Puro Desejo
21 Capítulo 21
Notas iniciais
hj vim mais cedo! we!
o/
boom! to indo postar!:D
Beejos!^^
CAPÍTULO 21
Corri em direção ao jardim e de longe avistei o Volvo. E, encostado nele, meu lindo motorista, vestido casualmente com um jeans justo que delineava suas coxas torneadas e uma camisa polo escura meio justa, que deixava sobressaltada toda sua gostosura. Eu salivei na mesma hora.
Entrei no carro sem lhe dar a devida atenção e em seguida o casal 20 adentrou. Edward me encarava maliciosamente pelo retrovisor e eu fingia não ver nada.
Depois que o carro andou umas duas quadras, parou bruscamente e, automaticamente, me assustei.
- Vamos Jas. A tensão sexual nesse carro está muito forte.
- Como?
- Alice está brincando Bells. É que optamos por ir no meu novo carro para deixar você e o Ed mais à vontade. Não se preocupe. Vamos pegar a Silvia no caminho. Só peço, por favor, que não se atrasem.
- Sem problemas Jas. Eu e Bella não vamos nos atrasar.
Em seguida o gostoso do meu... bom, o que ele era meu mesmo? Amante, motorista, amor, gato? Qualquer desses serve. Depois disso Edward piscou para mim, cheio de malícia. Imediatamente pensei se realmente chegarei nessa festa hoje. Mas, antes que Edward se metesse a engraçadinho, resolvi mostrar quem é que manda nessa relação.
- Não me olhe com essa cara de leão da montanha...
- Por que não?
- Porque quero ir à festa. Eu nunca fui a uma festa no campus e me produzi toda para isso.
- Pensei que tinha se produzido para mim.
Ele fez uma carinha de cachorro pidão tão linda que quase me convenceu.
- Ah, Ed, para. Vamos para a festa. Vamos nos divertir e depois você será meu escravo.
- Escravo? Como assim escravo?
Antes de responder atirei-me em sua direção e meus braços envolveram seu pescoço. Aproximei-me da sua orelha e sussurrei:
- Sim... meu escravo. Ou você não vai querer brincar?
Lambi sua mandíbula e senti que Edward estremeceu.
- Bella... na faz assim, amor. Quem está te ensinando a ser uma menina má?
- Meu motorista, conhece?
Ele explodiu numa gargalhada deliciosa, e eu o ataquei. Não sei bem onde arrumei coragem, mas minha boca faminta explorava cada canto do seu delicioso queixo, enquanto minhas mãos, totalmente afoitas, foram em direção ao zíper de sua calça.
Mandei meus pudores para o inferno e rapidamente desci sua calça, juntamente com a boxer. Sem pensar caí de boca em seu pau, que pulsou dentro da minha boca. Procurei ao máximo relaxar minha garganta para que ele entrasse cada vez mais em minha boca. Minha mão colheu seu pré-gozo e começou a masturbá-lo. Desci minha boca, dando leves chupões em seus testículos.
Edward ficou alucinado. Seus gemidos eram incoerentes e senti que ele estava perdendo o controle. Imediatamente parei o que estava fazendo e o encarei, arqueando minha sobrancelha. Sorri com malícia. Ele estava exatamente como eu queria. Suado e descontrolado. Olhou para mim assustado, sem entender porque eu havia parado.
- Você realmente achou que gozaria assim tão fácil? Eu não permiti que você gozasse.
- Bella... para de sacanagem. Você quem tentou me estuprar. Agora, termina o serviço...
Dei um tapa em seu braço e o ouvi resmungar.
- Ou você entra no clima, seu chato, ou volto para casa.
- Entrar no clima? Eu estou no clima. Não está vendo? Meu pau está mais do que duro. Isso é judiação Bells...
- Ah, você é um estraga prazeres, Edward.
Fiz bico e percebi que ele ficou assustado com minha birra. Ficou parado por alguns momentos, me encarando. Percebi claramente quando ele sacou qual eram minhas reais intenções.
- Ah não, Bella. Nem pense...
- Nem pense em que, Edward? – Ronronei em seu ouvido. Ele entendeu o que eu queria. Eu queria uma foda DOM/SUB, onde eu seria a dominadora, é óbvio.
- Bella... não vai pegar bem para o meu lado.
- Ninguém precisa ficar sabendo, Edward. Você vai sair contando para Deus e o mundo?
- Não.
- Então, o que acontece entre quatro paredes fica entre quatro paredes. E, meu amor, entre quatro paredes vale tudo...
Ele suspirou. Percebi que estava conseguindo domar a fera e resolvi terminar o serviço, fazendo-o entrar no clima novamente.
Deslizei minha língua por todo seu membro e comecei a chupá-lo com vigor, como se fosse o melhor dos pirulitos. Alternei com lambidas em seus testículos e na cabeça pulsante, mantendo esse ritmo, brincando com ele como se dissesse que eu determinava em que hora ele poderia gozar. Dava pequenas sugadas na cabeça de seu membro e enfiava totalmente em minha boca. Quando percebia que ele estava prestes a gozar, voltava nas lambidas. Edward se descontrolou novamente e, ao perceber que ele estava perto, chupei novamente com gosto. Ergui meus olhos para ele e disse, com a voz rouca e autoritária:
- Agora você tem permissão para gozar. E pode ter certeza que nenhuma gota do seu prazer será desperdiçada.
Edward jogou a cabeça para trás, gemendo mais alto, e gozou em minha boca. Passei o dedo no canto dos lábios, com a maior cara de safada, e ele gemeu novamente.
- Certo Bella, vou permitir essa loucura. Mas o que eu ganho em troca?
Olhei dentro de seus lindos olhos verdes e me perdi lá dentro. Um fogo invisível tomou conta do meu corpo. Como se já não bastasse Edward me acender apenas com um olhar, ainda tinha a expectativa da realização de uma fantasia.
- Quero que faça anal comigo.
Minha boca afoita devorou seus lábios e me deixei consumir por aquele fogo que se alastrava por meu corpo todas as vezes que estava nos braços de Edward.
POV narrador.
Após o amasso no carro, onde Bella conseguiu o que queria, a tensão sexual entre os dois era palpável. Edward estava visivelmente excitado, e ao mesmo tempo assustado com o furacão ao seu lado. A garota que povoava seus pensamentos e seu coração sempre conseguiu surpreendê-lo e agora não foi diferente. Nunca tinha passado por sua cabeça fazer sexo anal com ela, afinal ele enxergava Bella como um ser quebrável, e não como aquela gata selvagem que sabia exatamente o que queria. Aquele furacão que estava, naquele momento, vestido para matar com um vestidinho que povoaria sua mente perva por tempo indeterminado.
Pensando no pedido dela, ele teve consciência de que ela fazia de propósito, afinal não estaria indo a uma festa de faculdade vestida daquela forma se não estivesse disposta a levar a história de que ele seria seu escravo até o fim. Ela queria provocar, e ele sabia disso. Só não sabia se aguentaria.
A festa estava bombando. A maioria dos alunos já estava para lá de bêbada. E, mesmo bêbados, todos os olhares se voltaram para a figura da bela morena que acabava de chegar com uma roupa justa, que delineava suas curvas e a deixava mais desejável do que já era. Não teve um jogador de beisebol que não tenha salivado olhando para ela.
Mas, na verdade, a garota estava uma pilha de nervos. Bella tinha consciência que mexeu num vespeiro ao atiçar Edward no carro. E agora estava tensa com o que poderia acontecer. Resolveu deixar os medos de lado e relaxar, afinal era a primeira vez que saía publicamente com Edward como... O que diabos ela era dele mesmo? Amante, Lolita, namorada, ficante, a outra... Ela precisava o quanto antes definir o que era dele.
A festa era agitada, um pouco diferente das que ela estava acostumada a frequentar na casa da Rosa ou do Emmett. Lá ela não via casais transando na cozinha. Pelo menos isso. Lá eles usavam os quartos. Mas, em compensação, nas festas as quais estava acostumada nunca tinha visto rapazes tão gatos. Porque aqueles jogadores eram pura perdição. Um mais lindo que o outro. E os corpos? Deus... perfeitos.
Ficou admirando um bom tempo os corpos sarados. Até que percebeu o olhar fulminante do seu lindo e adorável motorista.
- Pelo menos disfarça, né Bella. É possível?
- O que? O que foi, Edward?
- Não seja cínica. Você está secando, e descaradamente, os caras do beisebol.
- Eu? Você está vendo coisas, Ed.
- Estou mesmo vendo coisas? Eu sei que eles são o seu tipo. Damon é jogador, não é?
- Xi... vai estragar a noite, Edward? Deixa de coisa, vai...
- Quer saber, Bella? Não vou estragar sua noite não. Vou dar um volta, fique aí babando.
Edward saiu furioso, tomado pelo ciúme, sentindo uma reação estranha, uma espécie de dejavu. Imediatamente sua mente foi invadida por lembranças daquela... Respirou fundo e admitiu para si mesmo que Bella não era Irina, que ela era somente uma garota jovem e cheia de hormônios. Pegou uma cerveja e resolveu se acalmar, deixar a garota socializar.
Bella ficou chocada com o rompante de Edward. “Quanta grosseria” pensou. Mas também não daria o braço a torcer. Resolveu aproveitar a festa, se soltar e dançar conforme o ritmo da música, que agitava todos os seus poros. Algo dentro dela dizia que havia uma força estranha e um arrepio involuntário percorreu seu corpo. Mas não teve tempo para pensar a respeito, pois sentiu mãos possessivas em sua cintura. Sorriu e virou para confrontar Edward. Arregalou os olhos, pois não era seu lindo motorista quem a apertava e roçava nela, e sim um moreno alto, musculoso, meio rústico. Tipão e, como diria Silvia, pegável, mas que estava encarando seu corpo de uma forma que a constrangia.
- Hum, moço, acho que você está me confundindo com outra pessoa.
- Não acredito nisso. Estava procurando a garota mais gostosa da festa. E você sem dúvidas é a garota mais gostosa. Então, achei o que estava procurando.
- Me solta. Estou acompanhada.
- Não estou vendo ninguém com você, gata. Onde está seu acompanhante?
- Isso não é da sua conta e eu não lhe dou ousadia para se aproximar de mim.
- Calma gatinha. Eu só quero um beijo.
- ME SOLTA! – Me exaltei.
- Ei, Paul, ela está com o Edward.
- E onde ele está agora, que deixou essa deusa sozinha? Ah... posso até imaginar onde ele está. Mas, tudo bem... não quero problemas. Foi um prazer conhecê-la, gata. E, se um dia enjoar daquele pica-pau, pode me procurar.
Dizendo isso Paul piscou o olho e saiu, deixando Bella atordoada.
- Valeu pela ajuda, Jas. A propósito, onde está Edward?
- Fica aqui quietinha que vou procurá-lo.
Bella sentou-se ao lado de Alice, para onde Jasper a tinha guiado, e entristeceu-se, pensando na quase briga que teve com seu motorista. A festa que ela achava que seria legal na verdade estava uma merda, e Edward havia sumido. Ela não sabia qual era seu paradeiro e seu coração parecia comprimir em sua caixa torácica por isso.
- Ei, nada de tristeza. Estamos numa festa, bebê.
- Eu sei, Ali. Mas essa festa está chata demais.
- É porque você não está acostumada com festas de faculdade, meu bem. Esse povo todo só pensa em sexo e drogas, entendeu?
- Quero o Edward e quero ir embora.
- Calma, controla a birra que o Jas já foi procurá-lo.
...
Enquanto isso...
Sentado do lado de fora da festa, Edward ainda digeria o gosto ácido do ciúme. Sabia que tinha sido grosseiro com ela, mas não suportou o olhar de cobiça que ela lançou sobre os jogadores. Talvez começasse a malhar de vez em quando para adquirir novos músculos, pois ela parecia gostar.
A vida era uma grande montanha russa mesmo... de tudo que viveu, nada o preparou para estar com ela. Tudo era tão imprevisível. Às vezes parecia que seu coração inflava só de olhá-la, e o tempo estava transformando-a numa tigresa, isso era notório.
A forma como ela tomava a iniciativa o surpreendia. Ela conseguia ser incrivelmente sexy, fogosa e inocente ao mesmo tempo. Seu rubor o deixava feito bobo. Ao lado dela a sensação que sentia era de que seu coração havia sido dividido em três partes: uma parte era de Bella, e as outras duas de seus filhos, não deixando brecha para seu amor próprio.
Sorriu pensando nisso. Amá-la fazia com que nenhum problema existisse. Sua vida, seu coração, eram preenchidos por ela.
Resolveu voltar e procurá-la para pedir desculpas. Até porque ela fazia todo tipo de esforço por eles, e já estava na hora dele retribuir com a mesma intensidade de sentimentos.
Quando entrou na festa novamente, ela estava parada em sua frente usando um vestido vermelho vulgar, olhando-o como se fosse um pedaço de carne. Respirando fundo, Edward prometeu a si mesmo que nada que ela dissesse o abalaria.
- Olá Tânia.
- Olá? Seu cretino, depois de tudo o que fez ainda tem coragem de me dirigir à palavra?
- Tudo bem, Tânia. Se você não consegue ser civilizada, até mais.
- Espere, Ed... – Tânia tentou pará-lo, tocando seus ombros.
- Fale logo.
- Antigamente você não me tratava assim. A gente se amava, lembra?
- Não, a gente não se ama. Nós nos dávamos bem na cama, é diferente. Não confunda as coisas mais uma vez.
- Eu sempre soube que existia alguém. Mas não pensei que fosse aquilo... Ah, qual é, Ed? Ela é só uma menina, e eu sou a mulher certa para você.
- Isso é o que você está dizendo, Tânia. Nunca me ouviu falar que era a mulher certa para mim. E dobre sua língua para falar dela. As coisas mudaram...
- Ela é mais quente que eu?
Tânia foi aproximando-se e encurralou-o na parede, devorando seus lábios. A princípio Edward quis empurrá-la, mas provavelmente seu estado alcoólico não o deixou reagir. Sua mente estava confusa e ele retribuiu o beijo, que no começo foi quente e cheio de promessas. Mas depois ele percebeu que o beijo não tinha sabor, intensidade, harmonia. Era como se ele estivesse beijando uma pedra, algo inanimado, sem vida. Não havia cor nem graça naquele beijo. Seu corpo não reagia, não incendiava como quando ele beijava Bella.
Seu corpo protestou imediatamente, provavelmente reconhecendo que aqueles lábios não eram da dona do seu coração, e Edward afastou-se bruscamente, recuperando o fôlego e entrando em pânico com o que tinha feito. Tinha se deixado levar, deixado Tânia dominar a situação, e isso era inaceitável.
- Nunca mais faça isso, Tânia. Aceite um não.
- Interessante... você diz não, mas correspondeu ao beijo.
- Ora sua...
Antes que Edward proferisse os xingamentos que tinha em mente, escutou alguém lhe chamar.
- EDWARD. Olá, Tânia. Edward, vamos cara, as meninas estão nos esperando.
- Não se aproxime de mim novamente, Tânia.
- Não será preciso que eu me aproxime. Você sempre volta para os meus braços, Ed.
Bufando, ele saiu do local em direção ao lugar onde Bella e Alice aguardavam. Mas, antes de chegar, Jasper o interrompeu, perguntando incrédulo.
- Cara, você está pegando a Tânia de novo?
- Claro que não, Jasper. Aquela maluca me beijou. Foi isso. E que raio de pergunta é essa? Eu já falei que amo a Bella.
- Eu sei, cara. Mas esse seu caso com a Tânia ficou mal acabado. E, vou te falar: a Bella engoliu a Renne, mas a Tânia ela não engole não.
- Vamos mudar de assunto, Jasper? Já te falei que foi ela quem me agarrou.
- Você é bem grandinho e sabe o que faz da sua vida. Mas te adianto que se for fazer a Bells de trouxa não vou ficar do seu lado, cara.
- Ei, Jas, eu amo aquela garota. Cara, por Deus, não duvide disso. Você me conhece melhor do que ninguém.
- E por lhe conhecer é que eu te digo que entre você e Tânia têm alguma coisa no ar. Sei lá, talvez seja tesão, química, não sei dizer ao certo. Isso é problema seu e você se resolve. Só não machuque a Bella.
- Eu jamais a machucaria. E vamos encerrar esse assunto chato? Não tenho e não quero mais nada com a Tânia. Vamos, porque estou com saudades dela.
Assim que chegaram próximo de onde Bella e Alice estavam Edward viu a figura miúda encolhida no sofá com cara de tédio. Seu coração deu um salto. Ele nunca a tinha visto assim, tão frágil. Quando os olhos dela encontraram com os dele ele viu mágoa, e o desespero se instalou no seu perturbado coração. Ele sentiu-se um crápula por fazê-la sofrer quando tudo o que mais queria era vê-la feliz.
Encostou-se ao lado de onde ela estava sentada e afagou seus joelhos. Sentiu-a estremecer com seu toque e sorriu internamente. Era exatamente disso que ele sentiu falta quando beijo Tânia. Era isso que faltava, essa reação instantânea dos corpos, esse reconhecimento.
- Que cara é essa? Você estava tão empolgada mais cedo.
Ela olhou diretamente nos olhos de Edward e deixou transparecer toda a mágoa que estava sentindo. Ele foi atingido pelo choque de ser o causador daquela mágoa, e pela intensidade de sentimentos que imediatamente povoaram sua mente.
- Quero ir para casa.
Sua voz era um murmúrio e isso deixou Edward arrasado. Sem pensar direito ele sentou-se ao seu lado e a tomou nos braços, embalando como se fosse o bebê mais frágil do universo. Apertou seu corpo pequeno entre seus braços fortes e a acariciou.
- Eu sei que sou um idiota, Bella. Me perdoe. Eu estava morrendo de ciúmes de você e não soube como me portar diante disso.
Assim que confessou que só agiu da forma como agiu por ciúme, sentiu o corpo dela relaxar e beijou-lhe os lábios. Foi uma experiência completamente explosiva, porque cada célula do seu corpo correspondeu àquele simples ato. Seu coração parecia inflar dentro do peito e seus batimentos cardíacos provavelmente já tinham ultrapassado as 500 batidas por minuto. Era exatamente disso que ele sentiu falta no beijo que Tânia lhe deu. Tudo com Bella era muito mais intenso. O beijo tinha sabor, intensidade, harmonia. As bocas se reconheciam e tudo tinha cor, os corpos se incendiavam a um simples toque. Devastador como a força da natureza. Ali, naquele beijo, Edward teve certeza de que ela era sua alma gêmea, sua metade, seu começo, meio e fim.
Notas finais
e dizer que a partir de agora quem recomendar terá direito a duas perguntas sobre a fic (spoilers) é isso mesmo
a autora esta apelando pra chantagem rsrs
Gostaria de dizer que amo cada comentario sobre a fic e que esse natal seja repleto de luz pra todos
comentem bastante e ninos escondidos( usando as palavras da Paulinha) amo quando vocês comentam rsrs
é isso ai, nesse capitulo haverá muito surto e quero dizer que o proximo cap será o ultimo do ano e entraremos em recesso
a autora aqui entrará de férias, mais se vocês forem boazinhas e comentarem muito pos:Do um bÔnus
LouiseC valeu fofa pela recomendação
gostaram da nova capa??
N/B: OOOOOOOOOOOI minhas lindas! *-*
como vc'S tão? *-*
AAAAAAAAAAAAHHHH!!!!
que final lindo desse cap. né??? *-*
quero um motorista assim!"/
e ai amores! o que acharam??? *-*
comentem&recomendem nos dizendo!:D
AAAAAAHH!
Feliz natal pra vc'S! *-*
e um prospero ano novo tmb! *-*
que tudo seja mais perfeito na vida de vc'S! *-*
Beeeeeeeeejos! -*-*
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