Promiscuous

11 Tchaca Tchaca na Muchacha (editado)


Notas iniciais
QUANTO TEMPO NÉ GENTE? MEU BLOQUEIO CRIATIVO DESSA VEZ FOI BEEEEM FEIO. MAS ESPERO QUE ESSE CAPÍTULO (HOT HOT HOT) RECOMPENSE VOCÊS! Enfim, nos vemos nas notas finais. Boa Leitura (=

– COMO É?

Só espero que ninguém testemunhe isso. Melhor dizendo, eu realmente espero que Dean não veja isso. Mas se intuição feminina realmente existe... Eu estou perdida.

– Eu não posso fazer isso e se alguém ver? — me desesperei.

– Lisa querida, essa é a intenção. — Anne disse rindo, fiz uma careta.

– Matt... — implorei.

– Se quiser posso ir no seu lugar.- disse começando a tirar a camisa. Que barriga... aqueles músculos, o caminho da felicidade... De repente, ficar semi nua não parecia tão ruim se comparasse com o calor que estava sentindo. — Mas acho que não vale raspar uma parte do cabelo por tão pouca coisa.

– Tudo bem. — falei em um suspiro — Eu faço o desafio, só deixa eu virar essa garrafa de heineken.

Anne bateu palmas e me entregou a cerveja.

– É assim que se fala amiga. — falou com um certo orgulho.

E lá vai mais um mico para o histórico de Lisa Cooper. Virei metade da cerveja de uma vez, se fosse pra pagar esse vexame que pelo menos fosse bêbada...

– Vamos nessa. — me levantei, decidida a foder com o resto de juízo que ainda restava em mim.

POV. DEAN

Lisa. Esse era o nome da criatura que de umas semanas pra cá tem me feito acordar de madrugada bem mais...animado. Literalmente. Isso graças a alguns sonhos que tenho com ela, sonhos bem quentes alias.


É claro que eu não a culpo de ser gostosa, afinal, ou você nasce gostoso ou não. Ela era o tipo de mulher que tinha o tamanho certo, as medidas ideias e a largura proporcional ao resto. Tinha tudo pra ser a minha próxima companheira de cama. Umas das coisas que Lisa tinha a mais que as outras era cérebro, tudo bem que as vezes eu achava que ela tinha merda na cabeça mas era só as vezes.

Como por exemplo quando bateu na porta do meu apartamento de madrugada e bêbada. Ou quando vomitou no pé da Cece e brigou com a mesma na faculdade. Nessas horas eu tinha certeza que ela não batia bem, mas era só lembrar das vezes que ela me agarrou ou colocou suas mãos em mim e pronto, eu já queria deduzir se ela batia bem mesmo, se é que me entendem.

Quando pisei no elevador e cumprimentei minha vizinha de baixo do prédio, é que percebi que sai da casa da Lisa só de cueca. Isso graças pelos olhares dela que recebi diretamente no meu... “pacote”. Voltei pra casa pela primeira vez na vida, corado. PUTA QUE PARIU, eu corei e foi por causa da Lisa. Aquela garota definitivamente me tira do sério.

Tomei um banho em uma tentativa de tirar toda tensão do corpo, vesti uma roupa qualquer que achei jogada pelo quarto e fui até a geladeira, na esperança de ainda ter “aquela” coisa pra relaxar.

– Droga, a heineken foi acabar justo hoje? – reclamei batendo a porta da geladeira.

Respirei fundo algumas vezes, peguei a chave do carro em cima do balcão e sai do apartamento. Caminhei até o elevador e parei pra esperar ele chegar. Minha paciência estava tão pouca que pensei em ir de escada, mas assim que me virei escutei o som do elevador chegando.

Passei a mão pelo o rosto tentando me controlar, eu precisava de uma boa foda. Urgente. Talvez tomar uma Heineken em algum barzinho me garantisse algo.

– Puta que pariu. – escutei um resmungo e levantei a cabeça, olhando pra frente.

Arregalei os olhos ao dar de cara com a Lisa seminua. Ela apertava todos os botões do painel em uma tentativa de fazer o elevador sair dali mais rápido, porém entrei antes que as portas se fechassem.

– É... – comecei, mas ela disparou na frente.

– Antes que você abra a boca, estou cumprindo um desafio e se você fizer alguma piadinha eu te jogo no poço desse elevador. – segurei o riso e assenti.

– Então, — apontei para o corpo dela – vai subir ou descer?

– Vou descer... Direto pro inferno. – resmungou me fazendo soltar uma risadinha.

– Não é pra tanto Lisa – falei.

– Não é pra tanto? É claro que não é, até por que é supernormal andar seminua por ai.

– Então... Desafio é? – perguntei, ignorando o seu chilique. Ela cruzou os braços e assentiu. – Que tipo de desafio?

– Você sabe... Aquele tipo de desafio que você tem que fazer em um jogo de verdade ou consequência. – corou.

– Verdade ou Consequência? – ri – Você não passou dessa fase ainda?

– É claro que passei, é só que – respirou fundo – vê se não enche o meu saco Dean.

Porra, adorava o jeito que o meu nome saia da boca dela mas adorava mais ainda irritar ela.

– Tudo bem, vou parar antes que você comece com seus chiliques infantis. – tentei esconder o riso que brotava na minha garganta.

– Você por acaso insinuou que eu sou criança?

– Eu não diria criança... só não madura o suficiente.

– Olha aqui Dean – falou levantando o dedo e vindo na minha direção – É melhor parar agora antes que eu...

Ela estava perto demais, o seu cheiro invadiu os meus sentidos e vendo ela praticamente nua na minha frente e em um elevador me garantiu uma ereção imediata. A empurrei contra a parede colando nossos corpos ao máximo e segurei seus braços em cima de sua cabeça.

– Olha Lisa... — aproximei meu nariz do seu pescoço e respirei fundo. Ela se debateu tentando se soltar mais a apertei ainda mais contra mim – Tenho que te confessar que, madura ou não você ainda me deixa louco.

Mordi o lóbulo da sua orelha e recebi um gemido rouco, que vinha do fundo da garganta em troca. Isso já foi o suficiente. Levei minha boca na sua com avidez, minha língua te explorava sedenta por algum contado. Ela não resistia mais ao beijo e soltei suas mãos que vieram para o meu cabelo o puxando na força certa para me fazer gemer. Levei uma das minhas mãos para o seu cabelo e a outra desceu para a sua cintura apertando-a. Liza se derreteu contra mim, e a firmei quando separei nossos lábios.

– Quer ajuda para descer pro inferno? – perguntei encostando minha testa na sua e fitando seus olhos.

– Prefiro subir para o seu apartamento. – respondeu, fazendo um sorriso malicioso brotar na minha boca.

Soltei-a pra apertar o botão do meu andar e grudei nossos lábios de novo.

POV. LISA

Dean separou nossos lábios assim que a porta do elevador se abriu e me puxou pra fora dele até estarmos em frente à porta do seu apartamento, que foi aberto de uma forma nada delicada. Éramos apenas mãos, bocas e línguas. Nessas alturas eu já não estava me importando com ele ser o Dean, a causa dos meus problemas ou com a Anne e os outros que estavam lá na portaria me esperando pro meu desafio. A única coisa que eu estava preocupada era que, ele estava vestido demais.

– Você. Está. Vestido. Demais. – falei entre uma mordida e outra pelo seu pescoço.

Ele sorriu e me puxou até o seu quarto, depois se virou pra mim e esticou os braços como se dissesse “Sou todo seu”. Rapidamente agarrei sua blusa e passei pela sua cabeça. Desabotoei sua bermuda e antes de abaixá-la apertei sua ereção, recebendo um gemido em troca.

Abaixei sua bermuda com sua cueca junto, liberando sua ereção... UAU. O encarei por um momento e me ajoelhei na sua frente sem nunca quebrar o contato de nossos olhos. Por um momento ele demonstrou surpresa, mas logo seu olhar indicava luxúria, admiração até. Segurei seu membro com firmeza e lambi a cabecinha, o gemido rouco que recebi em troca foi o bastante pra eu abocanhá-lo por inteiro – ou pelo menos o que eu conseguia.

Fiquei em um vai e vem por algum tempo e antes que eu quisesse, ele se separou e me puxou pra cima. Sua boca veio mais uma vez pra minha, explorando seu próprio sabor. Senti a cama atrás de mim e no segundo seguinte, eu estava jogada nela com o Dean em cima de mim.

– Sabe Lisa – se inclinou pra frente, ficando a centímetros do meu ouvido – acho que já devíamos parar com os preliminares, mas estou te devendo uma oral. Uma ótima oral, afinal.

Gemi com suas palavras.

Suas mãos desabotoaram meu sutiã com habilidade e seus lábios se curvaram em um sorriso de satisfação antes de cair de boca neles. Sua boca chupava um de meus mamilos e seus dedos estimulavam o outro. O que eu só fazia era gemer, estimulando-o a continuar. Uma de suas mãos desceu pela minha barriga e sua boca fez o mesmo trajeto beijando e mordiscando minha pele. Com uma lentidão dolorosa ele deslizou minha calcinha pelas minhas pernas e antes que eu me desse conta sua boca estava em mim.

Porra, aquilo era bom.

Sua língua estimula meu clitóris, o prazer era tanto que arqueei as costas tentando absorver todas as sensações. E ele não parava, sua língua investia cada vez mais rápida contra mim. Comecei a sentir espasmos pelo meu ventre e bastou ele deslizar um de seus dedos pra dentro de mim para eu explodir em um orgasmo intenso. Sua boca tomou a minha enquanto meu corpo tremia com o recente orgasmo. Vagamente percebi o papel da camisinha sendo rasgada e logo em seguida senti seu membro na minha entrada.

– Dean, eu... – tentei avisar sobre minha virgindade, mas seu dedo veio para a minha boca me impedindo de continuar.

– Deixe-se levar, Lisa. Nós... Dois esperamos por isso durante muito tempo.

E foi isso o que eu fiz, me deixei levar. Ele me penetrou de uma vez, fazendo-me soltar um grito mais de surpresa do que de dor. Senti que estava sendo rasgada por dentro, mas ao invés de continuar, Dean esperou até que eu me acostumasse com seu tamanho. Mexi um pouco os quadris para mostrar que podia continuar, ele inclinou para frente e me beijou antes de começar a estocar devagar em mim.

Logo pegamos um ritmo mais rápido e constante. Eu já sentia meu ventre se contrair indicando que um segundo orgasmo estava próximo. Mais uma... Duas estocadas fortes e meu ventre se contraiu em volta dele, causando tanto o meu quando o seu orgasmo.

– Oh Dean! – gemi arranhando suas costas com força

– Lisa! – gemeu ele com desespero.

Dean deixou seu corpo cair sobre o meu, e enquanto nossos corpos ainda se contraem ele distribui mordidas leves pelo o meu pescoço.

Quando ele finalmente saiu de dentro de mim e rolou pro lado, estávamos ofegantes. Dean me virou de costas, nos cobriu com a coxa que estava jogada em algum lugar da cama e enterrou mais uma vez sua cabeça no meu pescoço. Estava tão cansada que mal conseguia manter os olhos abertos.

– Finalmente. – ele sussurrou e soltei uma espécie de gemido em resposta, o senti sorri.

– Isso é melhor que só escutar. – falei sem muito raciocínio quase me rendendo ao sono.

– Então de acordo com sua carta, você foi à vadia da vez. – soltou com tão pouco raciocínio quanto eu.

Ele finalmente comentou sobre o que leu na carta e escolheu o pior momento para isso. Abri o olho imediatamente e ele também.

– Falei besteira? – perguntou cauteloso.

– Com toda certeza. – respondi, semicerrando os olhos e me virando lentamente para ele.

Isso não vai sair barato, "Sr. Dean".

Notas finais
N/A: Bem, o capítulo não foi betado por que não teve como eu mandar pra Isa betar e tal. ENFIM, FINALMENTE NÉ GENTE??? AMÉM AMÉM. Espero ter conseguido recompensar vocês de alguma forma. VOU SER SINCERA PRA VCS, DEMOREI TANTO PRA ATT E ESCREVO TANTA FIC QUE QUANDO FUI ESCREVER ESSE CAP FIQUEI NA DÚVIDA SE A LISA ERA VIRGEM OU NÃO. FIZ ELA COMO VIRGEM PORÉM TENHO UMA LEVE IMPRESSÃO QUE EU JÁ TINHA MENCIONADO QUE ELA NÃO ERA. ENTÃO, QUALQUER COISA É SÓ IGNORAR E SEGUIR EM FRENTE, BABYS U.U PORRA, SENTI SAUDADES GENTE. MUITAS SAUDADES. MUITO OBRIGADAS PELOS COMENTÁRIOS, PELAS MP, PELA FORÇAS QUE ALGUMA DE VCS ME DERAM PRA NÃO DESISTIR. MAS DEVO EM ESPECIAL PRA LU, QUE ME DEU O EMPURRÃO NECESSÁRIO PRA TERMINAR ESSE CAPÍTULO. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E ESPERO MAIS AINDA QUE EU NÃO TENHA UM BLOQUEIO DESSES DE NOVO. ENFIM (ENFIM, ENFIM, ENFIM) OBRIGADA MAIS UMA VEZ POR ESPERAREM MUCHACHAS U.U E AH, GOSTARAM DO NOME DO CAP? HEUHEUEHUHEUHEH Ultimamente estou ficando mais no twitter ( @bitchdogrey ) então, me sigam lá tb e tal u.u Beijoosss gatosooos e até o próximo ♥