Notas iniciais
nos vemos ali em baixoo!:D

Ok, Edward foi grosso, mas apesar da grosseria, seus olhos transmitiam tanto desejo, tanta fome, que segurei em seu pênis e me perdi em algumas lembranças...

CAPÍTULO 10

Encarei seu pênis por um instante e lembrei-me de uma festa do pijama na casa da Rosa, onde a Silvia me ensinou como se fazia sexo oral. Compramos um saco de pirulitos e ela ensinou como pegar, como chupar, como fazer caras e bocas. E disse que nunca deveria desconectar meu olhar do olhar do cara em quem eu estivesse fazendo o boquete. Isso era o que provavelmente ela fazia com seus parquinhos, mas eu nunca tinha feito e até então não tinha cogitado a hipótese de fazer. Achei, naquele dia, que seria uma lição que ficaria somente na teoria. Eu sabia como fazer. Sempre que estava chupando um picolé me vinha sexo na cabeça, e eu me imaginava fazendo sexo oral. Mas, Damon não me passava confiança. Portanto, para mim, realmente era uma lição apenas teórica. Até este momento. Mais especificamente, até este momento com Edward. Com Edward era diferente. Eu queria. E se eu me negasse, algo me dizia que ele me castigaria...

Tudo bem. Dependendo do castigo eu até iria gostar, mas e se ele cisma em terminar o que nem começamos e me manda, novamente, voltar para o Damon? Não, isso eu não queria...

Saí de minhas lembranças e divagações ao ouvi-lo gemer baixinho e sorri. Suas reações ainda eram grandes surpresas para mim. Comecei a masturbá-lo, passei meu dedão na cabeça inchada e colhi seu pré-gozo. Respirei fundo, tomando coragem, e abocanhei seu membro, que era quente e saboroso. Um gosto singular. Movi minha língua ao redor da cabeça inchada e suguei. Tudo como eu imaginei que deveria ser.

Edward segurou meus cabelos num rabo de cavalo e começou a bombear seu grosso membro em minha boca. Confesso que no início fiquei assustada e com medo de engasgar, mas fui relaxando e percorrendo minha língua por toda sua extensão, encarando-o nos olhos.

- Nossa, para quem não queria, você faz um boquete e tanto. – Edward disse, gemendo ao terminar a frase.

Encorajada por suas palavras, suguei mais forte, tirando um gemido mais alto e longo de Edward, que no instante seguinte retirou seu pênis de minha boca e disse:

- Chega Bella. As preliminares me cansaram. Vem. Eu preciso comer você agora!

Seu tom foi tão autoritário que, ao estender a mão para mim eu a segurei, seguindo-o para fora do carro, completamente excitada, obedecendo a seu comando.

Novamente Edward me sentou no capô, me deixando bem aberta, e se abaixou, procurando por algo. Foi aí que percebi que ele estava colocando a camisinha. Em seguida me beijou. Seus lábios eram um convite à perdição, tanto que me perdi neles.

Em meio ao beijo senti uma leve fisgada e arfei. Ele tinha começado a me penetrar e, apesar de estar muito molhada, seu membro era muito grande e grosso, o que dificultava um pouco sua investida. Edward saiu de dentro de mim e voltou em seguida, entrando de uma só vez, fazendo-me perder o ar de meus pulmões. Mas a sensação era tão boa, a mistura de prazer e dor era tão alucinante, que gemi e rebolei em seu membro, fazendo-o grunhir e começar a se movimentar. Mesmo sem saber, Edward estava me possuindo como sempre imaginei. Como sempre fantasiei enquanto transava com Damon.

Suas estocadas começaram suaves, mas se tornaram duras e rápidas, fazendo-me ver estrelas e gemer. E eu gemia descontroladamente. Como ele mesmo falou, eu era uma vadia. Não tinha dúvidas. Afinal, estava em cima do carro, e ainda por cima rebolando no pau do meu motorista.

Sua boca não largava meu seio, me sugando com vontade e me levando ao delírio. Uma de suas mãos estimulava meu clitóris. Eu estava prestes a gozar quando ele parou os movimentos bruscamente.

Olhei para ele confusa e nesse instante seus braços fortes me ergueram e me levaram ao interior do Volvo novamente. Mas, Edward ainda estava dentro de mim. Continuei encarando-o sem entender o porquê da atitude, e rebolei os quadris, instigando-o a continuar. Entretanto, Edward travou o maxilar e disse:

- Não Bella, você não vai gozar assim. Nós não vamos gozar assim. Desde quando te vi me imaginei te fodendo de quatro nesse Volvo. E vai ser hoje, agora.

Tremendamente excitada, gemi alto e me coloquei na posição. Edward afastou o banco do carro e se posicionou atrás de mim. Sua boca fez uma trilha de beijos em minha coluna e seu membro se posicionou em minha entrada. Rebolei novamente, querendo retomar o contato, querendo e ansiando desesperadamente ser preenchida por ele.

Edward gemeu, segurou minha cintura com força e disse, com aquela voz que me fazia ficar ainda mais excitada.

- Vamos Bella. Empina essa bunda, vai.

Empinei o máximo que conseguia. Edward apertou mais minha cintura e em seguida fui empalada por seu membro. Gemi. E gemi alto. O entra e sai de seu membro em minha boceta era violento, porém alucinante, me causando um prazer inenarrável. Eu estava cada vez mais sem controle e quando dei por mim estava pedindo por mais, quase não me reconhecendo. Onde estava a menininha tímida que sempre fui? Mas, não havia dúvidas. Aquela voz e aqueles gemidos eram meus.

- Ed... aahhh... mais... aahhh... mais rápido... aahhh... mais forte... aahhh... eu quero com força... aahhh...

Assim que disse isso senti o primeiro tapa estalar em minha bunda. Seguido por outros. O tesão foi tanto que meu corpo estremeceu, minha boceta se contraiu e eu gozei como nunca tinha gozado em toda minha vida. Sentia como se minha alma tivesse abandonado meu corpo e estava voltando, gradativamente.

Minutos depois Edward gozou e caiu sobre mim. Meu corpo ainda tremia, tamanha a intensidade de meu orgasmo. Ele se livrou da camisinha e me sentou em seu colo. Permaneci ali, pensando como um único homem conseguia arrebatar-me dessa forma, com essa intensidade. Ele sim era um deus do sexo.

Descansei minha cabeça em seu ombro. Edward alisava meus cabelos. O mundo parecia ter parado. Quando dei por mim percebi que a noite já tinha caído, e o melhor era voltarmos para casa.

- Precisamos ir para casa Edward. Afinal, disse que iria para a casa da Ju e que não demoraria, por isso você iria me esperar.

Imediatamente ele me colocou no banco do passageiro e assumiu o do motorista. Nos vestimos e Edward colocou o carro em movimento.

Minha mente não conseguia se desvencilhar das lembranças de tudo que fizemos. E, com isso, meus sentimentos estavam cada vez mais confusos. Pensei em Damon. Em nossas transas. Depois de Edward, sexo com ele seria um tédio total. Eu precisava criar um modo de mantê-lo à distância, e essa distância se referia, mais especificamente, à minha cama. Fui trazida para a realidade pela voz de Edward.

- Um beijo pelos seus pensamentos.

Resolvi ser sincera com ele e falar o que estava pensando. Afinal, sinceridade era a base de tudo entre Edward e eu.

- Preciso manter Damon longe da minha cama.

- Ele ainda é seu namorado.

Percebi nitidamente seu desconforto em dizer isso. Em constatar a realidade, me fazendo pensar em minhas atitudes.

- Mas eu não sou leviana Edward. E depois do que aconteceu hoje entre a gente... eu simplesmente não vou conseguir...

Edward freou o carro bruscamente e tomou meus lábios num beijo de tirar o fôlego. Simplesmente arrebatador.

...

Chegamos em casa na hora do jantar. Corri para minha suíte. O melhor era evitar que vissem meu estado, pois estava descabelada e cheirando a sexo. Tomei um banho demorado e desci.

Todos já estavam sentados á mesa e meus pais e Alice conversavam animadamente. Resolvi entrar no clima e disse, com a sombra de um sorriso nos olhos:

- Olá família!

- Olá senhorita sumida. – Disse meu pai.

Gargalhei e respondi:

- Ah, pai, não exagere. Passei a tarde na casa da Ju. Coisa de adolescente... Não pretendia demorar, tanto que pedi que Edward me esperasse, mas quando vi, já tinha anoitecido.

Meu pai riu e minha mãe entrou na conversa:

- Bom, mudando de assunto, eu e seu pai vamos viajar.

- Posso ir? – Perguntei, já fazendo biquinho.

- Dessa vez não. Vamos a Paris em uma nova lua-de-mel. – Disse minha mãe.

- E quem vai cuidar de mim? – Perguntei com a minha melhor cara de inocente.

- Eu Bellinha! – Respondeu Alice toda sorridente, saltitando na cadeira.

- Ah pai... Alice não tem tamanho para cuidar de mim!

Meus pais gargalharam alto, e Alice me fuzilou com o olhar.

- Brincadeirinha, Alice. E quando vocês vão?

- No feriado filha. – Minha mãe respondeu, muito empolgada com essa lua-de-mel.

- Aff... e o que eu vou fazer no feriado sem vocês aqui? Ficar em casa é um saco.

- Ah Bellinha. Eu já planejei tudo. Iremos para a casa da praia.

Sorri para Alice. Já fazia um bom tempo que eu não visitava a casa da praia. Na verdade ela era usada quando eu e Alice queríamos aprontar.

De repente um desespero me atingiu... como eu passaria o feriado longe de Edward? Eu suportaria?

- Ah Alice. Lá fica longe de tudo. Jasper não gosta de ir ao supermercado e eu não gosto de passar fome. Portanto, péssima ideia.

- Por isso vamos levar o motorista Bella.

Alice disse isso e piscou para mim. E eu entendi tudo! Será que já disse a Alice que a amo hoje???

Notas finais
OMG! *-*
que cap. foi esse?
só eu que to com calor??
hahahahahha
hahaahhaha
nháááá eu AMO os coment'S de vc'S amores!
sério mesmo!
*-*
me divirto muitoo!
maaaaais! quero coment'S&Recomendações!
AAAH! vlw Gell coisa fofa da Mandy e da Danni por ter indicado! *-*
vc é muitooo queriiidaa! o/
Genteeeeee!!!
vamos dar as boas vindas ao Hugo
(que foge da Mandy pq ela é doida)
mais mesmo ele fugindo de mim!
eu gosto muito de vc! assim como minha Alfa!
quer dizer... a Dany!
hhahahahahahaa
Beejos amores! *-* amo vc'S very much!^^