Quando eu te Abraço

1 Prólogo - Como salvar uma vida


Notas iniciais
Primeira história no Nyah oooo/
Chama o Niall para me carregar aqui, pls.
Tá, parei.
Espero que gostem e vou deixar para mendigar comentários lá em baixo.
Boa leitura.

“E agora? Aonde irão aqueles que conheci e que não estão mais por perto? Provavelmente não os verei por um bom tempo, repensarei boa parte do que deixei de fazer quando estavam aqui. Mas eles, assim como eu, voltarão um dia.” Início do meu diário, final de 2013.


Ela está de volta. Não sei como, mas está de volta. Parece bronzeada e bonita em um vestido branco. O cabelo tem um vermelho sobrenatural e as bochechas tem um brilho saudável. Eu me sinto uma mera mortal ao Sol, ao lado dela, usando um vestido curto listrado.
“Olhe para as nuvens” Dizia ela, se esticando para pegar minha mão. Apontei o nariz para o céu, olhando com desinteresse as grandes bolas fofas “Elas não têm direção. Vão aonde o vento levar. Talvez para França, talvez para Ásia ou para China. Não importa. Vão aonde o vento as leva. Quero que você seja assim, quero se deixe levar pelo vento”
“Mas eu não quero atravessar o mundo, vovó. Quero tomar conta de mim mesma, quero aprender a me ver como pessoa. Isso, ver o mundo, não vale a pena se eu estiver de olhos fechados” Eu espalho meu corpo para fazer um anjo na grama “Aí, quem sabe, eu possa ter e dar nome a alguma coisa”.
Ela se vira para me encarar.
“Você diz isso agora” Ela acaricia meu cabelo e segura um cacho louro entre o indicador e o dedão “Um dia você vai encontrar algo, um lugar ou alguém que vai valer a pena e então... Bem, você descobrirá”
“A minha vida já vale a pe..”
Um grito arrepiante a acorda. Jesus! O corpo nu estava encharcado de suor e seu coração tinha uma calma surpreendente. O que foi isso? Ela se senta na beirada da cama, arrastando os lençóis consigo. Ela enterra a cabeça loura nas mãos. Ela espera alguns minutos, tentando estabilizar a respiração acelerada. Procura pelos seus remédios com dedos trêmulos. Já os tinha tomado em demasia, mas tinha que dormir. Outro grito soa do lado de fora. Ela levanta a cabeça, de repente em alerta. Passos e mais passos. Choro. Ele está morto! O príncipe está morto! berra uma voz em lastima.

Notas finais
E então? Mereço comentários ou um bom sorrisinho de jacaré? Pelo amor de Deus, comentem, o dedinho não vai cair e se cair pode me dar um puxão de orelha.
Deixa eu ir que meu olho tá ardendo.
Boa quarta-feira!