Psycho Killer

14 Capítulo Treze


Notas iniciais
Oi gente linda, tudo bem com vocês? Bom, antes de qualquer coisa quero falar que estou postando uma fanfic Beward (Bella e Edward), vou deixar o link nas notas finais. E também dizer que tenho um grupo no WhatsApp para falar sobre as histórias, quem quiser entrar é só avisar. Boa leitura!

Capítulo Treze

Renesmee se encontrou com Alec, Demetri e Lucy na saída do castelo. Vestindo algo provocante, o que a fez receber olhares maliciosos dos dois vampiros ali.

— Para onde vamos? — ela questionou, enquanto notava que os três estavam usando lentes de contato, todas castanhas.

— Dançar um pouco — Lucy respondeu rindo, tomando a mão de Renesmee na sua e a puxando para o carro preto diante deles, colocando a garota no banco do carona e indo para o do motorista. — Desfaça essa cara emburrada Demetri, você não irá dirigir — falou para o vampiro no banco de trás.

— Cale a boca, Lucy — ele mandou, aparentando estar realmente revoltado pela loira estar dirigindo. — Já me basta ter que bancar a babá da híbrida.

— Ei, eu não mandei você vir junto! — Renesmee exclamou indignada, virando-se para poder olhá-lo. Alec parecia alheio ao que os outros conversavam, apenas olhando pela janela do carro, mas foi ele quem respondeu no lugar de Demetri.

— Estamos em meio a uma ameaça de guerra, Cullen. Você é um alvo, não pode sair por ai sozinha e eu...Bom, milhares de vampiros adorariam colocar as mãos em mim e me matar, então Demetri e Lucy precisam ir conosco para nos proteger.

— Você não sabe se defender sozinho, Volturi? — Renesmee o provocou.

— Eu posso te matar com um único dedo, Renesmee, não tente bancar a espertinha para mim.

— Mate-a logo, isso nos pouparia muito trabalho — Demetri pediu, ganhando uma careta de Renesmee.

— Tudo bem, calem todos a boca, cansei de ouvi-los — Lucy ordenou, o que foi facilmente atendido por todos, afinal ela usou seu poder para aquilo.

O silêncio perdurou até chegarem a uma boate fora de Volterra. Assim que ouviu a música o corpo de Renesmee se agitou, estava doida para dançar, pensou como teria sido sua vida se Alec nunca tivesse a encontrado em Londres, provavelmente passaria o resto da eternidade dançando.

Os quatro entraram na boate sem problema algum de enfrentar a fila quilométrica formada diante dessa, apenas uma palavra de Lucy para o segurança e já estavam do lado de dentro. Antes que Renesmee pudesse fazer qualquer coisa a vampira loira já a conduzia para a pista de dança, fazendo com que ela a acompanhasse.

Renesmee deixou-se levar, depois de tanta coisa acontecendo em pouco tempo, precisava de uma distração. Claro que estar no meio de tantos humanos era complicado, mas enfiou sua sede no fundo de sua mente e se concentrou apenas na dança.

— Tente abrir sua mente — Lucy disse para ela, a pegando de surpresa.

— O quê? — perguntou confusa, tirando parte do cabelo do rosto, algum tempo dançando e já estava um caco.

— Alec está do outro lado da boate, tente se conectar a ele e mostrar o que está pensando. A música e a dança vão fazer seu corpo trabalhar, enquanto você deve exercitar sua mente.

A híbrida não gostou nada daquilo, não acreditava que conseguiria expandir seu poder, mas já que aquela era a forma de tentar se manter viva em situações de perigo, que tentasse aquilo. Olhou em volta na boate, localizando Alec do outro lado da mesma como Lucy tinha dito, ele estava sério olhando para ela também.

— Vai, você consegue! — Lucy insistiu.

— Está me ordenando fazer isso? Usando seu poder em mim? — Renesmee indagou.

— Não — a loira negou. — Meu poder não pode influenciar em outros poderes, só funciono com ações.

— Okay. — Renesmee assentiu, tentando se concentrar em sua missão.

A música alta e o fato de ainda estar dançando, cercada por tantas distrações humanas, eram um verdadeiro bloqueio para sua mente. Quase não conseguia ouvir seus próprios pensamentos, quem dirá coloca-los a distancia na mente de outro alguém.

Algum tempo depois, sem êxito algum, Renesmee desistiu. Antes que pudesse dizer algo para Lucy, sentiu Alec a puxando para um canto mais calmo da boate.

— Eu não consigo, está legal? Meu poder é algo mínimo e não vai além disso — falou antes dele falar. — E não vejo em como expandi-lo iria de fato me ajudar, eu vou acabar morta de qualquer jeito mesmo.

— Então por que não aceitou o plano de fuga do seu pai? — Alec indagou irritado.

— Porque minha mãe está presa nas mãos daquela psicopata, porque se minha família está em risco, eu prefiro morrer junto a eles do que passar o resto da eternidade viva, mas sofrendo não tê-los comigo — Renesmee disse séria. — Eu morreria por cada um deles, Volturi. Se você não conhece tais sentimentos, amor, compaixão e lealdade, não me trate como seu eu fosse uma babaca por estar no meio dessa guerra.

— Eu conheço cada um desses sentimentos! — Alec exclamou.

— Não, o que você tem pelos Volturi não passa de um emprego que te faz pensar que é uma família, mas...

— Jane é minha família, não os Volturi! — Alec gritou, a cortando. — Eu também morreria por ela, da mesma forma que você morreria pela sua família, Cantante. E se eu quero que expanda seu poder, é para que o nosso lado nessa guerra seja o mais forte, para que nada ocorra a minha irmã. Sim, estou tão desesperado em mantê-la segura que até contar com a ajuda de uma híbrida eu estou.

As palavras dele desarmaram Renesmee, dava para ver o quanto o vampiro estava nervoso. Alec de fato se importava com Jane, o suficiente para realmente contar com a própria Renesmee para manter a irmã livre de qualquer perigo.

Ela não disse nada, apenas colocou as mãos no rosto dele e se proibiu de mandar seus pensamentos para ele. Foi fácil ali, seu corpo e sua mente estavam na mesma frequência, mas aparentemente não era tão fácil quando ambos estavam agindo um contra o ouro.

Sem avisos Alec a beijou, desconectando a mente da Cullen de seu corpo. O que imediatamente permitiu com que ele pudesse saber o que se passava na mente dela.

Desejo, medo, raiva. Estava tudo ali.

— Feche sua mente, Cantante — ele ordenou contra os lábios dela.

— Feche sua boca, Volturi — ela rebateu, voltando a beijá-lo.

Renesmee se concentrou no beijo, então em sua própria mente. Trancando seus pensamentos para si mesma, era difícil com o corpo em movimento, a música alta que chegava a incomodar e principalmente a boca de Alec contra a sua, mas soube que conseguiu quando ele se afastou.

— Nada — ele afirmou, tirando os resquícios do batom dela de sua boca. — Você conseguiu, mais ainda temos muito que...

Ele se calou, quando Renesmee o beijou novamente. Daquela vez ela nem precisou de muito esforço para manter seus pensamentos apenas para si mesma, mas foram interrompidos quando uma nervosa Lucy chegou até eles, sendo seguida por Demetri.

— O que houve? — Alec questionou, nada contente por ter sido atrapalhado. — Demetri, o que houve? — tornou a perguntar quando não obteve sua resposta logo de cara.

— Acabamos de saber, Jane ligou e nos informou, aconteceu um massacre de humanos em uma casa aqui perto.

— Vampiros... — Renesmee murmurou.

— Não — Lucy a cortou. — Um ritual bruxo, as outras espécies já sabem sobre a guerra de Eleanor e estão começando a agir. O mundo pode entrar em colapso a qualquer momento.

Notas finais
Link da fic Beward que citei https://fanfiction.com.br/historia/676521/Moon_River/ Então, o que acharam desse capítulo? Alec mostrando ter sentimentos...Bruxos dando as caras...E beijo do casal mais lindo do mundo. Me contem nos comentários o que acharam. Beijos e até mais! Lola Royal. 05.02.16