhando.
GUILHERME ‒ Você não presta, Refúgio!O que fazia com aquele homem? Anda me explique!!
REFÚGIO ‒ Eu não fazia nada, aquele homem foi a padaria, eu não o conheço, ele apenas me deu bom dia! Por favor, está machucando meu braço!
GUILHERME ‒ Você merece uns tapas pra deixar de ser tão vagabunda! Nunca o viu mas estava se oferecendo pra ele!
REFÚGIO ‒ Não!‒ ela gritou e chorou sofrida se aproximando dele.‒ Eu juro que não fiz nada, eu apenas respondi o que ele me disse!
GUILHERME ‒ E o que ele te disse? Que queria te comer?E você sorriu cínica como é! Eu te dou tudo e você sempre está procurando um macho pra te comer! ‒ Ele apertou mais o braços dela e a jogou na cama com raiva. Se afastou passando as mãos nos cabelos.
REFÚGIO ‒ Não fala isso! Eu não estou atrás de ninguém, Guilherme, eu não sou nada disso que você está dizendo, eu sou sua mulher, só sua mulher e a mãe do seu filho! ‒ ela sentiu o coração despedaçar e se ajeitou sentindo os braços onde ele tinha apertado.
Ele a olhou com ódio.
DIONISIO ‒ Você não presta!Nunca prestou, eu não devia ter me casado com uma vagabunda como você!
Ela chorou sofrendo.Ele se aproximou novamente lhe apontando o dedo.
REFÚGIO ‒ Eu não mereço! Eu não mereço que você me trata dessa forma porque eu não sou assim eu nunca fiz nada errado. ‒ Os olhos dela ardiam de tanto chorar.
GUILHERME ‒ Você merece sim! Merece, não é uma mulher digna! Está sempre procurando alguém!Um homem para estar entre suas pernas! ‒ Ele falou com raiva.
REFÚGIO ‒ Para com isso, Gulherme! ‒ ela chorou mais e se afastou de pé sentindo dor e tristeza.‒ Você está louco, sabe que não sou esse tipo de mulher!
GUILHERME ‒ Você é! Você é sim!‒ Ele gritou. ‒ Você não presta!
REFÚGIO ‒ Não!‒ ela chorou triste e saiu dali sem destino pela casa. Era sempre assim, um miserável que a humilhava.
REFÚGIO ‒ Eu não sou assim, eu não fiz nada!
Ele parou e ficou a observando logo ele foi atrás dela, imponente, cheio de raiva. A segurou pelo braço e bateu o corpo dela na parede a fazendo olhar para ele
GUILHERME ‒ Quem pensa que é para me dar as costas assim? ‒ Ele segurou o rosto dela com violência.
REFÚGIO ‒ Pára Guilherme, não, não me machuca, pára! ‒ ela gritou nervosa, ele era um homem violento.
Ele soltou o rosto dela e segurou os braços dela uma de cada lado do corpo encostando no corpo dela.
GUILHERME ‒ O que foi, Refúgio? ‒ Ele falou irônico.
REFÚGIO ‒ Não faz assim, Guilherme, me solta, por favor! ‒ ela pediu nervosa.
GUILHERME ‒ Te soltar? Você gosta assim, eu sei que gosta? ‒ Ele riu e beijou o pescoço dela.
REFÚGIO ‒ Não, Guilherme, eu não quero! ‒ ela chorou sentida, não queria estar com ele, queria que a soltasse, que a deixasse ir.
GUILHERME ‒ Você quer! Você quer sim! ‒ Ele segurou a cintura dela subindo seu corpo sem parar de beijar seu pescoço.
REFÚGIO ‒ Não faz assim, me larga, eu quero sair daqui!‒ ela o empurrou com força se recusando a estar com ele. ‒ Você não pode fazer isso, não pode!
GUILHERME ‒ Eu posso fazer o que eu quiser! O que eu quiser! ‒ Ele gritou exaltado e deu um tapa na cara dela.
Refúgio chorou nervosa sentindo o rosto arder, além da dor e da vergonha, ela estava sendo tomada a força, não o queria, queria ser salva, queria ser cuidada... Ele a puxou segurando ela pelo braço.
GUILHERME ‒ Você merece apanhar!
REFÚGIO ‒ Não, por favor, me solta!‒ Ela chorava.
Ele a levou para o quarto e jogou ela sobre a cama com violência.No rosto dele era somente raiva e deboche dela. Ela tentou fugir, saltou da cama mas ele a prendeu de novo. Chorava pior.Ele riu e deitou sobre ela na cama.
GUILHERME ‒ Não se faça de difícil ou vai ser pior, Refúgio!
REFÚGIO‒Não quero fazer, você esta bêbado, você vai me machucar!‒ ela chorava pedindo que ele não a tomasse contra sua vontade mas estava presa por ele, sentiu o ar faltar e chorou mais se senti impotente. Ele a beijou e depois segurou com uma mão os braços dela. ‒ Guilherme, não faz isso! Por Deus, não me toma contra minha vontade!
GUILHERME ‒ Você quer! Você quer, sim! ‒ Ele riu. Rasgou o vestido que ela usava e beijou o colo dela.
REFÚGIO ‒ Não, não quero!
Ele sugou um dos seios dela com força. Ela bateu nele.
REFÚGIO ‒ Sai, pára, não!
Ele a olhou com a expressão de raiva. Apertou o rosto dela.
GUILHERME ‒ Refúgio, não me irrite!
Ela o arranhou metendo a unha em seu corpo. Ele deu outro tapa nela. Ela implorou para que ele não abusar se dela e parasse de agredi-la, mas Guilherme não amava ninguém não respeitava ninguém e continua fazendo exatamente o que ele queria naquele momento. Ele a olhou, abriu a calça que vestia tirando o membro de dentro dela. Estava duro e desejoso.
REFÚGIO ‒ Não me machuca, Guilherme, eu sou sua mulher!Por que está me forçando, eu não quero! ‒ ela chorou mais forçando o corpo dela.
GUILHERME ‒ Porque eu quero! Você é minha mulher, tem que fazer o que eu quero!
REFÚGIO ‒ Não assim, por favor, me solta! ‒ ela implorou para ser ignorada.
GUILHERME ‒ Não vou soltar! Não vou te soltar!‒ Ele puxou o corpo dela e tirou a calcinha dela, a invadiu com força fechando os olhos, estar dentro dela era enlouquecedor, tinha um amor louco e doentio por ela.
Quanto mais sentia que ela não queria ou escutava os lemúrios dela mais ele se movia forte, se empurrando para dentro dela com força, ferocidade, desejo. Assim se moveu mais apertando e mordendo o corpo dela, deixando nela diversas marcas, ele gozou, forte e empurrando mais o corpo contra ela como um animal!
Depois saiu de dentro dela e ajeitou a calça a olhando, sorrindo ele caminhou para sair do quarto.
GUILHERME ‒ É muito melhor quando faz seu serviço assim direitinho!‒ Ele saiu sorrindo.
Refúgio se virou na cama e chorou copiosamente, aquilo não era vida, não era amor. Ela encolheu o corpo e não disse nada, as lágrimas eram tudo que ela tinha para dizer. Foram muitos minutos com ela deitada na cama chorando e tentando afogar sua mágoa do travesseiro.
Era muito doloroso, muito terrível imaginar que seu marido a tomava a força o que gostaria de dar a ele por amor!Se sentia suja, usada, mal. Guilherme saiu e foi para a sala sentou e voltou a beber, trazia um sorriso feliz e malvado no rosto. O corpo satisfeito depois de estar com a esposa.
Refúgio se levantou chorando e foi ao banheiro. Chorava copiosamente sentindo que aquele momento tinha um sentido e marcar a sua vida para sempre. Teve medo do que sentiu em seu coração enquanto tomava banho esfregava seu corpo com agilidade e horror.
REFÚGIO ‒ Por que fez isso, Guilherme?
Patrício logo chegou da escola, o menino tinha anos. Ele via como a mãe era tratada pelo pai e algumas vezes tinha apanhado também.Tinha medo do que o pai podia fazer, o pai de seus amigos eram tão legais e o seu tão mal.
PATRÍCIO ‒ Onde está, mamãe?‒ Ele disse com medo.
GUILHERMO ‒ Sua mãe está no quarto, menino! ‒ Ele olhou o filho.
PATRÍCIO ‒ Ta bem, papai.‒ e saiu correndo sem dizer mais nada.
Guilherme olhou o filho e não falou nada mais, sentia raiva de tudo e de todos, acreditava que o filho não era dele.Refúgio estava deitada em sua cama em silêncio, não chorava mais. O filho entrou e foi até ela deitando na cama depois de jogar a mochila no chão.
PATRÍCIO ‒ Mamãe, o que foi? ‒ Ele passou a mão no rosto dela.‒ Ele te bateu outra vez?
Ela o puxou para ela e segurou o filho para que se deitasse com ela agarrado.
REFÚGIO ‒ Eu te amo, meu filho, não diz nada sim só fica aqui com sua mãe!
O menino assentiu e abraçou a mãe deitando no peito dela.Depois de alguns minutos em silêncio apenas respirando profundamente ela tocou os cabelos do filho e beijou com carinho perguntando como tinha sido o dia dele.
PATRÍCIO ‒ Foi legal mamãe, eu ganhei uma estrela porque minha lição estava certinha...‒Ele riu e olhou a mãe.‒ Um menino caiu, mamãe, bateu o bumbum no chão porque estava correndo. Bem que você fala que se correr que cai e bate o bumbum!
Ela sorriu com ele e o cheirou.
REFÚGIO ‒ Precisa tomar um banho, não é, meu filho? Um banho bem gostoso e comer alguma coisa. Mamãe fez a salada que você gosta, meu amor!
PATRÍCIO ‒ Ai mamãe não queria tomar banho não! Nem estou sujinho! ‒ Ele suspirou.Ela riu e cheirou ele de novo.
REFÚGIO ‒ Filho, está suado e com poeira da rua!
PATRÍCIO ‒ Ai, mamãe, só um pouquinho, nem corri! Acho que não preciso tomar banho!
REFÚGIO ‒ Vai sim, meu amor, um banho bem gostoso, isso sim, vai tomar para almoçar!
PATRÍCIO ‒ Ai, mamãe, tá bom, eu vou, mas não gosto...
REFÚGIO ‒ Não tem problema não gostar, mas vai assim mesmo. ‒ Ela sorriu se levantou com ele e foi ao banheiro.‒ Vou precisar te dar banho?‒ ela riu, sabia que ele não queria.
Ele bufou e foi ao banheiro com a mãe.
PATRÍCIO ‒ Não, eu sou homem já! Não preciso de ajuda!
Ela riu e deu a toalha a ele.
REFÚGIO ‒ Vai lá, homem e tome seu banho! ‒ ela preparou tudo e o deixou sozinha.
Patrício tomou seu banho e logo saiu enrolado na toalha. Sorriu para a mãe e subiu na cama para que ela o ajudasse a se trocar. Ela o ajudou sorrindo e disfarçando o modo como era olhada pelo filho. Quando terminou de se trocar ele beijou a mãe com amor e a abraçou.
PATRÍCIO ‒ Eu te amo, mamãe, te amo muito! Eu te amo muito meu filho, mais que tudo no mundo, mais que tudo! ‒ ela o abraçou com amor e sem dizer mais nada o pegou no colo levando para a cozinha.
REFÚGIO ‒ Você tem quantos anos homem?
PATRÍCIO ‒ Mamãe, você não sabe?‒ Ele olhou a mãe.‒ Eu não! ‒ Ela riu e implicou com ele.
PATRÍCIO ‒ Como não, mamãe? ‒ Ele a olhou. ‒ Você não sabe? ‒ Ele fez bico.
REFÚGIO ‒ Acho que são cinco! ‒ ela sacaneou ele e riu.O filho tinha acabado de completar nove anos.
PATRÍCIO ‒ Não são não, mamãe! Não mesmo! ‒ Ele balançou a cabeça e sentou na cadeira.‒ Nem sabe quantos anos seu filho tem! Que triste!
REFÚGIO ‒ Nove lindos anos de uma homenzinho.‒ ele riu e ela o beijou.‒ Meu amor, minha luz, minha vida, meu príncipe! ‒ e quando chegou na cozinha, Guilherme estava.
GUILHERME ‒ Que tanto papeiam aqui! A comida está pronta? Eu quero comer! ‒ Ele a olhou.
REFÚGIO ‒ Está tudo pronto! ‒ ela respondeu sem olhar para ele e colocando a comida do filho, estava tensa e com medo que ele fizesse algo na frente do filho.
Ele caminhou a cozinha e segurou o rosto dela a fazendo o olhar.
GUILHERME ‒ Quando falar comigo me olhe, olhe pra mim!
Ela estava com a marca no rosto que ele tinha feito, uma marca horrível.
GUILHERME ‒ Me escutou?
REFÚGIO ‒ Sim, agora me solta! ‒ falou num fio de voz com ele.‒ Olha o nosso filho ali!
Ele soltou. Ela serviu o filho e pegou sua comida, se sentou e esperou que o filho falasse da salada que tinha feito para ele. Guilherme arrumou a comida e se sentou. Ele comeu olhando os dois.
PATRÍCIO ‒ Papai, a salada que mamãe fez tá muito boa!Ela fez pra mim....
REFÚGIO ‒ Sim, meu amor, eu fiz para para você!
Patrício sorriu.
PATRÍCIO ‒ Está uma delícia, mamãe! Muito boa! ‒ Ele comeu.
Guilherme olhou os dois.
GUILHERME ‒ Poderia estar muito melhor, parece que nem uma comida faz direito ultimamente.
Ela o olhou e suspirou.
REFÚGIO ‒ Você quer outra coisa? Eu faço!‒ Ela falou com medo dele.
Guilherme se levantou e jogou o prato contra a parede com raiva.
GUILHERME ‒ Não presta mais para nada, quando eu chegar quero uma comida descente.Ai de você se a comida não prestar! ‒ Ele disse e saiu da cozinha.
Logo a porta batendo foi ouvida pelos dois, ele tinha saído de casa para alívio deles.Ela abraçou o filho que correu pra ela assustado, estava preocupada com o filho.
REFÚGIO ‒ Amor, está tudo bem... a mamãe quer conversar com você.
PATRÍCIO ‒ Mamãe, vamos embora...Vamos fugir!Ele saiu, nem vai ver. ‒ Ele falou a olhando.
REFÚGIO ‒ Eu queria dizer isso, meu filho! ‒ Ela se encheu de coragem... ‒ Vamos embora daqui com mamãe? ‒ Ela o beijou e limpou a lágrima do olho dele.
PATRÍCIO ‒ Sim, mamãe , vamos, vamos embora!
Refugio beijou e disse firme.
REFÚGIO ‒ Amor, termina de comer que mamãe vai arrumar suas coisas e as minhas. ‒ ela o colocou sentado e saiu apresada para fazer o que disse.
Nunca mais seria tocada sem querer, sem ser por amor... Patrício comeu tudo rápido e sem demora foi até a mãe vendo ela fechar uma mala.
PATRÍCIO ‒ Tá pronta, mamãe?
REFÚGIO ‒ Pega seus brinquedos favoritos, meu filho e vamos embora!
PATRÍCIO ‒ Tá!‒ Ele correu para seu quarto e voltou com três brinquedos na mão.
REFÚGIO ‒ Põe na sua mochila de escola, amor, põe lá... ‒ ela estava em choque, estava agindo por impulso, não sabia onde ir e nem o que fazer...
Pegou a mala e colocou um casaco no filho que estava com a mochilha nas costas, nada seria pior do que o que ela tinha vivido ali.
REFÚGIO ‒ Mamãe, te ama, você precisa ser forte! ‒ ela o tocou no rosto.‒ Prometa que vai confiar em mim, filho, prometa!
PATRÍCIO ‒ Sim, mamãe, eu também te amo! Confio, mamãe, confio muito!
Ela foi com o filho para a porta carregando tudo, deu mais uma olhada naquela casa, nunca mais queria voltar alô.
REFÚGIO ‒ Nunca mais! ‒ abriu a porta e saiu apressada com o filho...
Guilherme vinha da direção deles e viu os dois. Os olhos chispavam de raiva e ele os mirou...
GUILHERME ‒ Onde pensam que vão? ‒ Ele falou os olhando e vendo o rosto assustado dos dois...
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