Puro Desejo
25 Capítulo 25
Notas iniciais
nos vemos ali em baixo!:D
Beejos!
CAPÍTULO 25
PDV Bella
Assim que cheguei em casa comecei a pensar em tudo que Damon me disse. Ele ainda age como se fosse extremamente apaixonado por mim. Quem, em sã consciência, aceitaria ser traído e ainda assim continuaria amando a pessoa que só o faz sofrer? Somente alguém muito apaixonado mesmo. E ele é assim.
Doeu assumir para ele que meu relacionamento com Edward tem prazo de validade, mas é a mais pura verdade. E, mesmo sendo uma triste verdade, me proíbo em pensar no fim. Vou me agarrar ao tempo e fazer com que ele ande devagar.
Resolvi ligar para ele. Quem sabe ouvir sua voz alivie essa sensação estranha que sinto em meu peito.
- Oi amor!
- Nossa, Bells, você demorou a ligar.
- Desculpe. Fiquei lá fora jogando conversa fora.
- E posso saber com quem?
- Pode. Com o Damon. Voltei de carona com ele.
- O QUE?
- Ai, Edward, não grite. Que coisa...
- Você está me dizendo que está com o Damon?
- Não, amor. Estou dizendo que voltei de CA.RO.NA com ele. Só isso.
- Vou fingir que acredito...
- Acredite se quiser, Edward. Eu não pergunto a você quantas vezes transa com sua mulher, mas mesmo assim confio em você.
- Bella, não comece. Poxa, você tinha que voltar justo com o Damon?
- Amor, ele me ofereceu uma carona. Foi só isso. Conversamos sobre uma festa que vai ter no colégio. Nós somos da organização. Eu não fiquei aos beijos com ele, Sr. Masen.
- Cansei de conversa. Vou me deitar, Bella.
- É assim Edward? Vai me dispensar pelo telefone?... Ah, quer saber, passar bem.
Desliguei o telefone na cara dele. Quanta petulância insinuar que eu e Damon ainda temos alguma coisa. E, quem é ele para me cobrar algo?
Revirei na cama, completamente sem sono. O culpado? Edward, é claro. Me deixou enfurecida. Meu celular tocou e atendi sem ao menos olhar o visor, sendo direta.
- Não quero papo com você.
- Calma, gata. Eu não te fiz nada.
- Ah, Damon, é você?
- Não, amor, é o Brad Pitt.
- Não estou de bom humor, querido, portanto...
- Lembra do baile? Estamos na comissão e ainda não escolhemos o tema. Marquei uma reunião com o pessoal para amanhã de manhã. Pego você às 9 horas, pode ser?
- Af... precisava ser de madrugada?
- Não exagera. Pego você às 9 horas. E esteja linda para mim.
- Você não desiste, não é?
- Sou um Salvatore. Sempre terei esperanças.
- Beijo Mon. Vou dormir.
- Credo, Bella. Esse apelido é muito gay.
- Durma bem Damon.
- Você também, meu amor.
Desligamos e me entreguei ao mundo dos sonhos. No dia seguinte, acordei com batidas insistentes na porta do meu quarto. Era Benta.
- Bells, meu anjo, seu namorado está lhe esperando lá embaixo.
- Diga a ele que meu carro capotou e eu morri.
- Que horror, menina. Não fale isso nem brincando.
- Ah, tenha santa paciência, Benta. Isso lá são horas de me acordar?
- Ele disse que combinou com você, menina. Tem algo a ver com a festa do colégio.
- Ai, que absurdo. Diz para ele que estou me levantando.
Saí da cama e corri para me arrumar. Lancei sobre Damon todas as pragas possíveis, com todas as minhas forças. Eu estava morta de sono e ele inventa de me perturbar.
Desci as escadas com cara de poucos amigos e o ignorei. Fui direto para a mesa do café da manhã e comecei a comer. Eu parecia uma esfomeada. Mas, se tinha uma coisa que melhorava meu humor, era comer.
Observei-o se aproximando sorrateiramente, meio que com medo da minha reação.
- Senta logo, traste.
- Eu sabia que você ficaria uma fera, mas a Rosa me intimou a vir te acordar, meu bem.
- Então serão dois os alvos hoje.
- Ah, Bells, baixa a guarda, vai. Que tal primeiro decidirmos o tema?
- Já pensei nisso. Que tal uma homenagem ao Brasil?
- Brasil? Essa sua obsessão não para, hein. Mas, vamos lá, me conta a sua ideia.
- Um arraial. Todo mundo vestido de caipira. O que acha?
- A ideia é interessante, mas precisaremos convencer a comissão.
- E, que tal uma barraca do beijo? Tenho ou não um bom argumento?
- Gata, sou seu fã.
- BENTA, GELEIA. E, só para complicar ainda mais sua situação, que horas são, Sr. Salvatore?
- Hum, deixe-me ver... são 9:25 horas.
- Vou te matar, amor.
Um sorriso surgiu em seus lábios ao ouvir minhas palavras.
- O que foi?
- Você me chamou de amor...
- É força do hábito. Não se engane, Damon.
- Tudo vai voltar ao normal. Eu tenho fé Bella.
- Eu já te disse que vai, não disse? Vamos estudar fora e não vou conseguir levar meu motorista comigo.
- Esse é o meu consolo.
- Ah, chega de falar das gaias, Damon. Não me estresse.
- Vamos logo, comilona. Senão daqui a pouco a Silvia aparece e te esgana.
- Certo, vamos.
Quando já estávamos perto da porta lembrei-me de um detalhe importantíssimo. Meu motorista. Como diabos eu explicaria para Edward que estava saindo “pacificamente” com meu ex-namorado? Isso está confuso até mesmo para mim.
Assim que pisamos no jardim Damon, vulgo boca maldita, resolveu se manifestar.
- Vai lá e dispensa o Eduardo.
Fiz uma careta para ele.
- É Edward, seu ignorante. Mais conhecido como meu motorista pegável.
- Isabella, você quer guerra?
Perguntou em tom de ameaça.
- Claro que não, amor...
Corri em direção ao Volvo e percebi que Edward não estava com um humor legal.
- Oi.
- O que ele está fazendo aqui?
- Bom dia para você também, Edward. E, respondendo a sua pergunta, ele veio me buscar para irmos ao colégio.
- Eu sou pago para isso.
- Eu sei, mas meus pais não sabem que terminei com ele. Aparências, lembra-se?
- Não estou gostando nada disso, Bella.
- Ah... para Edward. É só uma carona. Na volta você me pega. Estou ocupadíssima.
- Imagino com quem...
- Não, seu idiota. Estou organizando o baile do colégio esse ano. Somente por isso aquele suicida veio me acordar a essa hora, em pleno fim de semana.
- Desculpa, Bella. Promete que me liga na volta, para eu te buscar?
- Prometo, meu ciumento lindão. Na volta a gente se curte, viu?
- Queria te beijar.
Olhei em volta e, como não havia ninguém além do suicida do meu ex-namorado, que nos encarava descaradamente, resolvi inflar o ego do meu motorista e o beijei. Ele pareceu surpreso com minha ousadia, mas correspondeu. Foi um beijo rápido, mas cheio de significado para nós. Terminei o beijo e corri para o carro do Damon.
- Vou te esganar!
- Palavras, palavras...
- Você não tem medo que eu te mate?
- De jeito nenhum. Sei que você ama esse corpinho aqui.
- Você ficou muito vadia despois desse Eduardo.
- Peste! É EDWARD! Que saco.
- Ele nem é lá essas coisas...
- Ele tem o pau maior que o seu – resolvi tocar na ferida.
- Vamos encerrar o assunto.
Bingo!
- Coloca Lady Gaga para tocar aí, vai. Para ver se anima o meu dia, seu chato... lindão, meu nota 8.
- Nota 8? O que é isso?
- Sua nota de foda.
- 8? E seu motorista, qual a nota dele?
- Você não deveria ter perguntado. Mas, não vou te deixar curioso não. Ele é 11!
- 11? Ah, sua deslumbrada. Isso é impossível.
- Não vou dar detalhes da minha vida sexual para você, Damon.
- E eu nem quero. Gosto do meu estômago em paz, odeio vomitar.
- Chato. Anda logo que ainda quero tirar um cochilo à tarde.
- Você anda muito preguiçosa ultimamente.
- Não tenho culpa se as 24 horas do dia não estão sendo suficientes para eu resolver minha vida.
- Metida.
- É algum tipo de prato?
- Não, por quê?
- Ah, Damonzinho, você anda esquecido, hein. Já esqueceu que ama comer essa metida aqui?
- Você não presta, Bella.
Gargalhamos junto das nossas brincadeiras e chegamos ao colégio. Estava morta de cansaço e me perguntando porque diabos eu inventei de participar dessa organização. Fomos recebidos por uma Silvia mal-humorada e fui logo me adiantando. Quanto mais cedo terminasse essa reunião, mais tempo teria para voltar para casa e dormir.
- Oi, Sil – beijei seu rosto e abracei-a.
- Praga. Por que demorou tanto?
- Também te amo, Silvia. – Sarcasmo é meu nome do meio.
- Espero sinceramente que dentro dessa sua mente doida tenha uma ótima ideia.
- Claro. Vamos homenagear o Brasil. A decoração será um arraial e todos virão trajados de matuto.
- OMG! Você quer dizer estilo quadrilha?
Acenei.
- Amei! Bella, vai ficar show. E não vamos gastar muito. Você tem uma mente brilhante!
- Ótimo. Já posso voltar para casa?
- Claro que não. Bom, pelo visto será uma quermesse. E vai ser bom, porque precisamos arrecadar fundos para nossa formatura.
- Que tal barraca de tiro ao alvo, pescaria, comidas típicas e... barraca do beijo?
- Fechou! Essa cabecinha já veio com tudo planejado, hein...
- Pior que já mesmo. Já até rabisquei como ficará a ornamentação. Vai ter muito xadrez. E também já estou arquitetando minha roupa.
- Certo. Vou pegar meu caderninho para anotarmos tudo.
Passamos o dia todo combinando como seria o nosso baile, ou melhor, nosso arraial. E como faríamos a decoração. Depois de muita discussão decidimos faríamos uma quadrilha e que Emmett e Rosalie seriam os noivos dessa quadrilha. O diretor do colégio ficou encantado com o tema que havíamos escolhido, afinal estávamos explorando a cultura de outro país e, diga-se de passagem, eu tinha um carinho para lá de especial pelo Brasil. Minha única tia perfeitona morava lá e eu já até passei férias com ela. Arrisco falar português e tudo, mas, a alegria que se vê lá não é encontrada em nenhum outro lugar.
Optei por não ser a noiva da quadrilha para não dar mais esperança a Damon. Sei que menti para ele, mas não suporto ver um homem se humilhando. Preferi enganá-lo com uma doce mentira, mas na verdade nem eu mesma sei o que me acontecerá, o que o futuro me reserva. Logo estarei na faculdade e, por maior que seja minha mentira, não vou conseguir levar Edward comigo. Será o fim, e rezo para que ele demore a chegar. Mas, por enquanto, vou viver esse amor e deixar os problemas para a hora certa, para quando eles chegarem.
Depois de tudo planejado dividimos nossa turma em barracas. Alguns meninos ficaram com o quentão, outros com a pesca e assim por diante, e eu e as meninas ficamos com a barraca do beijo. Ideia minha que a Silvia apoiou na hora. Com tudo encaminhado agora era colocar a mão na massa e providenciar o quanto antes nossas roupas. Apesar do tema caipira ainda haveria a tradicional coroação do rei e da rainha do baile. E, como em todos os anos anteriores eu ganhei, não era dessa vez que seria diferente.
Na hora do almoço os meninos foram comprar comida e o fofo do meu ex-namorado me trouxe salada de cogumelos com pudim de sobremesa. Agradeci-lhe e dei um selinho nele. Sei que estou brincando com fogo, mas o Damon sempre foi tão lindo. Com Edward é sempre mais intenso, mas, não posso apagar da noite para o dia tudo que vivi com Damon. Nos conhecemos desde criança e acredito que ele me conheça mais que eu mesma.
Me perguntei mil vezes porque diabos me envolvi nisso e a resposta veio através da Silvia: “quem manda ser uma Cullen?” Meu sobrenome tem um peso tão grande que em sinto como aqueles alpinistas que escalam grandes montanhas carregando aquelas mochilas pesadas nas costas. A mochila é meu sobrenome, e não tem como continuar escalando a montanha sem a mochila. Ela se torna essencial.
Quando nos despedimos para ir embora os meninos chamaram Damon para uma partida e vi indecisão em seus olhos. Cheguei a sentir pena dele.
- Damon, vá jogar e se divertir com os meninos.
- E você, volta como?
- Pego carona com as meninas, não se preocupe.
Aproximei-me e o abracei. Ele retribuiu o abraço e me beijou. Fiquei meio sem graça com a atitude dele. Ele estava entendendo tudo errado, como sempre, mas ao mesmo tempo estava sendo tão carinhoso.
- Tchau Damon.
Corri em direção ao carro da Silvia e ele gritava, sabe-se lá Deus com quem, ao telefone.
- Sil, me dá uma carona?
- Não.
- Não?
- Não.
- Mas por quê?
- Seu motorista está do outro lado da rua. Por que precisa de mim?
Meu olhar vasculhou a rua e encontrei Edward com uma cara nada amigável. MERDA! Ele me viu com Damon.
- Tchau Sil. Até amanhã.
Ela acenou e corri em direção ao Volvo. Percebi que quanto mais me aproximava dele, mais minhas pernas tremiam.
- Oi amor.
Fiz menção de beijá-lo mas, antes mesmo que me aproximasse ele abriu a porta do carro sem dizer uma palavra. Mau sinal. Ele viu, mas que merda, pensei.
Entrei no carro e logo ele deu a partida. Os minutos foram passando e o silêncio me atormentando. Resolvi puxar assunto.
- Edward, vamos conversar como adultos?
- Que tal quando você crescer?
PQP! Isso é que é um fora.
- Ai, Edward. Também não precisa me tratar assim, poxa. Quero conversar.
- Mas eu não quero.
Fiquei encarando seus lindos olhos pelo retrovisor e resolvi apelar.
- PARA O CARRO AGORA! – Gritei.
- Por que eu faria isso, sua louca?
- AI EDWARD... ESTOU SENTINDO UMA DOR...
Ele freou o carro bruscamente e desceu em seguida, abrindo a porta do passageiro para me socorrer. Me deu vontade de rir. Tadinho, ele acreditou mesmo.
- Bella, o que você tem?
- Não sei. Estou sentindo uma dor estranha...
- Onde amor?
Hum, amor... então ele está quase me perdoando.
- No peito Edward...
- Deus do céu. O que será que você tem?
- Não sei, mas acho que foi o fora que você me deu que inflamou meu coração.
Encarei seus olhos e fiquei apreensiva ante seu olhar psicopata.
- Sua bandida. E eu pensando que você estava passando mal quando na verdade estava tirando uma com a minha cara.
- Me beija para sarar? – Fiz manha.
- Não. Ainda estou chateado com o que você fez.
Fiquei em pé dentro do carro e comecei a tirar minha blusa tomara-que-caia, expondo meus seios para ele, ficando apenas com a saia. Imediatamente seu olhar escureceu e ele me encarou.
- Vai apelar?
- Se for preciso...
- Eu vi o beijo. Odeio ser enganado.
- Eu sei, mas não é nada do que você está pensando...
- Por Deus, Bella. Não use essa frase clichê. Ao menos não comigo.
- Quando você me beijar eu começo a me defender.
- Já disse que não vou beijá-la.
Revoltada com sua rejeição desnecessária, tirei a saia e fiquei somente de calcinha. Vi meu motorista prender a respiração e propositalmente afastei a calcinha, introduzindo meus dedos em minha intimidade. Edward continuou lá parado, observando a sessão tortura. Damon tinha razão, esse motorista me transformou. Encarei seus olhos e continuei masturbando meu sexo delicadamente.
- Desgraçada – ele lamuriou-se.
- Vai Edward... me beija...
- Eu não vou conseguir só te beijar.
E, dizendo isso, ele avançou sobre mim, tomando meus lábios com brutalidade. Senti o gosto de sangue e aquilo mexeu com minha libido. Correspondi desesperadamente ao beijo. Na verdade, eu estava morrendo de medo de ele não me querer mais, e eu morreria se isso acontecesse.
Interrompemos o beijo e ele me encarou, tirando minha mão do meu sexo e deslizando minha calcinha. Logo meus dedos foram substituídos por sua língua. Senti sua lambida e o tesão dominou todos os poros do meu corpo. Arrepiada e excitada, encarei seus olhos, e foi aí que o interrogatório começou.
- Por que o beijou?
Oh, céus, ele queria conversar agora?
- Foi ele quem me beijou. Não teve sentimentos da minha parte.
Seus estímulos continuaram.
- Por que saiu com ele se vocês já não saíam há um bom tempo?
- Acho que voltamos.
Senti seus dentes morderem levemente os lábios do meu sexo.
- AI SEU PUTO!
- Quero que você me convença a não matá-la.
- Concluí que assim seria melhor. Damon não aceitaria o fim de forma alguma, mas deixei claro que quando os estudos acabarem e eu for embora nós voltaremos. Então, ele aceitou ser corno até lá.
- Mas, por que diabos você prometeu isso?
- Porque essa é a nossa realidade amor. Quando meus estudos acabarem vou fazer faculdade na Itália ou na Inglaterra. Não vou poder levar você comigo. Lá terei que crescer, amadurecer, viver outras experiências. Me dói assumir isso, Edward, mas nosso amor tem prazo de validade.
- Eu... nunca tinha pensado nisso, Bells.
- Faça como eu. Reze para o tempo não passar. E agora, vem me amar, vem?
Seu semblante era de tristeza e aquilo partiu meu coração. Mas, esta era a nossa dura realidade.
- Pare de pensar nisso Edward. Vou arrumar um jeito de continuarmos juntos, nem que eu venha te ver todo mês. Eu nunca vou deixar de amar você.
- Eu também Bella. Você me completa, me faz viver. É como se você fosse meu sol da meia-noite.
- Que lindo Edward. Agora me ame. Meu corpo sentiu falta do seu o dia todo.
Nos amamos ali mesmo, no meio da estrada, dentro do carro, como dois loucos. Cada um com seus pensamentos, porém com o mesmo medo. Com medo de que esse amor não resista à distância.
Notas finais
esse dois acabam comigo é tudo de mais, amor demais, confusão tbm.
mais é assim mesmo depois piora, cade os coments em PD achei tão poucos
gente indiquem a fic pras amigas e recomendem e faça uma autora feliz
beijão e até o proximo cap
N/B: OOOOooooi amores! *-*
como estão??
mandy tá bem! hahahaha
e ai? o que acharam desse cap. tenso??? O.o
OMG! OMG! Danny só para nas melhores partes né?
hahahahaha
comentem&recomendem!
quem sabe ela nao posta logo? ;)
amo vc'S!
Beejos!:D
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