Puro Desejo
9 Capítulo 9
Notas iniciais
CAPÍTULO 09
Chegando lá me despedi dele com um beijo e corri para dentro de casa. Subi as escadas e fui direto para a minha suíte. Tomei um banho demorado e em seguida coloquei um vestidinho solto, indo direto para a cozinha procurar o que comer.
...
Ao entrar na cozinha me deparo com Edward, que me encarou e perguntou:
- Por que está com cara de quem aprontou?
Olhei para ele assustada e respondi:
- Escapei de levar uma bronca do papai, só isso.
- E o que você fez para merecer essa bronca?
Seu olhar era curioso e malicioso.
- Nada... – respondi, presa em seu olhar.
Edward olhou pela janela e, como não havia nem sinal de Benta, nossa cozinheira, veio em minha direção e me beijou.
Meu corpo reagiu na hora e senti como se fogos de artifício estourassem a nossa volta. Era sempre assim. Nenhum toque era como o dele, nem mesmo o de Damon, e suas atitudes me empurravam cada vez mais para o precipício da loucura.
Perguntou novamente, vendo que eu estava entregue, alternando entre palavras e beijos:
- O... que... você... fez... para... merecer... essa... bronca?... Me... diga...
- Já disse que nada, que saco! – Respondi arredia. Afinal, nem em sonhos contaria a ele que o chefe de polícia, meu tio, me pegou com Damon, no acostamento, logo após uma rapidinha.
Edward finalizou o beijo e me olhou intensamente. Esse olhar me matava. Era como brasa. Me deixava acesa. O homem gritava perigo, já tinha me dito que não servia para mim, que infelizmente não poderia ser meu amor, o que confesso não ter entendido, mas a porra da minha mente só gritava “me coma”.
- Juro que estou me esforçando Bella, mas está difícil. Eu realmente preciso de você... – sua boca encostou em meu ouvido e ele sussurrou, de uma forma sexy e provocante – preciso estar dentro de você...
Na hora meu corpo me traiu da pior, ou melhor, forma que poderia haver. Eu, que já estava completamente mole em seus braços, me arrepiei toda e meus mamilos ficaram intumescidos, mostrando para ele o quão excitada eu fiquei com suas palavras.
Como ele pode provocar esse tipo de reação em meu corpo somente com palavras? O pior, ou melhor, não sei, é que a recíproca é verdadeira. Acabei de transar com Damon, mas era Edward quem eu queria. Meu corpo é curioso. Eu sou curiosa. Quero saber como são suas mãos, quais carícias elas podem provocar. Quero conhecer outra forma de fazer sexo, afinal, com Damon é tudo tão básico. E Edward é tão viril, tão sexy e másculo. Parece ser daqueles que falam obscenidades no ouvido da gente, acendendo e provocando ainda mais. E eu queria ser tratada como uma mulher, e não como um bibelô que pode se quebrar com uma carícia mais ousada...
Nessa hora meus pensamentos foram interrompidos pela ousadia de Edward, que começou a me acariciar por baixo do vestido, apertando minha bunda e já me erguendo, se esfregando em mim, me deixando perceber toda sua excitação.
Ofegante o interrompi e justifiquei:
- Aqui não. Benta tem ouvidos de tuberculoso. Vou subi e trocar de roupa. Me espere no Volvo.
Imediatamente ele me soltou e corri para minha suíte. Tomei um banho rápido para acalmar meu corpo e vesti uma lingerie linda. Um conjunto de calcinha fio dental e sutiã de renda tomara-que-caia azul bebê, afinal o vestido seria um tomara-que-caia, mais fácil de tirar.
Assustei-me com o rumo de meus pensamentos. Estou dizendo que só com palavras Edward já é capaz de me deixar fora de mim.
Desci as escadas como um foguete, mas encontrei Benta no percurso. Para não preocupar ninguém, lhe dei satisfações de onde iria. Não era verdade, mas isso evitaria que ficassem preocupados e tentassem me encontrar.
- Benta, diga a mamãe que fui para a casa da Ju e não demoro. Ah, e que vou pedir para o motorista me esperar.
Ao entrar na garagem me deparo com Edward encostado tranquilamente no Volvo. Céus, como ele consegue ficar tão calmo? Me sinto como uma virgem que está prestes a ter sua primeira vez, tamanho nervosismo em que me encontro.
Edward abriu a porta para mim e eu entrei. Quando já estávamos ultrapassando os limites da mansão eu procurei, ao menos, aparentar calma, afinal Edward percebeu meu nervosismo. Mas não consegui, pois imediatamente ele disse:
- Bella, se você tiver um ataque do coração nada vai acontecer hoje.
E, dizendo isso, Edward riu. Ele estava zombando da minha ansiedade.
- Idiota! Estou nervosa sim e tenho motivos para isso, afinal, nunca saí com outro homem a não ser Damon.
Respondi sendo um pouco ríspida, afinal eu nunca tinha traído Damon. A não ser em pensamentos, mas isso não conta.
Imediatamente ele retrucou, ainda zombando de mim:
- Na verdade você nunca saiu com homem nenhum, certo?
- Ah, Damon não é tão ruim assim! – Fingi indignação. Mas, a verdade é que eu não tinha experiência alguma que me servisse de parâmetro para comparar, por isso não estava sendo sincera em meu julgamento.
De repente me assustei com suas palavras, pois estava imersa em meus pensamentos a respeito de minhas experiências. Ou melhor, a respeito da minha falta de experiência.
- Bella, esqueça o Damon por hoje, pelo bem da minha sanidade!
- Ok. E para onde vamos? – Respondi, curiosa com o fato dele ter se incomodado por eu ter defendido Damon.
- Hum... que tal um motel?
Arregalei os olhos e Edward percebeu meu espanto, pois logo lhe respondi:
- Não sou nenhuma vagabunda para ir a algum motel. Quero voltar para casa. – Confesso, fiz birra.
- E quem lhe disse que somente vagabundas vão a motel? – Edward perguntou, querendo saber em que se baseava minha teoria.
- Ah, não sei. Mas eu nunca fui a um e também não quero conhecer. Além do mais, Edward, essa cidade é do tamanho de um ovo e, se virem o Volvo entrando num motel, amanhã papai manda nos matar, afinal vai ficar sabendo.
- É, você tem razão. Não tinha pensado por esse lado. Tem medo da natureza?
- Como?! – Confesso que não entendi a pergunta.
Edward nem se deu ao trabalho de me responder. Deu meia-volta e seguiu rumo a La Push. Em determinado momento entrou com o carro numa estradinha que levava floresta a dentro, o que me deixou tensa. Onde diabos ele estaria me levando?
Percebendo a indagação em meu olhar, Edward me informou:
- Aqui tem uma clareira e poucos a conhecem. É um ótimo lugar para a gente ficar em paz.
- Você quer fazer sexo na floresta? – Perguntei visivelmente assustada.
- Dentro do Volvo, Bella. Aqui ninguém escutará seus gritos de prazer.
- Eu nunca grito. – Respondi. Mas confesso que a expectativa estava começando a me dominar.
- Veremos Bella. Veremos...
Aquelas palavras me atingiram em cheio e comecei a me questionar: será que vai ser bom? Mas, em contrapartida o medo começou a correr rapidamente por minhas veias. Mau sinal.
- Estou com medo. – Resolvi ser sincera com ele, afinal eu não conseguiria me soltar com o pavor me corroendo.
- Eu também. Mas não vou fazer nada que você não queira. Apenas tente relaxar.
Edward me respondeu e parou o carro embaixo de uma árvore, vindo para o banco de trás junto comigo. Olhou-me tão intensamente, com o olhar transbordando desejo, e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. O toque de suas mãos foram suaves e ele se aproximou, tocando meus lábios com seus dedos, fazendo uma carícia leve. Meus olhos em momento algum se desviaram dos seus e ele se aproximou mais, me beijando. Foi um beijo tão carinhoso que me acalmou. Naquele momento eu entendi tudo. Era para eu ser dele. Aqui era nosso momento. E não haveria nada além de sentimentos, sentimentos confusos, mas sentimentos que me faziam me sentir como se mergulhasse de cabeça num penhasco numa manhã de tempestade.
O simples toque de nossos lábios de forma calma e carinhosa fez com que ondas de eletricidade passassem por mim. E, em suas mãos, eu percebi que não sabia nada da vida. Que era inexperiente e que sua experiência me fascinava.
Suas mãos habilidosas desceram meu vestido e ele arfou quando viu minha lingerie. Sua boca começou uma trilha de beijos molhados no vão do meu pescoço, sempre deixando aquela sensação de eletricidade, que percebi, por seu jeito, que ele também sentia. Edward desceu os beijos para os meus seios e, sem que eu percebesse, abriu meu sutiã. Ficou encarando meus seios por um momento e eu ruborizei. Mas, quando seus lábios encontraram meu mamilo e ele o sugou eu gemi, e gemi alto, o que fez com que eu me envergonhasse.
Edward percebeu meu desconforto e, imediatamente, me indagou:
- O que foi? Machuquei você?
- Não... eu... é que... eu gemi alto demais. – Respondi, morrendo de vergonha.
- E daí? Bella, você não pode ter vergonha de seus desejos. Deve gemer, gritar, falar palavrão, pedir por mais... sexo é liberdade e eu a quero solta, sem reservas, sem pudores. Vamos fazer tudo que temos vontade. E o céu será o nosso limite.
- Ok. Talvez a minha concepção de sexo seja um pouco ultrapassada. Mas, onde paramos mesmo? – Edward tinha razão. Eu era inexperiente e queria experimentar. Então, nada de pudores.
Edward voltou a dar atenção ao meu mamilo, sugando com vontade, mordiscando de leve e lambendo, fazendo os arrepios triplicarem em meu corpo. Suas mãos pousaram em meus quadris e ele deslizou a minúscula calcinha por minhas pernas. Meus gemidos eram cada vez mais altos e, quando encarei Edward, ele usava somente uma cueca boxer branca. Me perguntei em que momento de êxtase ele retirou suas roupas que eu nem ao menos percebi.
Respirei fundo e tomei coragem. Uma coragem que nem eu mesma sabia ter. Sentei-me em seu colo e beijei seus lábios. Não foi ele mesmo quem disse que me queria solta, e que era para fazermos tudo que tínhamos vontade? Pois bem...
Edward permaneceu com suas mãos em meus seios, me acariciando, se esfregando em mim, deixando-me ainda mais excitada. Meu corpo já estava entregue e eu não aguentava mais.
- Ed, já chega de amasso. Eu quero você... – Ronronei, pois já não sabia mais onde se encontrava minha voz, tamanho era meu tesão.
- Então vem. – Ele segurou minha mão e saiu do carro, me puxando com ele. Eu congelei na mesma hora.
- Edward! – Gritei. – Estou nua...
- Bella... estamos no meio do nada. Ninguém irá nos ver. Venha e deixe de ser medrosa.
- E se... e se tiver cobra?
- A única cobra que terá aqui será a minha Bella. Vem logo. – Edward respondeu virando os olhos.
- Escroto. – Respondi e desci do carro.
Logo em seguida Edward me agarrou e me colocou em cima do capô do Volvo. Suas mãos percorriam meu corpo, fazendo mais e mais ondas elétricas perpassarem meu corpo, e eu gemia em antecipação, embriagada pelas sensações que somente ele provocava em mim.
Edward colocou minhas pernas em seus ombros, me deixando completamente exposta. E assustada.
- Edward... não precisa fazer isso. – Falei para ele, completamente envergonhada.
- Por quê? – Ele perguntou, os olhos faiscando de desejo.
- Porque, bom, porque não é necessário. – Respondi.
- Ok. Por acaso você não gosta de sexo oral? – Ele perguntou e me encarou, o olhar profundo, esperando uma resposta.
Desviei meus olhos e respondi, ainda mais envergonhada:
- Eu nunca fiz...
Edward pareceu surpreso por minha confissão, mas como explicar isso a ele? Eu precisava pelo menos tentar.
- Eu não confio no Damon para isso. Acho muito íntimo e tenho medo. Minhas amigas dizem que sexo oral faz a pessoa perder o controle. E eu sou medrosa, tenho medo do desconhecido.
Edward pareceu compreender meu receio, pois não zombou de mim. E sugeriu:
- Podemos tentar dessa vez. E se você não gostar, eu juro que paro e não faço mais.
Assenti com a cabeça, afinal seus olhos transbordavam compreensão e sinceridade, o que me fez confiar plenamente nele, confiar que se eu pedisse para parar ele atenderia meu pedido.
Os lábios de Edward encontraram os meus com urgência, me tirando o fôlego. Seus beijos foram descendo e me causando espasmos de prazer. Ao chegar em meus seios ele sugou delicadamente meus mamilos e depois foi descendo, distribuindo beijos em minha barriga. Quando seus olhos encontraram minha intimidade eu gelei. Nunca tive tanta vergonha na vida. Edward ignorou minha tensão e encostou sua língua quente em meu clitóris inchado, sugando de leve. Senti uma forte descarga elétrica passar por todos os meus poros. Era uma tortura deliciosa... Nunca em toda minha vida senti uma sensação intensa dessas.
Arfei quando ele introduziu um dedo em minha intimidade enquanto sua língua me devorava. Eu já não tinha forças para nada. Apenas gemia palavras sem sentido e me contorcia. Meu corpo começou a tremer e meu orgasmo foi alucinante. Por um momento senti como se minha alma tivesse abandonado meu corpo.
Edward me encarava com aquele seu sorriso torto e eu só conseguia ficar ruborizada. Meu corpo estava anestesiado e ele segurava minha cintura para que eu não escorregasse do capô do carro.
De repente seus lábios devoraram os meus e foi extremamente sexy sentir meu gosto misturado ao nosso beijo.
Edward assegurou-se de que eu não cairia e tirou sua boxer. No instante em que desci meus olhos minha pele arrepiou-se, meus lábios tremeram e meus olhos arregalaram-se. Céus! Aquilo tudo não caberia em mim. Seu membro era muito grande e grosso e, por incrível que pareça, era lindo. Apesar de não ser adepta de sexo oral olhar o membro de Edward fazia minha boca salivar, o que me fazia repensar minhas convicções.
Edward veio em minha direção e segurou-me pelos braços, minhas pernas imediatamente envolvendo sua cintura. Entrou no Volvo me carregando com ele. Seus olhos estavam em um tom escuro de verde, prova do desejo, desse desejo puro e descontrolado que sentíamos. Minha respiração estava descompassada e a essa altura eu já não sabia meu próprio nome.
Edward nos acomodou no banco e, ainda olhando em meus olhos, disse:
- Me chupa.
Arregalei os olhos, sem entender nada. Quer dizer, eu entendi, mas eu nunca tinha feito aquilo, e seu pedido, que soou como uma ordem, me pegou de surpresa.
- O que?
Sua mão direita foi direto para meu clitóris, me deixando zonza novamente, incapaz de entender o que ele falava.
- Vem Bella. Me chupa.
Seu pênis apontava diretamente para meu rosto. E novamente parecia que Edward me dava uma ordem.
- Ah não. Eu nuca fiz isso. Tudo menos isso. – Fiz bico.
Edward suspirou e me encarou.
- Acho que estamos na hora e no local errado para discutir isso, você não acha? Vamos Bella. Eu sei que você me quer. Posso ver em seus olhos. Eu te ensino.
- Eu não preciso que me ensine. Já vi filmes pornôs e imagino como seja.
Na mesma hora me arrependi de minhas palavras, pois Edward gargalhou. Em seguida me olhou sério. Continuei:
- Edward... isso é vulgar. E o que você vai pensar de mim?
- Que você é ultrapassada. Vamos deixar claro uma coisa. Quando eu for o motorista, você é a menininha recatada que você demonstra ser. Mas, quando formos apenas nós dois, você será uma vadia, uma deusa do sexo. E não existirá limites para nossas fantasias.
Imediatamente visualizei todas as fantasias que tinha quando transava com Damon. Todos os artifícios que usava para conseguir gozar junto com ele. Tudo que imaginava que acontecia entre eu e um homem misterioso. Então, porque não permitir que Edward fosse esse homem misterioso, e realizar minhas fantasias? Excitada pela perspectiva que se abria, resolvi perguntar:
- Quando você diz vadia quer dizer que vai me bater, falar pornografia no meu ouvido, essas coisas?
- O que você quiser... – Edward respondeu olhando em meus olhos. Seu olhar era intenso. E ele completou. – Mas se não quiser, sugiro que volte para o Damon.
- Ok, talvez eu seja mesmo ultrapassada e preconceituosa com algumas coisas. Mas eu sou inexperiente, oras! – Respondi exasperada.
- Bella, para de me enrolar e chupa logo meu pau, porra!
(N.A.: meu Edward é suti, né? Também, isso lá é hora da Bella querer bater um papo?)
Ok, Edward foi grosso, mas apesar da grosseria, seus olhos transmitiam tanto desejo, tanta fome, que segurei em seu pênis e me perdi em algumas lembranças...
Notas finais
nao eu nao errei o dia!
é que a gente mudou o dia de postagem!:S
hahahaha
eu vim aqui pra MATAR vc'S de um infartoo olhem:
SPOILER
Suas estocadas começaram suaves, mas se tornaram duras e rápidas, fazendo-me ver estrelas e gemer. E eu gemia descontroladamente.
- Não Bella, você não vai gozar assim...
- Vamos Bella. Empina essa bunda, vai...
- Ed... aahhh... mais... aahhh... mais rápido... aahhh... mais forte... aahhh... eu quero com força... aahhh...
alguem vivo??
pq eu morri depois dessa! O.o
hahahaha
AAAAAAAAAAHH!!!!
& Dany disse que quer muitos coment'S!
se nao nao tem cap.!
serve até um: MAAAIS! ou VAAI!
ou: Ed motorista gostosao pegaeu!
ok'S pareeey!
hahahahaha
POVOO! sério saiam do mundo dos fantasmas!
eu tenho uma faca e nao tenho medo de usa-la!
& AAAAAHH!!! sempre quis conversar com fantasmas
entãaao! *-*
hahahah
ok'S parey-me com minha doideiras!:D
Beejos amores! amo vc'S! *-*
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