Psycho Killer

15 Capítulo Quatorze


Notas iniciais
GEEEENTE, vocês não tem noção de como eu sou lerda, pensei que hoje era sexta-feira e postei o capítulo. Agora que eu fiz a besteira e não tem como apagar sem confundir vocês, vou deixar ele aqui, maaas só lembrando que o dia oficial de postagem de Psycho Killer é as sextas-feiras. Então, esse capítulo tem uma revelação sobre o passado de Alec e Jane que não é de fato real levando em conta a história original da saga, mas eu pensei e como já tinha mudado algumas coisas na história original mesmo, quis acrescentar esse detalhe. Eu gostei muito disso, que vocês vão descobrir o que é lendo, me dá abertura para muita coisa em Psycho Killer. Espero que gostem também. Ah, não esqueçam de entrar no grupo do face para as fanfics Reneslec e no geral das minhas histórias. Ganhei um trailer para Psycho da Keh, aquela linda, e fiz um para Entre Memórias, Moon River e Psycho também. Vou deixar os links nas notas finais. Boa leitura!

Capítulo Quatorze

A híbrida e os três vampiros deixaram a boate imediatamente, adiando mais um pouco o treinamento dela, se dirigindo para a casa que tinha sido palco do ritual bruxo. Jane, Felix e mais alguns vampiros da guarda Volturi já se encontravam ali.

Havia pelo menos dez garotas humanas mortas, todos os corpos se decompondo no chão pelo que já se devia durar ao menos um dia. As gargantas intactas indicavam que aquilo não tinha sido obra de nenhum vampiro, mas o sangue abdominal e as facas cravadas nos mesmos indiciava que aquilo era parte de algo estranho, isso sem falar em mãos e pés amarrados.

Ao redor delas restos de velas e incensos, como pentagramas desenhados com sal. Um perfeito visual para filme de terror.

— O cheiro é terrível — Renesmee sussurrou para Lucy, a vampira assentiu, mas não disse nada, apenas olhando a situação diante de si.

— Descobriu alguma coisa? — Alec perguntou para a irmã, se agachando diante de um dos corpos e desfazendo as amarras dos pés e da mão da garota morta ali.

— Não, descobrimos a chacina porque Heidi esteve por aqui mais cedo e sentiu o cheiro, mas não sabemos quem são os responsáveis. Mas parece um ritual de proteção, lembra que vimos muitos desses antes? — Jane perguntou para o irmão, que concordou com um aceno de cabeça.

— Os bruxos querem se proteger dos males que Eleanor pode causar, as coisas podem fugir de controle se ficarem matando garotinha virgens em sacrifício. — O olhar dele se perdeu em Renesmee. — Cuidado Cullen, você serviria muito bem para o ritual.

— Vá se danar, Volturi — ela bufou.

— O que fazemos? — Lucy perguntou para os gêmeos.

— Você volta com Alec e comigo imediatamente para o castelo — Jane respondeu segurando no braço da outra vampira. — Não podemos nos expor, os outros cuidam de dar um jeito na bagunça que os bruxos fizeram por aqui.

— Eu vou com você? — Renesmee indagou quando os três começaram a sair de dentro da casa.

— Não podemos mandá-la para os bruxos? Ela poderia realmente servir como um sacrifício, ou simplesmente podemos jogá-la debaixo de um caminhão e deixar com que sangre até a morte — Jane propôs para o irmão, após lançar um olhar enojado para Renesmee.

— Jane, seja mais gentil! — Lucy exigiu, segurando na mão de Renesmee e saindo com ela da casa, a colocando mais uma vez ao seu lado no banco da frente do carro.

— Estou dizendo, seria tão simples nos livrarmos dela e do restante dos Cullen, estamos só perdendo paciência os mantendo conosco — Jane informou ao entrar no carro.

— Jane, cala a boca — Alec pediu, segurando uma risada.

— Pelo menos ela fez algum progresso em seu poder? — Jane questionou.

— Pouca coisa — Alec respondeu, falando de Renesmee como se ela não estivesse bem ali próxima a ele. — Talvez ela precise de mais contato corporal antes de conseguir dominar melhor sua mente.

— E talvez vocês dois precisem ficar quietos, agora mesmo! — Lucy ordenou, o que como sempre conseguiu muito facilmente, ainda que Jane não tenha ficado animada com aquilo.

Renesmee seguia para seu quarto no castelo, quando chegaram ali, ao ser surpreendida por toda sua família. Com exceção de sua mãe, que permanecia presa a Eleanor, todos estavam ali, o que fez a híbrida relaxar um pouco.

Correu para os braços de Rosalie, que sempre foi sua segunda mãe. A vampira abraçou a sobrinha, para então encher o rosto da mesma de beijos.

— Ah minha garotinha, como você está? Fiquei com tanto medo de nunca mais lhe ver! — Rose proferiu nervosa, sem deixar Renesmee sair de seus braços.

— Estou bem tia — Renesmee sussurrou. — Fisicamente, pelo menos.

— Sinto muito por não ter previsto a tempo que sua mãe seria capturada — Alice se desculpou, puxando Renesmee dos braços de Rosalie para os seus.

— Não é sua culpa, Alice — Renesmee afirmou.

— Você está tão agitada, quer que eu lhe acalme um pouco? — Jasper perguntou para a híbrida.

— Sem necessidades, acho que nem seu poder conseguiria me deixar calma, Jazz — ela afagou o rosto dele, lhe mostrando o pensamento que queria.

Mas acalme meu pai, tudo bem? Ele tem estado uma verdadeira pilha de nervos e mesmo sendo um vampiro temo que possa sofrer um ataque cardíaco ou algo assim.

O pensamento de Renesmee fez com que Jasper risse, ao tempo que Edward que podia ler a mente de ambos apenas revirou os olhos, cruzando os braços, ainda que um pequeno sorriso brincasse em seus lábios. Ainda assim a situação geral era tão complexa que momentos de descontração pareciam errados, como se fosse uma ofensa a Bella que poderia estar sendo torturada naquele exato momento.

— Então, fiquei sabendo que você brincou de vampira descontrolada, como foi? — Emmett perguntou brincando, achando graça da situação.

— Senti sua falta, Emm! — Renesmee o abraçou. — Carlisle, será que posso conversar com você?

— Claro, vamos para a biblioteca.

Ela assentiu seguindo o avô, mas parou quando notou que o pai estava indo com eles.

— Papai, eu o amo muito, mas é algo que quero conversar apenas com vovô, você sempre esconde informações para me proteger.

— Renesmee...Esse assunto, ele não te diz respeito, quanto menos você souber — Edward começou a falar.

— Quanto menos eu souber, mais risco vou correr, deixe-me saber sobre tudo que pode ocorrer, pai. Confie em mim — ela pediu, depositou um beijo na bochecha de Edward e voltou a acompanhar Carlisle até a gigantesca biblioteca do castelo Volturi.

— Então, o que quer saber? — ele indagou, sentando-se com ela em uma mesa.

— Quero saber mais sobre os bruxos, como também sobre qualquer outra espécie que pode existir no mundo. Tudo que sei é tão pouco, só o que papai contou a mim e mamãe após o confronto com os Volturi anos atrás.

Carlisle estava prestes a falar algo, quando Alec entrou na biblioteca, mas aparentemente não ligou para os Cullen ali. O vampiro tomou ao menos cinco pesados livros em suas mãos e sentou-se em uma mesa do outro lado do cômodo, totalmente concentrado em ler o que tinha ali.

— Tudo bem — Carlisle voltou a falar. — Os bruxos foram praticamente extintos durante os séculos, eram mais subjugados que os próprios vampiros, pois eles acabavam se misturando mais facilmente aos simples humanos e isso os enlouquecia. Os poderes deles não se constituem em uma varinha, ou escolas de bruxaria. Tudo que aprendem é passado entre as gerações e precisam de elementos da natureza para praticar suas mágicas.

— Ah não ser alguns que são tão poderosos que conseguem apenas com a mente interceptar os outros — Alec disse rindo, chamando a atenção de Renesmee.

— Espere ai — ela pediu, girando na cadeira para que seu corpo ficasse na direção dele. — Jane e você são realmente bruxos? — indagou chocada, lembrando que os vampiros romenos chamavam os gêmeos daquela forma.

— Éramos — ele a corrigiu, ainda concentrado no livro diante de si. — Nós morremos ao sermos transformados em vampiros, então tecnicamente não fazemos mais parte da linhagem bruxa, que como Carlisle disse se constitui em precisar da natureza. Chame-nos de renegados, se preferir.

— E o seu poder, e o dela, como se mantiveram com eles?

— Não eram os poderes bruxos deles — Carlisle foi quem explicou. — É um poder como o de sua mãe tinha antes de ser transformada, ou as visões de Alice. Mas pelo dois serem bruxos antes de serem vampiros, os poderes deles sempre foram mais fortes.

— Desde sempre termos o sobrenatural em nossas veias — Alec explicou, por fim olhando para Renesmee. — Mais alguma curiosidade sobre meu antigo povo, Cantante?

— Você sabe algum feitiço? — Renesmee nunca deixaria de ser a garotinha curiosa.

— Jane e eu nunca aprendemos nada, nossos pais não queriam que fossemos mortos pelo que éramos. Eles não tinham poderes, algumas vezes o poder bruxo pula de geração, ou não se manifesta pelo bruxo ou bruxa temê-lo. Mas minha irmã e eu acabávamos fazendo coisas que outras crianças não deveriam fazer, bruxaria. Foi o que nos levou a uma fogueira.

O livro que ele lia foi fechado com agressividade.

— Se quer saber minha opinião sobre os bruxos, eles não passam de um grupo egoísta, nem os Volturi são como eles. Não se meta com um bruxo, Cantante.

Então Alec deixou a biblioteca, mas levou os livros consigo.

— Mil anos de mágoa — Carlisle afirmou, fazendo Renesmee assentir sorrindo.

— Ele é tão...

— Complicado?

— Babaca também seria uma boa palavra — ela afirmou. — O que mais sabe sobre bruxos, Carlisle?

— Encontrei com poucos durante toda minha existência, criança — esclareceu. — Preciso concordar com Alec, ao menos em parte, são pessoas que preferem guardar tudo para si mesmo. Talvez não egoístas, mas reservados. A grande verdade é que odeiam com todas suas forças os vampiros por nos considerarem seres do inferno.

— Ah que ótimo, então além de termos a maluca da Eleanor querendo mudar a humanidade inteira, também temos bruxos que nos odeiam. O que mais?

— Os lobisomens de verdade, aqueles que precisam de lua cheia para se transformar — Carlisle falou. — Existem bem menos do que os bruxos, até porque não é algo hereditário, sim por transformação, mas acredite que podem odiar vampiros em uma proporção igual ou quem sabe maior.

— Inimigos naturais?

— Sim.

— É estranho saber que Jacob e os outros não são lobisomens de verdades, ou como a maioria do mundo acredita que são. Será que Eleanor já sabe sobre eles? Talvez Jacob pudesse nunca estar na mira dela e...

— Eleanor não teria proclamado a guerra se já não soubesse sobre o que ocorre em cada canto do mundo.

— Tudo bem, vovô. — Ela se levantou. — Foi um dia longo, vou aproveitar o resto da madrugada para dormir.

— Excelente ideia.

— Boa noite. — Renesmee o abraçou, então foi para o quarto que estava ocupando.

Nem chegou a se assustar quando se deparou com Lucy ali, sentada a mesa que ela usou no dia anterior para desenhar.

— Tudo bem? — perguntou a ela.

— Apenas um pouco chocada com o que vimos naquela casa. — Lucy olhava para os desenhos, mas sem parecer de fato interessada neles.

Renesmee sentou ao lado de Lucy, entendendo o que ela queria dizer.

— Acho que precisamos ser fortes, aquilo é só o começo de tudo de ruim que está por vir, sejamos vampiros, lobisomens, humanos, bruxos ou híbridos.

Notas finais
O que acharam? Jane e Alec foram bruxos minha gente!!!! Entããããão, posso ser muito irritante e pedir que comentem bastante nesse capítulo? É que, tipo, tem 60 pessoas acompanhando a história e gostaria muito de ver vocês se manifestando sobre. Um acréscimo que não tenho certeza se já coloquei aqui sobre os personagens originais, imagino a diva Lucy como a atriz Ashley Benson, a psicopata Eleanor como a Troian Bellisario e o Aaron como Dominic Sherwood. E não original, mas representada por Leighton Meester, Renesmee. Aqui os links dos grupos que citei, não deixem de entrar para ver os vídeos, ficaram tão fofos! Grupo Maníacas por Reneslec: https://www.facebook.com/groups/1421419781414259/permalink/1757731347783099/?comment_id=1757735557782678¬if_t=group_comment Grupo Fanfics Lola Royal: https://www.facebook.com/groups/1118626184823257/1120511804634695/?notif_t=like Beijos! Lola Royal. 11.02.16