Notas iniciais
ok'S nao vo atrazar mais! *-*

CAPÍTULO 13

Edward POV

http://www.youtube.com/watch?v=_Jvfp4IFkpg

Meu corpo e minha mente tornaram-se inimigos. Sem falar em meu coração, que já não sabia mais porque batia. Ou melhor, sabia, mas estava confuso. Entretanto, arrependimento não existia. E nunca existirá. Ao menos de minha parte.

Meu corpo suado e trêmulo ainda se recuperava do orgasmo intenso que Bella me proporcionou. Não existiam palavras para descrever como era estar com Bella em meus braços depois de fazermos amor. Tudo eram sensações. Ao mesmo tempo em que senti minha razão esvair-se, senti-me completo. Nunca, em toda minha vida, essas sensações foram tão intensas. Porque, para mim, não foi mais uma foda como com todas as outras mulheres. Com Bella eu simplesmente fiz amor.

Ali, naquela clareira, foi tudo tão rápido e intenso que me desliguei dos meus problemas e me deixei levar pelas sensações que, acabava de descobrir, só ela poderia me proporcionar. Uma parte de mim dizia que aquilo não deveria ter acontecido. Que eu não deveria me envolver com Bella. Que eu não deveria me envolver tanto com qualquer mulher. Mas outra parte do meu ser gritava que demorou muito para acontecer. Até porque, desde o instante em que a vi, tive fome... senti sede... e desespero. E tudo por ela. Era algo sobre o qual eu não tinha controle. Eu simplesmente não respondia mais pelos meus atos, tamanha atração que ela exercia sobre mim. Cheguei até a negligenciar meu casamento. E, a todo instante, aquela parte de mim que dizia que aquilo não deveria ter acontecido me lembrava do porque eu não deveria me envolver tanto.

Mas, era simplesmente impossível dar ouvidos aos alertas. Tanto era impossível que praticamente fugi de Tânia. E olha que a procurei com a intenção de esquecer Bella. De esquecer a atração que eu sentia por ela. Mas, meu corpo não aceitava a ideia de ter outra mulher comigo que não fosse ela. E, o sexo que rolou entre nós só confirmava a urgência que eu tinha dela. A urgência que eu tinha em estar com ela, mesmo que isso não fosse correto. Porque eu soube que, a partir daquele instante, eu morreria de qualquer forma se não a tivesse comigo.

Mas, preferiria morrer nos braços quentes dela. A sensação de estar com ela era indescritível. Era como se uma bomba explodisse em meu corpo. E eu iria até o inferno se preciso fosse para permanecer em seus braços.

Esse era um sentimento que eu já conhecia. E, ao me dar conta disso, senti o pavor lentamente me atingir. O medo, que era meu fiel companheiro e muitas vezes não me deixou ser eu mesmo, voltou a me assolar.

Aconteceram muitas coisas em minha vida. Coisas que eu não tentei reparar por medo. Medo de perder meus filhos. Meus garotos eram tudo que eu tinha. Sem eles eu não sobreviveria. E eu conhecia bem o gênio de Renne. Ela colocaria meus filhos contra mim, como minha mãe fez comigo e meu pai.

E depois, ainda havia ‘aquele’ medo. Aquele medo que me mostrou que não teria valido a pena eu tentar reparar coisa alguma. Que o sacrifício seria unilateral, pois a recíproca do amor não era verdadeira.

E, exatamente por esses sentimentos que me assolavam de maneira cruel, eu demorei a aceitar que amava Bella. Não era excitação como pensei no início. Não era como com as outras. Era mais forte, mais intenso. Eu conseguiria passar anos ao seu lado sem tocar seu corpo, apenas olhando em seus olhos, apreciando seu jeito de menina. Compartilhando minha vida com ela. Mas, eu não suportaria a distância. E Bella logo iria para a faculdade. Portanto, tinha plena consciência de que meu conto de fadas tinha hora e data marcada para acabar.

Isso se Bella não descobrisse antes sobre Renne. Assim que ela souber vai me matar, banir-me de seu mundo, tenho certeza. O pior é que já tentei contar. Mas, sou fraco, não consigo. Sou um medroso e a prova disso é que aceitei essa ideia maluca de vir para essa viagem. Tudo porque teria momentos a sós com ela. Suportei até as brigas com Renne por causa de seu ciúme. Ela estava cada vez mais descontrolada e enxergava malícia em tudo. E, por ciúme, me ameaçava bastante. Parecia até que ela sabia de meus temores. Temores esses que eu insistia em manter oculto de tudo e de todos, até mesmo de mim. Forçava-me a não relembrar o passado, tão doloroso, que vivi.

Só tive paz quando ela voltou para casa na tarde anterior à viagem, depois de dar aula à Bella. Ao chegar da casa dos Cullen disse que confiava em mim e aquilo me deixou assombrado. Afinal, ela nunca agia de tal forma, o que me fez imaginar o que aquela doida poderia estar aprontando.

Imediatamente pensei se valeria a pena arriscar minha pele, arriscar perder meus filhos por essa viagem. Ponderei e cheguei à conclusão de que Bella valeria qualquer sacrifício. Porque seu olhar queimava em minha pele como brasa, e a conexão entre a gente era tão forte que eu sentia meus pensamentos em sintonia com os dela.

E, aqui estava eu, rumo ao litoral. E, durante todo o percurso, aquelas amigas endiabradas dela me torturavam. Não só com risadinhas, mas com provocações pesadas. A garota do ‘passar a marcha’ levou pirulitos daqueles bem grandes e ficou ensinando novas modalidades de sexo oral para as meninas. Engasguei na mesma hora, rezando e pedindo proteção para não bater o carro. Porque a visão de Bella lambendo aquele pirulito estava tirando não só minha concentração como minha sanidade também.

Assim que chegamos à casa de praia fiquei espantado. A casa dos Cullen era belíssima e fiquei admirando toda a arquitetura da mansão. De repente assustei-me com a ninfomaníaca me agarrando e praticamente arrastando até um quarto. Fui rindo pelo percurso porque parecia que Bella estava desesperada. E isso só me deixava mais ligado em seus movimentos e em suas atitudes. Afinal, eu estava da mesma forma, senão em estado mais lastimável depois das visões de Bella com o pirulito no carro.

Ao entrarmos no quarto Bella começou a se despir, deixando-me chocado. Tanto que arregalei os olhos. A garota parecia entrar em combustão e sua excitação era evidente. Percebendo seu estado, que não era nada diferente do meu, resolvi provocá-la, tirando minhas roupas lentamente. Quando percebeu minha intenção ficou inteiramente nua. E eu enlouqueci. A diaba virou o jogo e acabou com meu controle.

Imediatamente minhas mãos apossaram-se de seu corpo e minha boca tomou a dela, num beijo avassalador. Joguei-a na cama, deitando-me sobre seu corpo miúdo e tentador. Nossa!!! A sensação de ter pele com pele era simplesmente indescritível. Deslizei minhas mãos pela lateral do seu corpo a sentindo arrepiar-se por completo. Nossa fome era tanta que pulamos as preliminares. Embora eu fizesse isso a contragosto, pois gostava de curtir cada reação sua, agora não havia tempo, pois nosso tesão era descomunal.

Quando fui penetrá-la ela arfou e lembrou-me da camisinha. Fiquei em choque, pois depois das burradas com Renne nunca mais me esqueci do preservativo. E agora eu ia dando mancada de novo. Como disse, Bella levou embora minha sanidade. Eu não raciocinava, pois era completamente dominado por sua presença. Ela exercia sobre mim uma força, uma atração invisível. Ao mesmo tempo em que sentia ondas elétricas me atingirem, eu era atraído para ela como se ela fosse um imã.

Coloquei o preservativo e me afundei em Bella. Estava no melhor lugar do mundo. Nos braços de Bella. O ato foi enérgico. Nossas mãos não saíam um minuto sequer do corpo um do outro. Era como se houvesse a possibilidade dela desaparecer se eu a soltasse. Eu a penetrava com vontade, porém lenta e profundamente, e ela gemia enquanto se contorcia em meus braços. Ao mesmo tempo em que me sentia perdido, sentia-me seguro. Nos braços dela era como se nada de ruim pudesse acontecer. Minha vontade era de ter o poder de parar o tempo e ficar com ela para sempre.

Nosso orgasmo foi absurdamente perfeito. E aconteceu no momento em que nosso olhar se cruzou. Meu corpo tremia, jogado na cama enquanto Bella estava em meus braços. Estava curtindo a sensação única de estar com ela, ainda sob o efeito do prazer inenarrável que só encontrava em seus braços quando me dei conta de que poderia tê-la machucado. Entretanto, novamente fui surpreendido por sua resposta ao dizer que eu não a tinha machucado, mas quase matado de tanto tesão. Não resisti e voltei a beijá-la.

Sugeri um banho e a levei para o banheiro da suíte. Assim que avistei a enorme hidromassagem falei com ela, com milhões de pensamentos rondando minha mente nada maliciosa quando se tratava de Bella.

Entretanto, resolvemos curtir uma ducha. Abracei seu corpo e desfrutei de seu calor, ficando ali parado, ouvindo as batidas de seu coração enquanto a água caía sobre nossos corpos.

De repente meu mundo desabou, pois Bella desvencilhou-se do meu abraço e correu, como se estivesse com medo de mim. E perguntas rondaram minha mente: o que eu fiz de errado? O que aconteceu com ela?

Fiquei um bom tempo parado tentando entender o que houve, porque Bella fugiu de mim. Pois, pelo modo como saiu ela está fugindo de algo. Será que mentiu para mim, eu a machuquei e ela está sentindo alguma dor?

De repente o desesperou me abateu. Se algo acontecesse com Bella eu morreria, pois nada tem sentido sem ela.

Procurando uma roupa para vestir, baguncei minha bolsa e acabei vestindo uma bermuda e uma camiseta, saindo logo em seguida a sua procura pelos quatro cantos da casa. Merda, por que aquela casa tinha que ser tão grande?

Corri em direção aos quartos e parei assim que escutei Isabella aos prantos. Observei pela porta aberta e ela estava sentada numa poltrona, confessando que me amava. Entretanto, sua confissão era desesperada. Era como se confessar me amar fosse como receber o diagnóstico de uma doença terminal.

E eu, naquele momento, sinceramente pensei que fosse, porque a simples ideia de ficar longe dela me fazia cogitar a morte. Sei que também sinto algo forte. Mas esse desespero no qual ela se encontrava, deixando-a tão indefesa, me machucava. E eu começava a me punir por ter começado tudo isso. Eu tinha consciência que sairia machucado no final. Mas a dimensão que meu sentimento por ela atingiu não tinha proporções. Sufocava meu peito. Céus... por que eu não chegava nela e confessava que sentia o mesmo? Seria tão simples. Mas, e se ela dissesse não? E Renne e meus filhos? Eram tantos ‘e’ e ‘se’ a ponderar...

Mas os questionamentos de suas amigas destroçaram meu coração em mil pedaços. Todavia, numa coisa elas tinham razão: eu não era ninguém perto dela e mal nos conhecíamos. Eu não poderia lhe proporcionar uma vida tranquila e minha atual mulher nos infernizaria. Nossos mundos, nossas realidades tão diferentes criariam, naturalmente, um abismo enorme entre nós. E, por mais que tentássemos, nosso amor não sobreviveria. Suas amigas tinham razão.

E, por amá-la demais, jamais poderia colocá-la numa cilada dessas. Eu não suportaria que ninguém a insultasse. E ela não suportaria o desprezo da própria família.

Aro Cullen era um homem frio e, se preciso fosse, ele não mediria esforços para me afastar dela. Não pensaria nem em sua própria filha se não estivesse de acordo com nosso envolvimento. A magoaria para atingir seu propósito. E, por mais que amasse a filha, não se importaria com seu sofrimento, que justificaria como sendo passageiro.

Foi pensando nisso que consegui controlar o desespero que me atingia a todo momento ao imaginar que o fim estava próximo. Um fim que chegou tão cedo...

Eu não tinha reação. O que fazer? Chegar e dizer-lhe: “Olha Bella, eu gosto de você, mas infelizmente me casei com a mulher errada e não suportaria lhe fazer sofrer, pois ela jamais nos deixaria em paz?

Até para isso a coragem me faltava. A verdade era o fator mais difícil da nossa relação, pelo menos da minha parte, pois faltei com ela desde o início.

Não sei se arfei ou emiti algum som, pois estava imerso em minhas divagações, mas de repente quatro cabeças viraram em minha direção e me encararam. Fiquei sem graça por ter sido pego bisbilhotando a conversa e, com o coração apertado, saí, deixando Bella com suas dúvidas e eu carregando meu imenso amor por ela.

Entrei no quarto em que a pouco fizemos amor e recolhi meus pertences, que deixei jogados no desespero de encontrá-la. Uma coisa era amá-la e saber que não poderíamos continuar. Outra, completamente diferente, era ser masoquista e manter-me perto dela. Isso já era tortura demais.

Quando me virei para sair encontrei-a encostada na porta, abraçando o próprio corpo. Ela estava tão frágil que quebraria facilmente. Engoli em seco e resolvi que ela merecia ao menos saber a verdade.

Antes que eu tomasse coragem de dizer qualquer coisa, ela aproximou-se e me abraçou. Aquilo me desarmou. Respirei fundo, inalando o delicioso cheiro de morangos que era único, pertencia exclusivamente a ela, e que ficaria em minhas lembranças para sempre. Senti seu corpo tremendo e percebi que ela chorava. Abracei seu corpo pequeno e meu coração disparou em forma de protesto, como se discordasse de minha mente, que dizia que ela não merecia que eu a fizesse sofrer, que o mais digno seria eu me afastar, aproveitando a oportunidade que o acaso me deu. Mas, meu coração dizia que o fim não era algo destinado a nós, e que minha mente era irracional.

- Eu não me importo.

Sua voz era rouca e vê-la naquele estado me cortava o coração. Resolvi fazer o que era certo.

- Bella, sua amiga tem razão. Seja sensata uma única vez...

- Eu não consigo. Não é algo que eu controle. E eu não quero controle. Eu só quero você... já sei o que vai dizer, então, me poupe. Não quero que acabe agora, que mal começamos. Vamos Edward... só até eu ir para a faculdade. Tente levar como uma lembrança boa, mesmo que você não esteja apaixonado por mim. Se me deixar agora vai acabar me atirando num poço escuro e eu nunca mais vou querer alcançar a luz.

Absorvi as palavras proferidas por Bella. Ela era sempre tão intensa e romântica. Mas, pensando bem com a porcaria do meu coração que insistia em mantê-la junto de mim, ainda tínhamos quatro meses até o fim das aulas, quatro meses para ficarmos juntos. Mas, e depois? Como eu sobreviveria sem seu toque, seu olhar, seu cheiro? Por mais que eu tentasse e buscasse forças para aceitar, eu nunca estaria preparado para o fim do meu relacionamento com Bella.

Tomei-a em meus braços e beijei-a. Foi o beijo mais perfeito que dei em toda minha vida. Era a plenitude alcançada. Fui um idiota em pensar que desde o começo era desejo, tesão reprimido. Não, não era só isso. Era amor. Eu a amava, mesmo sabendo que iria sofrer, mesmo não querendo amar. E eu nunca conseguiria deixar de amá-la. Portanto, resolvi ser sincero:

- Isso é errado Bella. Mas não é só você, sua boba. Essa doença que você chama de amor também me contaminou e eu sei, e você também sabe que vai sofrer, mas não consigo parar Bella. Não consigo me afastar de você. E não quero parar nem me afastar. Esse coração aqui... – coloquei sua mão em cima do meu peito, ao lado esquerdo, como se estivesse em cima do meu coração – esse coração sempre vai bater por e para você, mesmo quando você me odiar.

- Seu idiota, eu nunca vou te odiar porque eu te amo.

E, dizendo isso, Bella se atirou em meus braços com aquele jeito de moleca que só ela tinha.

- O que deseja Senhorita Cullen?

Ao ouvir minha pergunta ela mordeu os lábios. Se ela soubesse que aquele simples gesto era tão sensual...

- Quero que use e abuse de mim. Ou melhor, quero que me castigue por ter surtado quando descobri meus sentimentos por você, Senhor Masen.

- Hum, isso parecer ser muito bom...

Fui até a porta e tranquei-a. quando me virei em sua direção Bella estava somente de calcinha. E eu não consegui me conter.

- Quem mandou você tirar a roupa, hein? Vou castigá-la por ser tão teimosa e desobediente.

- Vai me bater? – Perguntou com os olhos brilhando de excitação.

- Não Bella. Vou fazer você gritar de prazer para todos nessa praia ouvirem e saberem que não é só sexo, que é um ato de amor. A comunhão entre dois corpos. Porque somos uma só alma, um só coração, que bate separado em dois corpos.

Joguei seu corpo na cama e rapidamente fui tirando minhas roupas. Meu membro já estava duro feito pedra e, sem nenhuma delicadeza, eu a penetrei. A sensação foi de que meu corpo havia se partido ao meio e metade dele ficou com Bella. E, nesta metade que pertencia a ela, estava meu coração.

Bella gritou alto, pois não esperava pela invasão. Eu tinha consciência de que ela merecia que eu agisse com carinho e ternura, mas minha atitude foi desesperada. Apenas cogitar em ficar sem ela já me deixava desesperado. No entanto, ela estava preparada. Estava completamente molhada, totalmente a mercê do meu corpo. E do nosso prazer... tanto que, entre os gritos de prazer, arfava e gemia, deixando-me ainda mais louco por ela.

Estoquei lentamente, sentindo o calor que emanava de nossos corpos nos envolver. Nossos gemidos ecoavam pelo quarto. E ali, nos braços de Bella, eu descobri o sentido de “fazer amor”. E foi ali, ao atingirmos o ápice que nosso prazer poderia proporcionar, com nossos corpos suados e estremecendo, que sussurrei em seu ouvido:

“A DESCOBERTA DO AMOR

Ensaia um sorriso

e oferece-o a quem não teve nenhum.

Agarra um raio de sol

e desprende-o onde houver noite.

Descobre uma nascente

e nela limpa quem vive na lama.

Toma uma lágrima

e pousa-a em quem nunca chorou.

Ganha coragem

e dá-a a quem não sabe lutar.

Inventa a vida

e conta-a a quem nada compreende.

Enche-te de esperança

e vive à sua luz.

Enriquece-te de bondade

e oferece-a a quem não sabe dar.

Vive com amor

e fá-lo conhecer o Mundo.

(Mahatma Gandhi)

- Que lindo Edward... te amo tanto! Quero que continue assim.

Beijei seus lábios e sorri com sua reação ao poema que declamei em seu ouvido.

- Continuar como?

- Sendo o homem perfeito que você é.

Ao dizer isso sua respiração suavizou. Foi quando percebi que ela havia adormecido.

Nesse momento pensamentos me atormentaram. Minha Bella, se você sonha com a verdade, o que será de nós? Ou melhor, o que restará desse amor? Sei que tenho que te contar a verdade, pois uma mentira pode destruir a vida de uma pessoa, mas não encontro coragem. Pensar que ao saber que sou casado você vai se afastar de mim, me deixando sem alma, sem vida, não me traz forças para encarar a realidade. Por ora, o que me resta é aproveitar esse fim de semana ao seu lado para ter lembranças nas quais me apegar quando você não estiver mais comigo. Para conseguir sobreviver sem você.

E, com esses pensamentos me atormentando, adormeci ao lado da mulher que amo.

Notas finais
N/B: OMG! GENTEEEEEEE!!!
como vc'S tão?
cade os coment'S?
estao cada dia menos!"/
então só de pirraça nao vo mais postar na segunda!
Ruum!
quer coment'S pra saber se vc'S tão gostando ou nao!
poxa! é to na TPM!:S entao sai de baixo negada!
hahaha
a vc'S que comentam SEMPRE! o meu muito obrigada!
é vc'S a minoria que faz o meu mundo e o mundo da Dany mais feliz!
e faz ela ter a inspiração de escrever! *-*
Beejos!