Notas iniciais
Por favor pessoal, deixem seus reviews, comentários, criticas, avaliações... Tudo que quiserem, preciso de inspiração! No próximo capítulo a explicação boba que eu dei para o fato de Kirby ainda estar na escola. Mas os filmes de terror são assim, sempre uma explicação sem noção para um fato, e eu fiz justamente pensando nisso ^^.

– Alô — diz Jennie.

– Oi Jennie — diz a voz grossa.

– Nossa, eu sou uma loira, estou sozinha, fazendo pipoca, me preparando para um filme de terror e... Meu telefone toca, e é justamente um cara com a voz do Ghostface... Muito clichê, não? Seria uma ofensa falar que eu sou Casey Becker? A primeira morta em 96?

– Bom, que você morre primeiro, eu tenho certeza — respondeu a voz grossa.

– Muito engraçado, eu moro em Woodsboro, já vi tudo que podia acontecer, me mostre uma coisa original.

– Ah, você quer algo original — disse a voz. — qual é o seu filme de terror favorito?

– Isso não é original? Todos faziam isso. Já é clichê.

– Ah, é? Clichê, né. Anda diz logo, qual seu filme de terror favorito? — pergunta a voz.

– O meu favorito é Atividade Paranormal.

– O quê? Isso nem é filme de terror, é só um caça-níquel qualquer. — responde a voz.

– E o que você sabe sobre filme de terror? — pergunta Jennie.

– Tudo. — responde a voz.

– Ah, é...

– Sim. E se eu fosse você, não assistiria o remake de A Hora do Pesadelo, esse filme não presta.

– Ah, é, então... — e foi nessa hora que Jennie se tocou — espera, eu não lembro de ter te falado que iria assistir esse filme... Como você sabe?

– Eu disse que sabia tudo sobre filmes de terror — respondeu a voz.

– Anda diz logo... É você Matt?

– Não é o Matt — responde a voz.

Jennie desliga o telefone e vai para a porta de casa. E o telefone toca outra vez.

– Olha você não está sendo nada original Matt, quer ser engraçado, não imite a morte de Casey para dar risadas.

Quando Jennie deu às costas para o lado de dentro da casa, o assassino aparece.

– Matt... É você? — diz Jennie calmamente enquanto caminha na direção do assassino.

O assassino então passa sua faca no rosto de Jennie.

E a esfaqueia na barriga.

Jennie tenta correr, mas não tem forças e cai. O assassino friamente a levanta e esfaqueia no lado esquerdo peito.

– Desculpa o clichê, é que os remakes não prestam. E eu preciso salvar o original. — diz o assassino, num tom irônico.

– Mas, mas... Quem é você? — Casey(ops Jennie), morre antes de ter sua resposta.

PÂNICO 5 — O ÚLTIMO GRITO

Ao fim dos eventos em Pânico 4, Sidney sabia que independente do lugar que estivesse, não poderia fugir do seu passado. Com isso, ela decide ficar em Woodsboro, sua cidade natal, lugar onde tudo começou.
Ela comprou uma casa afastada de todos e lá permaneceu, confinada durante cinco anos. Até agora.
"DING-DONG", era a campainha.
– Sidney! — chamara do lado de fora — Sidney, sou eu Dewey!
Sidney relutante, abriu a porta.
– Oi Dewey, como vai você? O que faz por aqui? — Disse Sidney, com um tom desanimador.
– Bom, eu tenho ficado preocupado com você ultimamente, eu costumava vê-la no mercado, e nos últimos meses, nem lá você tem ido. Sidney, eu quero que fique um tempo comigo e com a Gale, e tenho uma proposta de emprego para você — na verdade, Dewey foi procurar Sidney com medo de algo a acontecer, logo depois que soube da morte de Jennie.

– Dewey. Você sabe que [...]

– Não, você não vai negar, arrume suas coisas, vamos agora mesmo, e a propósito, você trabalhará comigo! Arrumei um emprego para você, dando palestras nas escolas! O que acha?

– Nossa, tentador! — respondeu Sidney, num tom irônico.
Sidney não queria ir com Dewey, mas sabia que era certo, ela sabia que não poderia ficar ali confinada para o resto da vida. Por isso, ela arrumou sua coisas e foi.

– Olha, eu sei que é difícil começar de novo, mais você sempre foi forte, é hora de ser forte outra vez, e dar a volta por cima. Você começa a dar palestras amanhã, você irá falar sobre uns certos perigos. Você entende.

– Olá Sidney, é bom vê-la — disse Gale, quando Sidney e Dewey chegaram.

– Também é bom ver você Gale.
Sidney levou suas coisas para o quarto de hospedes, tirou suas coisas da mala e as arrumou no armário que tinha ali. Muito cansada, deitou-se na cama e adormeceu.

– Sid... Sid — era Dewey, acordando Sidney. — Acorda, é dia de começar de novo!

– Bom dia Dewey.

– Vamos Sid, tome um café e se arrume, vou leva-la até a escola.

Sidney não quis tomar café, arrumou-se e foi com Dewey para a escola.

As fofocas corriam solto pela escola... "Olha é Sidney Prescott!"... "Oh, meu deus, aonde eles acharam a Sidney Prescott, ouvi dizer que ela estava sumida!".

– Ei, Kristi — disse Candice — não chegue perto dessa tal Sidney Prescott, todos perto dela, morrem.

– Para com essa bobeira, não é para tanto, e aliás, eu vou ali falar com ela, sempre a admirei — respondeu Kristi, que sempre foi uma menina doce, ao contrário de Candice, que sempre passa por cima de todos para conseguir o que quer.

– Cara, a Sidney Prescott é linda não é? — perguntou Steven, para seu amigo Matt.

– Ela é bonita cara, mas não tanto quanto a Kirby — respondeu Matt.

– E aí pessoal! — dissera John, que acabou de chegar, e todos se retiraram e foram embora — Vocês são uns manés mesmo.

– Iai, você viu a Sidney Prescott? — perguntou Molly a sua amiga. Molly é uma menina loira de 17 anos, que todos os alunos querem namorar, está cursando seu conturbado último ano na escola, que envolveu a morte de seu pai por Câncer meses antes. Sua melhor amiga é Kirby, isso mesmo, Kirby. Ela sobreviveu no final de Pânico 4.