Notas iniciais
> LEIAM, POR FAVOR Oi meus amores, tudo bem? Eu queria agradecer pelos comentários e dizer que amei cada um deles *u* Esse capítulo está meio tenso, mas é algo pelo que nosso casal precisa passar okay? Eu realmente espero que vocês gostem, pois eu gostei bastante de escrevê-lo. Ah, leiam as notas finais por favor (: Bem, espero que vocês gostem *u*

Don't try to explain your mind
I know what's happening here
One minute it's love
And suddenly it's like a battlefield

One word turns into a war
Why is it the smallest things that tear us down?
My world's nothing when you gone
I'm out here without a shield
Can't go back now

Battlefield — Jordin Sparks

***

Os braços de Damon envolveram a morena por trás e ela sorriu ao sentir o contato entre as peles. O moreno beijou a pele nua da esposa, fazendo-a arrepiar-se, e sorriu ao perceber que seus toques ainda surtiam efeito na morena.

— Desculpe por brigar com você — a morena pediu virando-se na cama e o encarando com o olhar triste.

— Não precisa pedir desculpas, eu tenho minha parcela de responsabilidade — ele murmurou sorrindo. Apesar do evidente amor, os dois sempre discutiam, mas acabavam fazendo as pazes e indo parar na cama logo em seguida, como naquele momento.

— Eu não gosto que você gaste seu dinheiro comigo — ela disse fechando os olhos ao sentir o polegar do marido contra sua pele, deixando para trás um rastro de calor. Os dedos percorreram a lateral do pescoço da morena, que suspirou e sentiu-se cada vez mais presa aos toques do marido.

— É nosso dinheiro — ele murmurou descendo a mão pelo braço da morena, que mal conseguia raciocinar direito: — E eu já lhe disse um milhão de vezes que nada é muito caro se for para você — murmurou beijando a testa da esposa delicadamente. Elena havia perdido o fio da meada, e já não lembrava mais o motivo pelo qual brigava com ele.

— Eu odeio quando você faz isso — disse dando-se por vencida. Pôde jurar que viu um sorriso presunçoso surgir nos lábios de Damon, mas não teve muita certeza já estava escuro.

— Isso o quê? — Ele murmurou contra o ouvido dela, fazendo-a arrepiar-se. A morena lutou contra a névoa que se formava em sua mente, e respondeu incerta:

— Quando você me faz esquecer por que estou brava... Odeio o efeito que causa em mim — admitiu fazendo um carinho gostoso na nuca do rapaz, que sorriu e fechou os olhos. Ela deu-lhe um selinho rápido e as mãos dele escorregaram pelas costas nuas de Elena:

— Se serve de consolo, você causa o mesmo efeito em mim — ele sussurrou, como se fosse uma jura secreta, algo que pertencia apenas a eles. — Você vai à festa do hospital amanhã, certo? — Perguntou curioso. A morena sorriu e falou:

— Com certeza! E vou usar aquele vestido que você comprou para mim — disse com um sorriso, mesmo sabendo que Damon não podia enxergá-la direito, devido ao escuro.

— Excelente! Eu quero muito ver como você ficará nele! — Ele disse mordendo o lóbulo da orelha de Elena, que gemeu ao sentir o toque e aninhou-se no peito do rapaz, sentindo-se cansada demais para um terceiro round. Damon cobriu-a melhor e beijou a testa da esposa. Logo, os dois adormeceram rapidamente...

...

Elena se olhou no espelho e sorriu ao ver como o vestido havia ficado em seu corpo. Ele era preto e composto de renda. Um pouco acima do joelho, uma grande fenda abria-se, deixando à mostra parte da perna de Elena. O vestido tomara que caia, cujo decote era em formato de coração, deixaram-na exuberante. E, na cintura, uma faixa fina de seda preta completava aquele que era um dos vestidos mais bonitos que ela já vira. Os cabelos estavam presos em uma trança embutida, e os brincos de diamante que Damon a dera no aniversário de casamento dos dois fizeram-na sentir-se linda.

Elena colocou os sapatos da Louboutin pretos e singelos a deixaram ligeiramente mais alta. A morena passou um de seus perfumes prediletos e sorriu ao ver seus três de seus cinco filhos correndo na sua direção. James foi o primeiro à chegar na mãe, que o olhou com carinho.

— Você tá muito bonita mamãe — o menino disse sorrindo timidamente para mãe, que sorriu e falou:

— Muito obrigada meu amor, fico feliz que tenha achado isso!

Logo depois, Rafael surgiu e puxou com delicadeza o tecido da roupa da mãe, fazendo-a se abaixar. Ele deu um beijo estalado na mãe e saiu correndo, descendo as escadas e chamando pelo pai. Cada um de seus filhos era realmente único. Stefan além de ser a cópia fiel do pai fisicamente, era mais extrovertido e sociável. Rafael já assemelhava-se um pouco mais a mãe, o menininho de quatro anos de idade tinha cabelos castanhos e um lindo olho azul celeste. Rafael era bem diferente de Stefan, era um menino mais quieto e introspectivo, que amava brincar com os dois irmãos e montar peças de lego. Já James era, assim como Stefan, bem parecido com o pai. Eles tinham a mesma cor de cabelo e vários traços físicos semelhantes, os olhos, porém, eram de um azul mais claro do que o de Damon. James era um menino mais agitado, e vivia aprontando artimanhas pela casa, além de passar grande parte do dia com os irmãos.

— Uau, você está linda! — Damon disse depois de Elena surgir na sala. Ele a olhou de cima a baixo e decorou cada traço do corpo dela sob aquele vestido, agradecendo mentalmente à vendedora que o indicara tal peça.

— Obrigada — Elena agradeceu sorrindo. Stefan, James e Rafael brincavam no chão da sala, e logo Hope e Grace surgiram, fazendo a morena sorrir. As duas eram apenas gêmeas fraternais, mas ainda assim, a semelhança entre ambas era enorme. Hope, a mais velha por questão de segundos, tinha os cabelos ondulados e castanhos, e seus olhos eram idênticos aos da mãe, cor de avelã. Já Grace tinha os cabelos negros e lisos; contudo, os olhos dela também eram da mesma cor que o da mãe.

— Mama! — Grace gritou pulando no colo da mãe, que sorriu e abraçou a filha com força. Hope apenas observava e brincava com o tecido de seu pijama. Damon aproximou-se da mais velha e pegou-a no colo, levantando-a e fazendo diversas brincadeiras com a menina, que gargalhava alto.

— Crianças, venham cá — ela pediu reunindo as cinco crianças envolta dela: — A tia Caroline e o tio Klaus estão vindo para cá, e estão trazendo as meninas com eles... E é por isso que eu quero que vocês prometam que irão se comportar okay? Nada de bagunça, por favor — Elena pediu dando um beijo carinhoso em cada um deles.

Depois que Klaus e Caroline chegaram, Damon e Elena seguiram para o salão onde a festa ocorreria. Damon estava cada vez mais animado para aquela noite. Desde que as crianças nasceram, mal conseguia levar a esposa àqueles lugares, mas agora que todos eles estavam maiores, sabia que teria mais tempo para levar sua morena aos lugares que ela nunca conheceu.

Damon saiu do carro acompanhado por Elena, que entrelaçou as mãos nas do marido. Os dois adentraram no grande espaço e a morena ficou maravilhada com a beleza daquele local. As mesas estavam espalhadas em locais específicos, enquanto vários garçons extremamente bem vestidos serviam àqueles que já haviam chegado. Um belo lustre de cristal iluminava todo o ambiente. Sobre as mesas, um pequeno vaso com rosas vermelhas tornava o ambiente ainda mais luxuoso e, ainda assim, acolhedor.

Damon arrastou a cadeira para a esposa, que sorriu diante daquele ato e sentou-se. Ele sentou de frente para a morena e acariciou a mão dela por sobre a mesa, fazendo-a sorrir. Mesmo depois de estarem casados há seis anos, a chama que existia entre ambos parecia jamais cessar. Mesmo depois de tantos intempéries, os dois continuavam juntos, naqueles momentos ela sabia o quão forte era seu amor...

A festa ocorria normalmente, e várias pessoas que ambos conheciam começaram a chegar ao salão, lotando-o rapidamente. Elena conversava com algumas de suas antigas colegas de trabalho enquanto Damon falava com os investidores. A morena caminhou em direção ao moreno e ele disse, sorridente:

— Mark, essa é Elena Gilbert, minha esposa — ele disse sorrindo. Mark, um homem de cerca de quarenta anos sorriu e falou:

— Muito prazer — estendeu a mão e a cumprimentou a morena, que sorriu para ele. — Sua esposa é realmente linda — o homem disse galanteador, e Damon se controlou para não fechar a cara em uma carranca feia. Elena mordeu o lábio inferior para não rir e Mark disse:

— Eu tenho que encontrar minha filha, com licença — pediu educadamente, andando para longe do casal logo em seguida. Damon virou para Elena e segurou-a pela cintura.

— Eu sinto falta do pessoal daqui — falou triste. Depois que James nasceu, Elena decidiu parar de trabalhar para poder cuidar melhor das crianças, já que não queria confiá-las à um estranho. Agora, anos depois que as filhas nasceram, a morena pensava na possibilidade de tirar uma nova licença e voltar a trabalhar:

— Eu sei que sente, amor — ele falou olhando-a: — Mas as portas desse hospital estão abertas para você, assim que quiser posso te ajudar a voltar para cá — ele falou acariciando as costas da morena, que sorriu para ele.

— Obrigada — disse honestamente. Se a dissessem, anos atrás, que Damon poderia ser um marido tão bom, ela acharia a pessoa louca. Mas agora, não havia como pensar o contrário, afinal ele se provara um homem dedicado, tanto à ela quanto à família que ambos construíram. Ela não poderia estar mais grata por aquilo.

Os dois foram interrompidos por uma bela mulher de cerca de vinte e cinco anos de idade. Ela era morena, alta, e tinha belos olhos azuis. A jovem aproximou-se de Damon e o cumprimentou:

— Damon! Uau, você está ótimo! — Ela disse o abraçando, deixando-o sem reação. Elena trincou os dentes diante da aproximação desnecessária, mas não disse nada, esperando que o marido fizesse algo, qualquer coisa que fosse.

— Scarlet, eu não sabia que você vinha — ele disse depois que ela o soltou. Scarlet era filha de um dos investidores mais importantes de Damon, e a jovem, na flor da idade, insistia em jogar gracejos para Damon, consideravelmente mais velho que ela.

— Meu pai me disse que você estaria aqui e eu achei que seria uma boa oportunidade para conversar com você — ela disse segurando a mão do rapaz, fazendo Elena querer avançar no pescoço daquela oferecida. Scarlet era realmente linda, e Elena estava ciente daquilo. A menina usava um vestido curto e vermelho com alças finas e um decote generoso, que deixava um pouco à mostra os seios volumosos dela.

Scarlet puxou Damon para o centro do salão, deixando Elena completamente sozinha ali. Ela observou os dois conversarem animadamente, enquanto ela se jogava claramente encima dele, que simplesmente não fazia nada para impedi-la. Elena engoliu o choro e saiu andando rapidamente pelo salão. Ela não sabia porque se sentia daquela maneira, afinal já vira Damon ser assediado antes e aquilo nunca a feriu antes como feria agora.

A morena olhou para trás e viu Damon sorrindo para Scarlet da mesma maneira que sorria paraela. E eu pensando que esse sorriso era só meu. Pensou desgostosa. A morena sentiu seu corpo trombar com o de alguém e disse, um pouco surpresa:

— Me desculpe — pediu, só então olhando para a pessoa com a qual trombara. Era um homem alto, de cabelos ondulados e negros e olhos tão azuis quanto os de Damon. Ele tinha um rosto delineado e com certeza era um dos homens mais bonitos que ela havia visto.

— Eu que peço desculpas — ele disse passando a mão pelos cabelos e sorrindo. — Você trabalha aqui?

— Já trabalhei uma vez... Meu marido é dono do hospital — ela disse sorrindo.

— Ah então você é a famosa Elena Gilbert — ele disse surpreso. Elena franziu o cenho ao ouvir a palavra "famosa" e assentiu, incerta:

— Prazer, meu nome é Joseph, eu sou um dos médicos do hospital — o homem disse estendendo a mão para Elena, que o cumprimentou sorridente:

— Prazer... Há quanto tempo trabalha aqui?

— Há três anos... Eu simplesmente amo esse lugar — ele falou suspirando. Ela sorriu e os dois começaram a conversar sobre a rotina do local, fazendo as piadinhas bobas que apenas médicos eram capazes de compreender.

Damon observou a cena do outro lado do salão e franziu o cenho. Não estava gostando nenhum pouco daquilo, nem um pouco mesmo. Ele finalmente havia conseguido se livrar de Scarlet e agora via-se diante de uma cena que o deixou contrariado. Por que Joseph e Elena estavam conversando? Por que ela sorria para ele? Aquelas perguntas rondavam a mente dele, deixando-o tonto.

Ele permaneceu ali, parado, vendo a forma como os dois pareciam ter se dado bem. Como ela agia com ele. Damon sentiu o coração apertar e respirou fundo, indo em direção a eles:

— Amor, precisamos ir embora — falou segurando-a possessivamente pela cintura. Elena arrepiou-se diante do toque e suspirou: — Tudo bem. Eu preciso ir Joseph, me ligue mais tarde para combinarmos algo — ela disse sorrindo. O rapaz concordou enquanto Damon sentia a bile subir por seu estômago. Ela havia o passado seu número de celular?

Os dois saíram do salão e caminharam em silêncio para o carro. Damon ligou o rádio e a morena encostou a cabeça na janela, respirando fundo. Será que deveria dizer algo a ele, ou deixá-lo pensar no que havia feito?

— Elena, o que há de errado com você? — Ele perguntou dando-se por vencido. Ela virou-se e o olhou, enquanto ele dirigia:

— Eu não gostei da forma como você agiu com aquela tal de Scarlet, e queria que você pedisse desculpas — disse sinceramente. Ele franziu o cenho e perguntou, incrédulo:

— Pedir desculpas pelo quê? Eu não fiz nada!

— Esse é o problema Damon, você não fez nada! Ela flertou com você e você não fez absolutamente nada, apenas aceitou as investidas descaradas dela! — A morena vociferou irritada.

— O que você queria que eu fizesse, Elena? A empurrasse e a mandasse embora? Ela é filha de um dos meus maiores investidores, fazer isso poderia significar uma quebra de contrato — ele falou, apertando o volante com força:

— Ah, então um contrato é mais importante do que o nosso relacionamento, é isso o que você está me dizendo Damon? — Ela questionou com lágrimas nos olhos. No mesmo instante ele quis abraçá-la, mas não iria deixá-la vencer mais uma discussão. Ele ficou em silêncio e a morena quis gritar. Aquele silêncio respondia absolutamente tudo. Ele havia acabado de colocar um relacionamento de oito anos abaixo de um maldito contrato! Elena não pôde acreditar naquilo. Ela sentiu o ar lhe faltar e desejou apenas sair correndo dali.

— Já chega Damon — ela falou nervosa. — Pare o carro — ele a olhou confusa e manteve o carro funcionando, fazendo-a gritar: — Pare essa merda de carro! — Gritou nervosa. Ele a olhou chocado e pisou no freio, observando enquanto a esposa desatava o cinto e saia do veículo, sendo que os dois já estavam na rua de casa.

— Lena, espera — ele pediu saindo do carro. Ele a segurou pelo braço e ela soltou-se dele. A morena virou e disse, com lágrimas nos olhos:

— Eu nunca esperaria isso de você Damon! Eu nunca pensei que você seria capaz de preferir um contrato a mim! Depois de tudo que nós vivemos, depois de tudo que passamos — ela disse soluçando: — Você não é quem eu pensava que você fosse — ela murmurou séria. As lágrimas caíam de seu rosto e ela disse:

— Isso é ridículo, Elena! Eu nunca disse que você era menos importante do que esse contrato, apenas estou dizendo que eu não podia arriscar perder um investidor como ele — ele disse farto.

Ela balançou a cabeça em negação e ele pôde ver nela algo... E logo soube que era decepção. Elena caminhou lentamente até em casa e adentrou na mesma, vendo todas as luzes apagadas. Subiu as escadas, com as pernas bambas, e foi em direção ao quarto de Hope e Grace. Ao chegar lá, viu a filha dormindo calmamente. Ajoelhou-se e com lágrimas nos olhos deu um beijo em Hope, e, logo depois, repetiu o gesto com Grace.

Ao ir para seu quarto, tirou a roupa e a maquiagem que usava. Colocou seu pijama e sentou na cama. Passou a mão pelos cabelos e soluçou alto. Seu coração estava completamente estilhaçado, como nunca esteve antes. Como ele pôde fazer aquilo com ela? A morena deixou que as lágrimas caíssem e encolheu-se, sentindo-se estúpida por achar que seu relacionamento com Damon poderia dar certo. A quem ela queria enganar?

— Lena — Damon murmurou, assustando-a. A garota o olhou e ele sentiu o coração estilhaçar-se ao ver o quão vermelho os olhos da esposa estavam. Jamais esperava aquilo.

— Sai daqui, Damon — pediu murmurando. Sabia que Klaus, Caroline e as filhas deles estariam dormindo no quarto de hóspedes e não queria que eles presenciassem aquela discussão.

— Por favor, me deixa falar — ele implorou desesperado. Sabia que podia perdê-la naquele momento, e faria qualquer coisa para impedir que aquilo acontecesse. Elena lembrou do que sua já falecida avó, Ester, a disse anos atrás e ponderou. Não custaria nada o deixar falar, certo? Moveu a cabeça, permitindo que ele falasse algo: — Você foi a minha salvação, Elena Gilbert Salvatore — ele disse sério. — Você me deu tudo que eu podia querer ou sonhar... Me deu filhos lindos e mais do que eu jamais conseguiria sozinho... Se eu tenho tudo isso aqui agora, é graças a você — ele falou segurando a mão dela: — Eu sei que às vezes eu te magoo, e juro que não é de propósito — Damon murmurou fechando os olhos: — Eu só não sei ser melhor do que isso — sussurrou. — Eu jamais colocaria um contrato acima de você, Lena — disse afagando a mão da morena.

— Não foi o que pareceu — ela disse secando as próprias lágrimas. As palavras de Damon reverberavam na mente da morena, que tentava não ceder à vontade de abraçá-lo fortemente. — Você realmente me magoou — disse suspirando.

Damon arfou e não conseguiu dizer nada. Pôde sentir que estava a perdendo, e fechou os olhos. Não sabia o que mais podia fazer. Já havia desaprendido a viver sem Elena, e não estava nem um pouco disposto a reaprender.

— Eu quero dormir — a morena disse o olhando. Precisava de seu próprio tempo e não conseguia pensar sem dormir antes. Estava exausta. Ele assentiu e ela deitou-se na cama, cobrindo-se e fechando os olhos. Damon respirou fundo e se trocou, deitando ao lado da esposa e fazendo cafuné na cabeça dela, até adormecer.

Damon acordou no meio da noite soando frio. Sua cabeça doía e ele sentia-se extremamente mal. Ele lavou o rosto e tentou, em vão, adormecer. Quando acordou, preparou Stefan e Rafael para escola e os levou para lá, indo para o trabalho logo em seguida.

Ele trabalhou toda a manhã, ainda sentindo-se um pouco desconfortável. Ele sentia uma falta de ar extrema e seu coração palpitava rapidamente. Ele pegou o celular e ligou para o de Elena, que estava na caixa postal. Suspirou e deixou uma mensagem gravada, esperando que ela pudesse ouvi-la quando estivesse mais calma.

Damon pegou sua pasta de couro e levantou-se, sentindo uma insuportável dor no peito. Ele não conseguiu respirar e arfou. O suor caía por seu rosto, encharcando as roupas do rapaz. Ally, a secretária dele, viu assustada quando o patrão caiu no chão...

Notas finais
>LEIAM POR FAVOR: Oi amores, e então, vocês gostaram? Bem, eu tenho alguns avisos importantes para fazer: 1º: Para quem lê Inverno, eu já comecei a escrever o capítulo e acho que até o meio da semana sai, perdão pela demora mas tive alguns probleminhas que já estão sendo resolvidos; 2º: Eu criei uma maneira de permitir que vocês interajam mais com a história: Quem recomendar a história terá direito a escolher entre um BIG SPOILER ou a determinar uma cena para a fanfic, que não necessariamente será colocada no próximo capítulo. Mas as recomendações são de livre e espontânea vontade, se vocês acham que a fic ainda não as merece, por favor, não recomendem só para ter spoilers. Eu e a Gabi queremos merecer as recomendações okay? 3º Quem comentar nesse capítulo irá ganhar um spoiler via MP okay? *u* 4º Eu queria saber se há alguém aqui disposto a escrever uma fic Delena comigo. Ela seria minha última fic e eu queria saber se alguém se habilita. Caso alguém queira, avise nos reviews que eu irei chamar via MP okay? É isso amores, muito obrigada e nós amamos vocês ♥♥♥