Psycho Killer

7 Capítulo Seis


Notas iniciais
E ai povo lindo, como vocês estão? Não esqueçam de entrar no grupo do face https://www.facebook.com/groups/1421419781414259/ Já leram Entre Memórias? A história está ficando maravilhosa https://fanfiction.com.br/historia/659021/EntreMemorias/ Então, capítulo de Uma (quase) Família ou vai sair lá para de noite ou só amanhã. Tive muito trabalho essa semana e ainda não consegui terminar, mas prometo que ele vem hoje ou amanhã. Espero que gostem do capítulo daqui de Psycho. Boa leitura!

Capítulo Seis

Eleanor estava sentada em seu trono, usando um longo vestido vermelho que destacava sua pele pálida. Os cabelos escuros muito bem penteados e presos como se a vampira estivesse em uma festa, mas eram os olhos vermelhos, ainda mais escuros que o vestido, que atraíam toda a atenção para ela.

Existia um misto de sentimentos ali: Luxuria, raiva, desejo, ódio.

A vampira se levantou, fazendo com que todos seus súditos se curvassem diante dela. Podiam existir vampiros com poderes maiores do que o dela ali, mas nenhum tinha o poder de convencimento que ela tinha.

Eleanor Jourdan sabia comandar, conquistar e dominar. Não era uma rainha, era algo muito maior que uma.

Imperatriz.

Era isso que Eleanor se considerava, ela queria e teria um império. Dominaria vampiros e humanos, todos que um dia lhe fizeram mal.

— Imperatriz! — Aaron Smith, um dos mais fieis súditos dela, a reverenciou de perto. Depositando um beijo em sua mão e olhando diretamente em seus olhos vermelhos, tão vermelhos quanto os dele.

— Como foi na caçada Aaron? — ela perguntou em um tom de voz baixo a ele, não querendo ser ouvida por todos os outros vampiros ali.

— Lhe trouxe um presente, minha Imperatriz. — Aaron assumiu uma postura elegante, fazendo um sinal para que um vampiro, no fundo do glorioso salão do palácio, abrisse as portas.

Então ali outros dois vampiros entraram carregando Isabella Cullen, que estava enfraquecida pelo efeito dos poderes de Aaron, mal conseguia manter os olhos dourados abertos. Eleanor sorriu, voltando a olhar para o vampiro ao seu lado.

— Você é um ótimo aliado, Aaron.

— Tudo para lhe agradar, minha Imperatriz. — O vampiro uniu as mãos atrás das costas. — Agora que possui o escudo o que pretende fazer?

Eleanor deu um sorriso ainda mais glorioso, pedindo com um simples olhar que ele a deixasse sozinha diante de todos os vampiros que a cercavam. A vampira ajeitou a barra de seu longo vestido, sorriu para seus súditos, então proclamou:

— Caros amigos, fiéis seguidores, meus queridos súditos — sua voz tinha um tom calmo, era como se ela não estivesse pegando fogo, figurativamente claro, por dentro. — Hoje eu orgulhosamente anuncio que meu Império está cada vez mais perto de se concretizar.

Uma salva de palmas, seguidos de gritos polvorosos, preencheu o salão. Fazendo com que Eleanor se sentisse mais do que nunca poderosa, todos aqueles diante dela lhe veneravam, era tão bom ver que tinham pessoas que a tinham como uma referencia.

— Oh queridos, silêncio para que possam me escutar, por favor — Eleanor pediu dando uma risadinha e piscando para um vampiro que há pouco tempo tinha se juntado ao grupo, ela procuraria pelo loiro mais tarde. — Quando o meu império por fim for estabelecido, os impuros cairão, aqueles que como ela acreditam que podem conviver em paz em meio aos humanos. — Gesticulou para Isabella, que recebeu uma salva de vaias de todos ali.

Eleanor adorou ver a vampira se encolher, provavelmente ainda sem entender nada do que acontecia.

— Os vampiros que estão no poder por anos irão ser mortos, pois os Volturi não são nossos reis, eles são corruptos! — Mais gritos contentes por ouvirem aquilo foram escutados. — As outras raças serão extintas, bruxos serão massacrados, lobisomens sumirão antes da próxima lua cheia, híbridos serão mortos em praças públicas e os humanos se tornarão nossos escravos e alimentos.

Os gritos conseguiram se tornarem mais altos ainda, Eleanor abriu os braços, recebendo palmas pelo que tinha dito.

— Os vampiros aliados a mim serão os únicos sobreviventes, então se curvem para sua Imperatriz!

***

O vampiro e a híbrida, Volturi e Cullen, saíram da boate em direção ao local onde ela estava hospedada. Ela por um segundo imaginou que ele a colocaria em um táxi, para protegê-la dos perigos que a exposição poderia causar, mas se viu totalmente enganada quando percebeu que correriam juntos até a pousada.

— Pare! — Alec exclamou quando Renesmee fez menção de entrar primeiro ali.

— Por quê? — perguntou confusa, já com a mão na maçaneta.

Sem grande delicadeza Alec a empurrou, entrando primeiro. Não foi preciso de muito para perceber o que estava acontecendo ali, ele estava acostumado com cenas daquele tipo, mas Renesmee, que entrou logo em seguida aparentemente não.

— O que aconteceu aqui? — gritou, estupefata por ver aquilo na sala da pousada.

A senhora dona do lugar, que já tinha mais de sessenta anos, havia sido morta. Mas quem quer que fosse o assassino, não tinha sido nada cuidadoso.

O corpo e a cabeça tinham sido separados, o sofá estava tomado por sangue, assim como o chão. Antes que Renesmee pudesse voltar a falar qualquer coisa, Alec se pronunciou.

— Pode aparecer, Jane!

— Jane? — Renesmee arregalou os olhos, então uma porta bateu e no segundo seguinte a irmã de Alec estava diante deles.

— Olá irmão! — Sorriu para Alec. — Olá Cullen — disse em um tom de desprezo para Renesmee.

— Qual a necessidade disso, Jane? — Alec perguntou apontando para a senhora assassinada.

— Eu estava entediada — Jane respondeu.

— O que está fazendo aqui? — Renesmee questionou para Jane, irritada por inúmeros motivos.

— Não se preocupe, eu vim em missão de paz...Bom, quase isso. — Ela riu de si mesma ao olhar o corpo a alguns metros de si. — Alec, pode me responder por que está com a filha dos Cullen enquanto deveria estar por ai caçando o vampiro que está descontrolado pela cidade? Aro não gostou nada da sua demora, você deveria ter voltado hoje pela manhã com o culpado.

— Eu só achei o culpado pouco tempo atrás.

Jane arqueou uma sobrancelha, olhando sugestivamente para o irmão.

— Então, onde está o vampiro? Continuo entediada e adoraria matá-lo com minhas próprias mãos.

— É a Renesmee — Alec respondeu por fim, causando surpresa em Jane.

Mas a surpresa deu lugar a uma alta gargalhada.

— Você quer que eu acredite que isso é a vampira que vem matando descontroladamente? — Jane questionou gesticulando para Renesmee. — Ah irmão, você não tem um dom para a comédia, vamos me diga quem é o vampiro.

— Isso? Poupe-me Jane, eu não sou qualquer uma! — Renesmee exclamou, dando dois passos em direção à loira, que não se retraiu nem um pouco pela ameaça da outra.

— Garotinha, você é metade humana, bebe sangue animal e seu único poder é mostrar seus pensamentos para quem quer. Acredite, isso não te torna nem um pouco especial, na verdade você é tão deplorável quanto um humano.

Renesmee se aproximou mais ainda da Volturi, rosnando. O que poderia ser amedrontador para muitos, para Jane não passava de uma cena engraçada.

— Sério irmão, o que está fazendo com essa garota? Segui vocês até aqui e consegui matar a velha antes mesmo de chegarem, agora eu preciso matar o vampiro e voltar para Volterra.

— Estou falando sério também Jane, Renesmee era a vampira que estava matando sem controle algum por aqui — Alec insistiu, de braços cruzados encarando a irmã gêmea, igualmente milenar como ele.

Jane o encarou também, conhecia Alec o suficiente para saber quando ele estava mentindo ou não. Ali percebeu o inevitável, ele estava falando a verdade.

Mas como a híbrida patética dos Cullen poderia ser o vampiro de quem eles estavam atrás? Ela não se alimentava de humanos.

Em movimentos extremamente rápidos, Jane colocou Renesmee contra a parede. Entretanto, bem diferente do irmão, ela não estava fazendo aquilo por prazer, sim por raiva.

— Você fez isso, pequena Cullen? — indagou, apertando ambas as mãos no pescoço da filha de Edward e Isabella, lhe sufocando.

Era a segunda vez na noite que aquilo acontecia, Renesmee estava quase se acostumando.

— Sim — Renesmee conseguiu responder, sendo largada por Jane imediatamente. — E você assim como seu irmão não pode me matar, não é? — foi a vez dela de gargalhar ao ver a expressão frustrada que a outra adquiriu em sua face absolutamente pálida.

Os olhos vermelhos de Jane, tão intensos quantos os do irmão, pairaram sobre Renesmee ameaçadoramente. Ela atingiria a híbrida com seus poderes, se Alec não tivesse colocado uma mão sobre seu ombro.

— Jane, não! — falou de forma firme. — Assim que Aro retirar a proibição de matar os Cullen eu mesmo matarei Renesmee, não roube minha diversão, irmã.

Jane suspirou, mas assentiu.

— Tudo bem, mas ela vai para a Itália conosco agora mesmo. — A Volturi estava quase saindo da pousada, quando voltou e disse sorrindo malignamente para Renesmee. — Alias, sua mãe está desaparecida e seu pai encontra-se agora mesmo em Volterra, acredito que gostaria de saber disso, não é?

— O quê? — Todo sangue fugiu do rosto de Renesmee.

— Aceite pequena Cullen, nunca conseguirá ser superior a mim, você não passa de uma garota tola. — Ainda sorrindo Jane apertou o queixo dela. — Apressem-se!

Notas finais
Então, o que acharam? Não se esqueçam de comentar, por favor. Beijos. Lola Royal. 04.12.15