Notas iniciais
N/B: Siiim!
eu sou malvada!
só posto quando eu termino de ler!
hahaha
bom cap. pessoas! *-*

CAPÍTULO 20

Aos poucos seus dedos pararam de me masturbar e assim que saíram de mim foram diretamente para seus lábios. Ele sugou um a um, sem desconectar nosso olhar. Gemi alto e me atirei em seus braços, caçando sua boca com uma fome desesperadora. Era tão bom sentir meu próprio gosto nos lábios desse homem. Com ele, tudo parecia intensificar, ficando cada vez melhor.

– Hum, sem querer interromper, mas já interrompendo... Ed, vamos, não vamos? – Alice, que quicava no banco do motorista, de repente deu um cavalo de pau digno daqueles de cena de filme de ação. O carro foi estacionado no campus com a manobra e meu coração, que batia desesperadamente, chegou a doer. Olhei para Edward, que estava visivelmente pálido com a atitude da desequilibrada, tendo certeza de que ele jamais entregaria novamente um carro nas mãos daquela louca.

– Caralho Lice... se você pretende nos matar, avise antes... – ele disse, ainda pálido.

– Isso não foi nada Ed. A culpa é de vocês, que ficam fazendo sexo enquanto euzinha estou presente, de voyeur...

– Ei Alice, não estávamos fazendo nada, foi só um beijo. – Resolvi intervir antes que aquela anã resolvesse falar mais alguma coisa.

– Ah, dá no mesmo, já que esse beijo não foi um simples beijo... Estou indo, boa aula, Bells.

– Tchau Alice.

Ela saiu do carro acenando e Edward assumiu seu papel de motorista, voltando a dirigir o carro. No caminho conversamos sobre coisas banais. Vez ou outra ele me provocava com seus olhares luxuriantes. Sua voz começou a ficar ligeiramente rouca e suas mãos já estavam em minha saia novamente. Dei um tapa em sua mão e olhei feio para ele, afinal ele me deixou excitada novamente. E, para aplacar meu desejo, nada melhor que três aulas de geometria. Gemi de desgosto só em pensar que passaria o dia todo pensando nele. Era bem capaz de aparecer um desenho obsceno em meus rabiscos, em vez de figuras geométricas.

– Bella, olha lá o lindão do seu namoradinho te esperando – ironizou Edward.

– Hum, não conhecia esse seu lado gay, Ed. – Resolvi zoar, chamando-o pelo apelido que ele tanto odiava.

– Desce desse carro antes que eu te mate. – Gemi. Porra, eu virei uma desavergonhada. Era só Edward falar comigo e imediatamente eu me excitava.

– Ah, para de falar essas coisas senão eu não saio daqui hoje. – Aproximei-me e beijei seus lábios carnudos. Suguei demoradamente sua língua e suas mãos percorreram o meu corpo. Antes que entrássemos em ebulição ele parou o beijo, desceu do carro e abriu a porta para mim.

Sorri do seu gesto cavalheiro e ele correspondeu me lançando um lindo sorriso torto. Pouco a pouco seu semblante foi mudando e eu já suspeitava o que estava acontecendo. Damon! Ele chegou como um furacão desgovernado e agarrou meu braço com força, me puxando. Gemi na hora, pois seu aperto estava se tornando desconfortável.

– Ai. Está louco, Damon?

– Eu estou louco? Parece que você é quem se esqueceu do que conversamos – sua voz estava alterada.

Meus olhos se arregalaram de medo quando vi a figura de Renne se aproximando de onde estávamos. Engoli em seco e olhei para Edward, que estava com a mesma expressão que eu. Ela aproximou-se nos cumprimentando e foi em direção a Edward, beijando seus lábios. Imediatamente uma dor se alastrou por mim, a dor do ciúme. Desviei meu olhar e fitei Damon, que parecia feliz em me ver sofrendo. Mesmo assim, seu aperto em meu braço não diminuía de forma alguma.

– Oi Renne – cumprimentei-a.

– Olá Isabella. Está melhor?

Claro que ela perguntaria se eu estava melhor, ainda mais depois do acesso de raiva que tive na última aula. Quase a matei com meu olhar raivoso.

– Sim Renne, eu e o Damon estamos melhores, não é amor?

Ele confirmou com um sorriso amarelo.

– Fico feliz, querida. E adivinhe? Serei sua professora aqui também.

– Oh, que maravilha!

Nosso “papo” estava tão falso que me assustei quando Damon nos interrompeu.

– Vamos, chega de conversa mole. Tenho muito o que falar com você ainda.

Acenei para o casal me despedindo e saí dali sendo praticamente arrastada por Damon, que me guiou até a quadra de esportes, que se encontrava vazia. Ele me encarou e seu olhar me deu medo. Não medo de ele fazer algo comigo, mas de ele me dedurar e acabar com a minha vida e a de Edward.

– Não sabia que você tinha virado adepto da violência agora...

– Deixe de gracinha comigo. Eu já lhe avisei que não vou ser o corno dessa história. Vou acabar com aquele seu motorista de vez...

– Você está certíssimo Damon. Chegou mesmo a hora. – Disse isso e respirei fundo, tomando coragem.

– Oh meu bem... ainda bem que você caiu em si. – Seus braços me apertaram num forte abraço. Não dei chances para que ele continuasse, despejei tudo de uma vez.

– Não dá mais, Damon, nosso namoro termina aqui.

Sua fisionomia transformou-se e, pela primeira vez, eu senti medo.

– Vou matá-lo, está me ouvindo? Vou contar tudo para o seu pai. Quero vê-la encarar todas as consequências, as fofocas da cidade... QUERO QUE VOCÊ EXPLODA, ISABELLA!

– Pode contar tudo, Damon. Não tenho medo. Mas, espero que você durma tranquilo, que fique em paz com sua consciência. E torço para que esse amor que você diz sentir por mim fique de fora quando você for me fazer mal.

Saí deixando-o falando sozinho e corri em direção à escola. Assim que cheguei e encontrei as meninas desabei em lágrimas. Não porque Damon me ameaçou, e sim porque agora Renne estaria no pé de Edward. Com tantas possibilidades por que eu fui me apaixonar logo por um homem casado? Com essa indagação minha mente ficou desligada boa parte da aula.

No intervalo liguei para minha mãe e avisei que não precisaria do Edward, pois iria almoçar na casa da Juliana com ela e as meninas.

Quando a aula terminou acompanhei as meninas até o estacionamento e encontrei os meninos e Damon. Pela forma como ele me encarou percebi que teria muitos problemas pela frente.

Tomei banho na casa da Ju e acabei vestindo meu uniforme de líder de torcida, que estava na minha bolsa. Fiquei intrigada pela forma que a Silvia provocava a Ju descaradamente desde a manhã e decidi que precisava saber o que estava acontecendo.

– Ei, o que as donzelas tanto conversam?

A Silvia caiu na gargalhada e a Juliana ruborizou. Ah, aí tem! Estava tremendamente curiosa com o que elas escondiam.

– Eu não acredito que depois de anos de amizade as duas estão de segredinhos comigo...

– Não Bella é que...

– O que? Vamos, me contem...

– Eu descobri que amo muito o Joe.

Revirei meus olhos para a revelação.

– Sério? Conta outra, não acredito que seja só isso. O que houve, ele te trocou por outra?

– Claro que não! Ele me ama e eu também o amo. Eu faria qualquer coisa por ele, qualquer coisa mesmo. Eu daria tudo por aquele homem, inclusive meu...

– Seu??? O que, FALA!

– Ah, Bells, não foi nada.

– Ok.

– Bells? Estou preocupada com o fato de você ser uma concubina.

– Eu O QUÊ?

– Pronto, Ju. Agora que você falou vai baixar uma Bella puritana que pregará seu próprio sermão.

– Ei, Silvia, eu não sou puritana, mas preservo os bons costumes. É diferente.

– E ter um caso com um homem casado agora é certo? Ou é errado Isabella?

– Apesar de tudo ainda sou uma pessoa do bem, Silvia. Faço o que faço por amor.

– Pessoas de bem não têm caso com homens casados. E eles nem sempre estão verdadeiramente apaixonados.

Encarei Silvia e digeri lentamente suas palavras. Em seguida, recolhi minhas coisas e resolvi ir embora de vez. Silvia já deixou claro de uma vez por todas o seu desagrado quanto ao meu relacionamento com Edward.

– Ai Bella, espera. Encare os fatos como adulta e vamos conversar?

– Encarar os fatos como adulta? Você anda me crucificando viva há dias e eu aguento calada suas reclamações e seus julgamentos. Eu nunca interferi na sua forma promíscua de vida, e agora sou obrigada a ficar ouvindo seus sermões?

– Não se atreva a me chamar de promíscua novamente.

– E seus milhares de relacionamentos? Você quer que eu a chame de que?

– Desprendimento. Não sou tola ao ponto de me apaixonar.

– Quer saber, eu acho que você é...

– Ei, o que é isso? Somos amigas inseparáveis e não admito que briguemos dessa forma – manifestou-se Rosa.

Encarei meus pés e quando menos esperei senti braços quentes em volta de mim. Silvia tinha um abraço idêntico ao da minha mãe, era acolhedor. Sorri e retribuí seu abraço.

Tentei assimilar todas as novas informações. Era muita coisa para minha cabeça. Eu tinha plena consciência de que estava cometendo um erro ao me relacionar com Edward, mas eu precisava do apoio delas. Minhas amigas não eram santas, as também não eram pervas.

Sentei-me na poltrona do quarto, respirei fundo e preparei-me psicologicamente para as loucuras que eu ia contar.

– Eu e Edward nos reconciliamos.

– Você está feliz com isso?

– É claro, Silvia. Eu o amo.

– Então eu também fico feliz. Apesar de não concordar eu aceito, e quero que saiba que estarei sempre aqui.

– Obrigada. Eu só preciso disso, do apoio de vocês.

– Preciso ir, tenho que estudar.

Ouvimos uma batida na porta. Era a mãe da Ju, informando que Edward já estava esperando por mim. As meninas resolveram me acompanhar até em casa, para continuarmos a conversar.

Entramos no carro. Eu estava no banco da frente e, pelo retrovisor, observei que Juliana estava apreensiva.

– Conta tudo dona Juliana. – Ela arregalou os olhos. – Afinal, o que diabos você fez?

Silvia gargalhou alto e minha curiosidade foi há mil.

– BELLA! O motorista vai ouvir!

– Ele está de fone de ouvido. Tem mania de escutar U2. Anda, fala logo!

– Bella, eu fiz anal. Pronto falei!

– Você fez O QUÊ? – Perguntei olhando para ela horrorizada.

– Ah, não me olha assim que eu fico tímida. Gente, isso é assim... como posso dizer... é normal.

– Ok, mas me conta como é?

– Dói? – A Rosa perguntou.

– Você chorou? – Perguntei preocupada.

– Putz, Bella. Ela fez anal, não se mutilou. Você percebe a diferença? – Silvia e suas observações.

– Se eu soubesse a diferença não estaria fazendo perguntas. Fica na tua e deixa a Ju falar.

– Ah, Bells, foi perfeito! Ele foi tão carinhoso... Claro que dói, não vou negar, mas é uma sensação fora do normal. É doloroso e gostoso ao mesmo tempo. É um orgasmo impossível de descrever. Só digo que todas tem que experimentar. – Ela sorria feito boba.

– É isso aí, principalmente você Bella...

– Eu? Por que Sil?

– Porque a mulher que faz anal possivelmente nunca será deixada. E você precisa segurar o marido da sua professora, querida...


– Ah, por que você não vai comprar vaselina para a Ju?

Ficamos tão curiosas com as novidades, tão loucas para saber como tinha sido que resolvemos voltar para a casa da Ju. Saímos do carro e entramos novamente na grande casa da família Rocha. Corremos para o quarto da Ju, nos acomodamos e a encaramos com os olhos do gatinho do Shrek, tamanha nossa curiosidade.

– Querem detalhes?

– Desembucha. – Dissemos ao mesmo tempo.

Flashback da Ju

Saímos para jantar e o clima estava para lá de romântico. O tempo todo Joe passava, sem vergonha alguma, a mão por dentro do meu vestido. Uma corrente elétrica começou a correr por minhas veias. Tínhamos um relacionamento sólido há algum tempo. Durante muito tempo fiz com que ele corresse atrás de mim e implorasse para namorarmos, algo que não tardou.

Já fazia algum tempo que não transávamos e o nosso tesão estava no limite. Saímos apressados do restaurante e entramos no primeiro motel que encontramos. Depois das loucuras do sexo oral Joe me colocou de quatro porque, segundo ele, favorecia a penetração.

Fui penetrada delicadamente, mas o nosso ritmo acelerou. Eu gemia despudoradamente e ele falava obscenidades em meu ouvido. Seus dedos nunca saíam da minha pussy. Nosso ritmo estava frenético e senti quando ele estava prestes a gozar. Nesse instante ele saiu de mim e olhei para ele, tentando entender o que acontecia. Ele fez uma cara de safado, irresistível. Quando fui protestar suas mãos seguraram minha cintura e senti seu grosso membro forçando a entrada no meu buraquinho proibido. Estremeci e arrepiei, ficando tensa na mesma hora. Porém, senti a adrenalina percorrer minhas veias. Fiquei sem ação diante da atitude dele. Ele continuou me provocando, mas um medo gigantesco se apossou de mim. Nunca conversamos sobre isso. Percebendo minha tensão ele se afastou, me deixando puta com sua atitude. Só por que eu não queria anal ele me deixaria na mão?

Resolvi mudar a posição e imediatamente senti sua mão em minha coluna.

– Você é ansiosa, hein... fica de quatro de novo para mim, amor.

Havia ansiedade em sua voz e estremeci ante a expectativa do oral que iria ganhar. Ele posicionou-se entre minhas pernas e sua língua libidinosa parecia brasa no meu corpo. Eu já não conseguia nem mais acompanhar racionalmente as coordenadas daquela língua em minha pussy. De repente meu cérebro entrou em alerta quando seu dedo forçou a entrada do meu ânus. Me deixei levar pelas sensações, mas o dedo era uma coisa, e aquele pau grande era outra coisa. Deveria ser mil vezes mais prazeroso que o dedo. Deixei que ele desfrutasse do momento. Eu sabia que ele queria provocar, mas eu não cederia.

A intenção dele era me enlouquecer. Ele acrescentou dois dedos em minha pussy e eu delirei de prazer. Sem ao menos esperar senti sua língua deslizando pelo meu buraquinho, me deixando doida.

Ele se aproximou da mesinha e pegou algo. Foi aí que percebi que era lubrificante. Tive consciência de que aquilo serviria e muito. Depois de ter levado uma lambida ali, sexo anal não parecia mais uma má ideia.

Fim do flashback da Ju

Céus, eu sabia que minhas amigas não eram santas, mas pervas?!?

Logo a Ju, a mais tímida, já estava dando o... que não devia? Eu devo ter uma meNte de 70 anos, só pode...

Levantei-me e, em seguida, chocada, peguei minha mochila do colégio e fui em direção à porta.

– Volte Bella. A mamãe vai fazer aquele bolo brigadeiro que você tanto ama. Vem, senta aqui que eu preciso contar o restante.

– Tudo bem, mas o que diabos é “pussy”?

Ambas caíram na gargalhada.

– É vagina, Bella!

Ruborizei e deitei na cama, em volta das almofadas em formato de coração, escutando detalhadamente a cachoeira de perguntas que as meninas faziam a Juliana. Nunca, em toda minha vida, imaginei que minha amiga mais tímida seria capaz de aprontar.

Tímida, como sempre, ela deu detalhes de sua nova experiência, porém deixou lacunas misteriosas durante toda a conversa. E sem ao menos perceber dei detalhes de minhas experiências no carro com o Edward.

A mãe da Ju nos chamou para comermos o bolo e, depois subimos novamente para o quarto com a desculpa de que iríamos estudar. Realmente estudamos um pouco, mas logo tive que ir, pois tinha hora marcada no salão de beleza. Hoje teria uma festa no campus e eu acompanharia Edward. E, não queria fazer feio.

Saí do salão toda produzida e corri para casa. Quando estava entrando meu celular tocou.

– Alô?

– Bells, sou eu, a Rosa.

– Fala ursinha. – Disse só para provocá-la.

– Queremos ir com você para a festa no campus. Podemos?

– E os meninos?

– Vão também, oras...

– Você está louca, Rosa? Eles contariam para o Damon. Eles são amigos. O que você quer, hein, me ferrar de vez?

– Ixi... não tinha pensado nisso. E agora?

– Vão todas solteiras, que tal?

– Ah, não sei Bella. E se o ursão descobrir?

– Estou te dando opções, Rosita. Tenho que tomar banho e terminar de me arrumar. Se vocês decidirem, me avisem. Quanto à Silvia nem preciso perguntar, né. Aquela ali não perde nada.

– Certo, qualquer coisa te ligo.

– Beijo ursinha.

Olhei no relógio e cheguei à conclusão e que estava atrasadíssima. Corri para o banheiro e, com todo cuidado para não desmanchar minha escova, tomei um banho. Acabei colocando um vestido tomara que caia curto e com babadinhos na saia. O vestido era bem sexy, mas ao mesmo tempo comportado. Optei por uma maquiagem leve e peep toe bem alto. Dei uma última olhada no espelho e desci. Provavelmente Alice já estaria histérica devido ao meu atraso. Encontrei Jasper e Alice no maior amasso no sofá da sala. Como a boa malvada que sou, sentei-me na poltrona em frente a eles e observei atentamente as mãos bobas, a pegada, os gemidos, os beijos de língua e o carinho sutil que Alice fez no membro dele. Resolvi cantarolar.

♫Delícia, delícia, assim vocês me matam...♫ Jasper deu um pulo do sofá, visivelmente assustado, e Alice me fuzilou com seu olhar 43. Eu não tive outra reação a não ser gargalhar.

– Bella! Tenho certeza que essa não foi à educação que meus tios lhe deram!

– Ah, Alice. Também tenho certeza de que eles não lhe ensinaram a fazer isso que vocês estavam fazendo...

– Bom, meninas, é melhor irmos. O Ed já deve estar nos esperando.



Notas finais
n/A: oi todo mundoo olha eu de novo amei a recomendação da Polly delay flor depois me responde a MP
bom a o proximo cap é a tão esperada festa e vocês vão querer matar essa autora aqui rsrsrs *mistério*
o cap ta lindãoo hj fiz com todo carinho, espero comentarios, sempre que possivel eu respondo. Bjãoo e façam uma autora feliz Recomendem =D quem recomenda ganha uma super surpresa =D
N/B: weeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!
o que será que vai ter nessa festa!
a autora é chata nao conta nada pra beta!
-mandy faz bico-
hahaha
e então amores? o que acharam??
O nosso motorista dlçá ta mandando um beijo na bunda para a Polly delay que recomendou!
como se sente amore? pq eu sinceramente to me sentindo excluida!
ele só faz isso com vc'S! que triste!D:
hahahahahaha
amey cada comenty!
e amey o post tmb! *-*
se vc'S realmente gostaram do cap. comentem&recomendem! *-*
Be...
-Mandy é empurrada pelo Edward motorista-
Oi meninas, bom vim roubar o lugar da beta, Mandy está aqui deslumbrada haha
eu quero agradecer a todas que comentaram no capitulo anterior, e dar um beijo no canto da boca de cada uma!
agora eu vou indo se nao a Beta de vcs morre!
-Mandy voltando-
OMG! viram meninas? só vc'S tem esses previlegios!"/
hahahaha quem sabe no prox. cap. ele nao beija a boca de vc'S?
hahahaha então comentem sim? *-*
Beejos!:D