Notas iniciais
ée! sim eu sou uma beta malvada!
só postei depois que eu li o cap.!
hahaha
e a net tmb nao ta ajudando! ¬¬' tiro nela gente!
sério!
hahahaha
Beejos!

CAPÍTULO 19

POV Bella

Depois de ouvir tudo que Alice me contou, fui à cozinha beber um pouco de água. Mas, meu estado de dormência não me deixava raciocinar direito. Andei em círculos procurando um copo, que eu sabia estar em algum lugar, mas parecia que meu cérebro estava de férias. Fiquei parada, olhando para a pia, com a jarra de água nas mãos, tentando lembrar o que fui fazer na cozinha. Imediatamente minha mente me levou ao dia em que Benta me revelou a verdade sobre Edward. Como um borrão eu vi o flashback da lembrança passar diante de mim. E também a lembrança do maldito vestido, de Damon me dizendo que já sabia da minha traição. Pensar em Edward foi um golpe baixo para mim mesma. Ouvi um soluço seguido de choro, e o ruído de vidro se quebrando ao encontrar uma superfície dura. Abri meus olhos e não acreditei. Eu continuava parada encarando a pia. E os soluços eram meus. As lágrimas vieram com tanta intensidade que deixei minha mão descer com a jarra, que se quebrou ao bater na pia, cortando-me.

Continuei parada, olhando o sangue que se espalhava por minhas mãos, e fechei os olhos. Senti braços fortes me pegarem no colo e tirar-me dali. Estava tão cansada que nem ao menos me preocupei em abrir os olhos. Mantive-os fechados, esperando, quem sabe, a morte chegar...

- Bella, você está me ouvindo?

Cheguei à conclusão de que tinha morrido. Aquela voz rouca, que me arrebatava e fazia meu coração bater descompassado falava comigo. Era a voz do Edward e, ele jamais falaria comigo novamente. O Senhor escutou meu pedido e me levou dessa vida. Agora sim eu encontraria a paz. E tudo estava em silêncio. Me perguntei se meus pais sentiriam minha falta. Ou, talvez, se Edward se culparia. Era tudo tão complicado... Mas as coisas não faziam sentido. Como eu poderia morrer, mesmo que aquele fosse meu desejo, se eu não me lembrava de ter tentado tirar minha própria vida? Eu só estava procurando um copo...

- Bellinha, já chega, ok? Ou você reage ou vou chamar meu tio.

Essa era a voz de Alice? Então eu estava viva, porque mortos não escutam. Ao menos assim eu acho. Lentamente abri meus olhos e fiquei surpresa. Edward estava ajoelhado ao meu lado, aparentemente com medo, mas sua expressão tranquilizou-se quando me viu. Imediatamente me perguntei se ainda teria chances com ele...

- Ah... o que houve? – Minha garganta estava seca, minha cabeça rodava e eu precisava saber o que realmente aconteceu.

Vi Alice arregalar os olhos e Edward perder a paciência ao falar comigo. Mas eu não fiz nada de errado, ou fiz?

- Por que diabos tentou se matar? – As palavras de Edward vieram como um tapa. Eu não tinha respostas a dar, pois a verdade é que eu não me lembrava de nada. Não me lembrava de ter tentado o suicídio. Talvez a ideia tenha passado pela minha cabeça, mas daí a executá-la era outra história. Só me lembro de querer beber água...

- Eu não quis me matar. Só queria beber água.

- E como explica esse sangue em suas mãos? – Edward perguntou, ainda irritado.

- A jarra escorregou. E pare de agir como se você se importasse comigo. Você me odeia! – Falei exaltada.

- Eu te odeio? Ah, é... fui eu quem agarrei Renne na sua frente. Desculpe. Tinha me esquecido.

Levei minhas mãos ao rosto. Eu merecia suas palavras. Por pior que fossem, eu merecia.

- Ed, cala a boca! – Alice o repreendeu. – Vocês precisam conversar. Isso é fato. Mas a Bella não está legal. E discutirem também não irá resolver nada.

Edward xingou algo ininteligível e veio com tudo para cima de mim, e aninhando em seus braços e me apertando.

- Por Deus, não faça mais isso. Brigue comigo, me xingue, mas não me deixe para sempre. – Dizendo isso Edward me beijou. E eu soube ali, naquele momento, que uma borracha havia apagado todas as nossas mágoas, e que agora só existíamos eu e ele.

- Eu não tentei me matar. Acho que fiquei em choque, porque foi ali na cozinha que descobri a verdade sobre você. A jarra deve ter escorregado da minha mão... Mas, eu preciso saber: você me odeia? – Nesse instante Alice começou a limpar o corte em minha mão, chegando á conclusão de que não era nada grave e colocando uma gaze sobre ele.

- Como posso odiá-la se fui eu o maior culpado nessa história? Só não dá mais Bella. E você sabe o porquê.

Eu o entendia. Afinal, ele era casado e tinha filhos. E, se eu tivesse um pingo de juízo, me afastaria dele.

- Mas eu quero! Não importa como vai acabar. Se vou sair despedaçada ou te odiando. Mas eu preciso de você!! Em poucos meses vou embora e não nos veremos mais. Esqueça tudo e eu esqueço o que sei. Vamos ser levianos, eu não me importo. Só não quero mais me sentir vazia de novo. Sinto muito Edward... mas eu realmente preciso de você.

Ele me encarou com aqueles olhos intensos, como se ponderasse minhas palavras. Percebi que estava sozinha com ele na sala, e nem ao menos vi Alice sair. Em instantes estávamos nos beijando como se há séculos não nos tocássemos. Eu o amava, e isso era nítido. Sofrer eu já sofria, então pior que isso provavelmente não ficaria.

Edward levou-me até meu quarto, ainda no colo. Convidei-o para entrar e ele aceitou. Meu coração queria sair do peito de tanta felicidade. Vê-lo deitado em minha cama surtiu em mim um efeito inesperado. Em segundos eu parecia uma fera. Meus lábios devoravam os dele, enquanto suas mãos fortes agarravam minha cintura. As carícias foram aumentando, ficando mais intensas. Suas mãos ficaram afoitas e encontraram minha calcinha, dando a ele uma noção da minha excitação. Ele gemeu em meus lábios e eu, involuntariamente, me esfreguei no volume que se forma sob suas calças. Suas mãos foram subindo e encontraram meus seios. Esse simples gesto fez meu corpo pegar fogo. Estávamos prontos para nos entregar.

Mas alguém, justamente naquele instante, bateu na porta e, antes que eu pudesse pensar em algo a dizer ela foi aberta. Imediatamente toda minha excitação foi substituída por raiva. Ah, maldita baixinha. Isso lá são horas de interromper a foda alheia? Gemi em desgosto, mas quem falou foi Edward.

- Baixinha, isso é jeito de entrar?

- Desculpe Ed. Mas achei que vocês gostariam de saber que meus tios chegaram e pretender ver a Bellinha.

Edward saiu da minha cama em um pulo, me deixando ruborizada e com os seios entumecidos.

- Cai fora Ali. – Falei me levantando. — Edward, amanhã irei para o colégio com você.

Fiquei na ponta dos pés e o beijei. Alice arrastou-o e me deitei em minha cama, aguardando...

One and Only Adele
You've been on my mind,
I grow fonder every day,
Lose myself in time,
Just thinking of your face,
God only knows why it's taken me so long to let my doubts go,
You're the only one that I want,

I don't know why I'm scared,
I've been here before,
Every feeling, every word,
I've imagined it all,
You'll never know if you never try,
To forgive your past and simply be mine,

I dare you to let me be your, your one and only,
Promise I'm worthy,
To hold in your arms,
So come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts,

If I've been on your mind,
You hang on every word I say,
Lose yourself in time,
At the mention of my name,
Will I ever know how it feels to hold you close,
And have you tell me whichever road I choose, you'll go?

I don't know why I'm scared,
'Cause I've been here before,
Every feeling, every word,
I've imagined it all,
You'll never know if you never try,
To forgive your past and simply be mine,
I dare you to let me be your, your one and only,
I promise I'm worthy, mmm,
To hold in your arms,
So come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts,

I know it ain't easy giving up your heart,
I know it ain't easy giving up your heart,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,
Nobody's pefect,
(I know it ain't easy giving up your heart),
Trust me I've learned it,

So I dare you to let me be your, your one and only,
I promise I'm worthy,
To hold in your arms,
So come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts,

Come on and give me a chance,
To prove I am the one who can walk that mile,
Until the end starts.

TRADUÇÃO

Única Adele

Você está na minha cabeça
E eu adoro mais a cada dia
Me perco no tempo,
Só pensando em seu rosto,
Só Deus sabe por que levou tanto tempo para esquecer minhas dúvidas
Você é o único que eu quero,

Eu não sei por que eu estou com medo,
Eu já estive aqui antes,
Cada sentimento, cada palavra,
Já imaginei tudo,
Você nunca saberá se nunca tentar,
Perdoar o seu passado e simplesmente ser meu,

Eu te desafio a me deixar ser sua, única,
Juro que valho a pena,
Você me abraçar em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou a única que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Se eu estive na sua cabeça,
Você se prende a cada palavra que eu digo,
Perca-se no tempo,
Com a menção de meu nome,
Será que um dia eu saberei como é ficar perto de você,
E fazer você dizer que irá comigo para onde eu for?

Eu não sei por que eu estou com medo,
Porque eu já estive aqui antes,
Cada sentimento, cada palavra,
Já imaginei isso tudo,
Você nunca saberá se nunca tentar,
Esquecer o seu passado e simplesmente ser meu,
Eu te desafio a me deixar ser sua, única,
Juro que valho a pena, mmm,
Você me abraçar em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou a única que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi

Eu te desafio a me deixar ser sua, única,
Juro que valho a pena, mmm,
Você me abraçar em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou a única que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou a única que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Depois de garantir aos meus pais que estava bem, ajeitei-me melhor na cama, mas o sono demorou a vir. Confesso que minha mente me surpreende. Venho passando por tantas coisas e, ao invés de ser sensata, fazer o certo e me afastar de Edward, fico insana. Se algum dia alguém me dissesse que eu, Isabella Cullen, aceitaria ser “ a outra”, eu ficaria muito ofendida e diria poucas e boas para esse alguém. Mas, esta é minha atual realidade, eu sou a outra, a amante de Edward. E, o engraçado de tudo isso, dessa loucura toda, é que não me sinto arrependida de forma alguma. Me sinto numa montanha russa, onde o medo de perder Edward é misturado com a adrenalina. Isso tudo sem contar o quesito surpresa.

Depois de tudo pelo que passei, depois de descobrir que Edward é casado e ainda assim decidir ficar com ele, cheguei à conclusão de que não tenho muitas opções. Ou mergulho de cabeça, em águas rasas, porque é assim o nosso relacionamento, ou morro dolorosa e lentamente. Algo me diz que vou sofrer, mas vou pagar o preço que me será cobrado. Edward me transforma em outra mulher, numa mulher desconhecida até mesmo para mim. Ele me enche de vida. Sem ele não sou nada. Se isso que sinto não for amor, não quero saber o que é. Só quero que dure e não me machuque. Com esses pensamentos, acabei adormecendo.

Acordei cedo e mais disposta. Cheguei à conclusão que sem Edward eu vegetei. Sem ele em minha vida, descobri o caminho para o fundo do poço. Eu estava lá, até ontem. Até antes de nos entendermos. Vez ou outra eu me pegava rindo sozinha. E cheguei à conclusão de que esse é o primeiro sinal de que realmente estamos apaixonados. Quando nos apaixonamos ficamos bobos. Sorrimos à toa. Ficamos ansiosos. Ao menos era assim que me sentia. Minha mente parecia um cronômetro, contando os segundos para vê-lo. Tudo era abrasador, quente! Eu amava tudo isso. E principalmente o proibido, o oculto. Fazer as coisas escondidas era tão gostoso...

Assim que cheguei até a mesa para tomar meu café-da-manhã, percebi que minha família, que já estava reunida, me olhava espantada. Afinal, não é todo dia que saio da cama tão cedo.

- Bom-dia família perfeita. – Sorri para todos. Alice me analisava atentamente.

- Ora, ora, meu bebê voltou.

- Claro papai. Nada como um dia após o outro.

- É assim que se fala, meu bem.

- Bom, vou comer. Estou faminta!

Tomamos o café tranquilamente. Eu parecia uma refugiada de guerra, comi desesperadamente. Enquanto sofria estive sem energia, e o jeito agora era me reabastecer. Assim que terminamos Alice praticamente me arrastou para a garagem. E, como sempre, Edward estava lá, lindo em todo seu esplendor, sorrindo feito bobo. Eu disse que gente apaixonada fica assim, sorrindo à toa. Lindo. Nunca me cansarei de dizer o quanto ele é lindo. É como se ele fosse um imã, que me atraía, me hipnotizava. Eu faria tudo por esse homem, sem medo, sem pensar. Faria e faço qualquer coisa para tê-lo ao meu lado.

Como sou inconsequente, atirei-me em seus braços e o beijei. Percebi que ele ficou tenso no começo, tentou resistir ao beijo, mas no segundo seguinte correspondeu. A saudade entre nós era alucinante. Meu corpo gritava pelo dele.

Senti um puxão de cabelo mais forte que o normal entre nós, mas ignorei. O puxão seguinte foi mais forte ainda. Senti como se todo meu cabelo tivesse sido arrancado. Abri os olhos confusa, pronta para gritar, e me desvencilhei de Edward. Virei e encarei Alice enraivecida. Porém, segundos depois, minha mãe apareceu na garagem, deixando-nos completamente pálidos.

- Filha, você esqueceu seu uniforme de líder de torcida.

- Ah... hum... mãe... valeu, obrigada. Tchau.

Entrei no volvo sendo imediatamente seguida por Alice. Edward ligou o carro e saímos rumo aos nossos respectivos destinos. Um silêncio insuportável instalou-se no carro e estava me corroendo. Do nada, Alice explodiu numa gargalhada, deixando a mim e a Edward confusos.

- Está rindo do que, sua maluca?

- Da cena que vocês dois protagonizaram. Queria que minha tia tivesse visto.

- Pensei que você estivesse do meu lado – falei de olhos arregalados.

- E estou, mas vocês precisam ser discretos.

Edward resolveu intervir.

- Foi a ninfo aí. Você viu, Lice. Ela me atacou!

- O QUE? – Os dois começaram a gargalhar de minha indignação.

- Ok, não te beijo nunca mais!

O Volvo parou bruscamente. Edward saiu do carro e abriu a porta de trás.

- Alice, você se incomoda de dirigir até o campus? – Os olhos da baixinha brilharam. Mal sinal...

- Sério Ed? Posso dirigir do meu jeito?

- Bom, desde que nos deixe vivos, pode sim.

Alice, aquela maluca que se dizia minha prima, saiu saltitando do carro, pulou para o banco do motorista e meteu o pé no acelerador. Meu coração disparou e tenho certeza que Edward percebeu a grande merda que tinha acabado de fazer. Entregar a direção de um carro nas mãos de Alice era uma imprudência sem tamanho.

Meu medo foi aplacado quando senti os lábios raivosos de Edward devastarem os meus. Ele colocou seu corpo sobre o meu, atiçando-me, deixando rastros de fogo onde me tocava, me alucinando, me fazendo gemer e pedir por mais. Eram simples beijos, mas tais beijos me tiravam a sanidade. Eu ficava entorpecida, volúvel, mas o efeito arrebatador, além da minha excitação que já estava acumulada, era, sem dúvida, o simples fato de que eu me esquecia de como se respirava toda vez que ele me beijava desse jeito. Ele interrompia o beijo e depois sorria seu sorriso torto. E o efeito era todo inverso. Ao invés de respirar lentamente, aproveitando a quebra do beijo, seu sorriso fazia eu me sentir alucinada, pois é como se todo o oxigênio do mundo quisesse entrar de uma vez só em meus pulmões.

- Bella, respire...

- Para ficar em seus braços eu paro tudo. O ar em meus pulmões, o mundo e até mesmo o tempo...

- Mantenha o ar nesses pulmões, ok? Eu preciso desse corpo quente, e não frio.

- Edward?

- Oi?

- Você fica mais sexy calado.

O cretino sorriu de novo. Droga, ele sabia que aquilo me alucinava. Agarrei-me em sua gravata e aí foi a minha vez de devastar seus lábios. Além de sugá-los, eu os mordi. Abri meus olhos e acabei encarando a visão mais linda do mundo... Meu motorista com os cabelos mais bagunçados que o normal, os lábios inchados devido aos nossos beijos e seus impressionantes olhos verdes totalmente escurecidos... de tesão. Gemi involuntariamente.

- Ah, não faz isso...

- O que eu fiz? – Ele perguntou e aquele maldito sorriso não desaparecia.

- Fica me seduzindo...

- Eu? Você me ataca e a culpa é minha?

Encostei meus lábios em seu ouvido e falei da forma mais sexy que consegui.

- Encontre uma forma de me levar para sair hoje. Arranje um álibi. Quero você dentro de mim de todas as formas possíveis e imagináveis. Mas, você sabe... gosto de uma selvageria!

Mordi o lóbulo de sua orelha e seu gemido foi alto. Tenho certeza que chamamos a atenção de Alice agora. Mas, eu realmente me transformei em outra mulher. E, como era uma nova mulher, sentei-me em seu colo e senti suas mãos por baixo da minha saia. Em seguida, seus dedos afoitos afastaram minha calcinha e espalharam minha excitação. Foi o que bastou. O fogo percorreu minhas veias e meus lábios atacaram seu pescoço. Eu sabia que deixaria marcas, mas ele que se explicasse com sua mulher. O meu papel aqui era outro... Rebolei em seus dedos e aquilo o enlouqueceu. Um de seus dedos escorregou para dentro de mim e em seguida outro se juntou. Dois de seus dedos me penetravam furiosamente, como se quisessem me castigar. Aquilo só me instigou a continuar. Voltei a beijá-lo e suguei sua língua com tanto desejo que ele gemia cada vez mais. Meu corpo já dava sinais de que o orgasmo chegaria. Rebolei mais e olhei profundamente em seus olhos. E foi fulminante. Gozei não só pelas sensações que ele me fazia sentir, mas porque esse homem era puro tesão. Ele era meu declínio, e eu era o dele.

Notas finais
N/A: Olá pessoal, bom como autora estou muitoo feliz afinal já chegamos no cap 19 né? Mais muita coisa ainda vai acontecer...
Bom gostaria de agradecer aos comentários eu procuro responder ao máximo e quanto as recomendações ainda estão a desejar né?
A LouiseC cumpri o combinado viu, cáp longo hj
Até que enfim eles se reconciliaram não é mesmo??
Esse motorista me fascina a cada dia, perfeitão ele.
Pena que muitaaa coisa ainda acontecerá *mistério*
Bom só aparece pra agradecer a companhia de todos Vcs e dizer que amo muito me dedicar a essa linda historia.
PS: logo teremos fic nova e vocês vão amar, eu garanto
Bjus
N/B: OMG! *--------*
megusta desse cap.!
AAAAAAAAAAAAAAHHH!!!
o que foi isso gente? '-'
ok'S! tenho outro fato pra surtar!
AAAAAAAAAAAHH!!
nossa autora deu a graça da sua ilustre presença! '-'
-puxasaquismo mode on- ahahaha nháá vc sabe que eu te amo né dany?? -puxasaquismo mode off-
hahahahhaahaha
e então amores! que tal recomendar e comentar pra nos dizer do cap.? vaai não custa nada!
e quem ai quer uma mordida especial do meu... er.. nosso motorista?
-Amanda tenta concertar rindo sem graça-
beejos! fui-me antes que eu sou ovacionada! e não estou afim disso nao! hahahahaa