Puncture

7 I do believe what we rely on


Notas iniciais
O JOSH TOCOU SNOW GENTE ELE TOCOU SNOWWWWW AAAAAAAAAAAAAAAAAAA é por isso que eu não postei ontem e tal fdkngkldsmfsmafpoas desculpa, mas aqui ta o cap 7.

Na manhã seguinte, ainda me sentia voando. Tinha descoberto que, é, estava apaixonada por Josh. Como se isso fosse algo inimaginável, considerando minha necessidade de sua voz.

Enquanto dirigia para o prédio de Megan depois de deixar Josh em casa (ah, sim, despedimo-nos com outro beijo) não conseguia parar de sorrir. Era tudo simplesmente maravilhoso, saber que ele sentia o mesmo e toda história. Eu realmente não podia estar mais feliz.

Olhei as horas sem sair da cama – 09h32min. Em qualquer outro dia, teria me matado por estar atrasada para o trabalho... Mas era sábado.

Logo já tinha tomado meu banho matinal e o café da manhã e já estava mexendo em meu notebook. Não pude me conter e mandei um detalhado email no qual falava tudo da última noite para Lou. E depois fiquei apenas fazendo coisas aleatórias para passar o tempo.

“Hey, Maggie, quer sair pra almoçar?”, perguntei por volta de 12h30min.

“Ah, claro, só espere eu me arrumar”, ri com o pensamento de que ela provavelmente demoraria quase uma hora se arrumando. E, bem, estava certa, pois já eram 13h15min quando por fim saímos no carro de Megan (ela conhecia restaurantes melhores do que eu).

Foi um almoço realmente agradável, aquele. Maggie havia escolhido um restaurante ao céu aberto chamado Ocean – já que tinha uma bela vista para o oceano. Pela primeira vez, ela perguntou-me sobre Josh, visto que era totalmente impossível conter minha felicidade. E, é claro, contei-lhe tudo. Quando falei que conheci John, ela novamente parecia querer me estrangular. Então lhe estendi o papel com o autógrafo e ela quase chorou de emoção.

Ao fim da tarde, após um passeio pela praia, era incrivelmente mais amiga de Maggie.

À noite, continuando com o “dia das garotas”, assistimos a um filme e comemos pizza. E depois sorvete. Parecia aqueles filmes adolescentes onde meninas de 15 anos passam a noite falando de garotos e comendo porcarias e essas coisas. Durante todo o tempo que estava morando com Megan, isto era uma coisa que ainda não tínhamos feito: passar tempo juntas, apenas jogando conversa fora. Eram sempre as mesmas coisas, as mesmas cordialidades. E agora parecíamos adolescentes bobinhas, felizes e apaixonadas, sem se preocupar com grandes coisas.

Quando a segunda garrafa de vinho acabou, decidimos que era hora de dormir. Disse um “boa noite” risonho para Megan, seguido de outro “boa noite” mais risonho ainda dela e entrei em meu quarto. Meu celular estava jogado em cima da cama, peguei-o e vi que havia uma mensagem não lida.

E...

Desculpe-me por não ter ligado. Fiquei enrolado com algumas coisas e não pude te ligar. Desculpe.

Espero que esteja bem, tanto quanto estou.

Com amor,

J...

Deus, como esse homem é fofo... Ah, lindo.

Respondi sua mensagem (“Sem problemas, está tudo bem. Fico mais feliz ainda em ver que você também está bem. Com amor, Liz”) e nem esperava resposta, quando esta chegou. Lia-se:

Ainda acordada novamente?

Bem, já que está aí, não quer sair? Digo, terça-feira. Tudo bem para você?

Mais amor,

J...

Noite, ou melhor, dia inteiro das garotas, mas isso não vem ao caso, ha.

Claro, mal posso esperar :) Amanhã acertamos tudo, ok? Já está tarde...

Boa noite. Bons sonhos para você, querido.

Mais amor ainda, Liz

Quase achei que chamá-lo tão cedo de “querido” seria algo ruim, mas mandei de qualquer jeito. Não pude conter um riso extremamente apaixonado quando li sua próxima mensagem:

É claro.

Boa noite, querida. Pra você também.

Amor, amor, amor,

J...

__

Quando pisquei já era terça-feira e já estava no carro indo para a casa de Josh. Ele fez o maior segredo sobre onde iríamos, dizendo que me falaria na hora. E disse que seu carro estava no conserto, então iríamos no meu. Um pouco nervosa, estacionei na frente de sua casa e buzinei para avisar que tinha chegado. Logo se via na porta Josh, com um sorriso enorme no rosto, caminhando em direção ao carro. Só que ao invés de abrir a porta e entrar, apoiou-se na janela aberta, ainda sorrindo.

“Hey, Liz.”

“Olá, Josh. E então, não vai entrar?”, disse rindo.

Ele sorriu mais um pouco.

“Era exatamente o que ia lhe perguntar.”

Fiz cara de desentendida. Ele fez a volta e quando percebi estava abrindo a porta ao meu lado, se inclinando para tirar o cinto de segurança e, é claro, dar-me um beijinho no caminho de volta.

“Vamos, entre. Prometo que não vou fazer nada”, pediu-me e eu obviamente não tive como negar. O que posso fazer se o Klinghoffer tem esse “poder” sobre mim?

Pequena nota: uma parte pervertida minha fez questão de entristecer-se com a promessa que ele fizera.

Finalmente estava agora saindo do carro e caminhava para a casa de Josh. O nervosismo tinha até aumentado um pouco. Como se tivesse lido minha mente, ele pegou minha mãe e me olhou com um olhar que dizia “Tudo bem, eu estou com você”. Foi instantâneo: acalme-me e respirava tranquila enquanto Josh abria a porta.

“Bem, hum, bem-vinda.”

Ele me guiou pelo pequeno hall de entrada até uma sala à esquerda. Nela havia um sofá grande e algumas poltronas. Uma TV, um aparelho de som e vários CDs pela volta. Virei-me e vi um balcão que dividia a sala da cozinha e um corredor que levava aos outros cômodos.

“Então... Qual é a programação para a noite?”, perguntei num tom brincalhão enquanto me sentava no sofá.

“Nada muito especial... ver, ouvir alguma coisa... comer alguma coisa... ficarmos juntos...”, ele deu um riso sem graça, “Desculpe, acho que não parece muito convidativo.”

Eu ri.

“Música, comida e você. Parece perfeito pra mim”, sorri. Ele sorriu também , sentou-se ao meu lado e beijamo-nos.

Passamos o resto da noite ouvindo qualquer coisa que ele colocasse, comendo comida chinesa e conversando. E, de certa forma, namorando. Lá pela meia noite, quando estávamos olhando um filme antigo qualquer que passava na TV, me encontrava praticamente deitada no sofá, recostada no peito de Josh. Nem percebi quando peguei no sono.

Aliás, não percebi mais nada. Nem quando Josh gentilmente me levou no colo até sua cama, onde acabamos por dormir abraçados. Só fui perceber alguma coisa às seis horas da manhã, quando acordei com o sol em meu rosto.

O difícil mesmo foi ter que deixar aquela carinha tão fofa pra ir em mais um dia de trabalho chato.

Mas teve algo de especial naquele beijo de despedida que me deu ânimo.

Sem surpresas.

Notas finais
EXPLICANDO O TÍTULO DO CAPÍTULO - EPISÓDIO 7: Snow. Não tem muito a ver mas TINHA QUE SER SNOW, APENAS. É isso, fim.
Muito amor esse capítulo e tal ne kfdmmsds nao tenho muito o que falar entao fiquem com http://www.youtube.com/watch?v=yevMQLHdQFw