Notas iniciais
Oi amores! o/
nos vemos lá em baixo!^^

CAPÍTULO 16

Assim que cheguei até eles, entramos no carro e dei as instruções para Edward chegar até a mansão dos Salvatore. Era uma casa linda e bastante luxuosa. A família de Damon possuía várias vinícolas espalhadas pela França. Eram bastante tradicionais e conservadores, e a arquitetura da casa refletia exatamente isso.

Damon não demorou a entrar no Volvo e, como sempre, não cumprimentou ninguém. Percebi que ele estava nitidamente desconfortável com a presença do casal 20. Logo mais ele estaria relaxado...

Edward levou-nos até a casa de Rosa e tão logo chegamos Damon abriu aporta do carro e saiu praticamente correndo, sem dizer uma palavra sequer. Estranhei sua atitude, mas não disse nada. Descemos do carro e convidei Edward para entrar também, afinal não seria justo deixá-lo esperando do lado de fora. Entramos e procurei deixar a todos confortáveis. A casa e a festa não eram minhas, mas tinha certeza que Rosa não se importaria. Ao pensar nela, avistei-a com seu ursão no maior amasso. E, como sou má, resolvi atrapalhar a pegação.

- Posso interromper? – Falei, cutucando as costas largas de Emmett.

- Se você topar um ménage pode interromper quantas vezes quiser. – O safado ficou rindo da minha cara porque ruborizei. Mas, também, ménage?!? Deus me livre!

- Deixa de ser safado, Emmett. Preciso da minha amiga A.G.O.R.A! – Ele suspirou e deixou Rosa livre. Subimos as escadas e vi que Juliana e Silvia nos seguiam. Entrei em seu quarto e esperei que as meninas se juntassem a nós. Sentei no canto da cama e fiquei com o olhar perdido. Quando levantei a cabeça, vi que Silvia tinha uma garrafa na mão.

- Que merda é essa? – Perguntei com o cenho franzido, mas sem desviar meu olhar da garrafa.

- Bella eu te conheço desde pequena, esqueceu? Você não levará esse plano adiante se estiver sóbria. – Ela estava certa.

Apesar disso, eu não ficaria trancada num quarto enchendo a cara. Isso não mudaria as coisas. Levantei-me, arrancando a garrafa das mãos de Silvia, assim como o copo de dose, e fui em direção onde Alice estava. Enquanto descia as escadas, todos os olhares pousaram em mim, não só por eu estar extremamente sexy, mas porque eu carregava uma garrafa de tequila. Logo eu, uma Cullen, considerada a garota perfeita, estava prestes a fazer besteira. Andei em direção ao casal e, enquanto me aproximava, sentia aqueles olhos verdes praticamente me queimando. Edward me olhava intensamente. Não retribuí o olhar e encarei Alice.

- Me acompanha?

- Hum... você não bebe. Então, me pergunto por que essa vontade repentina logo hoje. – Aquela baixinha pegava tudo no ar.

- É uma festa e quero me divertir. E tudo na vida tem uma primeira vez. Vou esvaziar essa garrafa com ou sem você. – Alice ficou visivelmente assustada com minhas palavras. Pareceu ponderá-las e levantou-se, me seguindo até a varanda onde poderíamos beber sem que ninguém atrapalhasse.

Assim que paramos servi uma dose da bebida e entreguei a ela, que bebeu num gole só, me devolvendo o copo. Em seguida, fiz o mesmo que ela. A bebida desceu queimando minha garganta. Ficamos ali, olhando a paisagem a nossa volta sem dizer nada. Alice me conhecia muito bem e sabia que quando eu não suportasse mais a situação eu falaria. Algum tempo depois Jasper e Edward apareceram, juntando-se a nós. Jasper começou a tagarelar sobre o tempo em que eram adolescentes e Edward pediu a ele que não o lembrasse. Alice disse que entendia Edward muito bem. E, em meio à conversa alheia, suspirei e vi que todos eles voltaram seus olhares para mim. Acho que o álcool falou mais alto, pois sem que percebesse soltei palavras que doeram mais neles do que em mim.

- A verdade que fere é melhor do que a mentira que consola. – Dizendo isso uma lágrima silenciosa desceu por meu rosto. Percebi que Edward ficou perturbadoramente abalado e Alice ficou sem graça. Eu sabia! Ela também escondeu a verdade de mim. Saí daquela varanda, e da presença daquelas pessoas, antes que eu desabasse em lágrimas.

Quando entrei na sala encontrei Damon bebendo com os jogadores do time. Chamei-o silenciosamente e ele veio todo sorrisos. Me levou para o canto mais reservado e me deu um beijo calmo e suave. Afinal, desde que chegamos ainda não tínhamos ficado juntos. Quando abri os olhos percebi que ele me encarava.

- Tudo bem princesa?

- Tudo amor. Só um pouco de dor de cabeça. – Me aproximei e o beijei, mas algo dentro de mim queria explodir. Era difícil admitir. Mas eu sabia que quando tudo isso acabasse eu terminaria dilacerada por inteiro.

As horas passavam e a festa ficava cada vez mais animada. Até arrisquei dançar um pouco. Mas, quando dei por mim estava cercada pelos jogadores, amigos de Damon, e os olhares eram tão maliciosos que me senti constrangida. Resolvi procurar minha prima e colocar meus planos em ação de uma vez por todas. Procurei Alice por todos os lados e a encontrei escorada em Jasper. A tequila parecia ter feito efeito. Aproximei-me deles e vi Edward sentado, meio cabisbaixo.

- Pelo jeito alguém perdeu as estribeiras.

- A culpa é sua, pirralha. Minha consciência dói. Estou me sentindo um lixo. – Disse Alice em meio às lágrimas. Ela estava sentindo-se péssima por ter me escondido a verdade sobre Edward. A baixinha era fogo e percebeu que eu sabia de tudo.

- Jasper, tome aqui as chaves do carro do Damon e vá na frente com Alice. Eu vou logo atrás com Damon, ele também está meio embriagado. O jeito é levá-lo. Pode deixar o carro em casa amanhã que ele se vira para pegá-lo. – Jasper assentiu e saiu carregando Alice até o carro. Percebi que Edward me encarava. Levantou-se e veio em minha direção. Seu olhar era o de um homem torturado. Parecia que ele estava sendo queimado vivo.

- Bella precisamos conversar. Prometo que não me demoro.

Ele queria confessar? Tarde demais, meu bem, pensei comigo mesma, cheia de ressentimentos.

- Amanhã Edward. Se você ainda quiser. – Me aproximei dele e beijei seus lábios. Não sei onde estava com a cabeça. Podia ser pega no flagra a qualquer momento, mas meu coração implorava por esse contato, afinal seria a última vez que o teria em meus braços. Depois de nos beijarmos afastei-me e entrei na casa a procura de Damon. Logo encontrei as meninas e me despedi. Juliana ainda tentou me convencer de que aquela atitude era precipitada, mas não dei ouvidos. Segui na direção do grupo de jogadores, onde estava meu namorado, e o chamei, informando que já estava tarde e queria ir. Ele concordou e se despediu dos amigos. No caminho disse a ele que hoje eu queria algo novo. Percebi que no começo ele ficou abalado, afinal eu não bancava a fogosa sempre. E pensei em como ele ficaria se desconfiasse que o sexo seria voyeur.

Enquanto atravessávamos o jardim e seguíamos em direção ao Volvo, Damon começou seu interrogatório.

- Hum, amor. O que seria esse “novo” que você quer hoje? – Seu rosto era um enorme ponto de interrogação.

- Quero transar com o carro em movimento. – O ódio por ter sido enganada realmente me consumia. Onde arrumei coragem para falar essas coisas?

- Baby, e o motorista? – Damon estava assustado. Ah, essa é boa...

Aproximei-me e beijei seus lábios, com o olhar fixo em seus olhos.

- Amor, você disse tudo. O motorista. Ele é isso, apenas o motorista. E ninguém vai me impedir de transar com você naquele carro. Encare isso como uma fantasia sexual. – Em seguida lambi seu lábio inferior e ele estremeceu.

- Uau. Não sabia que você tinha fantasias. Pensei que não sabia o que era isso.

Fiquei visivelmente irritada. Estava louca para colocar meu plano em prática e Damon queria começar uma D.R. Saco!

- Isso não é da sua conta, ok? E me faça um favor. Entre na porra daquele carro e, quando ele estiver em movimento, endureça esse pau e me coma. Ah, e tudo isso calado. Você consegue amor?

- Claro que consigo. Hoje você está selvagem hein. Gostei. – Acredito que eu tenha despertado um ser primitivo, que há muito tempo estava adormecido dentro de Damon, porque ele sorriu e agarrou meu braço, me arrastando para o carro.

Entramos no carro e Edward perguntou, olhando diretamente para mim.

- Para onde vamos Senhorita Cullen? – Quando eu ia abrir a boca para responder, Damon se adiantou.

- Siga direto como se fosse a La Push. Quando chegar á entrada, vire à esquerda e siga em frente. – Damon era um cachorro mesmo. Ele ia fazer Edward andar em círculos enquanto me comia. Mas, não fui eu mesma quem provoquei? O jeito era aguentar as consequências.

Enquanto Edward dirigia, fiquei parada um tempo, encarando aqueles olhos verdes e intensos pelo retrovisor. Mas foi por pouco tempo, porque de repente Damon pareceu entender melhor minha fantasia e começou a me beijar, enfiando sua mão afoita em meus seios, depois seguindo para o zíper do meu vestido. Interrompi.

- Mudei de ideia. – Damon me olhou sem entender. — Que tal irmos para sua casa, Damon?

- É a melhor proposta que tive essa noite...

Edward nos deixou na casa de Damon e o dispensei. Dispensei da minha vida, para sempre...

Estava suada, afinal estava um calor insuportável, cansada e segurando as lágrimas com todas as minhas forças. Foi a pior conversa de toda minha vida. Nenhum som saiu de minha boca. Eu não sentia nada. Ou melhor, sentia nojo de mim mesma. Estava em pedaços. Ver a lágrima silenciosa que escorreu pela face de Edward ao me ver descer do carro e seguir com Damon doeu muito. Doeu como se alguém jogasse sal em uma ferida ainda não cicatrizada. O que não deixava de ser verdade.

O carro parou e percebi já estar em casa. Durante todo o caminho mantive-me de costas para Damon. Desci sem dizer nada e Damon ficou esperando que eu entrasse em casa.

Entrei silenciosamente e fui para minha suíte. Assim que entrei tirei minhas roupas e fui para o banheiro. Liguei a ducha e entrei no banho. O barulho da água caindo fez com que minhas lágrimas, que até então estavam presas, transbordassem. Eu chorava como se alguém que eu tanto amasse tivesse morrido. E foi mais ou menos isso que aconteceu. Porque eu, definitivamente, tinha matado o sentimento que Edward nutria por mim. Eu soluçava e as lágrimas pareciam não ter fim. Seu olhar não saía da minha mente. E eu revia o choque que ele deixou transparecer quando percebeu o que ia acontecer. Aquilo foi tão doloroso. Mas, mesmo assim, eu segui adiante com meu plano. Que não se concretizou. Assim que entrei no quarto de Damon deixei que as lágrimas transbordassem de meus olhos. Damon me abraçou e disse palavras que me assustaram.

- Não vou permitir que você estrague sua vida por causa de um simples motorista. – Arregalei meus olhos ante sua afirmação. Apesar do que disse, estava calmo.

- Co... como assim?

- Eu te conheço desde criança Bella. Portanto, não se faça de sonsa comigo. Eu vejo o brilho em seus olhos quando você o vê. Você está apaixonada por um “Zé Ninguém” e isso vai te ferrar. Literalmente.

- Você deve estar louco. Não estou apaixonada por ninguém, seu idiota. Eu gosto só de você.

- Gosta? Antes você me amava, e agora você gosta? Ao menos sabe que ele é casado?

- É claro que eu sei. – Minha mente chegou ao limite e as lágrimas aumentaram. Senti os braços de Damon novamente me amparando e implorei por algo impossível. — Por favor, me ajude? Não posso amá-lo. Não é certo. Meu peito dói tanto que sinto falta de ar. Quero que ele fique longe de mim, mas ao mesmo tempo preciso dele por perto.

- Que raios você planejou para hoje?

- Eu ia transar com você no Volvo para ele ver e entender que não pertenço a ele. Mas não consegui. Não seria eu. Então, percebi que a dúvida doeria nele da mesma forma. Assim, ele está pensando o que diabos estou fazendo com você agora.

- Prometa que vai esquecê-lo? Prometa isso, ou contarei para o seu pai. – Fiquei pálida, somente com a possibilidade de o meu pai descobrir. Mas Damon não parecia estar me ameaçando porque estava ferido ou magoado. A razão para ele estar fazendo tudo isso era por se importar comigo e querer somente o meu bem.

- Prometo que vou lutar contra esse sentimento.

- Ótimo. Vou pegar as chaves do outro carro e te deixar em casa.

Enquanto Damon me levava para casa sã e salva, eu não conseguia ficar de frente para ele. Estava arrasada e envergonhada com tudo que aconteceu. Não conseguia acreditar que ele sabia. E que, ainda assim, me tratava bem e se importava comigo. Entrei parecendo um zumbi e fui direto para o meu quarto.

Notas finais
N/B: Eu sei! eu sei que demorei pra postar!
mais é que eu tava vendo filme!:S
e quando eu vi ja tinha passado do horario!
mais aqui está o cap.! o/
nháác obrigada a JeySilva pela recomendação!
nosso motorista dá uma mordia na sua bunda!
como se sente depois disso? '-'
pq a Beta só fica na vontade! éahr!
hahahahahaha
e então amores ? o que axaram?
massa neah?! *-*
a cada dia eu fico mais encantada por essa fic!
ok'S! sou suspeita! eu AMO um drama! hahahahaha
mais a fic é mara nao é? *-*
hahahahahha
mais que tal'S se fizerem que nem a JeySilva recomendar
e ganhar uma mordida na bunda?
aproveitem pq a Beta nao pode!
-Mandy de bico lixa as unhas-
e quem comenta ele dá um selinho em cada uma!
(ele mando eu falar aqui)
e mais uma vez a Beta fica na vontade! ooh vida!"/
hahahahahhaa
bom amores! agora to indo...
AAAAAAAAAAHH!!! lembrei! temos que agradecer ao Hugo mais uma vez pela betagem do cap.! o/
bom agora to indo mesmo!
axo que nao tenho mais nenhum recado!
então é isso!
Beejos e até semana que vem! *-*