Pulling Me Down

6 Capítulo 5 - Surpresas


Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEY YA!
-tiro
OALIHUILAHUSAS, beeem, olha, seguinte. AOSIHA eu demorei pra caramba, sei.
Eu iiiiiiia postar noniver do teilo, mas não deu! Pq eu tive post duplo da OAV pra fazer, e aí, pá, fiquei sem tempo. Mas enfim!
Tenho coisas a declarar sobre esse capítulo. nº 1: OLHEM PRA BARRINHA AÍ DO LADO -->
é.
ficou enorme.
e vocês vão ver por que.
aoishalishasuih, eu noteeeeeei que voces amamdoram o Josh safadhenho. Mas esse caps tá POV taylor etc.
RECOMENDAÇAAAO!!!!!!
DUAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1
RECKLESSLIFE, VALEU MANOLAAA!! AOSHIAOSIHAS SÉRIO, todos adoram pervertição -q e tipo, todos querem uma reile da PMD. IASHALSH
VIHHHH *U* AMG OBRIGADAAA ♥33 aw, cara, voces sabem me deixar sem graça com essas recomendações perffas OASHOSH fazissu nao.
AH, TAVA ESQUECENDO. feliz natal pra voces. era pra eu ter postado isso ontem mãs nao deu, então. mesmo assim, feliz natal atrasado. e é provável que eu nao poste até o reveillon, entao FELIZ ANO NOVO ADIANTADO AE.
E bem, estou rindo com os chutes de voces sobre o que a hayls é ou vai fazer com o josh aqui LIHSALIUHSAS fato. bem, algumas acertaram em parte. outras passaram loooonge. mas é isso aí, vão chutando. Não demora muito e voces vao descobrir MUHAHAHAHAHAH
VAMOS COMENTAR OS COMENTARIOS YEEE
sofia, meu deus, eu morri com isso:
"josh tem desculpa, é apenas a segunda vez que ele está fazendo isso. o que, claro, nos faz pensar: COMO ASSIM, É A SEGUNDA VEZ QUE JOSH TÁ FAZENDO ISSO E JÁ........ eeeeerrrrr..................... sabe o que está fazendo, vocês sabem ^^ ou ele lê muita hentai ou......... hã, sabe, realmente prefiro não pensar nisso."
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MEU AR KD KKKKKKKKKKKKKKKKK
sofia. vc esqueceu que o josh tem os dois amgs mais safados do universo?
OASOIASHLIASHASOIUASHÇAS jesus ainda tou rindo
mitchgan:
"Ah, essa ruiva safada! Essa branquela dos zóio verde safadjeeeeeeeenha! Ah, acho que gosto de pessoas safadas."
PÇSJAPOKSA~´SKA~POSJPAÕSJKAP~SJ~´ASKA~´SKASÁKPSAÇSOIPJAS meu delllls.
mas eu tbm gosto '-'
Milena:
"Se pegando na parede. Pegando. Paredes. Joshay. Paredes. MAIS UMA COISA PRA EU LEMBRAR NÉ, AGORA VOU FICAR UM BOM TEMPO OLHANDO PRA PAREDE E DANDO SORRISINHOS IDIOTAS IMAGINANDO A CENA DO JOSH E DA HAYLEY SE PEGANDO NA PAREDE. NA. PAREDE. Amodoro pegação na parede, aliás."
ASHOLASHUALISHLIASHLAIHSAS
menina vc é a pessoa mais tarada q eu conheço. depois da samantha, é claro. mas se tratando de tara a samantha é uma exceção pra tudo.
EU RI MT DA BRUNA MARIDA AQ OK AOSÇHJAÇSOHASOHASÇOIHASÇASHOAUISH
eu tbm sou haysbian.
eu gostei dessa palavra. Haysbian (lesbicas apenas pela hayley etc) ÇPJASÇPASJPASJAPSKASÕPJAS
"Mano, essa Hayley dessa fanfic (na verdade a Hayley em qualquer fanfic e na vida real tbm) me mata, pqp ajskdhajhsdiuhiauhsdkjhalskd Hayley faz eu me questionar sobre minha opção sexual UAHISODUHASIOUDHOIUASHDIUH -n "
LAJISAISJOJI bruna falou tudo flw
tereza:
"aiai
paredes são tão legais...paredes, elevadores, mesas, carros, banheiras, banheiros e é só. kasjkajskajskajskajskajskajskasjkajskajskajskajskajks hmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm é"
E AÍ VEM A 2 PESSOA MAIS TARADA Q EU CONHEÇO DEPOIS DA MILENA COM A EXCEÇÃO DA SAMANTHA!!!!!!!!11
nao pude arranjar leitoras melhores. apenas isso. KKKKK
Rafael:
"Siim Hayley é simplesmente linda ~le babando~ - Zoas"
vc pode babar né amg. u-u OIHASOAHSOUIAÇSH na real tu tem mais chance com ela do que eu. OÇASÇOHIAS
Veronica:
"Kkkk...hum Sarah...tá meio pervertida tbm é, disse q tava com necessidade de fazer eles se pegando na parede, NA PAREDE..hum? KkKk"
o.õ
masoq o.õ
a autora que lhes escreve é 1 santa.
(merda, esse capítulo vai desmentir essa mentira -q)
Mas sim, eu estava vivendo feliz e aí me veio a cena do Josh comen... transando com a Hayley na parede com uma perna aber... levantada. e eu tive que escrever porque eu vi uma foto onde eles tavam tipo de conchin... muito perto um do outro. E além do mais eu vi mais uns gifs do Josh mordendo o lábio e comecei a escrever e desejar que eu tivesse ali no lugar da Hayley e o Josh me comes... xapralá. u-u
Q
OAIÇSJAOÇSJIASOIJAÇOSJI
UMA COISA A DECLARAR SOBRE ESSE CAPÍTULO:
http://media.tumblr.com/tumblr_lwojfqBWoL1qd47v9.gif



Pov. Taylor


Pra ser sincero, eu esperava menos do começo do semestre na faculdade. Muito menos.

Não me leve a mal, não estou reclamando! Estou adorando, na verdade. Se Deus for bom mesmo como dizem ser, continuará tão bom quando o primeiro dia. Ou melhor, a primeira noite.

É que, sabe, é muita surpresa pra pouco tempo. De repente eu conheci uma loira incrível em todos os sentidos possíveis e hoje pela manhã, soube que Josh perdeu a virgindade com uma garota que ele conheceu no mesmo dia. Quem te viu, quem te vê, hein Joshua?!

Por mais que seja engraçado e improvável, eu estou realmente feliz de ter voltado de férias. Começando por Dakotah.


Algumas horas antes...


— Então, qual é o seu curso? — Perguntei como quem não queria nada, olhando-a nos olhos. Ela já estava um pouco corada.

Não sei por que, mas sou louco por garotas que ficam envergonhadas facilmente.

— Moda — ela respondeu ainda com o rosto vermelho, encarando-me de volta.

— Claro, claro. Isso explica a sua roupa linda, não é? Você é uma especialista. E esse vestido te deixa mais perfeita do que você já é.

Não é necessário dizer que ela corou mais ainda. Oh, Deus.

— Você é bom — pouco a pouco, ela foi perdendo a cor. Me olhou firmemente nos olhos.

— O quê?

— Você é bom, eu disse — ela riu desta vez, perdendo totalmente a cor. — Aposto que você consegue qualquer mulher com essa conversa mole. Acho que nunca recebi tanta cantada num dia só.

Ok, eu não esperava por essa.

— Não estou te cantando. É só a verdade... sobre o que eu estou sentindo agora. — Sorri de canto, e vi ela desviar o olhar.

Sabia que o meu sorriso de canto as deixava assim... digo, sem ação. E por um segundo, achei que tinha contornado a situação.

Só por um segundo.

— Conheço o seu tipo de cara, Taylor York — ela levantou o queixo um bocado, demonstrando total confiança. — Rostinho bonito, com lábia de sobra, engana e ilude quem quiser. Leva pra cama, faz o que quer, e depois descarta.

— Eu não sou assim! — Rebati com a voz um oitavo mais alta.

— Talvez o cara que esteja com a Hayles não seja assim — ela pareceu pensativa. — Mas você é. — Ela me encarou nos olhos. — Vai me dizer que não veio pra essa festa no intuito de transar com alguém? Ou vai me dizer que assim que olhou pra esse vestido que você amou tanto, não me imaginou sem ele?

Me calei. De repente não conseguia mais mentir.

Bem, é claro que eu sabia que existiam garotas que pensavam o mesmo que ela. Mas nunca uma virou pra mim e disse isso.

— Sabe, é uma pena...

Engoli seco. Perdi a garota. Definitivamente, não vou ficar com ela.

— O quê?

— É uma pena, Taylor — ela me encarou e se aproximou perigosamente de mim —, que eu me sinta absurdamente atraída por esse tipo de cara. — Sorri instantaneamente.

Ela veio até mim e encostou seus lábios nos meus, roçando-os. Tentei começar um beijo, mas ela se afastou.

Sem dizer nada, ela se virou sensualmente e começou a se afastar, enquanto eu acompanhava o seu olhar elegante com os olhos. Enquanto andava, um pé perfeitamente alinhado na frente do outro, seu quadril se mexia com sensualidade, me deixando totalmente louco.

Eu queria aquela mulher de uma maneira inexplicavelmente grande.

E foi por isso que eu deixei meu copo de vodka ainda pelo meio em cima de qualquer coisa, e a segui no meio da multidão. Bem, eu realmente achei que não iria ficar com ela. Mas agora que ela deixou claro que quer, o que eu devo fazer?

E... o jeito sincero e provocativo dela me fez perder a cabeça. Completamente.

Cumprimentei algumas pessoas enquanto e seguia. Ela estava saindo da festa, andando daquela forma, me deixando doido. Logo ela não estava mais dentro da casa onde a festa ocorria. Fui seguindo-a pela rua, e a vi virar a esquina. Quando fez isso, ela olhou para mim — que estava há alguns metros de distancia — e umedeceu os lábios, sorrindo em seguida. Certo, ela quer me matar.

Tratei de apressar o passo e virei a mesma esquina, vendo-a entrar dentro de uma das tantas casas iguais que haviam naquela fraternidade.

Certo, não vou mentir. Eu corri até aquela casa. Estava muito ansioso. Extremamente ansioso. Desesperadamente ansioso.

Porém, quando adentrei a casa — pois é lógico que a porta estava aberta —, entrei em passos lentos, devagar. O dormitório era exatamente igual ao meu, por isso, eu sabia bem onde ficava o quarto. Andei devagar até lá.

O quarto estava escuro. Eu não via nada, por isso tentei acender a luz.

Mas quando fui fazer isso, senti uma respiração na minha nuca, que foi subindo lentamente até a minha orelha.

— Não acenda — ela sussurrou fatalmente —, quero brincar com você, garoto.

— Opa. — Não pude deixar de comemorar, e logo após, senti uma risada fina e uma deliciosa mordida no lóbulo da minha orelha.

Logo, ás escuras, senti as mãos dela passarem pelas minhas costas, alcançando o começo da camisa e puxando-a para cima. Ajudei-a a tirá-la de mim.

Tentei virar-me e agarrá-la em meus braços, mas ela me segurou de costas para si.

— Ei — ela chamou minha atenção —, eu estou no comando aqui, ok? Fique quietinho. Nesta noite, você é meu.

Sorri de canto e deixei-a tomar conta da situação.

Por enquanto.

Ela passou as mãos levemente pelos meus braços descobertos, e sussurrou algo como “uau, são maiores do que pareciam naquela camiseta”. Não sei por que, mas eu a imaginei mordendo o lábio daquela forma, o que me deixou mais louco para me virar e agarrá-la de uma vez.

Mas eu não fiz isso, pois logo senti as mãos delas passarem de meus braços para as minhas costas. Ela passava as unhas levemente por toda ela, parecendo se deliciar com o toque.

De repente, não senti mais as suas unhas, ou dedos, ou lábios, ou nada. Ela havia sumido naquela escuridão do canto do quarto.

Virei o rosto diversas vezes, na tentativa frustrada de buscá-la com o olhar. Como tudo estava extremamente escuro, chamei-a pelo nome.

— Sabe por que parece que tudo é mais interessante às escuras? — Sorri ao ouvir sua voz perto do meu rosto. Ela não me tocava, mas eu ouvia a sua voz macia e provocante.

— Não — respondi, ainda sorrindo. Mesmo que ela não pudesse ver.

E foi aí que eu senti lábios macios e quentes sobre o meu pescoço, arrepiando todos os pelos do meu corpo. Ela fez um movimento super gostoso com os lábios — que ainda não chegava a ser um beijo —, pelo meu pescoço e logo após, subiu os lábios com a língua para o meu queixo recém-barbeado.

— Você nunca sabe o que pode haver depois — ela sussurrou com a voz rouca e depois, finalmente, tomou meus lábios num beijo caloroso e urgente.

E, sinceramente, que beijo!

Nunca havia beijado alguém com tanta urgência como ali, naquela agora. Nunca havia desejado tanto um beijo daquela forma. Nunca lábios tão deliciosos tinham tocado os meus. Nunca uma língua tão gostosa tinha se encontrado com a minha. Nunca.

Me senti ficar animado após aquele beijo. Eu havia passado a mão pela cintura dela num instinto, mas assim que o beijo acabou, Dakotah pegou minhas mãos e retirou de sua cintura delicadamente.

E depois, sumiu novamente.

Tentei ser paciente e esperar ela voltar até mim e “brincar” mais um pouco. Mas quando se passaram mais de vinte segundos, eu não me agüentei.

— Dakotah? — Chamei-a pelo nome novamente.

Ela não respondeu, apenas riu sonoramente, parecendo divertir-se imensamente com o meu desespero. E o pior é que o riso dela estava indescritivelmente sexy. De repente, tudo naquela mulher era sexy.

Mas deixei meu desespero sumir devagar quando senti aquelas mãos finas passarem pelo meu peito, alisando-o e acariciando-o. A cara músculo que tocava, Dakotah soltava um de seus elogios. Eu estava completamente obcecado pela voz dela. E pelas mãos. E pelos lábios. E por todo o corpo que eu não conseguia ver agora.

Suas mãos foram descendo pelo meu abdômen, e lá, ela arranhou um pouco. Disse não conseguir segurar as unhas quando via uma barriga bem dividida. Sorri com isso.

Depois de passar as unhas pela minha barriga, ela obviamente desceu para os botões da minha calça. Passou a mão levemente pelo meu membro já rígido de desejo por ela e riu, mas desta vez, sem dizer nada.

Um botão se abriu, e depois só senti a calça escorregando pelas minhas pernas.

Dakotah começou então, a passar as mãos pelas minas coxas devagar.

— Você não devia usar calças tão folgadas, sabia? — Ela disse. — Por que esconder tudo isso? — Ela apertou uma de minhas nádegas, colando seu corpo ao meu e sentindo minha animação nela.

— É por que é exclusividade. — Expliquei, rindo fraco em seguida.

— Claro. Minha exclusividade. — Sua voz estava rouca novamente, o que me deixou mais louco de desejo.

Ela descolou seu corpo do meu e então, sumiu. Soube depois, pelas mãos retirando a minha boxer, que ela estava de joelhos.

Devagar, a cueca que já incomodava um bocado foi ao chão, e suspirei longamente ao sentir suas mãos perfeitas me envolverem com delicadeza.

— Uau — ela riu sonoramente. — É muito maior do que eu pensava.

Não respondi ao seu elogio, como sempre. Não tinha tempo e muito menos cabeça para responder, depois que suas mãos começaram a movimentar-se devagar. O prazer e o desejo começaram a me consumir de forma avassaladora, e ela estava usando apenas as mãos. Os movimentos eram de vai-e-vem, e estavam realmente me deixando maluco.

A pressa e a vontade de tê-la por completo crescia dentro de mim na mesma velocidade da luz, e conforme ela fazia os movimentos com as mãos, eu apenas ficava mais fora de mim. Não tinha idéia de como estava o seu olhar, não fazia idéia de em que exata posição ela estava, e não sabia se ela estava com ou sem roupa. Eu estava no escuro, cego, apenas sentindo aquelas mãos perfeitas e precisas me darem um dos maiores prazeres da minha vida... por enquanto.

Até que, de repente, ela parou. Estava pronto para reclamar até sentir os mesmos lábios macios, quentes e perfeitos contornarem a minha glande. Suspirei mais alto automaticamente, sem ter a mínima idéia do que estava fazendo.

Logo os lábios perfeitos deram espaço para língua deliciosa, que contornava precisamente a extensão da minha glande. O prazer e o desejo apenas aumentavam gradativamente dentro de mim, e a vontade de que ela aumentasse os movimentos e fizesse tudo mais rápido ficavam cada vez mais fortes.

Então, arrancando-me um suspiro, ela abocanhou meu membro com vontade, engolindo-o inteiro dentro de sua boca maravilhosa. E devagar, começou a fazer os movimentos com ela.

Senti todo o meu corpo suar com aquilo. Eu estava simplesmente amando aquela “brincadeira”.

Enquanto uma mão me massageava, a sua boca recebia o meu órgão rígido, e se movimentava com vontade, arranhando-me com os dentes e, conforme penso, deliciando-se com aquilo.

Eu queria mais. Eu queria mais rápido. Eu tinha pressa, pressa de tudo. Pressa de ter aquela mulher extremamente provocante para mim. Pressa de que ela envolvesse o meu membro não apenas com a boca, se é que me entendem. Tinha pressa de estar dentro de Dakotah.

Mas eu não conseguia sequer lembrar o meu nome, quanto mais me mexer. Tudo o que eu queria era mais. Mais daqueles movimentos deliciosos.

Levei a minha mão até a sua cabeça, impulsionando-a contra mim e suspirando alto. Ela tirou minhas mãos de sua cabeça e refez os movimentos sozinha, com mais verocidade. Certo, havia me esquecido de que ela mandava ali.

E era fato, a falta de luz havia deixado tudo um pouco mais excitante. Eu não estava vendo de onde aquilo vinha, apenas sentia aquela mão e aquela boca deliciosa em mim, me dando um prazer inesquecível.

Depois de pouco tempo, eu já estava louco de prazer, ela retirou sua boca de meu membro, deixando lá alguns beijos. Tinha total certeza de que ela estava muito sexy enquanto fazia aquilo, mas a falta de luz fazia com que eu não a visse. Ainda assim, aquele havia sido o melhor sexo oral da minha vida.

Então, de repente... eu a vi.

Luz.

E ela já estava completamente nua.

Ela era inexplicavelmente perfeita, em todos os ângulos, em todos os sentidos. Provavelmente o corpo mais bonito que já vi.

— Linda — murmurei sem nem perceber. Meus pensamentos haviam tomado forma.

Ela sorriu.

Seus lábios estavam mais vermelhos do que o normal — era de se esperar —, e seu sorriso ainda era o mais sapeca possível.

Ela andou até mim, que me apressei a tirar as peças de roupa dos pés. Logo seu corpo estava totalmente colado ao meu e ela veio com a boca até o meu pescoço, deixando uma marca ali.

Passei a mão pelo seu seio num instinto, apertando-o devagar. Ela parou com o movimento no pescoço e retirou minha mão do seu seio.

— Ei — ela sussurrou no meu ouvido —, ainda estou no comando, garotinho. — E logo após sorriu, provocante novamente.

Fechei os olhos por um segundo e quando os abri, fui empurrado, caindo de costas na cama que, não sei por que, era de casal. Sorri.

Ela sorriu maliciosamente ao me ver daquela forma. Não sei se era a vontade, ou a excitação, mas ela pareceu ainda mais gostosa naquele ângulo. Minha cabeça rodava levemente, e eu sabia que não era pela vodka ingerida naquela festa.

Dakotah se ajoelhou na cama e veio engatinhando até mim. Deitou-se ao meu lado e puxou meu rosto para beijá-la com ardor novamente. Eu estava completamente fora de mim, e toda vez que tentava passar minha mão em seu corpo, ela me advertia.

No calor do beijo, ela parou de repente. Então levantou-se como em câmera lenta, deixando aquele cabelo loiro — e com as pontas verdes — cair sobre os seus ombros depois disso.

Apoiou-se no cotovelo e me olhou. Eu estava com a respiração desregulada e esperava pelo próximo movimento dela, e ela não. Estava calma. Como se realmente estivesse apenas brincando.

Sorriu por algum motivo que não perguntei, e logo após se levantou. Depois, escuridão.

Ela havia apagado a luz outra vez.

Pelo movimento da cama, vi que ela havia se deitado.

— Ok, garotinho — senti a voz rouca no meu ouvido me excitar mais ainda —, vamos continuar nossa brincadeirinha.

— Opa, vamos — foi só o que respondi, fazendo-a rir.

A cama se movimentou novamente e senti suas coxas sobre as minhas logo depois. Ela havia se sentado sobre mim.

Não consegui me agüentar e agarrei uma de suas coxas com vontade, o que a fez gargalhar.

— Olha, se esse toque do garoto não tivesse sido tão preciso, eu não iria deixar. Mas já que ele foi tão bonzinho até agora, eu vou recompensá-lo.

Dá para deduzir o que aconteceu depois.

Ela se sentou sobre meu órgão e soltou um gemido alto e sexy, que mais soou como música aos meus ouvidos. Senti um prazer completamente indescritível ao sentir ela me envolver da forma que eu quis durante toda a noite. Mas esse prazer não foi nada comparado ao que ele se tornou depois que ela começou a ir para cima e para baixo, rebolando perfeitamente e precisamente no meu colo, me fazendo suspirar alto e soar loucamente. Dakotah gemia de um jeito mais do que gostoso a cada vez que rebolava em mim, e eu apertava mais as suas coxas com as mãos, que com certeza ficariam marcadas depois. Mas ela parecia não se importar. Continuava a rebolar, a movimentar, a me dar prazer, a fazer prazer.

E posso dizer com toda a certeza do mundo, de que de todas as garotas com quem já transei, Dakotah Rae está sendo a melhor. Ela sabia como dar prazer pra um cara, e sabia bem. Por que com aquela garota ali, rebolando por cima de mim, eu não era nada. Ela não me chamava pelo meu nome, ela não me deixava ter o controle da situação, mas ainda assim, ela estava sendo a melhor. Estava me dando um prazer que eu nunca havia sentido antes. Estava me matando de excitação.

Sentia minha masculinidade pulsar dentro dela com vontade, enquanto ela rebolava mais rápido e mais forte. Seus gemidos já ecoavam sem controle pela pequena casa, assim como meus suspiros. Eu segurava firmemente suas coxas enquanto ela fazia o trabalho.

Geralmente eu não gosto muito dessa posição. Certo, retiro tudo o que eu disse sobre ela até hoje. Por que, ali, no escuro, com aquela loira gostosa e espetacular, eu sinceramente nunca havia sentido tanto prazer.

Então, ela saiu de cima de mim, arrancando-me um suspiro de decepção. Pela forma da cama, vi que ela havia se deitado ao meu lado. A sua respiração desregulada também me dava total percepção de sua localização.

Ela se aproximou do meu ouvido novamente.

— Gostou, garotinho? — Ela disse com a voz mais rouca do que o normal.

— Claro — respondi quase sem voz.

— Bom — eu não a via, mas tenho certeza que ela sorriu. — Por que agora é a sua vez de brincar.

Meu sorriso aumentou instantaneamente de orelha a orelha.

— Certo — respondi —, mas eu quero brincar olhando claramente para o meu brinquedo.

Ouvi sua risada fina ecoar e me levantei da cama, indo até o interruptor. E então, luz. Novamente.

— Claro que eu não vou dizer que não foi interessante brincar no escurinho — eu disse, me deitando ao seu lado e deixando um beijo molhado no seu pescoço, arrancando-a um suspiro. — Mas eu gosto de contato visual. — Com os pés, me inclinei para ficar por cima dela. Passei uma mão pela sua cintura. — Sabe por quê? — Dakotah, que estava com os olhos fechados e mordendo um lábio, para impedir um suspiro, abriu os olhos e me encarou. — Por que eu vejo o que eu faço com clareza. — Então, sem aviso prévio, desci meus dedos para a sua intimidade e massageei o seu clitóris. Ela gemeu baixo. — E faço direito.

No exato momento em que terminei a frase, penetrei-lhe com vontade dois dedos e fiz movimentos rápidos e precisos. Ela começou a gemer gradativamente, sem parar sequer para respirar. Eu sabia que estava fazendo movimentos mais rápidos que conseguia, e com isso, estava matando-a de prazer.

Queria provocá-la. Queria mostrá-la o que ela fez comigo, a vontade que ela me deu, o desejo incontrolável que me abateu por causa dela.

E pelo jeito, estava conseguindo.

Sorrindo e continuando os movimentos rápidos e fortes, me aproximei de seu ouvido:

— Gostando da brincadeira, menininha? — Perguntei com um sorriso safado no rosto e tratei de enterrar meus dedos com mais força nela assim que terminei a frase. Ela gritou de prazer.

— Termina logo isso, Taylor! — Ela disse entre gritos, contorcendo-se. Ri ao vê-la dizer o meu nome.

Ela havia perdido o controle com apenas isso.

— Ah, agora eu quero brincar, Dakotah — dei ênfase no seu nome. — Mas não se preocupe, menininha, não demora muito e você vai ter o que você quer... — Ela ainda se contorcia na cama, enquanto eu refazia os movimentos com a mesma precisão de antes. — ...eu completamente dentro de você. — Depois de eu ter dito essa frase com a voz rouca em seu ouvido, Dakotah soltou outro grito maior do que os outros, e eu senti meus dedos ficarem molhados. Sorri. — Mas antes disso é justo que eu brinque, certo? — Disse com a voz ainda rouca, para provocar nela o mesmo efeito.

Retirei meus dedos molhados de sua intimidade e, devagar, levei até os meus lábios, contornando-os com o gosto de sua excitação. E de alguma forma, isso apenas aumentou mais ainda a sua excitação, por que mesmo que eu não estivesse fazendo nada com ela, ela gemeu fraco.

— Uau — disse, passando a língua pelos lábios e sentindo o seu gosto perfeitamente. — Deliciosa. — E então, enfiei meus próprios dedos na boca, arrancando até a última gota de líquido que havia ali. Dakotah ainda se contorcia.

Foi aí que ela me agarrou pela nuca e me puxou para beijá-la novamente, provando assim, o seu próprio gosto. O beijo estava tão urgente quanto antes, e ela ainda parecia adorar.

Encerrei o beijo bruscamente, passando a morder o seu pescoço, e deixando uma marca lá. Decidi descer meus lábios para os seus seios firmes e lindos.

Pousei minha língua em um deles e passei a sugar com vontade, fazendo-a gemer e colocar uma mão na minha cabeleira cacheada. Devagar, tirei sua mão dali.

— Agora é minha vez de mandar, menininha. — Disse com um sorriso sapeca no rosto, e tenho certeza que ela me mandaria a merda se não estivesse tão excitada.

Com minha mão esquerda, apertei o seu seio com força, e tratei de sugar mais o outro. Fiz os melhores movimentos que pude com a minha boca naqueles seios perfeitos, e é claro que não deixei o outro sem atenção. Massageava-o gostosamente enquanto isso, e posso deduzir pelos seus gemidos que ela estava muito perto do segundo orgasmo da noite.

Deixei mais alguns beijos molhados por lá, e fui descendo minha língua para a sua barriga. Dakotah estava se contorcendo na cama, com a respiração totalmente desregulada. Deixando beijos em sua barriga, comecei a falar:

— Estou... vendo... que... você... está... gostando... da... brincadeira... — A cada palavra que dizia, deixava mais um beijo pela sua barriga, descendo meus lábios e minha língua. Ao final da frase eu já havia chegado aonde queria. — Mas agora é que ela vai começar de verdade. — Olhei-a nos olhos e dei o meu melhor sorriso safado.

Devagar, deixei um beijo em seu clitóris, e ela gemeu baixinho. Brinquei apenas com os lábios, fazendo movimentos pequenos e provocativos.

— Vai logo, Taylor! — Ela gritou de repente, e eu gargalhei ironicamente.

— Oh, a menininha tem pressa! — Fingi surpresa. — Mas tudo bem... eu posso lidar com isso.

Depois de soltar mais um riso de satisfação, tratei de usar minha língua no trabalho, e penetrei-a com vontade, arrancando-lhe outro gemido.

Refiz o mesmo movimento com mais um bocado de precisão, atingindo apenas os pontos que eu quis. Com as mãos, eu apertei as suas coxas e as abri um pouco mais, enquanto minha língua passeava pela sua intimidade molhada de excitação.

Dakotah estava completamente enlouquecida enquanto eu tratava de fazer os movimentos com rapidez e desejo. Usava minhas mãos para apertar as suas coxas enquanto isso, e tenho certeza que isso apenas aumentava a sua excitação. Aumentei ainda mais os meus movimentos.

Não demorou nada, ela substituiu os gemidos pelos gritos de desejo, e logo eu senti novamente o seu gosto em minha boca. Lambi tudo o que pude, enquanto ela ainda gemia, e devagar me afastei, para encará-la nos olhos.

Limpei os cantos da boca, sorrindo.

— Dois orgasmos, e eu ainda nem cheguei na parte realmente interessante. — Fiz que não com a cabeça, passando a língua pelos lábios de uma forma expressiva. Ela fechou os olhos e tentou em vão controlar a respiração. — Não adianta se controlar, menininha. Agora é que a brincadeira vai ficar interessante.

Dakotah sorriu e com as mãos, me pegou pelo rosto, puxando-me para ela. Fui até ela rapidamente e tomei seus lábios para mim, enquanto nossas línguas dançavam loucamente.

Nem um de nós estava com muito fôlego e por isso, o beijo logo teve de ser cortado. Tratei de deixar mais uma bela marca em seu pescoço, enquanto mordia-o e lambia-o.

No calor do momento, peguei com firmeza uma de suas coxas e a abri, dando-me total liberdade para fazer o que fiz a seguir.

Apertei sensualmente sua coxa e enterrei meu membro rígido inteiro em sua abertura, arrancando-lhe um gemido altíssimo. Eu sabia que não era fraco, sou até muito bem dotado por sinal, e com certeza foi isso que a fez gemer tão alto agora.

Aumentei o movimento, estocando cada vez mais forte nela, e sentindo o prazer e o calor indescritível tomar conta de cada pequena célula do meu corpo. Eu estava com pressa e desejo de fazer aquilo da melhor forma possível. Ia mostrar para aquela loira o que é realmente transar com um cara de verdade. Ela já estava me proporcionando o maior prazer da minha vida, e agora era a minha vez.

Não diminuí minha velocidade ou a minha força. Ela já havia entrado em orgasmo novamente. Gritava, gemia, se contorcia, chamava pelo meu nome. Assim como eu, ela estava indo a loucura.

Cravou as unhas nas minhas costas enquanto eu me introduzia fortemente dentro dela, enquanto gritava e pedia por mais, mais forte, mais rápido. Quanto mais eu me movimentava, mais ela gritava e pedia por mais. Ela tinha um fogo impossível de se apagar, e eu apenas o estava alimentando-o. Meu corpo estava muito mais do que suado, assim como o dela. Meus movimentos estavam apenas cada vez mais fortes, e meus suspiros, incontroláveis.

Mas de repente, aquela posição começou a me incomodar.

Agarrei suas duas coxas com as mãos, prendendo meu membro totalmente dentro dela, e ela tratou de me abraçar com as pernas enquanto gemia e mordia o meu ombro. Me levantei devagar, prendendo suas pernas em mim, e a levei até um criado-mudo onde havia alguns produtos de beleza. Retirei todos eles com uma mão e a pousei ali, logo depois, abrindo suas pernas com as mãos e enterrando-me dentro dela, da forma mais forte possível. Ela gemeu alto novamente.

Recomecei meus movimentos com um pouco mais de precisão do que antes, pois agora estava de pé. Arrancava mais e mais gemidos dela, e ela entrara em orgasmo novamente. Ela cravou as unhas em meus braços e foi arranhando. Conforme eu estocava, ela arranhava e gemia, como se fosse a primeira vez que eu me introduzia dentro dela.

O calor e o prazer tomavam conta de mim e dela. Não tenho idéia de há quanto tempo estávamos ali, naquela posição. As costas dela batiam contra a parede a cada movimento, e ela não parava de gemer e gritar. As gotas de suor escorriam por nossos corpos, e eu não conseguia para os movimentos. Sentia um certo cansaço, mas era tudo extremamente pequeno comparado a vontade de continuar com ela, sentindo-me dentro dela, sentindo aquele prazer indescritível. Não existia mais mundo para mim. Era apenas eu e ela, ali, naquela mesa, desfrutando de um prazer que eu sei que nunca sentirei novamente com outra garota.

Entre gemidos, Dakotah pediu para voltar para a cama, e eu a atendi, votando a fazer os mesmos movimentos de volta a cama. Prendi os braços dela na cama e lhe dei mais um beijo árduo, enquanto continuava os movimentos ainda rápidos e fortes.

Foi aí que uma fraqueza me abateu. Senti uma leve fraqueza nas pernas, e soltei um suspiro mais intenso, sentindo meu orgasmo chegar dentro dela. Dakotah suspirou junto comigo e mordeu o meu ombro, beijando-o depois.

Ela sorriu, e eu retirei-me dela, deitando-me ao seu lado.

Olhei para a janela do quarto e compreendi o porque de ela estar sorrindo. O céu estava laranja. O sol começara a nascer.

— Parece que passamos a noite inteira brincando, garotinho. — Dakotah disse entre suspiros, tentando controlar a respiração.

— A melhor brincadeira da minha vida, menininha. — Respondi, com um sorriso idiota na cara, e com a respiração mais desregulada ainda.

E não menti.

Havia sido a melhor transa da minha vida. A melhor.



***

É lógico que a minha noite foi ótima.

Quem diria que a do Josh também foi, não é?!

Com certeza eu não esperava sentir o cheiro mais forte nele do que em mim, por volta das onze da manhã, enquanto contava de minha noite para Jeremy. Ele não havia feito nada nessa noite e eu já havia tomado banho no dormitório de Dakotah.

Mas Josh não.

É claro também que eu e Jeremy zoamos com ele durante uma hora inteira por isso. Mas... bem, finalmente isso aconteceu. Estou orgulhoso de meu menino.

Ri desse pensamento. Josh era tão certinho... quem diria, hein?!

— Ei, T. Corre! — Jon, o rapaz do dormitório ao lado, apareceu me gritando e me tirando dos meus pensamentos internos. — Tá tendo briga no refeitório!

— Briga? — Arqueei uma sobrancelha.

— Sim! É o Jeremy!

E foi aí que eu me lembrei de que Rebecca Lynn tinha um namorado. E Jeremy a agarrou na festa de ontem... não chegou a transar com ela, mas ele a beijou.

E com certeza o namorado dela não deve ter gostado nada disso.

— Merda! — Sussurrei. — Vamos, anda!

Saí correndo com Jon até o refeitório, que por sorte ficava perto de nosso dormitório.

Quando cheguei lá, foi difícil passar pela multidão e achar Jeremy, que já estava tentando ir para cima de Bruce Carter, o namorado de Rebecca. Josh estava no meio deles.

— Ei, não adianta brigar! — Gritou Josh. — Cara, olha, não é batendo nele que você vai resolver esse problema. Não no campus.

— Eu bato nesse desgraçado agora mesmo! Ele não tem respeito nenhum! Vou acabar com a raça dele agora, então sai do meu caminho, Farro.

— Não vou sair merda nenhuma! — Josh se virou para Bruce. Ele não era muito mais alto do que Bruce, mas ainda assim, tinha mais músculos. — Se acalma, desgraça! Não se resolve nada na violência!

— É, mas se resolve beijando a namorada dos outros, né?

— A culpa não é minha se você não é homem o suficiente para segurar a sua mulher! — Jeremy disse sorrindo e eu corri para segurá-lo pelo braço, enquanto Josh segurava Bruce.

— Ei, cara, para com isso. Quer ser expulso? — Sussurrei para Jeremy.

— Me larga, T. — Ele bufou, mas continuei segurando-o.

— Olha aqui, se a Rebecca ficou com ele foi por que ela quis! Ninguém beija ninguém forcado, Bruce!

— Cala a desgraça da boca, Farro! — Bruce cuspiu. — Você não tem moral nenhuma pra falar de nada! Você não sai com mulher nenhuma, não é? — Ele gargalhou. — Ah, é. Tem a ruivinha do primeiro ano de música que virou sua amiguinha!

— Deixa a Hayley fora disso. — Josh revirou os olhos. — Minha vida não tem nada a ver com você, e você não vai me ofender só por que tá puto porque a sua namorada ficou com uma amigo meu, então cala a merda da boca e fica quieto. Você não vai bater em ninguém aqui.

— Não, é? — Bruce disse, dando um sorriso irônico logo antes de...

Bem, logo antes de dar um soco na face de Josh.

Josh virou o rosto encarando-o com ódio. Eu nunca o havia visto olhar assim.

— Volta pra sua vadiazinha ruiva, Farro, e me deixa acabar as contas com o viado do Davis.

E foi aí que Josh perdeu o controle também.

Um soco enorme atingiu o rosto de Bruce, que foi seguido de vários outros. Eles caíram no chão, se esmurrando, e eu corri para tentar separá-los antes da reitora chegar.

Mas foi em vão. Por que mesmo que eu, Jon e Ryan (amigo de Bruce) tivéssemos separado-os depois de alguns minutos, a reitora já havia chegado.

E já havia mandado Josh e Bruce para a reitoria.

O problema maior é que não são toleradas brigas na NYU...

...e Josh pode ser expulso.



Notas finais
AI PAPAAAAAAAAAAAAAAI.
APSOJA~PSJôSKA]´SPJA~SOÁJSPHPDAHDÇOPAJSAS
Seguinte: NAO ME PASSOU PELA CABEÇA ESCREVER UMA HENTAI TAYLORDAKOTAH!!!! eu nao sou tão tarada pelo taylor.
bem, não era.
ATÉ AQUELE BENDITO GIF COMEÇAR A CIRCULAR PELO TUMBLR.
http://media.tumblr.com/tumblr_lwojfqBWoL1qd47v9.gif
denovo
http://media.tumblr.com/tumblr_lwojfqBWoL1qd47v9.gif
AI JESUS VEMK BENJAMIN PASJA´]SJAS´JASPAJ~JAS~PJSÃPS
aí bem, eu estava lá, e perguntei para as leitoras no tumblr e no msn o que elas achariam disso e... elas amaram.
então, é o seguinte. não ia ter hentai até daqui ha uns 4 capítulos, mas aí veio a idéia, e eu nao me controlei. me amem pra sempre.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK'
E... seis páginas de séquiço.
eu nunca escrevi tanta sacanagi, juro PAJOS]PÁSJA~PSOHAÇSOPIHAS
e eu fiquei desbocada tbm. tudo aqui saiu fácil. eu nunca escrevi nada tão fácil, mas foi muito produtivo imaginar 1 taylor e 1 dakotah safados. amodoro isso. tenho que ensafadar (?) o josh tbm pra eu poder barrar esse hentai, mas bem, como eu disse, eu nao pretendia maneirar. e continuo nao pretendendo. vcs vao ver MUITA hentai aqui ainda, coisas que voces nunca leram antes.
HAHHAHAHAHAHHAH
tou me sentindo uma maniaca.
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AI MEU PAI ÁSA´SPAK´]SJAPSOJAS´PJAPAJ]´SAJSPJAS
e ah, sim, eu pretendo q esse seja o unico casal nao joshay q transe na pmd. antes que me perguntem, nao consigo imaginar jeremias nesse estado.
muito menos a esposa dele né
pq tipo se eu fizesse algo assim iam chegar pra mim e "........ e foi assim que surgiu Luke ......" E PSJA~SAP´J~S´KAS~PAJS TOU TAO IDIOTA.
mas enfim. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
http://media.tumblr.com/tumblr_lwojfqBWoL1qd47v9.gif
MEU DEUS TEILO
E hm. poor josh, batendo no minino. será que ele vai ser expulso?
confira no próximo capítulo de: Pulling Me Down, HAHA.
ok, adeus, já falei bosta demais çAPSJAÇPSIHAOÇSHPAÇSJASOPÇJS SOCORR TCHAU.
mas antes
http://media.tumblr.com/tumblr_lwojfqBWoL1qd47v9.gif
PJSôSÃJOS~PAJ TEILO ÁSKPOJAS~PSJ