Pulling Me Down

7 Capítulo 6 - Alívio


Notas iniciais
OLA!
ASUOIHALISHLAIUSHAIUSHASH
gente eu demorei, sei. Mas enfim.
Quanto a hentai taylor/dakotah, bem OAIHJSÇOIAJSOJASÇOIJIAUSGHAISHIAUSHÇLSOÇIAHS aquele gif tirou eu de mim, véi. E vcs nao vão ver mt hentai por agora. Vai dar uns 3 ou 4 capítulos sem hentai, por enquanto. Mas eu já tenho idéias pras proximas.
E hm, esse caps ficou bem enrolation, mas, prestem atenção no que eu digo: ELE É MUITO IMPORTANTE. Prestem muita atenção nele.
Véi. IASJOÇOIASJÇOIASJ
eu nao vou comentar os comentarios pq eu quero escrever pra oav e ver ahs.............. então, vamos ler. AIJSAOIJSOAJIS
MAS MT MT MT OBRIGADA PELOS SURTOS!
eu não imaginava taylor assim, gente. foi o gif '-' sou inocente. Q
|
/

Pov. Josh



— Você tem merda na cabeça? — Taylor perguntou ironicamente, iniciando a sua lição de moral. — Só pode, não é, Josh? Caramba! Você sabe que não pode brigar aqui dentro!

— Eu sei! — Gritei de volta, passando uma mão pelo cabelo. — Não precisa dar lição de moral, Taylor! Eu já tô bem preocupado com isso.

Taylor se sentou em sua cama, de frente pra minha e me encarou por um segundo.

E então riu.

Simples assim! Ele riu! Eu estou pra ser expulso da NYU, perdendo assim qualquer perspectiva de futuro, acabando com a minha carreira, e ele ri.

Belo melhor amigo que fui arranjar.

— Eu ia te falar mais alguma coisa, mas só agora que você mexeu no cabelo que eu vi que o seu pescoço está completamente roxo. — Taylor riu mais e eu senti meu rosto corar um pouco.

Deixei algumas risadas escapar, confesso.

— Tá — suspirei, parando de rir. — Vamos parar, né. Já fui zoado demais por isso.

— É só que não dá pra crer! — Taylor disse, passando uma mão pela touca vermelha que tapava o cabelo enorme. — Tipo... você, Josh Farro, jornalista, certinho, “Sr.-sexo-só-depois-do-casamento”, transando com uma menina que conheceu no mesmo dia...? É só doido demais pra acreditar.

Ri.

— Eu sei que é doido — concordei. — Eu não esperava por isso também... Mas, sei lá. Sabe o tipo de garota que faz você esquecer de tudo com um sorriso? Eu perto dela não sou exatamente eu. É como se eu fosse uma versão melhorada de mim.

— Ou uma versão pervertida de você... O que, claro, não deixa de ser melhorada. — Taylor riu novamente. — Mas e aí, como foi?

— Como foi o quê?

— Fala sério, Josh — Taylor caçoou. — Como foi?

O encarei. Sério que ele queria que eu contasse?

— Você já fez isso milhares de vezes, sabe exatamente como é. — Continuei encarando-o, enquanto ele ria.

— Nunca é igual. — Taylor usou o tom de voz que uma professora usa. — Digo, basicamente, são as mesmas ações. Mas sempre tem um diferencial, com cada mulher.

— Foi fantástico — disse sem expressão. — Não tenho como comparar.

— Foi hoje de manhã ou ontem a noite? Sabe, o cheiro tava forte pra ter sido ontem...

Certo, eu estava corando muito agora.

— Os dois. — Deixei um meio sorriso escapar ao lembrar disso. — Mas você sumiu ontem a noite também, não é? — Tentei desesperadamente trocar de assunto, e Taylor deu uma risada.

— Ah, sim... Sabe a amiga dela? Dakotah?

— Sei — ajeitei-me na cama.

— Foi bem estranho — Taylor começou e eu ri. — Quer dizer, ela me deu a maior tirada do mundo na festa, e depois disse que queria. Aí eu fui pro dormitório dela e a maior parte da coisa rolou no escuro... por que ela queria “brincar”.

Certo, eu ri.

Eu ri muito, mesmo.

— Brincar? — Disse, ainda rindo. — Bela brincadeira!

— Foi a noite toda, Farro. — Taylor me olhou com os olhos brilhantes. — A noite inteira passou e eu nem vi.

— Uau. — Não me surpreendi tanto. Taylor sempre tinha experiências como essa.

— Melhor sexo da minha vida, apenas. E eu vou encontrá-la de novo. — Taylor disse sorrindo.

Ok, me confundi agora.

— Mas... você nunca repete a garota. — Disse como se fosse óbvio. A questão é que eu já perdi a conta de quantas garotas quiseram Taylor mais de uma vez e não puderam, por que ele nunca repete.

Não faço faculdade de Psicologia, mas eu acho que é pra não se apegar. Taylor já foi machucado uma vez, e por isso ele tem medo de ficar mais de uma vez com uma garota.

Sim, ele me contou dessa garota. Foi no High School dele, e se chamava Gabriella. Me disse quando eu o perguntei uma vez se ele não se cansava de estar com uma a cada noite, e não ter uma namorada de verdade. Perguntei a ele se ele já havia amado alguma uma vez. Então ele me respondeu: “Sim, Gabriella, High School. Namoramos por quatro anos e ela me traiu. Eu amei e me danei, e não quero falar sobre isso.”.

Daí não precisa ser um gênio para chegar a minha teoria.

Mas bem, ele sempre dá um jeito de contornar quando uma garota se machuca por ele. O fato de ele querer repetir com a Dakotah, de fato, me confundiu.

— Eu sei — Taylor sorriu —, mas... cara, eu quero de novo. Mesmo, tipo... ela é maravilhosamente boa nisso.

— Mas você nunca repete a garota. — Tornei a repetir.

— Você já disse isso — ele bufou —, mas não faz mal eu repetir o sexo com ela. Quer dizer, tudo o que eu quero com ela é isso.

— Ahn... bem, você que sabe — disse, com um meio sorriso.

— Você sabe o que eu quero com a Dakotah, mas agora eu quero saber o que você quer com a ruivinha.

— Hayley — disse o nome dela com um sorriso no rosto.

Sim, eu sorrio ao me lembrar dela. Me processe.

— Hayley — Taylor repetiu o nome dela, pronunciando cada sílaba perfeitamente. — Qual é parada com ela, Josh?

Deixei meus pensamentos vagarem por um tempo. Eu não havia pensado no futuro.

O que é bem estranho por que eu sempre penso nas conseqüências antes de agir. Sempre.

Mas vocês conhecem a história. Olá, Hayley; Adeus, prioridades.

— Eu... não sei — disse, por fim. Taylor sorriu. — Ela é especial, sabe? Apesar de ela ser mais... louca... ela é parecida comigo em vários pontos. A questão é que ela se arrisca mais, ela se aventura mais, ela não tem medo de nada... ela é incrível.

— Mano, esse olhar — Taylor me olhou preocupado. — Josh, cara, quem avisa amigo é, certo?

— Certo.

— Não se apaixone — Taylor ainda me encarava sério. Eu estava confuso. — Não estou dizendo que ela não é legal, é só que... Você não é o tipo de cara que arrasta uma garota pra cama, então ela deve ter tomado a atitude. O tipo de menina igual a Hayley não curte relacionamento sério... Então, não se apaixona pra não se decepcionar.

— Eu sei, não estou apaixonado. — O problema é que dizer isso me pareceu... estranho.

Muito estranho.

Sabe quando você diz algo sem ter certeza?

— Você pode transar com ela mais vezes... pode até namorar com ela. Mas esteja preparado... Não sei se eu já te falei de uma namorada que tive no ensino médio, a Gabriella, mas ela fez isso comigo.

Me surpreendi. Taylor nunca falava de Gabriella. Apenas naquela vez em que eu perguntei.

— Estarei preparado, prometo. — Sorri, encorajando-o. — Mas eu realmente acho que Hayley é diferente, e eu quero muito vê-la mais vezes.

— Ok, você que sabe. — Taylor bufou. — Vai ter tempo de sobra pra isso se for expulso.

E então, toda a aflição voltou.

— Obrigado por me lembrar — ironizei.

Uma das maiores regras da NYU é a de manter a paz. Se o aluno se mostrar violento ou perigoso, ele poderá e deverá ser expulso do campus.

Como eu quebrei o nariz de um colega, bem, eu sou considerado violento e perigoso.

A qualquer momento podem ligar aqui e me pedirem para comparecer a reitoria. Então eu vou dar a minha versão da história e provavelmente, ser expulso, já que eu não fui o mocinho.

Mas só a idéia de sair da NYU me apavora. Minha carreira jornalística inteira depende dessa faculdade. Se eu for expulso daqui, nunca vou conseguir entrar em outra no mesmo nível. Então terei que trabalhar para pagar uma faculdade particular que não vai chegar nem perto de me deixar um profissional conceituado como a NYU deixaria. Assim, é, bons amigos: estarei fadado ao fracasso.

Passei uma mão pelo rosto, suspirando. Eu teria de ser muito convincente para conseguir continuar estudando aqui. Tomara que a reitora esteja de bom humor.

— Vou ver com o Fred-Sabe-Tudo se o Bruce já saiu da sala da reitoria e quando você vai ser chamado.

— Ok — assenti, vendo Taylor sair do dormitório.

Ah, Fred-Sabe-Tudo é um colega da faculdade de jornalismo. Mas sinceramente, acho que ele devia fazer espionagem ou algo parecido. Ele sempre sabe de tudo o que acontece na faculdade.

A idéia de sair daqui me aterrorizou outra vez.

Eu tinha de ficar calmo.

Tinha que escrever.

Peguei um bloco de anotações que estava em cima do criado mudo e um lápis que estava preso a ele. Eu precisava escrever qualquer coisa: um texto, um poema, uma música. Só para me acalmar e ficar tranqüilo. Escrever sempre me ajudou a me acalmar, desde que aprendi a escrever.

Bati a ponta do lápis contra o bloco, pensando no que escrever.

E foi aí que a imagem de Hayley de toalha, com o cabelo vermelho amarrado num coque, e o corpo perfeito coberto de gotículas de água me veio a mente.

E de repente, eu sabia o que escrever. Sobre quem, aliás.



Oh, You.

You’re pushing, and pulling me down

To you.

And I don’t know what I want.



Certo, vai dar um poema mesmo. Sorri.

Bem, escrever um poema é sempre relaxante, por que eu não preciso rimar em tudo e... eu não sei. É fácil.

As imagens de Hayley apenas ficavam mais vivas na minha cabeça.

E eu continuei a fazer atrito do lápis com o papel.



You got it,

Some kind of magic.

Hypnotic,

You’re leaving me breathless.



— Oi? — Ouvi uma voz doce ecoar sobre o quarto e escondi o bloquinho com desespero.

Era Hayley.

— Oi! — Me levantei da cama e fui até ela, que olhou para o cobertor onde eu havia escondido o bloco.

Ela me abraçou.

Sabe o que acalma de verdade? Sentir o cheiro do perfume masculino que ela usa assim, tão de perto.

— Um cara chamado Fred acabou de me contar o que houve contigo... — Ela torceu os lábios e se sentou na minha cama.

— É... Eu tô meio preocupado. — Sentei-me ao lado dela.

— Josh, você não é de briga — ela sorriu um bocado, falando como se me conhecesse a anos. O pior é que é verdade. — Por que bateu no Bruce?

— Eu não sou de briga, é verdade. Mas eu não agüento ver pessoas falando mal dos meus amigos...

— Sei como é — ela sorriu. — No primário eu bati em três meninas por que elas falavam mal da Dak...

— Vocês são melhores amigas mesmo, né?

— Desde o jardim de infância. Eu fui aceita em Yale, na verdade, mas... eu não agüentaria sair de Nova York e ficar sem vê-la. — Ri sonoramente. Era difícil achar amizades assim. — Você soube dela e do Taylor?

— Sim — respondi sorrindo, lembrando-me do que Taylor havia me contado. — Ele me disse algo sobre “melhor noite da minha vida”.

Hayley gargalhou.

— Ela me disse a mesma coisa. De um jeito mais impróprio.

— Imagino — sorri.

— Não quero que você vá expulso. — Ela colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha.

— Nem eu... se isso acontecer a minha carreira vai por água abaixo...

— Sei. — Ela torceu os lábios. Era engraçado como conversávamos como se fossemos simples amigos. Eu estava envergonhado de comentar o que havia acontecido e creio que ela também. Por isso, apenas conversávamos normalmente.

— Sabe, Josh... aquele tal de Fred me disse outra coisa também...

— O quê?

— Ele disse que o Bruce me chamou de vadia e você partiu pra cima dele por isso. — Ela pareceu corar um pouco, virando o rosto.

— Bem... é, eu achei desrespeito, sabe. — Tentei contornar. Percebi que depois dessa manhã, o melhor a fazer com Hayley é inibir meus sentimentos. Pelo menos por enquanto. — E você saiu comigo, eu simplesmente não deixei barato.

— Você pode ser expulso por isso. — Ela me encarou.

— E daí? — Sorri fingindo não me importar e ela sorriu também. De repente, estávamos sorrindo feito babacas. Sem motivo algum.

— Eu só não entendo... — Comecei, após me recuperar. — Não entendo como ele conhecia você. Ninguém viu a gente saindo.

— Eu namorei com ele há vários anos atrás — ela me explicou.

— Sério?

— É. Ele era um idiota e eu não agüentei, daí ele sai me xingando pra quem quiser ouvir. Mas já tinha uns quatro anos que eu não via ele... Enfim. Eu garanto que além do tal do Fred e dos teus amigos, ninguém sabe da gente.

— Ah. Entendi.

Mal terminei a frase e o telefone do dormitório tocou. Engoli seco e atendi.

— Senhor Joshua Farro?

— Sou eu.

— Compareça a reitoria imediatamente, por favor.

— Estou indo.

Suspirei.

— São eles? — Perguntou ela.

— Sim — respirei fundo novamente. — Eu...

— Ei, Josh. O Fred disse que... Olá — Taylor apareceu e viu Hayley sentada na minha cama. — Já estou saindo.

Ele sorriu, levantou as mãos e saiu do dormitório.

— Ele é doido. — Hayley fez que não com a cabeça.

— Totalmente... Bem, eu... tenho que ir a reitoria.

— Ok. Eu... — Ela passou uma mão pelo cobertor antes de se levantar. Merda! — O que é isso?

Ela retirou o bloco do cobertor.

— Não é nada! — Tentei pegá-lo de sua mão, mas já era tarde demais.

— Espera! São versos!

— É... um poema. Não é nada, Hayley, vamos, me dê.

— Não... pronto, acabei de ler. — Ela disse e me estendeu o bloquinho. — Por que você não quis que eu lesse isso, afinal?

— É porque... não era... pra você ler. — Baguncei os cabelos de nervosismo. — É o efeito que você exerce sobre mim.

Hayley puxou de volta o bloco e releu os versos, em voz alta, com um sorriso no rosto.

— É muito bom — ela elogiou. — Quer dizer, você tem talento.

— Obrigado — agradeci acanhado.

— Já que são inspirados em mim, você não se importaria se eu os pegasse pra mim, né?

Sorri, revirando os olhos.

— Não era nem pra você ler, mas tudo bem. Pode levar sim. — Ela sorriu como uma criança que acaba de receber um doce e arrancou a folha, dobrando-a e colocando-a no bolso. — Agora eu tenho que ir pra reitoria mesmo.



[...]


— Eu sei que o que eu fiz foi errado, não discuto isso. Mas... toda a minha carreira depende de estudar aqui. A Sra. pode ver que eu não sou um novato, meu histórico escolar sempre foi bom e eu cheguei a ser o melhor da turma no semestre passado. Posso provar que tenho muito a oferecer a essa universidade como ela tem oferecer a mim. Eu preciso muito continuar aqui e eu prometo que isso não vai se repetir.

A Reitora Keller me olhou por cima dos óculos. Parecia indecisa.

— Não posso negar que seu histórico escolar é mesmo muito bom, Sr. Farro. Mas o senhor sabe que não são aceitas brigas nesta universidade. E eu vi, com os meus próprios olhos, o seu tumulto com o Sr. Carter. E ele foi expulso.

Suspirei.

— Eu posso trazer muitos orgulhos pra essa universidade, eu prometo — tentei argumentar novamente. — Me formando eu já irei começar numa redação com o meu tio. Por favor, eu aceito qualquer punição, mas eu preciso continuar.

A Reitora suspirou, encarando o meu histórico novamente.

— Vou conversar com os seus professores e nós iremos decidir. Enquanto isso, o Sr. pode aguardar na aqui mesmo, na área de espera.

— Certo. Muito obrigado — agradeci e me levantei, saindo da sala da Reitora.

Sentei-me em uma das poltronas e peguei uma das revistas que estavam ali. Tentei ler, mas o nervosismo não deixava.

Um a um, vi meus professores entrando na mesma sala, e isso apenas serviu para me deixar mais nervoso.

Meu futuro estava em jogo.



Pov. Narrador

— Não sei o que fazer com o garoto — disse a Sra. Keller, retirando os óculos do rosto. — Ele é um ótimo aluno, mas quebrou o nariz do colega...

— Isso não parece do feitio de Josh. Ele é um ótimo rapaz, sempre se destaca nas minhas aulas... — Sr. Cooper disse, argumentando com a Reitora.

— Sim, o histórico dele demonstra isso. Mas se deixarmos um aluno aparentemente violento na escola, quem pode garantir que ele não brigará com alguém depois?

Os outros professores concordaram, balançando a cabeça.

— Eu tive uma idéia — Srta. Morrison se manifestou.

— Diga, Monica.

— Bem, Josh pode ser supervisionado. Aconteceu comigo, na faculdade. Só precisamos de um supervisor que avaliará se ele é ou não violento, e pode continuar aqui. Não sei se vale a pena perdermos um aluno como ele... Ele é realmente brilhante nas coisas que escreve.

Um brilho invadiu o rosto da Reitora Keller. Não queria perder Josh, e mesmo assim teria de expulsá-lo.

Porém, a idéia do supervisionamento era perfeita. Se ele realmente fosse mal, seria expulso. Mas se fosse o bom aluno que ela imaginava que era, isso seria avaliado.

— E quem seria esse supervisor? Digo, nós não temos um. — Ela pensou alto, achando um empecilho.

Mas foi o Sr. Richards que se manifestou:

— Aposto que David aceitaria supervisionar um garoto, desde que teve que sair.

Logo o rosto da Reitora se iluminou outra vez. David Randall! O professor de música que pediu demissão no final do último semestre!

— Mas ele não se demitiu? — Monica Morrison ser manifestou novamente.

— Sim, mas ele teve motivos — Richards a respondeu —, ele se casou com uma garota que entraria aqui esse ano. E como não são permitidos relacionamentos entre alunos e professores, ele saiu.

Monica riu.

— Romântico.

— Ligarei para o David ainda hoje — a Reitora disse, levantando-se, alegre. — Isso é tudo. Quando saírem, peçam para Josh entrar aqui.

Os professores saíram da sala, cumprimentando a reitora.

— E então? — Josh se levantou, olhando para os professores.

— Keller te mandou entrar. — Monica respondeu com um sorriso, que o deixou um pouco aliviado.

Josh adentrou a sala e obedeceu quando a Reitora o pediu para se sentar.

— Achamos uma saída para você! — ela disse com entusiasmo e Josh quase pulou de alegria. — Vamos fazer o seguinte: você terá um supervisor. Ele vai te acompanhar durante todo o semestre e te avaliar. Se ele disser que você pode ficar, você ficará.

Josh sorriu.

— Obrigado, Reitora Keller. A Sra. não vai se decepcionar, eu prometo.

— Certo, Josh. Eu vou ligar para alguns professores que conheço, mas já tenho um especial em mente. Vai adorar o Sr. Randall. Enfim, pode ir agora. E boas aulas, amanhã.

— Obrigado. — Josh agradeceu novamente e saiu da sala, quase pulando de alegria.

Tudo bem, ele agora tinha de ter um supervisor no pé a todo momento. Mas e daí? Ele não ia ser expulso!

Isso já era bom o bastante.


Notas finais
eai. mereço reviews?
AOISHÇSJIPAJSIAOJS
DESCULLLLPA DENOVO PELO CAPÍTULO BOSTA! mas ele é importante etc.
Mas chegaí, vamo comentar? Aposto que vocês sabem o que vem a seguir, pq véi, tá mt na cara.
Enfim! TCHAU GALERA ;********
e ah. primeiro capítulo de 2012 todos dançando agora.
;*