Notas iniciais
e ai babys?
prontas para mais um cap.? *-*
eu to!
hahahaha
nos vemos lá em baixo!
Beejos!^^

CAPÍTULO 15

www.youtube.com/watch?v=JXmUYdOVJtc&ob=av2e

O mau tempo fez com que voltássemos antes do previsto, o que nos fez perder a festa em La Push. Mas, outras viriam, com certeza.

Durante o percurso Edward não tirava os olhos de mim. Ele ficou mais romântico e o fato de assumirmos nossos sentimentos melhorou ainda mais nossa relação. Eu transbordava de alegria por tê-lo em minha vida, assim como fato dele me amar também.

Ao chegar em casa fui direto para a cama. A viagem me deixou cansada. E, além disso, Edward precisava voltar para a casa dele, já que ficou fora no fim de semana. Portanto, combinamos de nos ver no dia seguinte. Tão logo cai na cama adormeci. O sono foi instantâneo. Mas, tive sonhos estranhos que me deixavam eufórica durante o dia. E isso se repetiu durante toda a semana.

Meus pais voltaram e a casa ficou mais movimentada. Senti tanta falta deles nesses dias... Mas essa falta era compensada quando olhava para o semblante de minha mãe, que deixava transparecer que a lua de mel havia sido maravilhosa. E assim eu espero.

Na sexta-feira fui sem vontade nenhuma para o colégio. Peguei uma carona com papai, já que Edward estava fazendo prova na faculdade e o Volvo estava na oficina. Para mim, o dia foi um tédio total. Parecia que as aulas se arrastavam e o tempo não passava de propósito. Voltei de carona com a Rosa. E, já que ela morre de medo de dirigir, levei o dobro do tempo para chegar em casa.

Assim que cheguei corri para o meu quarto, tomei um banho rápido e desci para a cozinha, pois estava faminta. Ao entrar encontrei Benta. Ela e Lurdes cuidam da mansão com mãos de ferro. Ao me ver Benta estendeu os braços e eu corri ao encontro dela, me aconchegando em seu abraço. Ela me contou que tão logo meus pais chegaram foram procurar o arquiteto, pois mamãe resolveu fazer mais uma reforma em nossa casa.

Como Benta disse que havia feito um delicioso almoço especialmente para mim, sentei-me à mesa e aguardei para saber qual seria o cardápio. E não me decepcionei. Era salada agridoce e carne ao molho madeira. Nossa, me fartei!!!

Enquanto almoçava e conversava com Benta, ouvi o barulho do Volvo. Benta aproximou-se da janela acima da pia e sorriu, pois avistou Edward de longe. E fez um comentário comigo. Uma descoberta que me dilacerou completamente.

- Edward é um menino tão jovem e tão responsável, não é mesmo? – Falou Benta com admiração na voz.

- Uhum – concordei.

- Quem diria que um menino como ele já é pai de duas crianças – Benta comentou.

Imediatamente engasguei-me. Como assim, filhos? Ele nunca me disse nada a respeito. Resolvi esclarecer minhas dúvidas.

- Como Benta? Edward tem filhos?

- Claro Bells. Ele tem dois meninos. E já lhe adianto: eles são lindos, apesar de terríveis.

- Como você sabe isso tudo, Benta? – Perguntei, querendo tirar dela o máximo de informações possíveis.

- Ora querida, sou vizinha de Edward e Renne. Fui eu quem o indicou para esse emprego. – Benta sorria para mim, satisfeita por ter ajudado Edward.

Naquele momento me senti caindo em um abismo, como se o chão tivesse desaparecido sob meus pés. Senti uma pontada forte no peito, um gosto amargo na boca. Eu conhecia muito bem aquela sensação. Era ódio. Era isso que eu estava sentindo nesse momento. Ódio por ter sido feita de idiota, por estar me encantando por um vigarista. Maldito Masen... estava me usando esse tempo todo. Por que não me contou? E, meu Deus, ele era casado com Renne! Minha professora, a quem me afeiçoei tanto.

Meu corpo tremia involuntariamente, e eu via tudo vermelho ao meu redor. Tudo o que queria era confrontá-lo, exigir explicações. Mas outra parte de mim queria simplesmente desaparecer e esquecer o que acabei de descobrir. Entretanto, essa parte era mais fraca, e ele me pagaria por ter me usado. Ah, ele me pagaria sim. Eu ia aprontar com aquele cretino.

Voltei ao meu quarto e fiquei imersa em divagações. Adormeci pensando em como fazer Edward me pagar por ter me feito de idiota. E pensar que me apaixonei por ele. Idiota!!! Tudo não passava de um joguinho para ele. E eu, a adolescente inexperiente me apaixonei por ele...

Quando acordei já era hora do jantar, mas resolvi não descer. Continuei deitada, peguei meu celular e comecei a colocar meus planos em prática.

Entrei no MSN e contei minha descoberta para as meninas. Elas ficaram tão chocadas quanto eu e concordaram em me ajudar em minha vingança. Liguei para o Damon e combinei com ele que viria me buscar para irmos ao colégio juntos amanhã. Decidi não andar mais com Edward porque o ar estaria simplesmente sufocante. Voltei para a cama, esperando o sono dominar-me novamente, o que demorou muito.

Na manhã seguinte acordei cedo e fui direto para o banho. Tentei relaxar embaixo do chuveiro, mas minha tensão, minha decepção, eram palpáveis. Vesti meu uniforme e fui tomar o café da manhã. Servi-me de achocolatado e torradas com geleia, e logo meus pais sentaram-se à mesa, seguidos por Alice. Ela olhou-me com raiva porque estava atrasada e a culpa era minha. Resolvi interceder a seu favor e avisá-la sobre meus novos planos.

- Ali, pode ir com o motorista. Estou esperando Damon para irmos juntos. Ele vem me pegar.

Alice olhou-me espantada, pois sabia do meu envolvimento com Edward, e provavelmente não estava entendendo minha atitude. Mas não esperou por mim tampouco fez perguntas, simplesmente despediu-se de meus pais e correu, afinal de contas estava bem atrasada.

Eu só queria ver a cara do Edward quando não me visse naquela manhã...

Fui para a calçada esperar Damon e quando ele chegou entrei no carro sem ao menos cumprimenta-lo. Durante o percurso ele não parava de tagarelar e isso estava me dando nos nervos, já que não estava com muita paciência. Resolvi mudar de assunto, mas Damon pareceu não notar em momento algum o meu péssimo estado de humor.

Chegando ao colégio corri para minha sala de aula e deixei meu ‘namorado’ falando sozinho. Estava fervendo por dentro por ter sido usada. Estava me sentindo humilhada. Mas Edward pagaria muito caro por isso. E pensar que eu fui para a cama com ele. Que ele me usou sem pensar na mulher e nos filhos. Argh!!! Só de me lembrar de que ele tinha filhos um arrepio percorreu meu corpo. Eram tantos sentimentos conflitantes. Eu não conseguia aceitar que ele não seria meu. Maldito Edward! se não era para ser, por que insistiu? Para que me usar?

Estava no banheiro, durante o intervalo, sentada sobre o vaso escutando as lamúrias e conselhos de minhas amigas. Elas também não entendiam a atitude de Edward. Ele foi cafajeste comigo e isso eu não perdoaria. Talvez, se ele tivesse me contado a verdade no início, eu não tivesse reagido dessa forma. Talvez tivesse aceitado. Mas ele não contou, e talvez nem tivesse a intenção de contar, afinal, não devo ter passado de um joguete em suas mãos.

De repente, pensei em sua esposa Renne. Jesus, Renne, tão meiga e carinhosa comigo. Tornamo-nos amigas e ela era minha professora. Tudo bem que ela era meio mocreia e brega, mas ainda assim era uma boa pessoa. E tinha filhos. Filhos com Edward. Eu não os conhecia e, sinceramente, não queria conhece-los.

Não prestei atenção nas aulas porque minha mente não conseguia assimilar nada. Eu mal ouvia o que os professores diziam. Minhas amigas pareceram notar meu estado de espírito e também não puxaram assunto comigo, o que me fez agradecer mentalmente.

Fui a última a sair da sala e, ao chegar ao estacionamento, avistei o Volvo me aguardando. Avistei Alice dentro do carro e aproximei-me, olhando diretamente para ela.

- Não me lembro de ter pedido que viesse me buscar Ali! – Olhei de esguelha para Edward e ele estava visivelmente abalado com minha atitude.

- Ei, qual o seu problema, mocinha? – Alice pareceu não ter curtido muito meu momento ogro.

- Foi mal Ali. O problema não é com você, ok? – Eu respondi e dessa vez Edward me olhou intensamente.

- Então sou eu o problema? – Edward perguntou. Ele estava triste, pude perceber ao fitar seus olhos. Mas isso não iria me convencer a mudar meus planos.

- Não Edward, você não é meu problema. Até porque meu tempo é bem amsi precioso que você. Só tenho coisas do colégio que estão me desgastando e precisam ser resolvidas. Eu tenho vida, sabia? E ela não gira em torno de você. Agora, vão. Não vai me faltar carona para chegar em casa hoje. – Dizendo isso girei em meus calcanhares e saí sem esperar resposta. Sabia que Alice não engoliria minhas desculpas, mas minha intenção era machucar Edward. E pelo visto, eu estava conseguindo.

Andei em direção ao carro de Rosa e ela foi logo me contando que seus pais viajaram e ele a e Emmett resolveram dar uma festinha. Isso me deixou um pouco animada. Fui com ela até sua casa e ao chegarmos lá os meninos já estavam levando as bebidas para dentro. Damon veio em minha direção e me abraçou. Esse simples gesto me deixando calma. Eu o amava, pena que não havia intensidade neste sentimento.

- Baby, deixe seu carro aqui na Rosa, ok? – Eu disse.

- Mas baby, e como vamos nos locomover? – Ele perguntou, em momento algum se negando a fazer o que eu pedi.

- Amor, papai vai desconfiar se você for me pegar com seu carro à noite. E não vai deixar que eu saia. Se eu vier com o motorista não teremos problemas. Eu pego você em sua casa.

- Ok, amor. Vou fazer esse esforço por você. – Seus lábios tocaram os meus e o beijo foi calmo.

- Preciso ir. Vê se não esquece a camisinha, ouviu? E não se atrase. – Dei-lhe um beijo e entrei no carro de Rosa, que me levaria para casa.

Ao chegar fui direto para minha suíte e, no caminho, avisei minha mãe que precisaria do motorista à noite. Aproveitei e pedi que me levassem um lanche, pois estaria ocupada me arrumando para logo mais.

Decidi entrar na banheira e relaxar. Ao sair do banho, liguei para Mandy, que era a cabeleireira de minha mãe e costuma atender aos clientes Vips em domicílio. Marquei um horário para ela me atender e deitei na cama, colocando meus fones de ouvido para escutar uma boa música.

Meia hora depois Benta bateu à porta do meu quarto, informando que Mandy já tinha chegado. Coloquei um vestido de algodão super confortável e sentei-me em frente à penteadeira, aguardando Mandy, que entrou rapidamente em meu quarto seguida por sua biba e fiel escudeira, July.

Ambas já conheciam meus gostos e lidavam perfeitamente com ocasiões como essas. July começou fazendo minhas unhas e Mandy ficou encarregada da parte capilar, aplicando em meus cabelos uma máscara para deixá-los mais hidratados, escovando em seguida e finalizando com bobes. Enquanto isso July não fechava sua matraca por nada. Falava da cidade, dos bofes, das noitadas, de sexo, de como eu sou linda e junto com meu namorado formávamos o casal mais perfeito do mundo. Haja paciência!

- Ai Bella, preciso te contar um babado fortíssimo! – A biba quicava na cadeira. O jeito era dar trela, até porque, uma fofoca de vez em quando, não fazia mal a ninguém.

- Conta logo July. Diz, quem é a vítima da vez?

- Como assim, vítima, Bi?

- É que sua língua é assassina – caí na gargalhada com Mandy, mas a biba me olhou com uma cara...

- Brincadeira, July. Conta vai. Quer me matar de curiosidade? – Ele respirou fundo desmanchando sua falsa cara de ressentimento e disparou.

- Menina... a1uela sua professora. Renne Masen, não é? O que é aquilo? Um titanossauro da moda? Credo! Me arrepiei todinha quando ela entrou no salão pedindo um corte. Quase chamo um padre para benzer aquilo.

Fiquei paralisada assimilando as informações. Renne era brega para caramba, mas não merecia esses comentários. Resolvi defendê-la.

- Nossa July! Sua bicha má. Ela não tem muito tempo para cuidar de si mesma. É uma profissional e tanto, excelente professora. E, além disso, tem filhos. Às vezes falta tempo mesmo.

Mandy balançou a cabeça concordando com minhas palavras.

- É por isso que os homens traem. Vocês mulheres se acomodam fácil. Responda-me. Que homem gosta de chegar em casa e encontrar as coisas mal arrumadas e uma bruxa de brinde? E aquele marido dela, o que é aquilo? Por Nossa Senhora da Purpurina... o homem grita MACHO de longe!!! Uiiii, eu dava tudo... até o número do meu CPF e a senha do meu Facebook.

Eu estava de olhos arregalados com a declaração de July. Será que era pela aparência de Renne que Edward tinha aquela comportamento promíscuo? Sim, porque um homem casado e com filhos, que trai a esposa, é promíscuo. Ou, será que o amor havia acabado? Ah, Bella, tire esse homem da cabeça de uma vez por todas. Não crie falsas esperanças. Edward te usou e ponto final. Mentiu para você.

Duas horas depois Mandy e July se foram, deixando-me absorta em meus pensamentos. Porém, totalmente indecisa se colocava minha vingança em prática ou não. Será que o amor acabou, por isso Edward envolveu-se comigo? Para Bella, disse a mim mesmo. Você foi usada. Já chegou a essa conclusão. Então, nada de dúvidas...

Decidida, levantei-me e comecei a me arrumar. Nada que Edward dissesse mudaria a situação. Ele mentiu e mentira eu não aceitava. Senti-me usada. Ele me fez de boba. E Renne não merecia ser tratada desta forma, afinal de contas, era uma boa mulher.

Coloquei um dos meus melhores vestidos. Era branco, curto e tinha um decote bem profundo com um laço no final, deixando-me sensual e linda. Calcei meus sapatos de salto alto vermelho, afinal a ocasião pedia, e passei um gloss nos lábios, já que a maquiagem havia sido feita por July. Dei um pequeno retoque em meus cabelos e coloquei um par de brincos discreto e sutil. Peguei minha bolsa, colocando algumas camisinhas dentro dela, já que Damon era sempre esquecido. Desci as escadas e encontrei meus pais fazendo sala para Alice e Jasper. Todos ficaram de olhos arregalados com minha produção, e eu não os culpava. Afinal, estava vestida para matar. Essa era minha intenção...

- Fiu fiu. Meu bebê, onde é a festa? – Meu pai assoviou e sorria para mim. Ele era assim mesmo. Meu maior fã.

- Na casa da Rosa pai. É aniversário do irmão dela. – Eu era uma tremenda atriz. Onde esconderam meu Oscar?

- Hum, podemos ir com você? – Alice pediu toda sorridente. Aquela ali não perdia festa alguma, nem festa de boneca.

- Claro, sem problemas. Só temos que passar para pegar Damon em sua casa.

Alice e Jasper saíram na frente, pois resolvi passar na cozinha e beber um pouco d’água. E respirar fundo, já que a noite prometia...

Segui em direção ao Volvo e os encontrei conversando com Edward, que nitidamente segurou o ar e soltou ao me ver.

Era como se ele me despisse com seu olhar. Por um momento tive vontade de jogar tudo para o ar e me entregar a seus braços. Mas, eu não tinha esse direito. Ele tinha esposa e filhos. E eu merecia mais que isso. Merecia algo muito melhor.

Notas finais
OMG! OMG!
AAAAAAAAAAHHH!!!
preciso ter surto basico!
hahahahahahaha
só eu que amey esse cap.? *-*
G-Zus que foi isso? e esse final prometeu hein??
que coisa não?! '-'
ahahahahaha
nháác uma mordida do motorista na bunda da
Danybella que recomendou! o/
e então Danybella como se sente sendo mordida
por esse motorista diliçá? (6'
hahahahahaha
aqui na beta ele nao vem! ¬¬'
hahahaha
que tal seguirem o exemplo da Danybella e
alem de recomendarem comentarem muito? *-*
pq coment'S e recomend'S
é bom pra nossa autora! sobe o ego e ela fica inspirada!
ahhahahahahaha
amo vc'S meus amores! *-*
Beeejos!^^