Promise you

25 Relação Profissional


Notas iniciais
Mas gente... Quase que eu não posto hoje, fiquei jogando aqui e acabei me distraindo, nem tinha nada escrito, mas minha mente pensante estava ativa (rsrs) Não revisei de novo, então já peço perdão pelas falhas e espero que gostem. *sorriso sugestivo*

Dias de folga são extremamente maravilhosos, mas todos tinham suas vidas a retomar quando o acampamento chegou ao fim. Levy deixou tudo arranjado para que Lily ficasse bem em seu quarto e foi para o trabalho tranqüila, mas não conseguia imaginar como seria trabalhar na sala ao lado de Gajeel agora que eles estavam desfrutando de sua tão sonhada paz.

Ao chegar à editora, Levy foi para sua sala, mas antes disso cumprimentou Wendy que estava mais uma vez reclamando da marcação de sua mãe, uma viúva muito solitária que por não ter mais ninguém além da filha. Depois de animar a secretária e amiga, ela foi para sua sala e encontrou aquela bagunça, a mesma que deixou antes dos feriados.

Diante de tantas caixas e pastas esparramadas, ela decidiu começar a adiantar seu trabalho e deixar a arrumação para fazer mais tarde, afinal, se não conseguisse terminar durante o expediente, poderia ficar até um pouco mais tarde e, com a cabeça livre de trabalho, faria tudo tranquilamente. Pensava nessas coisas quando se sentou em sua almofada improvisada, mas foi chamada por Wendy a comparecer à sala do Presidente para dar os relatórios de fim de ano e assim o fez.

_Bom dia Presidente, o Senhor me chamou? – Perguntou ela totalmente séria.

_Bom dia McGarden. Onde estão os relatórios que te pedi? – Perguntou ele igualmente sério.

_Estão aqui Senhor. – Disse ela ao entregar algumas pastas à Gajeel.

_Eu não entendi bem o que significam essas notas... – Disse ele depois de folhear os arquivos do departamento literário.

_Esses foram os gastos com o evento de Natal, que incluíram o material promocional, a cafeteria responsável pelo... – Dizia ela depois de ter dado a volta e ficar lado a lado com ele, mas foi interrompida pelo moreno que se aproximou de seu pescoço, dando-lhe uma leve mordida depois de cheirar seus cabelos – Senhor, acho que entendi o porquê de não entender nada do que eu digo...

_Seu perfume me distraiu, logo a culpa é sua. – Afirmou ele a puxando para seu colo – Talvez assim eu entenda melhor.

_Mas agora você nem está olhando para os documentos. – Dizia ela revirando os olhos com as carícias dele.

_Por que você tem que vir trabalhar tão linda? – Sussurrava o moreno ao pé do ouvido de Levy, causando arrepios na pequena.

_São seus olhos apaixonados... – Brincou ela ao virar o rosto para capturar os lábios de seu chefe.

De costas para ele, Levy ainda o beijava enquanto as mãos bobas dele vasculhavam seu corpo, entrando por dentro dos botões de sua blusinha, que possuía um laço no pescoço e botões logo abaixo, mas foram desabotoados facilmente pelos dedos ágeis do moreno. As mãos dele já deslizavam pelas coxas dela erguendo sua saia quando uma batida na porta foi ouvida...

_Senhor Presidente, já está atrasado para sua reunião com o novo autor contratado. – Disse Wendy ainda do lado de fora da porta.

_Estarei lá em um minuto. – Disse ele ao observar com olhos tristes Levy se levantar de supetão e abotoar sua blusinha.

_Er... Então... As pastas estão organizadas por trimestres, se tiver mais alguma dúvida é só me chamar. – Disse Levy toda sem jeito, ainda arrumando sua saia.

_Sua ajuda será essencial, aliás, sou grato por sua “explicação”, espero poder ouvi-la até o fim na próxima vez. – Disse ele com o olhar sacana a correr por todo o corpo meigo de Levy.

_É um “prazer” poder ajudar, Presidente. – Respondeu ela depois de se aproximar bem dele e correr o indicador pela gravata dele e abaixo.

Levy voltou para sua sala e continuava a fazer o planejamento do trimestre que se iniciava, sempre que podia, abria uma de suas caixas de livros e os arrumava na estante, não estava com muita pressa já que nunca recebia ninguém além dos funcionários da editora, então ia com calma e aproveitava ao máximo seu dia.

Os dias eram corridos e Gajeel, sempre que podia, aproveitava do fato de ter Levy por perto, mas da mesma forma que sempre a tinha em sua sala, tinha também Wendy o chamando ao telefone ou na porta, isso não seria problema se eles pudessem se ver sempre, mas as aulas de Levy tinham voltado e ele fazia extras quase que sempre, pois como era novo no cargo, as reuniões informativas eram mais freqüentes.

Em uma manhã, já cansado de ver Levy e nunca poder tocá-la apropriadamente, Gajeel tinha um aviso importante para dar a moça, então foi pessoalmente até a sala dela, lugar que não freqüentava muito já que era mantido em constante observação devido à câmera que ele mesmo mandou ativar, não queria que o pessoal da segurança desconfiasse de nada.

_Bom dia McGarden. – Disse ele ao entrar na sala da pequena.

_Bom dia Presidente. Algo errado? – Perguntou ela preocupada com qual seria o motivo de ele vir até ela.

_Nada errado, a não ser o fato de meu pai querer te deixar avisada sobre a cirurgia dele. – Respondeu ele observando os livros na estante dela.

_E quando será? – Perguntou ela se aproximando dele para guardar um dos últimos livros que faltavam ser guardados.

_Amanhã. Você irá? – Perguntou ele depois de informá-la.

_Eu prefiro visitá-lo depois da cirurgia, já que não sou da família, seria estranho uma companheira de trabalho ficar tão próxima em um momento que deveria ser exclusivo da família. – Explicou ela ajeitando o par de óculos delicados que usava durante a leitura, algo que mexeu com o sistema pervertido de observação do moreno, o fazendo corar.

_S-sim, eu entendo... Mas tem algumas notas que estão com valores diferentes em uma das pastas do último trimestre. Você poderia vir até minha sala assim que tiver um tempo? – Perguntou ele quase que não resistindo à visão que tinha em sua frente.

_Eu tenho certeza de que foram revisadas, mas se tem dúvidas, eu posso ir dar uma olhada logo mais. – Respondeu ela imaginando quais seriam as intenções do moreno.

_Talvez tenha sido pelo fato de estar sem óculos quando revisou, então eu peço que os traga consigo quando for analisar os documentos. – Sugeriu ele e em seguida saiu da sala.

_Oh sim... Eu os levarei. – Disse ela já estando certa de que a mente de lolicon dele estava funcionando a mil por hora.

Depois de algumas horas, Levy já tinha terminado se organizar sua sala, e observou por alguns instantes o resultado de seu esforço, estava tudo perfeito. Wendy então bateu à porta e logo entrou, coisa que não fazia quando a sala em questão era a do Presidente, mas com Levy a coisa era bem diferente. A garota tinha ido até a sala de Levy para lembrá-la de que o Presidente a esperava.

Levy então foi até a sala de Gajeel que eram bem ao lado da sua, mas ao entrar foi surpreendida por ele, que parecia desesperado...

_Por que demorou tanto? – Perguntava ele enquanto procurava nas mãos dela pelos óculos.

_Eu tinha algumas coisas pra fazer... – Dizia ela quando ele a interrompeu:

_Onde estão os óculos?!

_No meu bolso, mas... – Ela tentava explicar quando ele novamente a cortou:

_Coloque-os.

_Calma, eu já vou colocar. – Retrucou ela enquanto os tirava do bolso e os posicionava em seu rosto.

Quando ela finalmente estava de óculos, ele sorriu como criança que ganha um doce e a puxou para perto de sua mesa, calmamente a colocou sentada sobre ela e se posicionou entre suas pernas. Acariciava seu rosto e cabelos, soltando assim seu coque que já estava quase se soltando, se empolgava a cada beijo e com uma das mãos ergueu a saia dela, simultaneamente abriu o zíper de sua calça e se encaixou assim que pôde puxar sua lingerie para o lado.

_Como alguém pode estar sempre assim... “Em ponto de bala”? – Perguntou ela, pois era quase que anormal a velocidade como ele se punha ereto.

_É tudo sua culpa por ficar me provocando o tempo todo. – Disse ele ao pé do ouvido da moça, sentindo alguns fios azuis colarem em seus lábios.

Mais alguns minutos de rápidas estocadas e ele deu uma pausa para colocar o preservativo, mas o fez rapidamente, pois tinham pouco tempo, já que o timing de Wendy era fantástico, bastava os dois se beijarem e ela já estava à porta ou ao telefone.

_Eu não posso mais suportar essa vida sem você. – Dizia ele com a voz baixa e rouca.

_Me sinto da mesma forma... – Dizia ela entre gemidos, o que o estimulou ainda mais e com isso a velocidade das investidas também aumentou.

Ele então deitou a pequena sobre sua mesa e corria a língua por seu pescoço até sua orelha esquerda, mas fazia questão de olhar em seu rosto, pois estar com a mulher de sua vida com óculos em um ambiente de trabalho era quase que enlouquecedor, porém como estavam há uns dias sem “se ver”, a calma foi dando espaço ao desespero e eles intercalavam entre os gemidos dele e os arranhões dela, que tinha aproveitado da camisa solta dele para correr as mãos pelas largas costas do rapaz. Não demorou para que eles chegassem ao ápice daquela “relação profissional”.

Ofegantes e contendo os gemidos aos beijos, os dois estavam sobre o efeito do mais puro êxtase, mas Wendy não daria folga, logo o telefone tocou e era a doce secretária, informando de uma reunião com o pessoal da gráfica que seria realizada ainda naquela noite.

Depois de responder ao chamado de Wendy, Gajeel colocou Levy sentada, ainda sobre a mesa, e se sentou em sua cadeira com a camisa toda aberta, a gravata frouxa e segurando as calças para que não fossem ao chão, definitivamente não era bem aquilo que eles queriam, mas riam um para o outro já que tinham nos lábios o gosto de “o que é proibido, é mais gostoso”.

Os dois se arrumaram o mais rápido possível e Levy voltava para sua sala, quando ele a chamou de volta...

_Você irá visitar meu pai quando ele estiver em casa? – Perguntou ele antes que ela saísse.

_Eu estava pensando nisso. Há algum problema? – Perguntou ela de volta.

_Nenhum, só me avise quando for, eu quero estar lá e me assegurar que ele não tentará nenhuma gracinha com você. – Respondeu ele enciumado.

_Não se preocupe, ele é como um pai para mim e tenho certeza de que ele me vê como filha também. – Afirmou ela rindo da preocupação dele.

_Com um velho pervertido como aquele, é sempre bom prevenir. – Disse ele estalando a língua.

_Então você tem a quem puxar, ou pensa que não percebi na minha sala a sua perversão ao me ver com os óculos? – Perguntou ela provocando-o, mas ele rebateu de pronto:

_Tem só um apequena diferença entre ele e eu: Você é minha, só minha.

Notas finais
Esse trecho dessa canção é um enigma de algo que acho que ninguém percebeu ainda na história, mas vou deixá-la mesmo assim... Cause we're too young to love, so I can say later on. Hold you in my arms. But I will be waiting for you to say you want me to be with you. Tradução~ Porque nós somos tão jovens para amar, então eu posso dizer isso mais tarde Segurar você nos meus braços Mas eu ficarei esperando por você para dizer que você quer que eu fique com você Hug DBSK