Notas iniciais
N/B: olha quem chego! hahaha
boa leitura meninas! *-*
Beejos!

CAPÍTULO 22

POV Bella

http://www.youtube.com/watch?v=6gpX9Di6nBg

Nunca pensei que a crise de ciúmes de Edward me abalasse tanto. Tinha a sensação de que algo ruim estava acontecendo. Será que ele tinha certeza dos seus sentimentos por mim? Ahg! Isso lá é hora da minha consciência vir encher o saco?

Meu coração estava comprimido dentro do meu peito e um gosto ácido tomava conta da minha garganta. As lágrimas queriam, insistentemente, inundar meus olhos. Eu, que planejei uma noite perfeita, estava à beira de uma crise de choro. A forma como ele falou comigo, o olhar que dirigiu a mim... era como se ele me desprezasse.

Encolhi-me mais no sofá onde eu estava e vi Alice me observando. Ouvi claramente quando ela suspirou.

Edward e Jasper estavam conversando. Levantei-me e me dirigi a Jasper.

- Jasper, me leva para casa?

- Você já quer ir, Bells?

- Sim. Odiei essa festa. Isso aqui não é ambiente para uma pessoa da minha idade.

- Se você não está se sentindo à vontade, então vamos.

De repente a mão de Edward tocou o ombro de Jasper e ele foi logo se manifestando.

- Jasper, pode deixar que eu levo a Bella para casa. Não precisa se preocupar. Fique e curta a festa com a baixinha.

Apesar de já termos nos acertado, eu ainda estava chateada.

- Não quero ir com você. Vá para sua casa. Sua mulher deve estar lhe esperando.

Assim que disse isso uma lágrima traiçoeira escorreu dos meus olhos.

- Mas eu quero levá-la em casa, Bella.

- Não complique mais as coisas, Edward. Você já estragou a noite. Isso já não basta?

Ele se aproximou e tentou me tocar novamente, mas me esquivei. Eu ainda estava aborrecida por ter sido deixada de lado por tanto tempo.

- Bella, eu te levo. Precisamos conversar. Vamos.

Acompanhei-o de cabeça baixa e senti todos os pelos do meu corpo eriçarem quando suas mãos tocaram meus ombros e ele me abraçou. Os soluços, que até então estavam presos em minha garganta, liberaram-se fazendo com que eu caísse numa vergonhosa crise de choro.

- Amor, por favor, não chore.

- Você me ama?

A pergunta veio sem ao menos eu pensar nela.

- Bella, é claro que eu amo você. Se não amasse não estaria arriscando a minha pele.

- Então, por que me deixou sozinha na festa?

- Eu já lhe disse que fiquei com ciúmes.

- Mas eu nunca lhe dei motivos para sentir ciúmes. E não me venha com essa desculpa. Tem algo mais. Você é sempre desconfiado. Mesmo eu não lhe dando motivos para sentir ciúmes, é como se você esperasse uma traição da minha parte a qualquer momento.

Senti ele ficar tenso.

- Bella, não fale besteiras, ok? Foi só uma crise de ciúme. Fiquei com ciúme dos jogadores. Já lhe disse isso. Me perdoe, meu bem.

Entreguei-me à sensação gostosa que se abraço me causava e fiquei encostada nele. Seus lábios estavam em toda parte: em meus olhos, boca, queixo e orelha. Do nada, suas mãos, que até então me acariciavam, começaram a me faze cócegas e eu caí na gargalhada.

- PARA ED.

- Só paro quando você me beijar.

Não resisti ao seu pedido e ataquei seus lábios como uma esfomeada. O beijo estava com um leve sabor de cerveja mas eu ignorei e suguei sua língua de forma luxuriante.

- Quero te pedir algo importante.

Encarei seus olhos sem entender nada. O que ele poderia querer me pedir?

- Fala Ed, o que você quer?

- Só falo depois que você cumprir sua promessa.

Arregalei meus olhos. Eu havia me esquecido completamente disso.

- Estou brincando, Bella. Sei que você não tem coragem.

- Como é? Quer apostar que você vai ficar cansado no fim das contas?

- Bella... não provoca...

Esfreguei-me em sua ereção e sussurrei em seu ouvido.

- Me leva para um motel?

Ele me olhou chocado.

- Sério? Você é sempre tão conservadora...

- Ah... para! Você está fugindo da raia ou está só me provocando?

- Estou te provocando, minha Bella.

Acariciei seus lindos cabelos com uma mão e com a outra apertei se pênis, o fazendo gemer. Sorri quando o ouvi praguejar e em seguida fiz um carinho em sua ereção. Ele relaxou. Enquanto isso minha boca faminta explorava todos os cantos da boca dele. Suavemente ele me afastou e olhou para os lados, alarmado.

- O que foi?

Perguntei fitando-o sem entender o motivo de sua reação.

- Bella, estamos no meio da rua. É melhor não brincarmos com a sorte. Vamos logo.

Edward pegou minha mão e me conduziu em direção ao carro do Jas. Fiquei sem entender.

- Por que não vamos no Volvo?

- Quantos Volvos você vê por aí?

- Hum... sei lá.

- Pois eu lhe respondo: só vejo dois. Um é do reitor da universidade e o outro é do seu pai, Aro Cullen. Se entrarmos num motel com esse carro adivinha o que vai acontecer amanhã?

- Você será castrado.

- Credo Bella, não fala isso nem brincando.

- Desculpa meu amor. Mas essa parte eu jamais deixaria que tocassem.

Gargalhei da sua cara frustrada.

- Vou acabar brochando com esse papo de castração.

- EPA! Brochar nunca. Vamos logo para esse motel.

Seguimos por uma rua escura e deserta. Quando o Fusion virou à direita a iluminação berrante chamou minha atenção. O letreiro luminoso tinha dos dizeres “Motel Eu Por Cima”. Arregalei os olhos e caí na gargalhada.

- O que foi?

- Ed, que raio de motel é esse?

Ele sorriu sacana.

- “Eu Por Cima”? É o melhor motel da região, Bella.

- Nem quero imaginar o pior então...

- Esse motel aqui tem de tudo: banheira, piscina, cascata, pole dance, a cama é redonda, coisa fina. E eu estou louco para vê-la na cadeira erótica.

- O que é isso?

- É algo que você vai ficar louca para ter no seu quarto.

Senti minha calcinha ficar úmida na hora. Esse homem me enlouquecia.

- Ed?

- Oi?

- Promete ir com carinho?

- Claro amor. Alguma vez eu te machuquei?

- Não. Mas é que você é muito grande.

- Relaxe Bella. Só farei o que você desejar, meu bem.

Entramos no motel e Edward pediu o quarto 21. Olhei para ele desconfiada e ele disse que era a melhor suíte segundo a baixinha. Fiz uma nota mental de perguntar a Alice depois dessa “recomendação” suspeita.

Entramos no quarto e ele era incrível, parecia coisa de filme. A decoração era toda em tons de vermelho e dourado. Ao mesmo tempo em que era requintado, era erótico. Joguei-me em seus braços e sussurrei um “eu te amo” em seu ouvido. Porque definitivamente eu o amava a ponto de fazer qualquer loucura por esse homem irresistível.

Edward afastou-me e disse que me faria relaxar. Entre beijos e carícias ele resolveu abrir um champanhe e sorriu malicioso. Arqueei a sobrancelha para ele.

- Está a fim de me embebedar, Masen?

- Não. Só quero que você se solte, meu bem...

- Certo. Talvez você tenha razão. Eu me sinto tensa...

Após bebermos um pouco não consegui disfarçar minha curiosidade e fixei meu olhar naquela cadeira peculiar. Ela era diferente, para não dizer estranha. Lembrava-me ligeiramente uma cadeira ginecológica. Olhei de lado e vi Edward me encarando maliciosamente e sorrindo feito bobo.

- Está bêbado?

- Não. Estou desejando você.

Sorri com sua declaração e avancei sobre ele, devorando seus lábios. Nossos beijos eram ansiosos e a temperatura naquele quarto começou a subir. Começamos a nos despir e eu sentia as mãos de Edward em cada pedaço de pele que ele deixava nua. Comecei a gemer alto e a me esfregar cada vez mais nele. Ele sorria o tempo todo aquele maldito sorriso torto que me excitava. Quando dei por mim eu estava completamente nua e Edward somente de boxer.

O empurrei, fazendo com que se deitasse de costas na cama e comecei a beijar todo seu rosto. Meus beijos se intercalavam entre sua boca, nuca, queixo e olhos. E ele não parava de sorrir. É... realmente ele estava bêbado. Voltei a beijar seus lábios e resolvi provocar, sugando sua língua de forma libidinosa. Ele gemeu e eu continuei por cima, sugando seus lábios como se fosse o melhor dos doces. Suas mãos pousaram em minha cintura e ele começou a me esfregar em sua ereção. Sorri com sua audácia, mas eu estava disposta a deixá-lo louco.

- Pare Masen.

Ele se assustou com o tom da minha voz.

- O que foi amor?

- Como ousa? Eu lhe proíbo de me chamar de amor.

Vi em seu semblante toda a confusão e resolvi torturá-lo mais. Fiquei de joelhos ao seu lado e sussurrei em seu ouvido.

- Ed, você prometeu que seria meu submisso. Temos um trato, então faça o favor de cumpri-lo.

Ele sorriu ao se dar conta do que eu realmente queria.

- O que deseja Cullen?

- Desejo torturá-lo. Posso?

- Deve Cullen. Mas antes... já que serei seu escravo, seu submisso, quero uma coisa.

- Que coisa, posso saber?

- Pode...

Ele respondeu olhando para a cadeira estranha. Assim que olhei na mesma direção em que seus olhos estavam olhando senti todos os meus pelos arrepiarem. Ele olhava para aquela cadeira estranha. Céus... será que eu conseguiria usar aquilo, se nem ao menos fazia ideia de para que servia?

- Edward, você não está pensando em...

- Não, Bella, eu não estou pensando. Eu vou comer você ali. Depois, faço o que você quiser.

Sorri para ele tão sacana quanto ele sorria para mim.

- Tudo bem, mas eu não sei como usar esse troço.

- Não tem problema. Eu te ensino...

Edward voltou a me beijar e levou seus dedos até minha intimidade. Gemeu ao constatar que eu estava encharcada e me puxou pela mão, guiando-me até a tal cadeira e sussurrando sedutoramente.

- Sempre pronta para mim, não é?

Colocou-me sentada de frente para o encosto e posicionou-se atrás de mim, me levantando um pouco pela cintura e penetrando meu corpo assim que colocou a camisinha. Flexionou meus joelhos e utilizou-os como apoio para suas mãos, estocando com força dentro de mim. Eu estava completamente aberta, e conforme Edward estocava meu clitóris raspava na cadeira, deixando-me alucinada.

- Ed... ah... ah... Ed... vou...

- Não, ainda não.

Ele disse puxando minhas pernas até tocarem o chão e acionando um mecanismo na cadeira que fez com que seu encosto reclinasse. Empurrou-me delicadamente, posicionando minhas pernas e deixando-me exposta para ele, voltando a penetrar meu corpo. A cada investida eu ficava mais alucinada. Arrisquei levantar minha cabeça e observei Edward, que parecia fazer flexão de braço para me penetrar. Não aguentei mais e gozei abundantemente, gemendo alto e demorado. Edward beijou minhas costas e me levantou, olhando em meus olhos.

- Ainda não acabou princesa. Quero ver você gozar gritando meu nome.

Dizendo isso ele levantou o encosto novamente, deixando-o deitado, e me posicionando deitada de costas. Ficou de frente para mim e levantou minhas pernas até seus ombros. Usando minhas mãos como apoio, Edward me puxou de encontro ao seu membro, fazendo-me berrar com a invasão do meu corpo. A posição me deixava mais apertada do que eu já era. Isso sem contar no quanto eu estava sensível devido ao orgasmo recente. E, para ajudar, o encosto da cadeira ainda deslizava, levando-me para frente e para trás conforme Edward puxava minhas mãos.

Comecei a gemer mais alto. Edward estocava com força, gemendo alto também.

- Agora Bella. Vem comigo amor.

Dizendo isso me puxou com força e nós dois berramos juntos, sendo arrebatados pelo orgasmo e gritando um o nome do outro.

Quando nossa respiração normalizou olhei para Edward que me lançou um sorriso sacana enquanto tirava a camisinha e disse.

- Agora sou todo seu. Mas, antes, vamos tomar uma ducha.

Fomos até o banheiro, que não deixava nada a desejar, e tomamos uma ducha. Jogamo-nos na cama e Edward me beijou.

- Pronto, Cullen. Agora sou todinho seu. Pode usar e abusar.

Sorri com sua resposta e voltei a beijá-lo, mas já impondo minhas ordens.

- Você não tem permissão para me tocar. Acha que consegue?

Ele acenou positivamente e aprovei sua submissão. Fiquei por cima dele e voltei a beijá-lo. Imediatamente seu membro ficou rijo. De vez em quando me esfregava propositadamente em sua ereção e o ouvia suspirar. Fui descendo beijos por seu abdômen perfeito e circulei minha língua em seu umbigo. Ele se contorcia e continuava sem me tocar. Logo pensei: “vamos ver o seu limite, Masen”.

Habilidosamente desci sua boxer e liberei sua potente ereção. Suspirei pensando em como tudo aquilo cabia dentro de mim mas logo retomei o foco. Eu estava ali para torturá-lo, e foi o que voltei a fazer.

Segurei seu membro firmemente e colhi o pré-gozo. Umedeci meus lábios e circulei a cabecinha com minha língua. Ele se contorceu e me incentivou a continuar. Coloquei seu membro em minha boca e comecei a sugá-lo. Ora eu lambia, ora batia uma punheta. Edward se descontrolou e agarrou mês cabelos, bombeando seu pênis em minha boca, fodendo-a literalmente. Procurei relaxar minha garganta e recebê-lo o máximo que conseguia. Em seguida retirei-o todo e dei beijinhos por sua extensão. Arrisquei-me olhar para ele e vi o descontrole e o desejo em suas íris verdes.

Sorri com seu desespero e encarei-o com um olhar assassino. Ele me encarou sem entender nada e comecei a distribuir tapas em seu corpo. Lembrei-me de algo que chamou minha atenção assim que entramos no quarto e levantei-me, indo em direção a uns itens que estavam à venda. E lá estava ele me aguardando... peguei, rasguei a embalagem e virei-me encarando Edward com um olhar matador. Percebi que ele se encolheu e resolvi atacar.

- Eu disse que você não tinha permissão de me tocar, Masen. Agora, pagará por sua desobediência.

- Bella, sua louca... me desculpa, eu perdi o controle. Poxa, você estava me sugando e eu me descontrolei.

- Cala.a.boca.

Pontuei cada palavra e parti para cima dele sem pensar, chicoteando-o.

- AI. SUA LOUCA! QUER ME MATAR?

Ele se encolhia na cama e eu o olhava maliciosamente.

- Você mereceu. Quem mandou me tocar?

- Bella, sua maluca. A Renne vai me matar. Caralho, você me marcou.

Ele olhava para a marca que a chicotada que eu havia lhe dado no peitoral deixou.

- Certo. Então levanta e me leva para casa. Se você não está disposto a cumprir o que prometeu acabamos por aqui.

Ele me encarava abalado e eu me segurava a todo custo para não rir.

- Bella, amor, não termina comigo, por favor. Não me deixa.

Aproximei-me dele e devorei seus lábios, sussurrando.

- Ed.. só hoje... deixa eu te bater? Isso me excita... – sorri meu melhor sorriso – vai amor, eu prometo bater devagar, mas, por favor, entra no clima.

- Eu devo estar ficando doido, só pode... Você já me domina, sua diaba. Tudo bem, eu deixo, mas bate devagar, amor. Aquela chicotada está doendo até agora.

- Certo, vou bater devagar. E você, pensa na sua recompensa, no seu prêmio, amor.

Pisquei o olho para ele e fiquei em pé novamente.

- De joelhos, Masen.

Edward ficou me encarando, ainda sem entender. Deitei-me na cama e comecei a percorrer meu corpo com o chicote. Quando cheguei a minha intimidade fiquei esfregando-o em meu botão do prazer. Ouvi-o rosnar e sorri. Ele estava novamente perdendo o controle.

De supetão senti o chicote ser arrancado da minha mão e ele assumir o controle da situação. Seu solhos estavam negros de desejo e eu soube, naquele momento, que não sentaria no dia seguinte.

Ele ordenou. Isso mesmo, ORDENOU, que eu ficasse de quatro e deu duas chicotadas de leve em minha bunda. Gemi de dor e prazer e enlouqueci quando sua língua encontrou meu clitóris. Ele fodia minha intimidade com sua língua quente e devassa e eu me agarrava aos lençóis, controlando-me para não gozar. Eu queria que aquela tortura durasse. Senti dois dos seus dedos me penetrando e sua língua ainda em meu botão. Ele era tão habilidoso que meu corpo começou a tremer e fui perdendo o controle. Quando estava prestes a gozar ele parou seus movimentos e senti mais uma chicotada em minha bunda. Gemi de frustração e olhei ameaçadoramente para ele, que apenas sorriu e sussurrou.

- Estou retribuindo o castigo, Senhorita Cullen.

- MASEN. Me come logo.

- Está com pressa?

- Sempre.

- A pressa é inimiga da perfeição, Cullen.

Olhei para ele indignada e com a certeza de que ele manteria a tortura. E não me enganei. Depois de 2 horas sem me deixar gozar, eu estava mole na cama. Vi quando ele se levantou e pegou uma camisinha. Sorri com a cena, afinal isso significava que as brincadeiras haviam acabado. Edward me colocou novamente de quatro na cama e senti seu membro, sem aviso algum, me penetrar. Mas eu estava tão molhada e ansiosa pelo contato que não me importei e comecei a rebolar, enquanto as mãos másculas de Edward estavam em minha cintura, controlando o ritmo das estocadas. Não demorou muito para atingirmos o ápice do prazer. Eu gemi alto quando gozei e ele me beijou apaixonadamente.

Ficamos deitados na cama, esperando nossa respiração normalizar. Quando eu menos esperava ele já estava no meio das minhas pernas, comigo bem aberta em sua frente. Seus dedos começaram a masturbar minha intimidade, me deixando acesa novamente. Ele deixava seu membro entrar um pouco e logo tirava. Eu estava ficando louca, mas foi aí que percebi que ele estava apenas se lambuzando com meus sucos. Depois dessa deliciosa tortura o inevitável aconteceu. Senti a cabeça do seu membro forçando a entrada no meu buraquinho, até então virgem. Gemi alto de dor e ele me beijou, me acariciando, tentando me acalmar. Mais uma vez senti só a cabecinha entrando e gritei. Porra, aquilo doía muito. Ele se retirou de mim novamente e me olhou, me beijando mais uma vez. Seu beijo era suave e carinhoso.

- Amor, eu sei que dói um pouco, mas tenta relaxar.

- Ai Ed, isso está me rasgando.

- Vem cá, vamos mudar de posição.

Fiquei em pé e ele me colocou de quatro, com alguns travesseiros apoiando meus quadris, me deixando confortável. Foi até o local onde peguei o chicote e voltou com um tubo nas mãos. Ele abriu e escorreu um pouco do líquido em meu buraquinho. Olhei para ele sem entender nada.

- É lubrificante. Vai ajudar. E tem um pouco de anestésico também. Você não sentirá tanta dor.

- Ok.

Ainda estava tensa, mas procurei relaxar. Eu mesma havia proposto essa loucura e iria até o fim. Senti seu dedo penetrando meu ânus e logo em seguida outro em minha intimidade, me masturbando. Percebi que seu dedo tentava, a todo custo, alargar meu buraquinho e aquilo começou a ficar interessante.

Ele percebeu que eu estava mais relaxada e tentou novamente, dessa vez entrando pela metade. Eu segurei as lágrimas. Parecia que tinham ateado fogo dentro de mim. A dor era comparável a algo sendo rasgado. Mas, ao mesmo tempo era bom, porque os dedos habilidosos de Edward não saíam da minha intimidade, me deixando ainda mais lubrificada e me levando novamente ao ápice.

Comecei a me mexer e foi aí que percebi que suas estocadas ganharam ritmo. Comecei a acompanhá-lo e a gemer. Edward segurou minha cintura e começou a estocar com força dentro do meu ânus. Mas, o que me deixou maluca mesmo foram as obscenidades.

- Vai, vadia, rebola gostoso no meu pau.

- Ai... Ed... mais... mais... ahh

- Você quer com carinho ou com selvageria amor?

Não pensei duas vezes e respondi entre gemidos.

- Quero com selvageria. Vai, Ed, me faz gozar.

E foi aí que começou a tortura. Edward deu tapas em minha bunda e eu me descontrolei. Rebolava feito louca no pau dele que, àquela hora, já deveria estar completamente enterrado dentro de mim. E ele também parecia não ter mais controle. Os espasmos começaram a percorrer meu corpo e um orgasmo alucinante me atingiu, ao mesmo tempo em que atingiu Edward, fazendo com que um arrepio percorresse meu corpo e chegasse ao corpo dele. Desabei na cama, com ele por cima de mim. Aos poucos nossa respiração foi estabilizando e ele saiu de dentro de mim, saindo do meu campo de visão e me deixando tonta de prazer.

Um tempo depois Edward voltou e me pegou nos braços, entrando comigo numa banheira de água morna. Sentou-se comigo entre suas pernas e aconchegou-me em seu peito. Todos os meus músculos relaxaram e ficamos em total silêncio, que foi quebrado um tempo depois por Edward.

- Posso te pedir uma coisa?

- Depende – respondi alarmada.

- Nossa, por que depende?

- Porque se você me pedir anal de novo, apesar de ter sido muito bom, eu só poderia no próximo milênio.

Ele sorriu e me beijou.

- Não é nada disso. É algo que estou querendo já faz tempo e não sei como pedir.

- Pedindo, oras. Fala logo, Edward, estou curiosa.

- Olha, Bella, você não é obrigada, mas seria muito importante para mim, sabe...

- Por Deus, Edward. Quer me matar de curiosidade? Fala logo.

- Bella... quero que conheça o Pedro e o Caius.

- E quem são esses?

- Meus filhos.

Notas finais
N/A: OIIIIIIIIIIIII MENINASSSSS FELIZ NATAL DE NOVO
O CAP HJ TA HOT EU AMEI CADA COMENTARIO DO ULTIMO CAPITULO E AS DUAS NOVAS RECOMENDAÇÕES
UMA DA MOOH CELESTINO E A OUTRA DA ANA LUISA, MENINAS MUITISSIMO OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO VCS SÃO SHOW =D
AHHH AS FÉRIAS CHEGARAM O/ A AUTORA AQUI ENTRA EM RECESSO, BOM TENHO PLANOS DE PASSAR UNS 2 MESES SEM POSTAR MAIS JÁ ADIANTO QUE TENHO MAIS 2 CAPS PRONTOS SE BATER SAUDADE E VCS COMENTAREM MUITOOOOOOO EU POSTO, COLOQUEM A FIC NOS FAVORITOS PRA VCS VEREM SE TIVER ATUALIZAÇÃO,SE HOUVER POST SERÁ TODA SEGUNDA MESMO.
BOM, 2012 ESTA CHEGANDO E QUE TRAGA MUITA SAUDE E PAZ PRA TODAS NÓS E NOVOS PROJETOS ESTÃO EM ANDAMENTO E EU ESPERO AGRADAR A TODAS, VEEM AI A ESTREIA DE MAIS 3 FICS DESSA AUTORA MALUCA QUE O POUCO TEMPO QUE ARRANJA AMA ESCREVER PRA VCS =D
É ISSO AI MENINAS E NINOS FELIZ 2012 E MUITO SUCESSO PRA TODOS NÓS...
N/B: AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH!!!!!!
status do momento: quase desmaiada!
que cap. foi esse???? só eu que quase morri aqui??
to de boca aberta! haha Danny realmente nos superou! *-*
AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!!!
nao creio que vamos ficar sem post durante DOIS MESES! juro que tentei convencer ela!
mais nem assim! A GENTE VAI MORRER!
hahaha enfim! *-*
o que acharam do cap. meus amores? *-* gostaram? *-*
comentem sim? *-* e recomendem tmb!
Beejos nos vemos em breve!