Puro Desejo
26 Capítulo 26
Notas iniciais
CAPÍTULO 26
Os dias passaram como um borrão, e o tão esperado dia do baile/quermesse estava próximo. Acordei bem cedo e fui à costureira fazer os últimos ajustes do meu vestido. Em seguida fui para o colégio inspecionar a decoração. Optamos por fazer o baile na quadra do colégio que, além de espaçosa, era bem agradável e comportaria todas as barracas de comida, jogos e prendas.
Os dias anteriores foram uma correria só. Depois das aulas eu sempre ficava, juntamente com os outros organizadores, resolvendo os últimos detalhes, que eram muitos. Para completar, Edward estava em semana de prova na faculdade, o que dificultou bastante nossos encontros. E, quando era possível que eles acontecessem, estávamos tão cansados que simplesmente nos cumprimentávamos e cada um seguia seu caminho. Isso era tão frustrante! E mexia demais com meu humor. Afinal, já estava acostumada a tê-lo entre minhas pernas e esse “jejum” estava fazendo minha libido subir para a cabeça.
No decorrer dos dias briguei com Damon algumas vezes. Ele estava mais irritante que o normal. Ficava dizendo que eu estava insuportável por não estar vendo meu subalterno predileto. É, talvez ele tenha razão. Ficar sem Edward mexeu demais com meu humor.
Depois de uma briga em virtude do lugar onde as bandeirolas deveriam ficar, Damon finalmente entendeu de uma vez por todas quem mandava. E essa pessoa era eu. Obedeceu-me e terminamos aquele dia numa sorveteria, onde eu devorava um milk shake. O chocolate foi minha salvação nesses dias turbulentos.
Como os fundos arrecadados com a quermesse seriam destinados a nossa formatura, toda a cidade foi convidada. Precisávamos que as pessoas consumissem bastante e deixassem seu rico dinheirinho para nós.
Papai ficou super animado com a festa, uma vez não haver nada de interessante nessa cidade. A festa veio a calhar e teve sua aprovação, já que nossos antepassados eram de origem brasileira. No Brasil as festas juninas são bem animadas, perfeitas. Isso sem falar nas cores contagiantes. Quando eu era pequena mamãe sempre me fantasiava de matutinha para as festas juninas na casa dos meus avós. E, como eu adorava aquelas tranças no cabelo, não pensei duas vezes na hora de escolher o tema do baile. Além de ser criativo, eu diria até mesmo inédito, seria bastante divertido ver todo mundo de caipira. A entrada podia até ser franca, mas era obrigatório a vestimenta ser à caráter.
Senti meu celular vibrar e sorri ao ver quem era do outro lado da linha.
- Oi amor.
- Bella! Vou ter que me vestir de matuto?!
- Claro Edward. Ou você é melhor que os outros?
- Ah, bebê. Me tira fora dessa, vai?
- Ah não, Edward. Você vai se vestir como os outros. E pare de fazer birra.
- Certo. Você venceu.
Sorri para mim mesma. Eu sempre vencia. Mas o silêncio que se instalou logo após me deixou apreensiva.
- Edward?
- Hum?
- Aconteceu alguma coisa?
- Bella. Meu bem. Vou à quermesse com Renne e os meninos.
Merda! Pensei.
- Eu já imaginava. De qualquer forma, não poderíamos fazer nada lá. Meus pais também vão. Mas, olha... dê um jeito de se livrar dela no fim da festa. Já passei muitos dias sem você.
- Daremos um jeito, matutinha!
- Ah é? Você verá a matutinha mais tarde, se esbaldando na barrada do beijo.
- BELLA!!! Pensei que já tínhamos conversado sobre isso.
- Edward? Vamos parar? Você está ficando igualzinho ao Damon. É só uma brincadeira, sem maldade alguma.
- Sair beijando um bando de macho agora virou brincadeira sem maldade? É cada uma que tenho que ouvir...
- Ah, você não pode aceitar que vou ficar na barraca do beijo, mas eu tenho que ver você bancando o maridão feliz ao lado da sua mulher... – fiquei um tempo em silêncio. – Olha amor, juro que não quero brigar.
- O que você quer que eu faça, Bella? Que volta no tempo? Oras, se eu pudesse voltar não teria me envolvido com ela, ficaria esperando por você. Mas a vida é assim. Não dá para voltar atrás. Fazer o que?
- Desculpa amor. Ando super chata esses dias. Deve ser minha TPM atacando. Releva vai... Juro que vou dar um jeito de fugir da barraca do beijo.
- Faça o que você quiser da sua vida. Tchau.
Desligou? O cretino teve a coragem de desligar na minha cara? Fiquei emputecida e mandei um sms para ele.
DE: Bella
PARA: Edward
Cretino, me esqueça.
Minutos depois, recebi um sms dele.
DE: Edward
PARA: Bella
Vou fazer você esquecer seu próprio nome quando estiver dentro de você.
Não me deixei levar por sua promessa. Resolvi revidar. Quem ele pensa que é?
DE: Bella
PARA: Edward
Acabou. E estou falando sério. Não dá mais. Ou melhor, EU não quero mais.
Estacionei no colégio e fui checar mais alguns detalhes de última hora. Minha cabeça estava há mil. Não queria ter brigado com Edward. Mas essa mania dele de achar que manda em mim me irrita muito. O melhor era dar um basta logo e acabar com essa loucura toda de uma vez.
Cheguei já dando gritos com o pessoal da organização. Bati boca com a Silvia e mandei-a para a puta que pariu. Ela percebeu que meu humor não estava nada legal e resolveu encerrar a discussão ali mesmo, antes que as coisas piorassem.
Realmente meu humor deveria estar terrível, porque a comissão organizadora me dispensou, literalmente mandando-me voltar para casa sob a alegação de que eu estava muito estressada devido às atribulações dos últimos dias. Mas, eu melhor do que ninguém sabia que meu estresse tinha nome e sobrenome. Edward Masen, o cachorro do meu motorista que, por ter me comido algumas vezes, se achava meu proprietário.
Entrei no carro e pisei fundo no acelerador. Corri pelas ruas de Forks, sem enxergar nada à minha frente. Tudo para mim não passava de um borrão.
Ao virar uma esquina encontrei o Volvo bloqueando minha passagem. Freei bruscamente, desci do carro e o encarei. Ele aproximou-se e seus lábios logo tomaram os meus com fúria. A princípio não correspondi ao beijo, mas sua boca urgente e insistente fez com que eu cedesse. Imediatamente seus braços possessivos me prenderam ao seu corpo. Gemi me perguntado o motivo de termos brigado. Éramos bipolar, sem sombra de dúvida.
...
Ainda bem que meu vestido já tinha vindo da costureira, com todos os ajustes feitos. Passei o dia ao telefone, ditando ordens, pois ainda estava proibida de entrar no colégio. Mas, como meu perfeccionismo era o ponto chave da noite, mandei “Alice mãos de ferro” no meu lugar. Há essa hora, tenho certeza que a comissão estava desejando mil vezes a minha presença lá.
Eu já estava mais calma, mas confesso que minha TPM, aliada às crises de ciúme que tinha de Edward estavam me tirando a paciência. Mas, a noite seria perfeita e nada a atrapalharia. Ao menos, assim espero.
Liguei para as meninas e todas estavam uma pilha de nervos. Menos mal. Pensei que eu seria a única estressada. Depois da tentativa frustrada de acalmá-las resolvi me levantar e comer alguma coisa.
Cheguei à cozinha e ele estava lá, sem camisa, devorando um sanduíche. Não sei dizer ao certo quem estava mais apetitoso, se ele ou a comida. Coloquei meu lado dramático em ação e, sem encará-lo peguei um iogurte na geladeira e sentei à sua frente. Seu sorriso torto me deixou tonta e abobalhada. Não me cansava de admirar sua beleza. Continuamos comendo em silêncio. Silêncio este que foi quebrado por Benta, que passou por nós se explicando.
- Bells, não sabia que você estava por aqui. Desculpe a falta de roupa do Edward, mas hoje o dia amanheceu com um calor fora do normal.
- Benta, estou com mil coisas na cabeça. A última coisa que eu notaria seria a falta ou não da roupa do motorista.
Edward encarou-me com sua cara de bad boy. Muito provavelmente não ficou satisfeito com a resposta que dei à Benta. Mas, francamente, não vejo nada de mal em admirar o peitoral do meu gostoso.
- Já passou meu vestido, Benta?
- Ah, sim. É uma belezoca de roupa, minha filha.
- Apesar do tema escolhido para o baile ainda teremos o rei e a rainha do baile. E a coroa, como em todos os outros anos, tem que ser minha, Benta.
- E será. Você é a menina mais linda de toda a Forks, meu anjinho. Quer ajuda para se vestir?
- Ah, quero sim Benta. Mas, antes, leva para o meu quarto um pote de nutella e uma fatia enorme de bolo?
- Claro meu bem. Vou providenciar.
Virei as costas e saí, mas ainda consegui ouvir Edward murmurar um “gulosa”. Imediatamente respondi um “por você”.
Assim que saí do meu relaxante banho de banheira Benta já me esperava no quarto. O vestido que escolhi era um escândalo de lindo. Caipira, mas ao mesmo tempo sexy. Completei o look perfeito com um salto alto. Na hora do penteado optei pelo clássico. Fiz uma trança lateral e me maquiei de forma sutil, realçando meus olhos.
Desci e fiquei esperando meus pais. Sim, os velhos estavam empolgadíssimos com a festa. Tentei me animar também e tirar da mente que ele iria com ela.
A festa estava um sucesso. Graças a Deus tudo saiu como o planejado. As barracas estavam cheias de gente, a cidade inteira estava presente e todos pareciam gostar muito. Até mesmo porque, aqui em Forks, não há nada de interessante para se fazer. Esse ano foi a primeira vez que permitimos a entrada do público. Um animado grupo country da redondeza animava a festa. Deixei meus pais em nossa mesa e fui averiguar como estavam as coisas.
Aproximei-me da barraca dos garotos. Eles tinha ficado responsáveis pelo tiro-ao-alvo e pela pescaria. A fila era considerável, mas nenhuma era maior do que a da minha singela barraca do beijo. Assim que cheguei a gritaria e os assovios começaram. Era possível ouvir ao longe. As meninas já estavam presentes e combinamos o revezamento de beijos. A mais animada e, consequentemente, a primeira a começar foi Silvia. Os beijos eram o de menos. O importante é que nosso caixa estava bem cheio. Afinal, que garoto da cidade não gostaria de beijar as líderes de torcida?!
Enquanto minha vez não chegava fui dar uma volta e verificar como as coisas estavam. Passei pelas barracas de comida e salivei. Logo eu pararia por ali e só sairia depois que estivesse entupida com tudo de delicioso que estava à venda.
Fui até a mesa dos meus pais e, qual não foi minha surpresa ao vê-los, lindos, cada um vestindo uma blusa quadriculada, exalando elegância e charme. Ela estava brega como sempre, mas, como a festa era junina e o traje caipira, arriscaria dizer que estava bem vestida.
O momento de tensão da noite foi quando meu pestinha favorito correu e se jogou em meus braços. Fiquei tensa com a cena e olhei para Edward, que estava visivelmente nervoso. Encarei meus pais, Damon e os pais dele, que tinham se sentado na mesma mesa, e por último encarei Renne. Ela parecia transtornada. Veio em minha direção e, instintivamente, prendi o ar em meus pulmões.
- CAIUS! – Repreendeu.
- RENNE.
Edward aproximou-se e seu olhar era de dar medo.
- Edward, ele quase derrubou Isabella. Esse menino é impossível.
Ela agarrou bruscamente o braço do meu bebê e não gostei nada disso.
- Caius, peça desculpa a Isabella agora.
- Ei, Renne. Calma, ele só esbarrou em mim. Nada demais. E outra, ele é só um bebê.
- Bebê? Isabella, francamente. Esse menino não tem nada de pequeno. Só eu sei como esse pestinha é de verdade.
- Ah, Renne. Deixa ele, vai. Esse seu estresse só vai lhe fazer mal.
Senti uma mãozinha subindo descaradamente por minhas pernas. Encarei Caius e ele me deu seu sorrisinho banguela, com a maior cara de quem aprontaria logo.
- Olá rapazinho. Tudo bem com você?
- Tuto.
- Você é muito bonito, sabia?
- Aham.
- Não dê corda, Isabella. Ele é um terror.
- Ah, ele é lindo Renne. Dá para mim?
- Para que se no dia seguinte você vai querer me devolver? Tenho certeza!
- Será? – Resolvi provocá-la.
- Sou mãe. Acredite, conheço bem a minha prole.
- Renne, pare de pintar o menino como uma das pragas do Egito. – Repreendeu Edward.
- Bom, eu posso levá-lo para passear?
- Não sei, Isabella. E se ele aprontar?
- Ah, deixa de neura, Renne. Volto logo com ele.
Agarrei a mãozinha de Caius e fomos passear. Avistei Alice e Jasper do outro lado do salão e fomos até eles. Alice parecia em pânico só em olhar para o menino. Exagerada...
- O que você está fazendo com essa peste?
- Não fale assim dele, Alice. Ele é só uma criança indefesa.
Abaixei-me e encarei seus olhinhos travessos. Sorri com a imagem. Desejava desesperadamente que ele fosse meu.
- Ei meu lindo. Aqui você pode dar um abração na sua Lella.
O corpo pequeno lançou-se em meus braços e seus bracinhos me apertaram. Segurei as lágrimas. Em tão pouco tempo já estávamos apegados.
- Lella naum. Voxê é minha gostosa.
Pronto! O garoto havia voltado ao normal.
- Cadê o beijo mais gostoso do mundo?
Ficamos no maior carinho até que seus olhinhos brilharam ao ver a barraca da maçã do amor. Como a boadrasta que sou, resolvi entupir o moleque de doces. Porque criança sem doce não tem uma infância sadia.
Nossa primeira parada foi na barraca de cachorro-quente. Pedi um para viagem e fiquei abismada. O moleque conseguiu comer um inteiro, e sozinho. Em seguida fizemos um pit stop na barraca de doces. Ele pediu maçã do amor, pé-de-moleque e pipoca doce. E eu, de quebra, comi cocada de todos os tipos. Com os braços abarrotados de doce resolvi voltar para a mesa. Vai que a mãe do garoto pensa que eu o sequestrei. Um carrinho discreto chamou minha atenção. Nunca poderia voltar para a mesa sem pensar nele...
Eu mal conseguia andar, tamanha a quantidade de parafernália que eu tinha em mãos. Comprei para o garoto um balão em formato de carro e ele saltitava sem parar. Assim que chegamos à mesa todos me olharam como se eu fosse um ET.
- Isabella, você ficou louca? Como você gasta tanto dinheiro com esse menino?
- Ah, Renne. Eu quis. Ele é tão lindo que acho que me apaixonei.
Sorri e olhei para minha mãe, que apreciava a cena.
- Mãe, eu quero um desses, me dá?
Sorri ao lembrar do meu familiar pedido quando criança.
- Voltando aos 7 anos Bells? Você me pedia um irmãozinho todos os dias, lembra?
Fiz que sim com a cabeça.
- Ah, Renne, me dá ele. Quando estiver na adolescência eu te devolvo.
Todos na mesa riram.
- Eu já te falei Isabella. Você me devolveria no dia seguinte. Ele é uma peste.
- Continuo discordando de você querida...
Antes que começássemos a bater boca, uma Rosalie pálida e tomada pelo desespero praticamente me arrastou para longe e, encarando meus olhos, disse:
- BELLA! O Figueiredo veio.
- OMG. Não é possível.
Olhei para ela desesperada, rebocando-a para o vestiário do colégio. Assim que chegamos Silvia e Juliana já nos esperavam. Minha primeira ação foi salvar o vestido.
- PQP Rose. Tira esse vestido agora, antes que você acabe com ele.
- Ah, Bella, eu não menstruei por que quis, ok?
- Certo Rose. Mas esse vestido de noiva é uma obra-prima. Tire-o para que não suje.
Ajudamo-la a tirar o vestido e, graças aos céus, estava intacto. Fui até meu armário e peguei minha maleta de primeiros socorros. Entreguei a Rosalie um absorvente e ela me agradeceu com lágrimas nos olhos. Coitadinha da minha amiga. Esse tipo de situação costuma ser traumatizante.
Somente depois de socorrermos Rosalie foi que atentei para a roupa da Silvia. Ela usava um vestido vermelho curtíssimo com diversos corações bordados, e uma liga na coxa. Provocação era com ela mesma. Tinha ficado responsável pelo correio do amor e estava desenvolvendo brilhantemente seu papel. Mas, ainda tínhamos um grande problema que necessitava de solução urgentemente.
- Pronto Rose. Você já está com seu tampão. Agora, coloca o vestido de novo.
- Não... não, Bella. Eu não vou mais colocar esse vestido. Ele me deu azar. Minhas regras vieram antes do tempo. Isso aí está amaldiçoado.
- Ah, criatura, não comece, por favor. Que papo mais sem noção. Já está tudo pronto e ensaiado e você vai casar com o seu ursão.
- Não, eu não vou. Eu imploro. Estou com medo desse vestido do mau.
- Juro que vou te dar uns tapas, Rosalie.
- Não volto a colocar esse vestido nem amarrada.
Silvia se intrometeu em nossa discussão antes que saíssemos no tapa.
- Ei, Isa. Ela não quer. Então, cabe a nós encontramos outra pessoa. Se acalme.
- Ah é sabichona? Então me diz quem será a noiva.
- Oras, eu.
- De jeito nenhum! Você não vai beijar o meu ursão! – Disse uma Rosalie enfurecida.
- Ah, qual é. O Emmett não é tudo isso para você estar toda preocupada.
- CHEGA! Ninguém merece vocês duas discutindo. Agora a situação é crítica, porra!
- Posso falar?
- Fala Ju.
- Vai você Bella.
- O que? Você está doida?
- Não. Mas você ensaiou o pessoal. Já sabe como se comportar. E outra. É uma encenação. Chama o Damon e parem de birra. Esse casamento matuto é a nota do nosso bimestre.
- Saco! Tinha me esquecido disso! Vamos, me ajudem com esse vestido. E, Silvia, vá chamar o Damon e o Emmett antes que eu me arrependa dessa loucura...
Notas finais
O que acharam do cap?? quero coments...
gostaria de agradecer primeiramente a /mell Luisa pela linda indicação obrigada flor
pra quem sabe quem indica tem direito a fazer 2 perguntinhas (spoilers) sobre a fic, Mell
aguardo sua MP.
meninas passem nas outras Fics
* A arte do sexo
*Alguem como você
ambas sentem falta de comentarios e recomendações :D
sorry mesmo pelo atraso, mas estou em semana de prova fim de facu ta estressante, semana que vem
tem Dr. Cullen pra vcs o/
beijos
N/B: oi meus anjos! *--*
como estão? comeram muito chocolate?
meu ovo acabou hj acreditam? hahahaha
e ai? o que acharam?
comentem e recomendem! *-*
Beejos!:D
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