Puro Desejo

33 Segunda Temporada Capítulo 33


Notas iniciais
N/B: oi amores!
nos vemos ali em baixo!
sorry a demora pra postar!

CAPÍTULO 33

Música do capítulo

http://www.vagalume.com.br/adele/dont-you-remember-traducao.html#ixzz21awvhZRz

PV Edward

Eu andava numa linha tênue entre o significado de vazio e solidão. Eu era um nada. Porque, se eu fosse pelo menos um grão de areia, eu teria forças para lutar. Mas, não existem motivos para isso. Eu a perdi... e o único culpado sou eu. Mesmo tendo sido obrigado a fazer o que fiz...

Flashback on

A manhã não era das melhores. Estava nublada, como era costumeiro em Forks. Tomei o café da manhã na cozinha, sob o olhar tenso de Benta. Acabei não apreciando as guloseimas. Aquele olhar estava me dando arrepios.

Resolvi ir direto à garagem e verificar se tudo estava ok com o Volvo da família.

Surpresa passou por meus olhos quando o próprio Aro Cullen em pessoa apareceu informando-me que hoje eu o levaria ao escritório em Port Angeles.

Entrei no Jaguar da família Cullen e segui rumo ao nosso destino.

Quando estávamos no perímetro da cidade Aro me fez parar numa rua deserta de Port Angeles. Automaticamente meu senso de autopreservação entrou em alerta. Algo estava acontecendo, e eu rezava para que não fosse nada de ruim.

Assim que parei o carro, a porta do Jaguar foi escancarada e ela entrou, impregnando o veículo com seu perfume barato. Isso sem falar em suas roupas vulgares e o sorrisinho no rosto. Ao que tudo indicava, ela estava no caminho certo de um golpe. O que ela não sabia, é que ele não se mistura com qualquer tipinho.

Estático, fiquei esperando as próximas ordens, e gelei quando sua voz áspera se dirigiu a mim.

- Edward, sei que você é pai. Diga-me, o que seria capaz de fazer por seus filhos?

Estranhei a pergunta...

- Amo meus filhos, Senhor Cullen. Faria qualquer coisa por eles, mas não entendo onde o Senhor quer chegar.

O olhar gélido que ele me lançou alertou-me de que boa coisa não seria.

- Quero que deixe minha filha em paz.

- Co... como? – Gaguejei.

Ele disse meia dúzia de palavras, mas minha mente estava em choque. Como ele descobriu? Ou melhor, quem contou?

- Quero você longe de Isabella. Ou o destruirei.

- Não estou entendendo, Senhor Cullen.

- Não se preocupe. Tanya lhe explicará tudo. Com licença.

Ele desceu do carro e atravessou a rua, onde uma Mercedes o aguardava.

- O que diabos você está aprontando, sua alienada?

- Eu? Você que se tornou um bobo apaixonado a ponto de deixar o pai da menina descobrir tudo.

- Merda! Como ele descobriu? Você consegue imaginar? Será que Renne...

- Sim, meu bem. A bruxa da sua mulher sabe. E sabe porque aquela empregadinha de merda contou. O velho Cullen quer o seu pescoço, mas vou ajudá-lo.

- Mesmo? E posso saber como?

- Edward, o melhor a fazer, embora você vá sofrer, é deixá-la. Cullen não está para brincadeira. Ele pode pagar os melhores advogados, e você corre o risco de só poder voltar a ver seus filhos quando eles estiverem com quarenta anos.

- Tenho meus direitos, Tanya!

- Mas, se envolveu com uma menor, traindo sua dedicada esposa. Você será considerado um mau exemplo para eles.

- Isso não pode estar acontecendo! Será que ele punirá Bella?

- Isso eu não sei dizer, gato. Mas as ordens dele foram claras. Fazer a piveta se iludir e nunca mais querer saber de você.

- E qual é a ideia do seu mais novo chefe, Tanya?

- Ele dirá o dia e o local. E a fedelha vai nos flagrar no maior amasso. – Disse e piscou de forma maliciosa.

- Isso não! Eu não posso...

- Edward! Pense nos meninos. Imagine eles sendo criados somente pela Renne. Eles irão sofrer mais do que você sofreu no passado. É isso que você quer para eles? A fedelha é mais importante do que seus filhos, seu sangue?

- Não há comparação para os sentimentos, Tanya. Entenda, eu a amo, e meus filhos são parte de mim. Não há como escolher. Ambos são parte de mim. Mas, numa coisa você tem razão. Não posso deixar meus filhos nas mãos de Renne. Ela é louca. E tenho certeza que os envenenaria contra mim. Sem contar que ela não cuida deles. Meus filhos até passariam fome. E eu jamais me perdoaria por isso. No fundo, tenho certeza que Bella me apoiaria.

- Ed, meu bem, acorde para a vida. Aceite as circunstâncias. O lance foi bom, mas acabou. O melhor que você tem a fazer é cair fora, antes que caia na cadeia.

Assenti, com lágrimas nos olhos. Meu conto de fadas acabaria mais cedo do que eu poderia imaginar...

Flashback off

Naquele dia acabei voltando cedo para casa, mas antes, peguei os garotos na escola. Sorri um pouco com as palhaçadas de Caius, mas, por dentro, eu estava ruindo. Pedindo a Deus um jeito de meu coração sair ileso de tudo isso.

Junto com o anoitecer a temperatura caiu. Dei banho nos garotos, agasalhando-os bem com medo que se resfriassem. Jantamos canja, que minha mãe mandou, e me aconcheguei com meus meninos no sofá, assistindo desenho. Um buraco se abria em meu peito e corroía minhas entranhas. E eu sabia que isso era sinal de que deixar Bella seria uma triste tarefa. Mas, duas pessoinhas precisavam de mim para tudo, principalmente precisavam do meu amor, e eu jamais negaria isso aos meus filhos.

Depois de colocar os moleques na cama pensei que usufruiria de uma noite tranquila, mas um obstáculo surgiu, e eu precisava enfrentá-lo. Mesmo que meu dia tenha sido muito triste.

Renne estava possessa. Irreconhecível. Em total descontrole. Ela era a ira em pessoa. O motivo? Bella. Ela já sabia. Maldita seja a Benta!

Tentei me defender, mas ela acabou jogando em minha cara os anos de infidelidade. Disse que desta vez me destruiria. O golpe final desferido por ela foi dizer que Aro havia oferecido cem mil dólares para desaparecermos de Forks, o que de pronto ela aceitou.

Fiquei nervoso, alterei o tom de voz e brigamos feio. Disse-lhe coisas que há anos eu precisava dizer. Entre elas, que eu não a suportava, que ela nunca foi mulher para mim, que até o cheiro dela me lembrava coisa velha, mofo.

Objetos foram atirados em minha direção. Mas, ali, resolvi por um ponto final em tudo. Disse com todas as letras que não a queria mais, que amava Bella. E ela riu. Riu maleficamente, dizendo que nós nunca ficaríamos juntos. Porque, do contrário, eu perderia meus filhos.

E, ali, meu mundo ruiu de vez. Porque não era só a louca da minha esposa. Era ela e o Cullen, trabalhando juntos pela minha desgraça.

Os dias se arrastavam e eu tentava inutilmente lutar contra o tempo. Tentei memorizar cada gesto, cada olhar e carícia que troquei com ela.

De uma coisa os outros tinham razão. Bella era uma menina. Mas, para mim, ela era a mulher mais linda do mundo.

Não consegui me afastar. O sentimento era forte demais. Embora ela estivesse meio adoentada, o que me preocupou, nada, nem mesmo os riscos, impediram que nos amássemos. Um risco letal, eu sabia, mas ninguém conseguia controlar meu coração desgovernado.

Já dizia o poeta que o tempo não para. E, agindo como meu inimigo, ele passou ligeiramente. Os dias deslizavam na areia do tempo, como se zombasse do meu desespero. E, o fatídico dia chegou. Mal comi, pois um bolo se formou em minha garganta. Eu nunca fui santo, mas nem mesmo o sentimento que eu pensava ter por Irina chegava perto do que tenho por Bella. E, saber que o início do fim tinha chegado estava me destruindo.

Vi suas chamadas no visor do meu celular, mas eu era obrigado a seguir com o plano.

Jasper havia me dito que Alice a tinha trazido ao campus e, previsíveis como são, me procurariam. O que não tardou muito.

As chamadas de Alice também encheram a caixa postal do meu celular. E eu continuei no meu lugar, como uma peça de xadrez sendo movimentada para lá e para cá.

Quando a voz que antes era melodiosa e naquele momento estava sofrida e raivosa chamou meu nome, meu mundo foi simplesmente destroçado por um meteoro. A terra tremeu, os campos incendiaram e eu ali, parado como se nada me abalasse. Mas, por dentro, eu era uma solução de gelatina e sabia que desabaria a qualquer momento. E eu cederia. Eu não conseguiria ir adiante. Percebendo meu vacilo, Tanya emplacou.

- Oi Edward.

- Bella!

- Não vai me apresentar sua amiga?

Bella dizia isso com seus olhos em mim. Engoli em seco e meu olhar perdeu o foco quando olhei para ela.

- Eu é que pergunto, Ed. Quem é essa fedelha?

Tanya provocou, mas esse era seu papel. Ela estava sendo muito bem paga para isso.

- Nossa, vocês são bem íntimos, não é? A Renne sabe dessa amizade?

Bella perguntou acidamente. Ela é uma pessoa ímpar. Mesmo sofrendo, ela consegue ser altruísta o suficiente e pensar em Renne numa hora dessas.

- Isso não é da sua conta, pirralha. Cuide da sua vida e nos deixe em paz...

As mãos da Denali pousaram no meu pescoço com intimidade explícita e eu engoli a bile que insistia em subir garganta acima. Eu estava chegando ao meu limite.

O clima esquentou. Senti que as duas se atracariam. Como duas onças indomáveis. Mas, o cara lá de cima ainda tem alguma afeição por mim e fez com que Alice interferisse.

- Bella, vamos para casa. Esses dois não valem a pena. São da mesma laia.

Vi mágoa nos olhos da minha única e verdadeira amiga. E lamentei mais uma vez que toda essa confusão me deixasse com tantas marcas.

- Eu só não vou arrebentar a cara dessa vagaba porque ela está fazendo o papel de puta da história. A Renne não merece um traste como você, Edward Masen. Nunca mais me procure, seu cretino.

Seus olhos eram dois lagos rasos de lágrimas. Meu coração perdeu uma batida em ver sua dor. Porque parte dela também era minha. E eu via ali, impotente, a perda do maior amor que já tive em toda minha vida.

Tanya, embora falando meia dúzia de palavras, denegriu Bella. Eu não assimilei nada do que disse e ela acabou me deixando em casa. Porque, minhas pernas não obedeciam meu cérebro. Eu estava destroçado, sem forças nem para respirar. Olhei nos olhos dos meus filhos e ali eu via a chama da esperança.

...

Outro baque foi saber que ela tinha ido embora. Eu ainda tinha esperança de poder contemplá-la, nem que fosse de longe, como um maníaco apaixonado. Mas ela se foi e eu nunca mais a veria. Só os problemas ficaram...

Naquela mesma noite Renne me disse que estava grávida. Mais essa agora! Quando eu penso que tudo de ruim que podia acontecer já aconteceu, me vem mais essa bomba! Não que um filho seja ruim. Mas, o momento no qual ele está vindo não é o melhor.

Encolhido no sofá, fui agredido pelas palavras ferinas daquela que um dia foi minha esposa. Nada me atingia, eu era um nada. Somente um corpo sem alma.

Resolvi correr um pouco. Mesmo o tempo estando frio e chuvoso, eu precisava de um ar que não fosse o daquela casa. Que não fosse o que Renne respirava.

Correndo, pensei nela e imaginei quando a veria novamente.

Ela partiu sem dizer adeus, nem uma única palavra. Tantas coisas poderiam ter sido ditas. Nem um beijo de despedida houve para selar o que sentíamos um pelo outro.

Não tinha ideia do estado em que me encontrava. Só sentia que a amava. Meu coração tornou-se inconstante e amargurado.

Será que ela ainda pensa em mim? Mesmo depois de tudo, haverão motivos ou uma chance de ela me amar como antes?

Deus, não deixe que ela se esqueça de mim, eu lhe rogo. Sei que errei, mas não consigo apagá-la de minha memória...

Cinco meses depois...

Eu trabalhava numa farmácia, ajudando com as finanças. O que eu recebia era pouco se comparado ao gordo salário que recebia na casa dos Cullen, mas dava para viver. Nada faltava em casa, e isso era o essencial.

Fui interrompido no meio do expediente pela telefonista do hospital, dizendo que minha esposa havia dado entrada na emergência com fortes contrações. Fui dispensado do trabalho e corri ao hospital.

Assim que cheguei pedi informações e fui direcionado para a ala de obstetrícia. Instruíram-me a conversar com o Dr. Laurent, médico de plantão, que me explicou que devido à pressão arterial estar alta, junto com o fator idade avançada, Renne tinha desenvolvido um quadro de eclampsia.

Fiquei alarmado e o médico informou-me que o melhor seria realizar uma cesárea de emergência com o intuito de salvar minha esposa e minha filha.

Fiquei tão emocionado no dia em que soube que seria uma menina. Foi naquele momento que percebi que algo faltava em minha vida. E, era esse ser cor-de-rosa que viria para nos alegrar.

Os meninos estavam tão ansiosos quanto eu. E, no desespero, pensando somente no bem de minha filha, autorizei o parto. Devido às complicações, não fui autorizado a assistir o procedimento. Pensei que levaria somente alguns minutos, mas os médicos estavam lá já há três horas.

Comecei a me preocupar. E se algo acontecesse a minha filha? Embora minha vida tenha degradado, fiz de tudo para que nessa gravidez de Renne tudo saísse nos conformes.

Quatro horas e doze minutos depois, o Dr. Laurent saiu da sala de parto com o semblante abatido. Olhou para mim e seus olhos transmitiam pena. Encarei-o de volta e esperei o veredito.

O velho médico estava emocionado e me abraçou. Foi ali que percebi que nada saiu como o imaginado.

- O que houve, Dr.? Como está minha filha?

- Senhor Masen, quero que entenda que fiz tudo que foi possível, mas o bebê não se desenvolveu como devia. Provavelmente foi uma gravidez conturbada, e isso, aliada à idade de sua esposa, só complicou mais os riscos. Ela se encontrava com um quadro grave de infecção urinária, o que também pode ter contribuído. O bebê nasceu morto. A demora no procedimento foi devido à nossa tentativa de estabilizar a pressão arterial de sua esposa. Uma forte hemorragia surgiu no meio do procedimento e, infelizmente, não conseguimos controlá-la. Enfim, é com pesar que tenho que lhe informar que o senhor tem alguns minutos com sua esposa. Ela está sedada para não sentir dor, mas sua hora chegou.

Segui o médico até a ala cirúrgica. Renne ainda estava na sala de parto, mais pálida que o normal, com os lábios levemente arroxeados, quase sem vida. A compaixão me dominou. Eu não a amava, mas ela foi a mulher que gerou meus filhos, e eu sempre teria uma dívida eterna com ela por isso.

- Renne?

- Edward.

Sua voz era um sussurro.

- Sim, querida, sou eu. Não se esforce.

- Como ela é?

Engoli em seco e resolvi mentir.

- Ela é linda, querida. Uma princesa.

- Não escutei seu choro...

- Você deve ter se distraído, só pode...

- Edward, eu preciso te pedir perdão.

- Não é hora para isso, Renne.

- É sim. Sinto que alguma coisa vai acontecer. E eu preciso te falar.

- Então fale, se isso vai lhe fazer se sentir melhor.

- Fui muito ruim nessa vida, Edward. Conquistei você, aquele garoto frágil, engravidei de propósito, roubei sua juventude. Por amor. Fiz o que fiz porque te amava de verdade. Mas, não posso ir sem dizer que te traí. Uma única vez. Eu mesma não sei o motivo, mas cedi, fui fraca. E, esse bebê que acaba de nascer não é seu, querido. Sei que isso não tem perdão, mas te peço que a ame, por favor. Você é um ser humano que nasceu para ser pai. E, Aro nunca amará essa menina como se fosse sua filha.

- Como? Espere. Você está querendo me dizer que o bebê é filho do Cullen?

Abismado... eu estava em choque. Então, o grande Aro, que pregava sobre moral e bons costumes, pulou a cerca com uma mulher casada. Bom saber...

- Sim. Nós nos envolvemos. Estávamos magoados e revoltados pelo que você e Isabella fizeram e nos entregamos em meio a uma bebedeira. Mas, isso já passou. Só peço que você cuide dela, Edward. É meu último pedido. E, em troca de amar a minha filha como se fosse sua, vou lhe revelar algo que pode mudar tudo. Mas, você tem o direito de saber... Isabella foi embora grávida. Mas, eu não sei se o bebê era seu ou do menino Salvatore.

Choque! Um fio desencapado me atingiu em cheio. Como assim, grávida? Meu Deus, Bella foi embora carregando um pedaço nosso. Só conseguia pensar que preciso encontrá-la.

- Diga-me, Renne. Onde ela está? Para onde ela foi? Eu sei que você sabe!

- Não sei Edward, eu juro. Aro a colocou para fora de casa e ela sumiu. Ninguém sabe o paradeiro dela. Mas, se você a ama de verdade, não desista dela, querido. Ela será a mãe que eu não fui...

Encarei sua figura quase sem vida à minha frente e o sentimento de pena se esvaiu completamente do meu ser. Ela brincou com minha vida desde sempre. E eu, bobo, deixei. Mas, agora, era a minha vez de entrar nesse jogo sujo.

- Sua filha nasceu morta, Renne, de modo que você não precisará da minha compaixão. Eu desejo que sua alma vá em paz, porque a de Aro ficará em seu lugar. Para que eu possa me vingar!

Girei nos calcanhares em direção à porta, quando ouvi seu último suspiro.

- Que Deus não permita que você se transforme num homem como ele...

Em seguida, o caos se instalou e foi uma cacofonia de aparelhos apitando e médicos entrando na sala. Lutando por ela, tentando reanimá-la. Mas, já era tarde. Sua vida se fora. Ficou somente meus filhos. E, minha sede de vingança...

Meus passos eram decididos e uma fúria invisível pairava no ar, em torno de mim. Toque a campainha e a traíra atendeu. A princípio, ela se assustou com minha presença, mas eu disse em alto e bom som que queria falar com o dono da casa.

Esme e Alice apareceram, olhando-me com nojo. Inabalável, continuei na soleira da porta, à espera dele.

- Ora, ora, a que devo a surpresa, Senhor Masen?

O sarcasmo em sua voz era palpável.

- Quero lhe informar algo.

- Não acredito que o Senhor tenha algo a dizer que me interesse, mas, fale o que quer.

- Quero que vá enterrar Renne e sua filha. Já que você é o rei da moral e dos bons costumes, nada mais justo que você assuma seus erros. O mínimo que elas merecem é um enterro digno de uma mãe maquiavélica e uma filha inocente. E, a propósito, a menina era a cópia de Isabella.

Girei nos calcanhares e saí daquela casa, que me trazia tantas lembranças dolorosas. Mas, antes, pude ouvir o grito de horror de Esme e o choro descontrolado de Alice.

Fiz o que tinha que fazer. Agora, era preparar meus filhos para o pior. Contar-lhes que sua mãe e irmã se foram. Pensar em maneiras de criá-los. E, rogar a Deus a chance de encontrar a outra razão pela qual me mantenho em pé. Bella e meu filho. Nem que seja pela última vez.

Notas finais
Nota/A: Oiiiiiiiiiiiiiiii Girls
Alguém vivo??
Gente que cap foi esse? Confessoq eu eu mesma me surpreende, foi triste, tenso, revelador....
A Fic faz niver dia 06 e resolvi posta esse cap em comemoração...o/
Vai ter uma passagem de tempo na fic, alguns momentos fofos e outros nem tanto, mas eu conto com a participação de vocês...
Gostaria de pedir que vocês dessem uma passada em Pecado Original minha nova fic que escrevo em parceria com a Maah
Quero agradecer a Binaloira, Cellyzinha e a Sayomara
Gente agradeço de coração pela recomendação, vc são show.
Comentem e recomendem ♥
Beijãoooo meninas...
N/B: aain que emoção!
um ano de fic!
ownt! *-*
mesmo eu ter demorado pra postar quando a Dany falou que hj
faz um ano de fanfic eu fiquei em choque!
pq tipow parece que foi ontem que eu postei a hist.
aqui!
D:
que coisa perfeita!
e isso merece recomendações?!
e comentarios?!
que tal?
hahahahahahahaha
Beejos!^^