Notas iniciais
oi meus amores?
preparados para mais um cap.?
bom vamos lá!^^

CAPÍTULO 12

O caminho de volta para casa foi engraçado. Edward, que ria do meu mau-humor, disse que só me chamou de ninfomaníaca para me irritar. E, sinceramente, ele conseguiu.

Contei sobre o incidente no treino e ele ralhou comigo, dizendo que fui má e mesquinha e que deveria pedir desculpas. Uma ova que eu iria.

Depois comentei da viagem e ele disse que estava organizando-se para ir. Aquilo me deixou acesa. Eu o teria só para mim, afastado de tudo, em um quarto com cama macia e muita, mas muita criatividade, que já rondava minha mente.

- OMG!!!!

- O que foi Bella? – Edward me olhava pelo retrovisor.

- Você tem razão... sou ninfomaníaca!

Edward gargalhou e eu o acompanhei. Afinal, com tudo que rondava minha mente... se eu não era, estava a um passo de me tornar ninfomaníaca.

Chegando em casa corri para o banho. Estava sem tempo hoje. Vesti-me rapidamente e corri para a garagem. Alice já me aguardava em seu carro. Suei frio. Alice dirigindo é sinônimo de perigo!

Chegamos ao shopping intactas. Tínhamos combinado de comprar algumas coisas para levar na viagem e eu estava numa pressa infernal, afinal em malditas duas horas eu teria aula com Renee e precisava estourar o cartão de crédito antes disso.

Fomos direto para a loja de biquínis e comprei três pares deles, um mais indecente que o outro. Não resisti e acabei comprando um short boyfriend lindo, soltinho e perfeito. Comprei também umas saídas de banho e fomos em direção à loja de lingeries.

Chegando à loja da Victoria Secrets me senti em casa. Alice, assim como eu, era compulsiva, o que deixava minha mãe controlando todos os nossos gastos. Comprei várias lingeries e Alice, aquela praga, me fez entrar numa sex shop e comprar lubrificantes e camisinhas com sabor. Ruborizei só de me imaginar usando essas coisas com Edward.

Voltei para casa às pressas e escondi meu “arsenal de foda” da minha mãe. Fui à cozinha e fiz um lanche rápido, já que não tive tempo de almoçar, correndo logo em seguida para o escritório, pois Renne havia acabado de chegar. As aulas com ela não eram entediantes, mas minha cabeça estava na bendita viagem.

- Está distraída Bella.

- Oh, desculpe-me Renne. É que vou viajar e estou com a cabeça longe.

- Hum, uma viagem? E vai demorar muito a voltar?

- Oh, não. Só no fim de semana que é prolongado, pois segunda-feira é feriado. Vamos à nossa casa de praia.

- E seus pais vão?

- Não, só eu, minhas amigas e minha prima com o noivo. Ah, e o motorista também vai, afinal vai nos levar.

- E essas suas amigas vão assim do nada?

Agora deu. Do nada a mulher começa a suspeitar das minhas amigas. Coisa mais estranha...

- Bom, todas tem namorado. A Rosa mesmo é noiva. Por que a pergunta, Renne?

- Ah, são comprometidas... bom, só fiquei preocupada, querida. Afinal, vocês são adolescentes e poderiam fazer algo errado.

- Não vejo nada de errado em tomar sol e banho de mar, Renne.

- Tem razão, querida. É coisa da minha cabeça.

Perva, eu pensei mentalmente.

O fim da aula chegou e com ele meu alívio. Hoje foi um saco. A matemática já é chata e com Renne colaborando... pronto.

Corri para minha suíte, para começar a arrumar minha mala e tomei um susto enorme com as três figuras sentadas em minha cama. Rosa vestia um vestido rosa e estava toda na combinação. Ju a acompanhava com suas roupas certinhas. E Silvia usava uma blusa decotada e um short polpa. É isso mesmo... short polpa, ou seja, com a polpa da bunda de fora

- Hello patricinhas de Forks! – Saudei e elas fizeram uma careta engraçada. Acabei rindo.

- Patricinha o caralho... eu briguei feio com o Joe e é bom você ter uma ótima história para me contar. Ou, do contrário, não vou para porcaria de praia nenhuma servir de álibi para você foder com seu motorista.

- Oh nervosinha. Calma tá? Não existe só um pau no mundo.

Ok confesso. Estou com medo dessa Ju.

Contei tudo nos mínimos detalhes para as meninas. Elas arregalavam os olhos a cada nova informação. A Silvia teve uma crise de riso na hora em que contei como foi fazer sexo oral em Edward. No fim das contas foi engraçado e elas confirmaram minhas suspeitas: sou ninfomaníaca.

Combinamos tudo sobre a viagem e Silvia acabou confirmando que realmente haveria festa em La Push, o que alegrou a mim e às meninas. Afinal, o fim de semana prometia muita diversão. Ao menos para mim.

Ficou combinado que as meninas ignorariam seus respectivos namorados e sumiriam no fim de semana levando-me junto. Na volta, quanto eles perguntassem por nós diríamos que fomos a Seatle fazer compras. O plano era perfeito. Só restava colocá-lo em prática.

À noite eu e Alice acompanhamos meus pais ao aeroporto de Port Angeles. Assim que eles embarcaram voltamos para casa e corri para minha cama. Afinal, viajaríamos cedo no dia seguinte.

Nunca, em toda minha vida, fiquei tão feliz em visitar a casa da praia. Edward realmente estava me transformando em outra Isabella. E esse outro eu me assustava às vezes. Em momento algum pensei em Damon, em como ele estaria ou em como ficaria se rompêssemos. É... porque do jeito que andava meu relacionamento com meu motorista Damon estava com seus dias contados.

Durante o percurso eu e as meninas fomos no Volvo com Edward e Alice foi no carro com Jasper. Confesso que pegamos pesado com nossas provocações. Mas, o deus do sexo ao meu lado parecia imune a toda nossa algazarra, ora ou outra dirigindo seu olhar a mim pelo retrovisor.

Assim que chegamos carreguei Edward até o quarto dos meus pais. Meu corpo estava em desespero por ele. Fechei a porta e antes que ele tivesse chance de falar qualquer coisa comecei a me despir.

Edward arregalou os olhos com minha intenção, mas não se fez de difícil. Entendeu exatamente o que eu queria e começou a despir-se também, mas lentamente. Impaciente, acabei de tirar minhas roupas, ficando inteiramente nua. Logo, suas mãos tomaram conta do que lhe pertencia: meu corpo. Sua boca tomou a minha num beijo de tirar o fôlego, avassalador. A temperatura estava tão quente entre nós que quase não deu tempo de chegarmos à cama. Acredito que Edward estava tão desesperado quanto eu, porque pulamos toda e qualquer preliminar. Fui jogada na cama e imediatamente Edward deitou-se sobre mim, acariciando as laterais do meu corpo, corpo que pertencia a ele, fazendo-me arrepiar por completo. Mas, no momento exato em que ele ia me penetrar eu me lembrei:

- Ei, pega a camisinha.

Ele pegou a embalagem, protegendo-se rapidamente. No segundo seguinte estávamos conectados. O ato foi enérgico, pois nossas mãos estavam inquietas e não deixavam de estar no corpo um do outro. Mas, suas estocadas eram lentas e profundas, e eu gemia descontroladamente. Porém, quando nossos olhos se encontraram a explosão de prazer e luxúria foi avassaladora.

Ali, nos braços do meu motorista, eu entendi o que era a paixão. Porque a sensação que ele me transmitia era de um desejo tão forte que fazia até mesmo minha sanidade oscilar. Em pouco tempo Edward já me tinha literalmente em suas mãos.

Após atingirmos o ápice do prazer fiquei completamente mole em seus braços. Eu queria que esses momentos que passávamos juntos fossem eternos. Mas isso me parecia ser pedir demais.

- Machuquei você? – Ele me encarava preocupado.

- Não, mas confesso que quase me matou de tanto tesão.

Ele riu e me beijou. Seus beijos eram perfeitos. Tínhamos uma sincronia única. Era como se cada célula do meu corpo tivesse sido criada exclusivamente para pertencer a ele. Afinal, a cada toque eu era assolada por ondas elétricas que só me deixavam mais e mais em suas mãos.

- Acho que precisamos de um banho.

Dizendo isso, Edward me carregou para o banheiro da suíte.

- Uma hidro? – Ele perguntou, sorrindo malicioso.

- Meu bem, eu sou uma Cullen, lembra?

Seus olhos percorreram meu corpo de cima a baixo e uma onda de arrepios me atingiu em cheio. Definitivamente ele veio para atormentar meus pensamentos e minha vida. Porque, em todos os lugares em que eu ia, eu só pensava nele. Meu corpo tornou-se, em tão pouco tempo, totalmente viciado no dele. Minha pele clamava pelo contato com a dele. Mas, o que me deixava mais perturbada era a corrente elétrica que existia entre nós. Era como um imã, que sempre nos atraía.

Optamos por uma ducha ao invés da hidromassagem, que poderia ficar para depois afinal tínhamos o final de semana inteiro para curtir um ao outro. Edward me abraçou e ficamos assim enquanto a água caía sobre nossos corpos.

De repente me dei conta de algo... Não... não pode ser. Será?

Senti borboletas se agitarem no meu estômago e corri. Saí em disparada do banheiro e peguei um roupão, correndo para o quarto onde as meninas estavam. Entrei sem bater, assustando-as com meu estado.

Sentei-me na poltrona que existia no quarto e abracei meus joelhos. As lágrimas me dominaram. Eu estava desesperada e sem saber o que fazer. Estava tão perdida com esse sentimento que nascia em mim. Com esse sentimento do qual me dei conta nesse instante.

Rosa me acolheu em seus braços, aninhando-me como se eu fosse um bebê. Eu queria desabafar com minhas amigas. Contar-lhes minha mais nova descoberta. Mas, minha garganta havia se fechado. Meu coração parecia um tambor. E, minha mente entrou em modo de desespero.

- O que ele fez com você, Isabella? – Silvia me lançou um olhar de quem arrumaria confusão. E, seria confusão das bravas.

- Sil, ele não fez nada.

Nesse momento meus olhos já ardiam devido ao choro.

- Então, Bells, por que está assim tão angustiada?

Meu choro ficou mais alto e desabafei em meio às lágrimas.

- Eu... descobri que... que... estou apai... apaixonada pelo meu motorista.

Rosa suspirou e Silvia me olhou espantada. Engoli em seco e me preparei para a enxurrada de sermões que eu tinha certeza que viriam. E não me enganei.

- Você só pode estar brincando não é mesmo? Não seja infantil garota! – Silvia estava exasperada.

- Calma Silvia. A Bella deve estar confusa. Só isso. – Disse Juliana.

- Eu não estou confusa. Eu o quero para mim. Nada me importa. Não vejo mais minha vida sem ele. – Respondi em meio aos soluços que o choro desencadeou em meu peito.

- Escute aqui, porque eu só vou falar dessa vez, Bella. Pare de ser infantil. Eu fico aconselhando vocês todos os dias e olha o que você me apronta. Isabella, ele é seu motorista. Entendeu? Seu MO.TO.RIS.TA! E você não está apaixonada por ele porcaria nenhuma. É só sexo. Coloque isso nessa sua cabeça de vento!

- Não é só sexo. Eu pensei que fosse. Mas, eu me vejo velhinha com ele ao meu lado. Droga! Você acha que fiz de caso pensado Silvia? Acha que premeditei me apaixonar por ele?

- Claro que não, Bella. Mas ainda tem conserto, oras. Eu só quero o seu bem. E, por mais belo que ele seja, não está em nossos padrões. Bella, seu pai mata vocês dois se ao menos desconfiar do seu envolvimento com ele. E ainda tem o Damon. E a verdade é que você nem ao menos o conhece!

- Bella, a Silvia tem razão. Você é uma Cullen. E ele, é o que? – Juliana, a mais centrada de nós, me indagou.

Respirei fundo, assimilando as palavras das minhas amigas. Eu e Edward não éramos nem um casal. Eu realmente não o conhecia, não sabia nada sobre ele. Mas, meu corpo reconhecia seu toque. Seu cheiro. Sua voz rouca. Ele era perfeito. Pelo menos para mim. E daí que ele não tivesse o meu status social? Eu deixaria tudo... minha carreira... minha herança... Eu faria qualquer loucura por Edward Masen.

- Eu sinto que ele vale à pena. Meu coração não suporta pensar que ele possa se afastar. É tudo tão intenso. É um tsunami de emoções. Não somos eu ou ele... é o sentimento que controla tudo.

- Uma ova de sentimentos. Tente fazer a coisa certa pelo menos uma vez na vida. Eu tenho parquinhos porque nenhum deles está à minha altura. Essa é a nossa realidade. Esse seu sentimento não sobreviveria com você sendo obrigada a usar roupas de departamento, fazer economia doméstica e viver numa quitinete do tamanho do seu banheiro. Sem falar que seus pais a deserdariam. Toda Forks falaria de você. Quer viver de amor, Cullen? Vá em frente. Mas eu lhe digo: não vai durar.

Absorvi as palavras de Silvia em choque. Por mais dolorosas que fossem, elas eram verdadeiras. E isso me machucava ainda mais.

- Bella eu já te disse naquele dia e vou repetir. Aproveite enquanto pode. Vamos embora logo, pois a faculdade nos espera. Então, esse sentimento que você diz ter pelo seu motorista está com o prazo de validade contado. Tente encarar dessa forma.

Olhei para minhas amigas e percebi que tinha me metido numa confusão enorme. Uma confusão da qual eu sairia muito machucada.

De repente, Rosa gritou e acompanhamos seu olhar. Edward estava encostado na porta do quarto e, com certeza, tinha escutado tudo. Seu olhar era tão triste que senti meu peito se oprimindo e meu corpo caindo num abismo sem fim. Seria o fim de algo que nem havia começado?

Notas finais
N/B: OMG! OMG!
AAAAAAAAAAAAAHH!!!!!!!
que cap. foi esse hum?
tá maravilhoso!
e esse final? OMG!
só eu que quero saber da cont? *-*
hahahahha
AAAAAAAAAAAAAAAAHH!!!!!
estou amando os coment's!
mais nao se acostumem com meus elogios!
hhahaha brink'S! amo elogiar vc'S! \o/
mais eu quero muuuitos coment'S&recomendações viu? *-*
até segunda!
e nos digam o que acha!^^
Beejos!