Psycho-Pass 2: O reencontro

6 Sentimentos X Decisões


Notas iniciais
Bem para começar eu gostaria de pedir desculpas pelos futuros e presentes erros de formatação e escrita. Bom é que meu computador esta estragado e eu estou esperando ganhar um nesse final de ano, assim eu estou tendo que postar os capitulos pelo celular e a formatação fica horrível. Então eu peço que perdoem. Sobre o capitulo espero que soltem a imaginação e como podem perceber é um capítulo focado em novos sentimentos de alguns personagens e antigos sentimentos de outros, além das decisões que virão por causa desses sentimentos. Bom tenham uma ótima leitura e divirtam-se. Ah eu gostaria de dedicar esse capítulo a Hinakim-chan que ne encorajou a escrever sobre Shimotsuki e Ginoza.

Akane acordou, sentiu um cheiro familiar de cigarro, mas não era quem ela pensou ser o dono do aroma, no caso, Kogami, ao abrir os olhos lentamente deu de cara com Shion, que sorria enquanto a observava.

—Sabia que você fica tão sexy quando esta dormindo?!! — susurrou Shion toda sorridente apertando levemente a bochecha direita de Akane.

—Ãh!! O que você disse?? — engasgou Akane vermelha se sentindo intimidada por Shion.

—Ah não se preocupe eu näo tenho intenção de roubar você do Shinya-kun!! Por isso descanse, e não tenha medo de nada eu já troquei sua roupa mesmo e achei você um pouco magra demais pra mim, mas esse não é o problema né?? Você deveria comer um pouco mais na próxima refeição!- completou Shion sorridente ao perceber o constrangimento de Akane.

—O quê?? Foi você.... que colocou essa roupa em...mim?? — perguntou Akane engasgando e tropeçando nas palavras, agora mais vermelha ainda, enquanto apertava a blusa contra o peito.

De repente a porta abriu e Shimotsuki entrou com cara de poucos amigos, e as encarou.

—Karanamori-san poderia me deixar falar a sós com a senpai?? — pediu Shimotsuki, o pedido soando mais como uma ordem.

—Ok, vou voltar pra minha sala se precisarem de mim estarei lá, e acho que vou procurar pela Yayoi, ela não me visita a tempos.!! — encerrou a conversa e se retirou calmamente, olhou uma ultima vez pra Akane e piscou, antes de passar pela porta.

—Senpai, a Chefe Kansei pediu para avisá-la que a espera em sua sala. Ela quer ouvir um relatório completo sobre como encontrou aquele homem e sobre tudo que ocorreu durante as horas que ficou presa. — explicou Shimotsuki séria, enquanto Akane voltava sua atenção à ela, ainda desconcertada pelo comentário de Shion.

—Entendido, assim que receber alta eu irei vê-la. — repondeu Akane sentindo uma onda de cansaço.

Sem responder Shimotsuki deixou uma caixa em cima da mesa da sala e virou se para ir rmbora, Akane ficou curiosa, mas não precisou perguntar nada.

—São suas roupas. Kunizuka-san me pediu para buscá-las em seu apartamento, já que ninguém além de mim podia sair. — explicou ela e saiu pela porta, sem vontade de ouvir mais perguntas de Akane.

Akane ficou sozinha, com a chegada de Shimotsuki não teve tempo de perguntar sobre o estado de Kogami e agora teria de esperar, pois ainda se sentia cansada e Shion só voltaria mais tarde, sentiu um nó se formando em seu estomago quando tentava imaginar o que a chefe queria saber e se lembrou de como ela tinha tentado eliminar Kogami usando Ginoza e a suposta Dominator danificada. Seja o que for que ela dissesse Akane lutaria, mas não iria deixar que tentassem matar Kogami.

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Depois de ficar confinada na enfermaria por mais ou menos um dia Akane recebeu alta. Mesmo ainda recebendo conselhos para descansar o resto do dia e com o braço dolorido, que havia sido deslocado, agora enfaixado e preso por uma faixa em uma posição até que suas articulações e tendões se recuperassem, ela foi rumo á sala da diretora, sua curiosidade e receio de que a chefe decidisse algo sem que pudesse questionar depois, fez com que andasse mais rápido ainda.
Pegou o elevador e sua ansiedade aumentava a cada minuto, chegou na sala da diretora, recebeu permissão e entrou, e como sempre lá estava a chefe Kansei sentada em sua poderosa cadeira, encarando e estudando Akane, ou qualquer um que chegasse.

—Ora, ora não imaginei que pudesse me visitar tão cedo inspetora Tsunemori Akane?! — provocou Kansei encarando Akane por debaixo dos óculos.

—Bem pelo tom que a inspetora Shimotsuki usou, eu pensei que fosse um assunto urgente, e vim imediatamente, assim que recebi alta. — respondeu Akane devolvendo o olhar inquisitivo que recebia.

—Bom, vejo que realmente está interessada no assunto. Você sabe, ou tem idéia sobre o porque de chamá-la aqui?? — perguntou Kansei escondendo um sorriso maléfico.

—Eu suponho que não me chamou aqui para fazer meu relatório oralmente, e sim, para falar de Kougami Shinya, que estava foragido, não é mesmo? — respondeu Akane com uma pergunta, fazendo Kansei levantar a sombrancelha direita em reconhecimento a suposição correta.

—Correto. — respondeu Kansei.

—E o que vocês decidiram?? — perguntou Akane tentando não demostrar o nervosismo e o medo que sentia.

—Nós decidimos que embora Kogami Shinya tenha matado Makishima Shougo, e fugido, merecendo assim como punição a execução, devemos devolver a ele seu antigo posto de Justiceiro. — explicou Kansei calmamente, se deliciando em ver a reação que suas palavras causaram em Akane.

—O quê?? Quer dizer que vão deixá-lo continuar a ser um executor? — perguntou Akane quase não acreditando e tentando se controlar.

—Bem o coeficiente criminal dele continua o mesmo, não tem porque executá-lo, e também estamos com muitas baixas devido a este caso. Além disso, reconhecemos os talentos de Kogami Shinya, ele foi um inspetor e sabemos do seu potencial. — continuou o resto da explicação, ainda sentindo vontade de rir alto pela expressão patética de Akane.

—Mas porque decidiram isso?? Acabou de dizer que ele merecia a execução por matar Makishima e o coeficente criminal dele ainda é o mesmo, sem falar que não iriam deixar de executar um justicero foragido só pelas baixas e nem pelos talentos dele! — questionou Akane, mesmo que estivesse pulando de alegria por dentro ainda desconfiava deles.

—Então acha que nossa decisão está errada e prefere que executemos Kogami Shinya?? Você acha que não seria justo deixá-lo viver?? — indagou Kansei curiosa e sem entender onde Akane queria chegar.

—Não, eu acho que Kogami-san não deveria ter matado Makishima, eu sei que ele só tentou fazer justiça, mas pra isso usou o próprio senso de justiça e acabou matando com as próprias mãos. Mas ele não merece a morte, eu só queria saber porque vocês iriam partir para esse lado.... — tentou explicar, mas estava confusa demais, seus pensamentos e seus sentimentos misturando e a deixando mais confusa ainda.

Kansei percebendo o olhar confuso, resolveu dar um conselho maldoso.

—Inspetora Tsunemori Akane nós aconselhamos não misturar sentimentos com trabalho. — falou calmamente sorrindo.

—Como assim?? Eu não estou misturando nada, eu só estou um pouco cansada só isso, minha mente precisa de um descanso. — tentou disfarçar, recuperado um pouco sua postura, assim que percebeu as ideias que a diretora estava formulando sobre o que havia acontecido.

—Bom já que é isso que está acontecendo, então vou te dar dois dias de folga, mas antes de sair do prédio, gostaria que desse a noticia à Kogami Shinya, ele estará sob sua custódia e trabalhará no laboratório de análise de informação, junto de Karanomori Shion e Saiga Jouji, podendo ser levado a campo somente quando receber sua autorização. Entendeu?? Tudo o que ele fizer será de sua responsabilidade. — falou o que Akane mais temia ouvir.

Sem mais o que questionar Akane apenas assentiu com a cabeça, pediu licença e saiu deixando uma Kansei sorridente e feliz. No corredor rumo a onde Kogami estava detido, sentia seu estomago se contorcendo, iria trabalhar com Kogami novamente e isso estava aprovado por Sibyl, não tinha como fugir e a chefe havia sido tão "compreensiva" que a mandara dar a noticia, Akane pediu mentalmente que um raio a atingisse, quando parou na frente da porta do quarto, desistiu deu meia volta e saiu, foi para o terraço, queria pensar um pouco sobre tudo o que aconteceu estava confusa demais, e tinha certeza de que não conseguiria encarar Kogami daquele jeito, acendeu um cigarro e ficou observando o nada.

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Shimotsuki caminhava pelo corredor inquieta. Logo depois de avisar Akane havia, ido comer algo no restaurante da SIC, e encontrou Togane, ele começou a falar sobre o que havia acontecido e de repente provocou Shimotsuki sobre um assunto que a deixava mais desconfortável do que dividar a mesa com ele. Togane começou a falar de Ginoza.

—Notei que você e o justiceiro Nobuchika estão mais próximos, parecem até um casal daqueles que estão vivendo um amor proibido. Você sabia que é contras as regras de Sibyl relacionamentos entre inspetores e justiceiros, certo? — provocou Togane com um sorriso e um tom sarcástico.

—Onde você retirou essa idéia? Não existe nada entre mim e o Ginoza-san e nunca existirá. Eu sei que não é proibido por lei, só não é conveniente para nós inspetores nos envolvermos com gente de coeficiente sujo só isso. — retrucou Shimotsuki quase vermelha de raiva e vergonha.

—Ginoza-san já estão são intimos assim?? — provocou mais ainda ao notar a expressão de vergonha e raiva de Shimotsuki.

—Bom mas se não existe nada entre vocês e você quiser tentar algo, é melhor se apressar, eu tenho visto a inspetora Aoyanagi saindo frequentemente do quarto onde dele, e tem mais como filho de Sibyl eu autorizo vocês a ficarem juntos, aceire como um presente pelas informações que conseguiu da avó da Tsunemori Akane. — completou Togane rindo da cara de boba que Shimotsuki tinha feito e susurrando as ultimas palavras.

—Sinto decepcioná-lo, mas não me importo com isso. O que ela e o coator Ginoza fazem não me interessam e eu jamais sentiria algo por alguém como vocês. — encerrou o assunto levantou da cadeira bruscamente e saiu pisando duro, tremendo de raiva, medo e culpa, deixando Togane ainda rindo .

Ela não tinha agido diferente com ele, mais ou menos, mas não sentia algo por ninguém, apesar de Ginoza-san sempre ser tão gentil e atencioso, quando estão em momentos tensos tentar animá-la, mas ela sempre acabava falando coisas idiotas e grosseiras para ele. Depois do dia que ele a salvou, passou a respeitá-lo, sentia que tinha uma divida com ele, e tentava desesperadamente esquecê-la, mas era impossível.
Bom que mal tem nisso? Ginoza-san é um humano e eu também, e o que estou pensando isso é ridículo, tenho que parar de dar ouvidos as bobagens que ouço por ai, Shimotsuki discutia com seus próprios pensamentos quando viu que tinha caminhado para o corredor onde ficava o "apartamento"de Ginoza, e de repente ao olhar para o quarto onde ele morava, a porta abriu e Aoyanagi saiu se despedindo de alguém, provavelmente era ele que estava lá dentro. Shimotsuki ficou paralizada ao vê-la e perceber que ela também a encarava com olhos curiosos, já que era dificil ver Shimotsuki andando pelos corredores da àrea de moradia dos coatores.

—Inspetora Shimotsuki o que faz por aqui? — perguntou Aoyanagi ao se aproximar, e encarar o rosto pálido de Shimotsuki.

—Inspetora Aoyanagi, eu estava....passando por aqui.... E o que você está fazendo aqui? — conseguiu perguntar depois de contar até dez mentalmente, se esquecendo que Aoyanagi era uma senpai também.

—Gino e eu somos velhos amigos, e eu gosto de vir conversar com ele de vez em quando, porque?? — perguntou Aoyanagi sem entender o que Shimotsuki estava querendo saber.

—É que...... não tem medo de sujar seu coeficiente criminal conversando com ele? — desabafou já se arrependendo do que tinha dito.

—Olha se meu coeficiente vai ficar sujo ou não o problema é meu, e eu não acho que isso aconteceria por conversar com Gino. Então se acabou com esse interrogatório eu vou indo, tenho coisas mais importantes do que ouvir perguntas de uma inspetora que trata seus subordinados com tal desprezo. — repondeu Aoyanagi perdendo a paciência e saindo, ela estava cansada de ver e ouvir os insultos de Shimotsuki para com os justiceiros, e não iria tolerar de maneira alguma, que tentasse ensinar a ela como viver sua vida.

—Mas eu... — gaguejou Shimotsuki sem entender, e se arrependendo do que tinha falado.

Com Aoyanagi desaparecendo no fim do corredor, Shimotsuki se sentiu idiota, com vontade de chorar e cabisbaixa resolveu ir embora, mas foi surpreendida por Ginoza que havia saido para fora e caminhava em sua direção.

—Inspetora Shimotsuki o que faz por aqui? Aconteceu algo está com uma cara abatida! — perguntou Ginoza ao andar os passos de distância que os separavam.

—Estou bem. — respondei seco, ainda de cabeça baixa e se sentido pior ainda ao perceber que sua resposta havia sido mais grossa do que deveria.

—Alguém já lhe disse que não sabe mentir ojou-san?! — brincou ele.

Shimotsuki não respondeu. Vendo que não iria arrancar nada com aquele tipo de abordagem, Ginoza tentou convidá-la pra entrar, mas ela se recusou.

—Bem se quiser conversar comigo um pouco, aqui fora mesmo, ou tomar um suco, talvez eu possa ajudá-la... — continuou a se oferecer para ouvir o que a estava atormentando.

—Não obrigada eu prefiro não expor o assunto a alguém como você.....eu não posso falar sobre isso com você....eu só queria entender.... — tentou recusar e depois falar o que sentia, mas tudo o que saiu foram mais bobagens.

—Tudo bem se não quer, não será obrigada, mas se precisar eu estarei aqui. — tentou ser simpático, mesmo sabendo que não conseguiria saber de nada.

Shimotsuki não respondeu mais uma vez, e sentiu as lágrimas brotarem, tentou contê-las não iria demostrar que estava frágil e começar a chorar feito uma criança. Sem falar nada e nem conseguir encarar Ginoza que ainda estava plantado na sua frente sem entender, e tentando ajudá-la, ela simplesmente virou de costas e começou a correr, correria o mais longe que pudesse para que ele não a atormentasse mais. De repente no meio daquele turbilhão de sentimentos se lembrou de Yayoi, ela havia dito que até os inspetores tinham direito a chorar, e foi nesse instante que Shimotsuki se rendeu e foi procurar por ela, precisava desabafar com alguém.

Ginoza ainda plantado com cara de bobo, após ver Shimotsuki correndo, tentava aceitar o que tinha visto, quando Simotsuki se virou de costas ele notou lágrimas cairem por entre seus dedos, ele sabia que ela estava agindo estranho desde o dia que visitou a diretora, mas nunca a tinha visto chorar. Ginoza sentia que tinha algo errado e mais, sentia que ele era o culpado. Lá no fundo ele sabia que Shimotsuki estava o olhando diferente desde o dia que a salvara, nos esgotos,. Não isso não é verdade, a inspetora me despreza e ela está sofrendo com seus conflitos de adolescente e pré-adulta, sem falar da pressão que tem sofrido e as coisas que tem visto e não concorda, tentou confortar a si próprio com esses pensamentos bobos.

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Depois de fumar dois cigarros, Akane finalmente recuperou a postura de durona e encarou a dificil tarefa de contar a Kogami a decisão que ele teria que tomar. Ela sabia que Kogami odiava o trabalho de justiceiro, ele matou muitas pessoas, confessou que agiu por muito tempo culpando o sistema pelas mortes que realizava, mas depois reconheceu que não estava sendo um detetive e sim um executor que apenas apertava o gatilho quando mandavam. Agora ter que propor a escolha de voltar a ser um executor, ou ficar confinado o resto de seus dias em uma clinica, era cruel demais, mas ela preferia vê-lo trabalhando ao seu lado, do que em uma clinica preso e dopado, ou em uma sala para ser executado.

Com esses ultimos pensamentos ainda fervilhando sua mente, suspirou e voltou ao seu destino. Parou em frente a porta do quarto respirou fundo e entrou. Kogami estava deitado e levantou o tronco um pouco, se ajustando ao ver Akane, ele vestia a mesma roupa de sempre quando era mandado pra enfermaria, ou pela Akane ou por machucados que sofria durante lutas e perseguições.

—Akane o que faz por aqui? Shion me disse que ninguém tinha permissão pra me ver nem mesmo você. — perguntou Kogami acompanhado os movimentos de Akane com os olhos, enquanto esta colocava uma cadeira perto da cama e se sentava.

—Bem... por onde começo? A chefe Kansei me chamou mais cedo, na sala dela e tomou uma decisão em relação a você. — falou pausadamente.

—Já sei, ela resolveu que mereço pagar com a minha vida pela morte de Makishima não foi?? — interrompeu Kogami, fazendo cara de quem não se importava com o final da frase.

—Na verdade não. É algo pior. Ela decidiu que você terá a escolha de voltar a ser um justiceiro, e se optar por não, ficara confinado em uma sala na ala de terapia da SIC. — explicou Akane, num desabafo contido.

Kogami a encarou por um instante, enquanto digeria tudo, respirou fundo e sorriu.

—Parece que vou poder cumprir minha promessa, ou parte dela, mas me lembre de nunca mais prometer nada pra você, inspetora Tsunemori Akane. — respondeu sorrindo e a encarou novamente.

—O que?? Você vai aceitar?? — perguntou Akane quase se levantando da cadeira.

—Bem eu não tenho escolha, além disso, não posso deixar você na mão, eu acabei de dizer que tenho uma divida certo?! — respondeu Kogami fazendo uma cara séria.

Ao ouvir a resposta, Akane liberou o ar que estava preso em seus pulmões devido a ansiedade e sorriu, sentindo se aliviada em parte pelo humor que Kogami expressou, mesmo sabendo que no fundo ele odiara a ideia, e em outra pela possibilidade de trabalharem juntos novamente.

—Então quando posso começar?? — perguntou tentando parecer animado.

—Amanhã, por enquanto ficará no laboratório com Shion e Saiga-sensei e... — explicou Akane.

—Espere, Saiga Jouji-sensei está trabalhando pra SIC?? — interrompeu ele.

—Sim, ele foi pego em uma checagem depois de nos ajudar com o caso de Makishima e me dar umas aulas. — respondeu ela com um sorriso triste.

—Entendo, então agora vamos todos trabalhar juntos. — falou quase num susurro.

Akane vendo que o clima de tristeza havia se instalado, achou melhor ir embora e deixar Kogami descansar, se despediu e se foi.

Naquela noite quando saiu da SIC, ela se sentiu estranha e sua mente ainda estava confusa, mesmo não entendendo o porque, sabia que tinha a ver com Kogami, só não entendia como ele se encaixava naquela história. Ao atravessar a rua viu Shimotsuki pensativa parada em frente ao prédio, seus olhos estavam inchados e ela aparentava ter chorado muito, mas Akane não iria parar pra conversar, sabia que Shimotsuki não gostava muito do seu jeito, e não queria causar mais problemas, por isso seguiu rumo a sua casa, ansiosa pelo próximo dia.

Notas finais
Bem espero que tenham gostado, e comentem por favor, eu tenho respondido poucos comentários e gostaria de saber mais sobre o que estão achando da minha fic.