Pulling Me Down
5 Capítulo 4 - Amor, sexo, mágica
Notas iniciais
na verdade, tem. é só que a sarah é uma desonrada. -Q
AOIÇSJAIÇOSJOÇIJASOÇIAJSIOAÇJSOIASAS
OLÁ! *U*
Bem, é, 6 tão 1 fera comigo pq eu demorei mil anos luz para atualizar saquí.
MAS OLHA, eu tive que fazer 66874638746374698464687 coisas. E a inspiraçao sumiu D:
Eu ia fazer uma coisa nesse capítulo e eu tava sem clima, então.... foi só a conta. OSJIAOÇSIJASÇOIJAS
MAS VAMOS LÁ! coloquem ciara feat. justin timberlake - love sex magic pa tocar, e vamos ler o capítulo.
NÃO ANTES DE EU COMENTAR OS REVIEWS DE VCS.
E AGRADECER A PESSOA LINDA QUE FEZ UMA RECOMENDAÇÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOOO!!!!! ~~corre~~
IsaSelling, subrinha linda, obrigaaaaada pelas palavras perfeitas! AI QUE EMOÇÃO PRIMEIRA RECOMENDAÇÃO DAQUI AWWWWW ♥
"Sério, eu tbm pensei q perfeição existia...mas agora...tipo, JOSH CASA COMIGO BABY???" paramoremyvice
OAÇISJAJIS AMG, AOIÇSJAOSÇJAS não. ele não casará u-u -Q AOISÇJASJ TE AMO VIU.
"e chegamos à questao que eu nunca consigo responder: hayley irá ficar "boa" ou ela irá simplesmente quebrar o coração de joshua neil?"
BOA PERGUNTA, SOFIA! pena que não posso respondê-la. muhahahaha -q
"HAYLEY VENHA CANTAR FATALMENTE PARA MIM POR FAVOR!" milenasiqueira
;-; i wanted too.
"Véi, quero uma Reile safada, aliás, quero uma Reile, enfim, esperando pelo próximo cap ;)"
MANO EU QUERO TAMBÉM SOCORR AOSÇIJASOIAJS
"e...eu fui a única que quando chegou o fim do capitulo não conseguiu e voltou lá pra prólogo?? KAJSKAJSKJASKJAKSJAKSJKA" iamnotsonaive
TEREZA TU É CORRERIA VÉI, ASOÇIJASOÇIJAAOIÇJS SÓ ISSO AIOJSOIAJ
e mano. tenho que terminar de postar isso aqui OASIJAOÇSJAS PQ EU AINDA TENHO A OAV PRA ATT! e eu nem sei quando isso vai acontecer, né. ANYWAY!
Ciara feat. Justin delícia-perfeito-gostoso-tudo-de-bom Timberlake — Love, Sex, Magic– Aconcelhável escutar. *cofcof*
__
Pov. Josh
Devagar, eu abri meus olhos. Precisei de um segundo para lembrar onde estava, o que estava fazendo ali e o que tinha me feito chegar a tal lugar.
Claro, nada mais do que um segundo.
Até eu me lembrar de que tinha transado com a garota que eu havia conhecido no mesmo dia.
Sério, Josh? No mesmo dia? VOCÊ A CONHECEU ONTEM! ONTEM! ONTEM!
E lá se foram todos os meus princípios, e todas as bobagens que eu dizia acreditar. É, bobagens, você leu direito. Por que de uma maneira pra lá de estranha, estando perto dela, mesmo que eu a tivesse conhecido ontem (meu Deus... ontem!), ela me fazia deixar tudo o que eu acreditava... pra lá.
Decidi sair da minha confusão interna com um pensamento: Havia sido ótimo. E... talvez, ela seja a garota certa.
Sorri ao pensar isso. Será que depois de tanto tempo eu finalmente tinha encontrado a garota que amasse?
Se eu não realmente gostasse dela não teria me deixado vir parar aqui, não é mesmo? É, sim, até mesmo por que já consegui sair de situações parecidas com outras garotas. Mas... eu não sei, com Hayley era diferente. Só por que simplesmente não dava pra seguir minhas prioridades. E se ela tem tamanho poder sobre mim — que, garanto a vocês, é enorme! —, é por que nós temos uma ligação especial.
É claro, eu poderia muito bem continuar em minha profunda reflexão sobre... qualquer coisa em que eu estava pensando... caso Hayley não aparecesse na minha frente com apenas uma toalha branca em volta do corpo. Seu cabelo molhado estava preso com um coque, e gotículas de água escorriam pelos seus braços, ombros e busto. A toalha moldava perfeitamente o seu corpo curvado.
E foi nesse momento em que eu perdi completamente a razão. Ela é simplesmente linda.
— Bom dia — Ela sorriu abertamente e logo após, mordeu o lábio inferior, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. Certo, ela estava envergonhada, porque provavelmente eu estava com a maior cara de idiota olhando e babando aquele corpo perfeito. —, dormiu bem?
— Perfeitamente. — Sorri, malicioso. — Nunca dormi tão bem, pra dizer a verdade.
— Que bom — Ela riu devagar e abaixou-se para pegar uma roupa íntima numa gaveta.
Nessa hora sim, eu tenho certeza que parecia um vira-lata faminto olhando para um pedaço de carne.
E as coisas que pensei em fazer enquanto ela estivesse naquela posição não podem ser citadas... pois é.
MEU DEUS! O que estou pensando? Essa mulher me tira de mim sem nem falar nada!
Não vi o momento em que me levantei e a abracei por trás. Eu realmente não estava em mim. Mas que se dane, de verdade. Eu queria aquela mulher.
Ela inclinou a cabeça para o lado, suspirando, ao receber o meu beijo calmo no pescoço.
— Josh... — ela disse suspirando — esse seu piercing... maltrata.
Sorri ao ouvir isso.
— Então você está perdendo — disse muito perto de seu ouvido —, por que você inteira me maltrata. — Mordi o lóbulo de sua orelha. — O seu sorriso, o seu beijo, o seu corpo... você inteira. — Virei-a para mim e ela começou a sugar o meu pescoço, enquanto passava as mãos pelo meu peito nu.
— Cadê o Josh santinho que eu conheci? — Ela disse fraco, enquanto deixava mais uma marca no meu pescoço, fazendo-me suspirar.
— Sumiu assim que te conheceu. — Vi ela sorrir sonoramente de satisfação.
Não agüentei mais a falta de proximidade de nossos corpos e arranquei a toalha que cobria toda aquela perfeição de corpo. Logo depois, subi sua boca para a minha.
O beijo estava muito mais do que urgente. Minhas mãos passeavam pelo seu corpo enquanto as dela se seguravam firmemente em minha nuca e bagunçavam — mais — o meu cabelo. A vontade e luxúria, com certeza, emanava de nós dois. Ela sugava a minha língua com muita vontade, e entre movimentos do beijo, mordia meu piercing e puxava levemente.
Ela retirou as mãos da minha cabeça e desceu para a minha boxer, passando suas mãos pelas minhas nádegas, apertando ali. Separou-se de minha boca e passou a morder o meu ombro, enquanto com as mãos empurrava minha boxer para baixo. Senti aquele pedaço de pano chegar rapidamente aos meus pés e logo me livrei totalmente dele. Encarei Hayley por um segundo, e vi que em seu rosto, estava misturada uma satisfação, com alegria... e malícia.
Ficou na ponta dos pés novamente para poder voltar a me beijar calorosamente.
Levei minha mão direita — que estava livre. A outra estava segurando suas costas e cintura —, até a sua intimidade, devagar. Ela suspirou e apertou meu lábio superior com os dentes, sussurrando algo que não pude decifrar. Logo depois voltou a sugar minha língua com voracidade.
Comecei a massagear devagar o seu clitóris com dois dedos e ela se separou de minha boca só para deixar escapar um gemido de satisfação. Fiz movimentos devagar, só para torturar. Ela gemia baixinho a cada vez que eu pressionava meus dedos contra sua intimidade. Agora, deixava marcas e mordidas no meu ombro.
— Mais rápido, Josh... — Ela pediu enquanto me mordia — Por favor...
— Como quiser. — Sorri malicioso e penetrei-lhe dois dedos rapidamente com um bocado de força, fazendo-a arranhar meus braços e gemer.
Fui aumentando os meus movimentos com mais precisão e rapidez, enquanto ela só deixava mais e mais gemidos escaparem.
Me deixava feliz vê-la daquele jeito. Na verdade, eu, até ontem, não me imaginava fazendo isso que estou fazendo agora. Mas eu tinha só uma certeza enquanto a via enlouquecida nos meus braços: naquele momento, ela era minha. E eu estava igualmente enlouquecido de prazer ao ver aquela linda mulher, ali, pra mim. Só pra mim.
Sorri, enquanto vi em que entre os meus movimentos, meus dedos ficaram úmidos de excitação daquela mulher.
— Você viu o que faz comigo? — Ela sussurrou, no meu pescoço, pronta para deixar outra marca.
— Mas eu ainda nem fiz nada demais... — Falei na voz mais inocente que pude usar, o que com certeza, deixou o momento mais excitante do que já estava. Meu coração mal parava dentro do peito e todos os pêlos existentes em mim estavam arrepiados.
Ela sorriu maliciosamente e suspirou, sentindo meus dedos ainda massagearem-na com vontade.
— Então faça. — Disse com a voz mais sedutora que eu já havia escutado no meu ouvido.
Retirei minha mão de sua intimidade de repente, e ela não se manifestou chateada, por que, creio eu, sabia o que vinha a seguir. Ela veio até mim e me deu mais um beijo de arrancar o ar.
Agarrei sua coxa com vontade e apertei, fazendo-a gemer. Dei uns três ou quatro passos largos até chegar a uma parede e a parei lá mesmo. Retirei minha boca da sua e passei a chupar o seu pescoço com vontade. Porém, o seu pedido me fez parar com a minha tentativa de lhe deixar uma marca. Passei então, a apenas deixar algumas pequenas mordidas naquele lugar.
Posicionei meu órgão já rígido nela, o que a fez suspirar baixinho. Novamente, peguei sua coxa e apertei mais um pouco, fazendo-a colar em meu corpo.
E então, eu a penetrei com vontade.
Ela gemeu alto, apertando as unhas contra as minhas costas, e deixando marcas fortes ali. Mas eu não ligava.
O prazer que me envolvia era algo absurdamente grande e maravilhoso. Tudo que passava pela minha cabeça era continuar... mais e mais... até não conseguir mais agüentar.
Enquanto eu segurava forte sua coxa e nádegas, continuava a estocar forte nela, e escutava seus inúmeros gemidos. A cada movimento de vai-e-vem que eu fazia, mais sentia o prazer tomar conta de mim.
Eu não sei como é transar com outra mulher. Mas com certeza, com toda a certeza do mundo, não é tão bom como é transar com Hayley.
Sentia-me soar inteiro, assim como ela. A chama que estava acesa dentro de mim queimava mais e mais, a cada segundo. Eu segurava com força a sua perna, e ela me arranhava a cada vez que eu me introduzia dentro dela. Ela também estava soada, e eu via que logo chegaríamos ao máximo. A cada vez em que eu estocava dentro dela, suas costas nuas batiam contra a parede, e sua perna levantada para cima deixava tudo mais fácil e prazeroso. Eu iria explodir, sério, a qualquer hora. Iria explodir de prazer.
Com a mão que estava livre, eu alcancei um de seus seios robustos e rígidos. Passei a massagear o bico com devagar, enquanto eu fazia ainda os movimentos. Ela gemeu mais alto, mostrando satisfação.
— Você... vai... me matar... assim... — Ela disse quase sem voz, que voltou com toda a força logo depois, com um gemido.
Sorri, enquanto continuava a penetrá-la. Eu estava morrendo de calor, e o suor já não era pouco. Eu já estava, praticamente, pingando de suor, assim como ela. Ela continuava a me arranhar e gemer alto, e eu continuava com meus movimentos de vai-e-vem.
Logo vi sua outra perna se levantando e abraçando minha cintura, mantendo-me totalmente dentro dela. Sentir-me nela é a melhor sensação do mundo, vou te contar.
A levei para a cama e sentei-me com ela ainda em meu colo. Ela rebolou poucas vezes por cima de mim, até sentir-se exausta, assim como eu. Juntos, chegamos ao ápice.
Deitamo-nos um ao lado do outro na cama, com a respiração completamente desregulada e o corpo molhado de suor. Meu coração pulava freneticamente dentro do peito, com tanta força que eu jurava que dava pra escutar.
Ela se recostou no meu peito, depois de alguns segundos.
— Tem certeza que você nunca havia feito isso antes? — Disse, quase sem voz.
— Só ontem, com você. — Sorri, ainda respirando pesado.
Ela fechou os olhos, e apertou sua mão contra a minha cintura.
— Sabe... — comecei. Ela não estava dormindo, apenas... curtindo o momento, acho — eu não sei o que acontece comigo quando eu estou com você. — Confessei e a vi sorrindo. — É como se... você tivesse algo mágico, hipnótico, sei lá, que me puxasse pra você. Eu não sou assim. Você me deixa assim.
— E... isso é bom, né? — Ela riu, devagar.
— Sei lá. — Sorri junto com ela. — Eu sei lá... mas... eu não sei mesmo. Estou estranho. Meus pensamentos tão estranhos. Minhas prioridades tão estranhas. Você me deixou... confuso. E o pior é que eu gosto disso. Adoro estar com você, adoro ver você me confundindo.
Ela riu devagar e retirou a mão da minha cintura, logo depois, saindo de cima de mim.
Notei que ela ia começar a vestir as roupas.
— Eu... acho melhor você ir. — Ela ajeitou a toalha no corpo e andou até a mesma gaveta que tinha ido antes. — Os seus amigos devem estar preocupados, já.
— Mas... ok. — Decidi por concordar e procurar minha boxer. Vesti-a rapidamente.
E foi assim. Em silêncio, nós vestimos nossa roupa. Eu tive que ir até a sala para achar minha calça e até o banheiro para achar minha camiseta.
— Hm... estou pronto. — Falei, terminando de vestir minha calça. Ela estava com um short curto e uma blusa larga.
Como consegue ser linda de qualquer jeito, meu Deus?
Mas a questão é que acho que ela ficou com medo de mim. Não sei se deveria ter falado nada daquilo.
— Vou te levar até a porta. — Ela disse, sem sorrir.
Definitivamente, eu tinha feito algo errado.
Fomos andando um do lado do outro em silêncio até a porta de sua casa. Me recostei na mesma porta em que ela havia me agarrado e sorri, lembrando-me daquilo.
— Olha, eu não sei o que você pensou, é só que... sabe, não quer dizer que eu ame você ou algo assim, é só que você me deixa meio atordoado, por que eu tinha prometido que sei lá, só ia transar depois do casamento, mas aí você apareceu e acabou com todas as minhas prioridades, até mesmo porque eu nunca mostrei o teatro pra ninguém e...
Eu poderia ter terminado meu monólogo para tentar me reparar se ela não tivesse soltado uma gargalhada e passado os braços pela minha cintura logo depois, ficando na ponta dos pés e me dando um beijo... calmo. Calmo e delicioso.
— Eu entendi, Josh. Só pedi pra você ir por que... eu tenho que ir a um lugar. — Ela torceu os lábios e me encarou com aqueles lindos e brilhantes olhos verdes.
— Ah. — Soltei um sorriso nervoso e aliviado ao mesmo tempo.
— Enfim... a gente se vê, Josh. — Ela repetiu a mesma frase que havia dito na primeira vez que nos conhecemos e sorriu, fechando a porta.
— A gente se vê, Hayley. — Repeti feito idiota para a porta.
Mas eu realmente esperava que a gente se visse. Muitas vezes.
E eu aposto que posso fazer você acreditar... Em amor, sexo, e mágica. Só me deixe guiar seu corpo junto ao meu, eu aposto que você sabe o que eu digo. Porque você sabe que eu posso fazer você acreditar... Em amor, sexo, e mágica.
[...]
— Até que enfim, a mocinha levada chegou em casa! — Taylor disse, dando-me uma almofadada no rosto assim que adentrei a fraternidade.
— Cala a boca, idiota.
— Eu já tava até ligando pra sua mãe, Joshua! — Só aí me dei conta da presença de Jeremy.
Rolei os olhos e me larguei na minha cama.
— Sério, onde tu tava? — Taylor disse.
— Não interessa.
— Deixa esse retardado quieto, T. Ele deve ter ficado a noite inteira naquele auditório de novo. — Jeremy deu de ombros. — Cara... sou eu que tô muito tempo sem, ou... eu estou sentindo cheiro de sexo?
— Eu também senti o cheiro. — Taylor disse, fungando durante um tempo. — E eu não tô a tanto tempo sem...
Merda.
É possível que esses caras sejam tão viciados a ponto de saber pelo cheiro? Cheiro?
— Você... tipo, aqui? — Jeremy.
— Não... e você? Mas assim, o cheiro tá bem fraco pra ter sido feito aqui...
— Eu não fiz nada. — Jeremy torceu os lábios.
E aí, como em câmera lenta, eu vi os dois virarem o rosto para mim e abrirem a boca.
— Josh? — Perguntaram em uníssono.
— Eu o-o quê? — Tentei fingir indiferença, mas acabei gaguejando. Parabéns, idiota. Você se entregou.
— Eu o quê? — Taylor imitou a minha voz. — Jeremy...
— O quê?
— A ruiva. — Ele disse, olhou para mim, e logo após, começou a rir. Jeremy o acompanhou.
Eles não estavam rindo, tipo, numa boa. Eles estavam gargalhando. Morrendo de rir. Morrendo.
Legal, muito legal. Sinto que isso vai ser constrangedor.
Notas finais
Sim, eu sou completamente tarada pelo Justin Timberlake. E ele é meu.
Outra coisa:
EU NAO IA FAZER HENTAI NESSE CAPÍTULO! AOÇSIJASIOÇJASIOJAS mas sabe, eu senti necessidade de fazer eles se pegando na parede. Necessidade.
ILUAHSILAUSHAILUSHAS
e...... hm.
Josh.
Ele não tá mais santinho, né galera. Mas pensa, sascoisa muda as pessoas e tudo. Além do mais, eu não estava mais aguentando o Josh santinho ): tipo, tocando sasmusica, eu vendo foto dele, e... precisei escrever as provocações PJOSIOÇAJSAÇOISJAS espero q vcs tenham curtido.
ENFIM! TCHAU! ;***
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