Professor Edward C.! Matéria Biologia
22 Capítulo Vinte e Dois - Ultimo
Notas iniciais
|Capitulo Vinte e Dois – Último Capitulo|
“Depois do Crepúsculo atingir o seu auge, uma Lua Nova surge para nos arrebatar e quando pensamos que não há como se envolver mais, o Eclipse nos encanta até um fascinante Amanhecer nos emocionar.”
{Pov. Bella}
A porta se abriu e um vulto apareceu lá dentro, Edward segurou minha mão e então entramos na sala. Assim que vi de quem se tratava o vulto, paralisei no lugar assustada.
- Você? – perguntou Edward com os olhos arregalados.
Minha boca se abriu em choque, enquanto eu engolia seco, sem acreditar no que eu estava vendo.
- Então....era você? – perguntei quase em um sussurro.
Edward ao meu lado não parecia estar muito bem.
- Mas é claro. Sempre fui eu. – respondeu finalmente o careca, que até agora nos encarava sem dizer nada.
- Não entendo, por que fez isso? – perguntou Edward nervoso.
- Porque era necessário. – respondeu o careca como se não fosse nada demais.
- Mas por qual motivo? – perguntei.
- Bem, é minha obrigação faze-lo. Sempre fiz isso e me orgulho disso. – disse ele firme.
- Sempre fez? – perguntou Edward mais assustado.
- Sim. Na minha antiga escola também o fiz, porém o diretor não gostou muito e então fui despedido, aí decidi me mudar para cá e então começar tudo de novo. – respondeu ocareca dando de ombros.
Meus olhos se arregalaram com tal revelação.Então ele também fez a mesma coisa que fez com nós em outra escola?Esse cara é doido.
- Ah meu Deus. – gritei ao me lembrar. – O meu diário, vo-você o leu? – gritei em choque, assustando ao careca.
- Diário? Que diário? – perguntou ele sem entender.
- Oras, o diário que o senhor pegou de uma aluna, fingindo ser amigo de Bella para nos mandar as cartas. — disse Edward sério, ao se lembrar desse pequeno detalhe.
- Cartas? Diário? Perdão, mas não sei do que fala Prof. Cullen. – respondeu o careca sério.
- Como assim não sabe Sr. Adevaldo. – Ah, esse era o nome dele.–Acabou de dizer que o fez porque era necessário e que já fizera em outra escola....
- Mais é claro, qual é o problema em fazer limpeza na escola? É errado trabalharmos dessa forma? – perguntou ele quase sem expressão no rosto.
- Espera... Você estava falando de limpeza e não das cartas? –perguntei. Agora quem não estava a entender nada era eu.
- Mas é claro que eu estava falando disso, do que mais eu falaria? E sobre essas tais cartas aí, eu não sei do que falam. – disse ele, enquanto pegava um balde cheio de produtos de limpeza.
- Então...não foi você quem nos enviou a carta de nos encontrarmos aqui? – perguntei.
- Não srta. Nem sei do que estão falando...agora se me dão licença, tenho mais salas para limpar. – disse ele, enquanto andava em nossa direção.
- Espera. – pediu Edward, não permitindo que Adevaldo passasse. – Por que então não nos delatou para o diretor quando nos pegou aos beijos no estacionamento? – perguntou ele sério.
- Porque isso não é um problema meu professor. Além disso, sei como é passar por isso. Quando eu era mais jovem, conheci minha amada Joaquina na escola. Ela era uma aluna e eu, trabalhava na secretária, nos apaixonamos, enfrentamos obstáculos e hoje estamos juntos, completando daqui um mês 25 anos de casados. – disse ele com os olhos brilhando. -Bem, espero que tudo certo para ambos e eu já vou, pois ainda tenho muito trabalho para fazer. – disse ele sorrindo, enquanto se retirava da sala.
Assim que ele se retirou, o silêncio se instalou no ar. Eu e Edward olhamos um para a cara do outro, chocados com o que acabara de acontecer.
- Não entendo. Se ele não é o “amigo”, então quem é?
- Nós. – uma voz conhecida falou as nossas costas. – Nós somos os amigos. – terminou de falar a voz, enquanto eu e Edward virávamos assustados.
- A-Alice? E-Emmett? Rose? Vocês são o “amigo”? – gritei. Meus olhos disparavam entre Edward e meus amigos. Edward ao meu lado paralisou no lugar, enquanto eu piscava inúmeras vezes, como se tudo não passasse de uma ilusão.
- Bellinha tudo bem? – Emmett perguntou me acordando do me choque.
- Isso é alguma piada? – perguntei, eles negaram e de repente meu rosto começou a esquentar.
OMG! Eles são os amigos.
OMG! Eles leram meu diário.
OMG! Eles leram meus sonhos.
Minha cara devia estar parecendo um tomate agora, o letreiro do Mcdonalds, o...
- Bella respira. – Edward pediu e soltei o ar que nem percebi que havia prendendo.
Todos os meus micos começavam a passar pela minha mente, meu medo de alguém ler meu diário e eram meus amigos, meus amigos o tempo todo.
Melhor meus amigos que algum desconhecido. Minha consciência gritou e respirei fundo olhando para eles que tinham cara de culpados.
- Bella calma. – Edward me segurou pelos ombros e respirei fundo pra me acalmar.
- Ok. Estou calma. – olhei para Emmett, Alice e Rose, que nos encaravam, Rosalie pigarreou, e olhou para Alice que assentiu e começou a falar.
- Hum....acho que devem estar se perguntando o porque de termos feito isso não é? – perguntou Alice enquanto fechava a porta da sala.
Eu e Edward nada dissemos, apenas assentimos concordando e nos sentamos nas cadeiras a frente da sala, enquanto os três se postavam a nossa frente.
- Bem... – começou Alice. – Tudo começou quando eu esbarrei em uma garota no corredor, nós caímos ao chão e eu acabei vendo seu diário Bella. Obviamente eu o reconheci imediatamente, já que eu o vira inúmeras vezes com você. Peguei ele e disse que a conhecia e que você era minha amiga e ela me entregou de bom grado....
- O que sinceramente foi uma falta enorme dessa pessoa, já pensou se era mentira? – disse Rose incrédula, enquanto se sentava ao meu lado.
- Continuando... – disse Alice fazendo uma cara de brava para Rose devido a interrupção. Rose apenas revirou os olhos e Alice continuou. –Então, levei o diário de volta para sala e bem naquele dia eu tive aula com Emmett e você sabe como Emmett é enxerido, aí....
- Eu mexi nas coisas da Alice e peguei seu diário Bella. – disse Emmett sorrindo, enquanto se lembrava de algo, que não me pareceu nada bom. — Eu sabia que já o conhecia de algum lugar, então eu o abri e tamanha não foi minha surpresa quando comecei a lê-lo. – disse ele com um sorriso malicioso, enquanto minha cara começava a arder de vergonha.
- Ai meu Deus, você leu tudo o que estava no diário? – perguntei quase em um sussurro.
Emmett deu uma risada baixa e depois sorriu maliciosamente de novo.
- Se li? Claro que li, foi o melhor livro que já li na minha vida. Claro que foi meio nojento por ser meu irmão e minha melhor amiga, mas até que foi bom, me deu umas ideias aí e.....Alt, porque me bateu Alice? – perguntou Emmett enquanto massageava a cabeça do tabefe que Alice deu.
- Não viemos aqui para falar disso o cabeção. – gritou Alice nervosa.
- Opa, desculpa aí..mas que foi um belo livro foi. – disse ele sorrindo para Rose que retribuiu com uma piscadela.
Abri minha boca em choque, não querendo acreditar no que eu estava ouvindo. Edward ao meu lado, não sabia o que fazer, parecia indeciso se escondia a cara de vergonha ou se batia em Emmett pelas suas gracinhas.
- Tah, voltando.... Quando vi que Emmett estava lendo seu diário foi tarde demais, ele já tinha lido metade sabe e como o Emmett é dedo duro, me contou mais ou menos o que tinha e aí eu não acreditei e acabei lendo...
- E então... contei a Alice que o Edward gostava de você, mas que não tinha coragem de dizer a verdade. Aí...
- Decidimos fazer algo para junta-los. Então Emmett deu a ideia de mandarmos E-mails para vocês, mas isso não seria uma boa ideia, então...
- Decidimos mandar cartas e claro eu não pude resistir de deixar aquelas partes excitantes para vocês néh? – comentou Emmett com aquele bendito sorriso malicioso.
Meu rosto já estava para explodir de tão quente que estava. Edward por outro lado, estava ficando meio branco, não parecia estar muito bem.
- Começamos a mandar as cartas e aí quando Rose entrou, ela passou a nos ajudar, principalmente na hora de colocarmos as cartas na secretária. – continuou Alice.
- Foi Rose quem colocava as cartas na secretária? Não tinha medo de ser pega não? – perguntei a Rose que estava quieta ao meu lado.
- Na verdade não. Alice e Emmett ficavam vigiam, além disso, nós sempre dávamos um jeito de irmos na hora em que os funcionários davam uma saída para pegarem algo na sala dos professores, o que deu sempre certo, a não ser pela ultima carta que a Sra. Coppe nos pegou e tivemos que contar meia verdade para ela....
- Como assim meia verdade? – perguntou Edward que parecia estar melhor, a cor voltara para seu rosto.
- Bem, contamos que estávamos te ajudando em algo muito importante e que precisava ser anônimo, então a Sra. Coppe disse que não contaria nada sabe. Claro que não mencionamos o seu nome professor. – disse Rose rapidamente, olhando para Edward meio temerosa.
- Ótimo. Eu acho que ela já tenha ideia do que aconteceu e sinceramente não quero que ela pense que estão envolvidos nisso. – disse Edward sério.
- Mas por que não disseram nada para mim quando descobriram que meu pai já sabia de tudo e a escola também? – perguntei.
Alice olhou meio insegura para Rose e Emmett, que nada disseram.
- Nós meio que achávamos culpados pelo que aconteceu. Se não fosse pelas cartas, não teria acontecido tudo isso. Além disso, pensamos que você ficaria brava com nós pelo que fizemos. – disse Alice com um semblante triste.
- Por que eu ficaria triste? Vocês simplesmente me ajudaram a estar com o homem que amo, me fizeram ser feliz. Eu nunca ficaria brava com vocês, pelo contrário, eu agradeço muito. – eu disse sorrindo.
Alice olhou para mim com os olhos brilhando. Emmett fingiu secar uma lágrima dos olhos e Rose sorria ao meu lado.
- Faço as palavras da Bella as minhas. Se não fossem por vocês, hoje eu não estaria ao lado da mulher que amo. E apesar de tudo o que aconteceu, eu passaria por tudo novamente, apenas para poder estar ao lado dela. – disse Edward enquanto sorria de uma forma tão linda.
- Se o amor de vocês é tão grande assim, então porque ainda estão aqui? – perguntou Rose se levantando.
Eu e Edward olhamos para ela sem entender, ela apenas revirou os olhos.
- Rose esta querendo dizer que se o amor dos dois é tão forte, então por que ainda estão aqui e não conversando com Charlie...
- Como assim estar conversando com meu pai Alice? – perguntei me levantando.
- Oras....sinceramente vocês não acham que ficam aqui e pensando em alguma forma ou até mesmo perdendo as esperanças é que tudo vai se resolver não é? – perguntou Emmett cruzando os braços.
- Mas enfrentar o pai de Bella não seria uma boa opção. – disse Edward se levantando.
- É aí que você esta errado professor, na verdade os dois estão errados. Qual é a melhor prova no momento para que vocês provem o amor de vocês? Acham que é dizendo que odeiam o pai e que não sabem como resolver a situação? Isso não é opção, é apenas uma forma de fugir do problema. – disse Rose séria, bem séria.
- A única opção é mostrando a ele que realmente se amam. E qual é melhor forma se não usando palavras. Palavras que por mais simples que sejam, foram capazes de fazer seu coração bater mais rápido quando Edward disse eu Te amo a você não é Bella? – disse Alice olhando para mim. – Assim como quando ela lhe disse que lhe amava Edward e muitas outras palavras que o fizeram ser o homem mais feliz do mundo não é? – disse Alice para Edward.
- As palavras são fortes, vocês só precisam transmitir o que sentem por meio delas. Charlie apesar de pai é também humano e tem plena consciência de quando alguém é verdadeiro com ele, por isso vão até ele e mostrem isso a ele. – disse Rose sorrindo gentilmente.
- E se der errado? – perguntei.
- Não importa se der errado. – disse Emmett. – O importante é que tentaram e é isso o que torna o amor de vocês mais lindo e forte. E no final a consciência de ambos estará em paz, sabendo que fizeram o que era necessário para ficarem juntos, sem arrependimentos. – terminou Emmett sorrindo, abraçando a Alice e Rose.
- Por isso vão até ele e deixem que o sentimento puro dentro de vocês mostre aquilo que realmente querem. – Alice disse sorrindo.
Senti lágrimas escorrerem de meus olhos. Emocionei-me ao ouvir tais palavras. Senti meu coração bater rápido em meu peito, como se estivesse dizendo que aquilo que eu deveria fazer.
- Obrigado amigos, sem vocês eu não seria nada. – eu disse chorando, enquanto os abraçava. Afastei-me deles e segurei as mãos de Edward, entrelaçando nossos dedos e sorri, recebendo o meu amado sorriso torto em troca.
- Estão certos. – disse Edward. – Obrigado Alice, Rose e Emm. Realmente sem vocês não seriamos nada. – disse ele rindo, fazendo-nos rir.
- Ah que nada. Sei que sou bom demais no que faço. – disse Emmett todo se achando, fazendo-nos rir mais.
- Agora sério... não iremos lhes acompanhar, porque não achamos prudente, mas estaremos torcendo por vocês da casa do Emm ok? Aí depois que acabar tudo, vão para lá hem. – disse Alice sorrindo de forma travessa.
- Vocês não aprontaram nada não né? – perguntei meio desconfiada.
- Nós aprontarmos algo? Que nada, somos santos. – disse Rose sorrindo.
- Isso não está me cheirando bem. – disse Edward ao meu lado.
- Certo... certo... não é nada demais ok? Agora vão e aproveitem o espirito guerreiro que estão e mostrem para o Charlie a força desse amor. – disse Alice sorrindo, enquanto nos empurrava em direção à porta.
- Sério que não aprontaram nada? – perguntei quando chegamos à porta.
- Não aprontamos nada demais. Só demos uma ajudinha para vocês lá com Charlie. – disse Emmett dando de ombros, sendo repreendidos por Rose e Emm.
- Como assim ajudinha? – perguntei assustada.
-Ah nada demais, só mais uma ajuda do seu Amigo. E não pergunte mais nada. – disse Alice quando fiz menção de falar. – Lá vocês descobrem qual é a ajudinha. – disse ela com um sorriso travesso, antes de nos tirar para fora da sala e fechar a porta em nossa cara.
Olhei para Edward assustado que não parecia diferente de mim.
- Acho que Alice precisa ir ao psicólogo. – disse Edward. Eu apenas concordei, sem dizer nada.
Ele suspirou e então sorriu para mim, apertando sua mão mais a minha.
- E então? Pronta para enfrentar a fera? – perguntou fazendo uma cara de medo.
- Estou, pois com você ao meu lado, sei que terei a força necessária para fazê-lo. – respondi sorrindo, fazendo seu sorriso aumentar.
- Ótimo. Então vamos. – disse ele, começando a caminhar. Eu apenas assenti e juntos de mãos dadas, caminhamos para aquilo que seria um final feliz ou não.
{Pov. Edward}
O trajeto todo foi meio tenso, não sabíamos o que esperar de Charlie, mas sabíamos o que tínhamos que fazer e iriamos fazer. Eu lutaria por Bella até o meu ultimo suspiro se fosse necessário.
Charlie estava na delegacia, então fomos direto para lá. Assim que chegamos, descemos do carro e entrelacei minhas mãos com as de Bella e decidido, caminhei em direção a delegacia.
Eu podia sentir que Bella estava com um pouco de medo, mas eu sabia também que ela estava decidida a enfrentar tudo isso.
Entramos na delegacia e procurei Charlie por todos os lados, até que o encontrei sentado em uma mesa que deveria ser a sua, lendo um jornal, enquanto tomava café.
Apertei as mãos de Bella um pouco mais fortes e com um incentivo de seu olhar, caminhei na direção de Charlie.
Assim que chegamos a sua mesa, eu nada disse, apenas arrastei a cadeira e me sentei. O barulho que fiz foi o suficiente para ele parar de prestar atenção no jornal e olhar para mim.
- Mas o que.... – começou ele a dizer, mas antes que ele pudesse continuar, eu o interrompi.
- Charlie. Precisamos conversar... e agora.
Minha voz saiu firme e forte.
- Opa, calma aí rapaz. Quem você pensa que é pra ir chegando assim e falar comigo dessa forma? – perguntou ele sério e autoritário.
- Eu? – perguntei dando uma risadinha. – Eu sou o homem que ama a sua filha e que esta aqui para provar isso a você. – eu disse sério, mantendo a voz firme e a expressão de confiança no rosto.
Charlie olhou para mim por um momento assustado, mas logo se recompôs, até notar minha mão entrelaçada com a de sua filha e se exaltar.
- Mas o que você pensa que esta fazendo com minha filha? – gritou ele se levantando, chamando a atenção de todos que estavam ali.
- Sinceramente...não acha um pouco ridículo seu comportamento? – perguntei me levantando.
- Como você ousa...
- Não estou aqui para brigarmos Charlie, por isso vou direto ao assunto. – eu disse firme. – Eu vim aqui porque quero estar ao lado de sua filha. Eu quero me casar com ela em um futuro próximo, quero formar uma família com ela.Eu a amo, o que sinto não é nenhuma falsidade, nenhuma mentira, é apenas amor...
- Há há há ... Não faça-me rir rapaz. Por que uma pessoa como você, estaria apaixonado por minha filha? Você já é homem, deve ter milhares de mulheres aos seus pés, porque querer logo minha filha? Por amor? – disse ele rindo.
- Só porque você deixou de acreditar no amor, não quer dizer que ele tenha deixado de existir pai. – disse Bella ao meu lado para minha surpresa e de Charlie.
- O que disse filha? – perguntou ele meio assustado pelo que ouvira.
- Desde que mamãe foi embora, você vive só e se fechou para esse sentimento. E é por isso que você não é capaz de ver o que eu e Edward realmente sentimos. Eu o amo. – disse Bella com lágrimas nos olhos.
- Bella eu... – começou ele, mas foi interrompido por ela.
- Não quero ouvir desculpas para isso. Desde que tudo isso começou você nunca parou para pensar em mim, em meus sentimentos. Daqui alguns meses farei 18 anos, já serei adulta o suficiente para viver minha vida, serão as minhas escolhas, as minhas responsabilidades e não suas. Eu quero estar ao lado de Edward, porque o amo, assim como ele me ama e sei disso muito bem, porque eu sinto isso, em cada palavra, em cada beijo, a cada olhar, a cada toque dele. Por favor, ouça ele, deixe-o mostrar que tudo isso é real. – pediu Bella firme, secando suas lágrimas.
Charlie a minha frente estava assustado com o que Bella acabara de falar. Ele piscou algumas vezes parecendo não acreditar no que ouvia e se sentou em sua cadeira.
- O senhor esta bem? – perguntei preocupado.
Ele nada respondeu, apenas olhou para mim e depois tomou um gole de seu café.
- Certo...então ouvirei o que Edward tem a dizer. – disse ele sério, surpreendendo a mim e a Bella.
- O que foi rapaz? Não veio aqui para provar que ama minha filha? Ótimo, vá em frente então. – disse ele dando um pequeno sorriso, como se esperasse meu fracasso.
Respirei fundo e então deixei que meu coração falasse por mim, que ele mostrasse todo o amor que eu sentia por Bella.
- Quando a conheci, senti-me fascinado pela sua forma de corar quando estava envergonhada, assim como por sua beleza e o seu jeito fofo de ser. Muitas vezes no começo eu me pegava olhando para ela sorrindo. No começo eu não entendi muito bem o que era isso, mas com o tempo eu comecei a sentir necessidade de olhá-la, de vê-la sorrir, porque por alguma razão, eu me sentia completo e o meu dia já estava ganho.....
- Com o tempo, passamos a nos aproximar e aos poucos eu fui me apaixonando por ela. Eu sempre soubera que ela nutria um sentimento por mim, sempre achei errado, mas não há como mandar no coração não é? Sei que agi errado ao esconder isso com ela, mas não podíamos contar, ainda não. Não consigo ver minha vida sem Bella, ela se tornou uma parte de mim que se arrancada poderá destruir-me completamente....
- Eu sei, que o senhor já vira milhares de casos que aconteceram com adolescentes, mas meu amor é verdadeiro. Eu a amo senhor. Bella é minha vida agora. Por isso não a tire de mim. Quero que você faça parte de tudo isso, que esteja ao nosso lado e de sua benção, porque você é importante também. Por mais que Bella faça 18 anos logo e possamos ficar juntos, não quero que ambos fiquem brigados. Por isso estou aqui Charlie, para lhe mostrar o amor que sinto por sua filha, para poder ter sua benção e que no final possamos ser uma família. –eu disse sorrindo, enquanto apertava mais a mão de Bella a minha.
Bella ao meu lado, chorava emocionada por minhas palavras. Charlie parecia surpreso. Ele olhou para mim e para Bella por longos minutos sem nada dizer.
- Hum... – começou ele interrompendo o silêncio. – Não sei... ainda não estou muito convencido sabe....
- Ah, pare de arranjar desculpas Charlie. Até um cego conseguiria ver que ambos se amam. – disse uma voz feminina vindo de nossas costas.
Charlie que conseguia ver quem era pessoa arregalou os olhos assustado, enquanto Bella do meu lado virou-se rapidamente enquanto secava as lágrimas.
Meio confuso com a situação, virei-me e me deparei com uma mulher parada há uma pequena distancia de nós, com os olhos brilhando e com um sorriso enorme nos lábios.
- Renée? – gritou Charlie quando se recompôs, saindo de trás da mesa e parando ao meu lado, enquanto Bella saia correndo abraçar a mulher.
- Oh meu Deus, o que você esta fazendo aqui mãe? – perguntou Bella abraçada a mulher.
Opa... espera um pouco.... ela disse mãe?
Olhei para a mulher assustado. Nunca me pensei que conhecer a mãe de Bella assim.
- O que esta fazendo aqui Renée? Acho que quando falamos por telefone sobre Bella passar o resto do ano com você eu lhe disse que não precisava vir aqui. – disse Charlie sério, cruzando os braços em frente ao peito.
- Olá Charlie. É bom vê-lo também depois de tanto tempo, você parece cansado, deveria trabalhar menos. – disse a mulher sorrindo, enquanto caminhava ao nosso encontro com Bella abraçada a ela.
- Ainda não me respondeu o que faz aqui? – perguntou Charlie ignorando o que ela falara.
- Estou aqui para ajudar minha filha. Alice me ligou e me explicou o que estava acontecendo...
- Alice lhe ligou? – perguntou Bella surpresa.
- Sim... ela me contou sobre o que acontecia entre você e sei professor e o que seu pai estava fazendo com vocês. E que ambos estavam sofrendo por isso, então decidi vir aqui dar uma força para a minha filha. – disse Renée sorrindo, olhando para mim e para Bella.
- Não precisava se incomodar... Eu já estava resolvendo a situação. – disse Charlie ainda sério.
- Não é incomodo, além disso, não acho que nada estava sendo resolvido Charlie. O rapaz acaba de confessar os mais sinceros sentimentos dele que possui por sua filha e você ainda não acredita? – disse ela dando uma risadinha. – Ah Charlie, você sempre foi muito cabeça dura e protetor, mas como Bella disse você não poderá decidir a vida dela.
- Você estava ouvindo tudo mãe?
- Sim filha. Cheguei uns minutos depois que vocês aqui. – respondeu ela sorrindo e depois olhou para mim.
- Fico feliz em saber que o que você sente por minha filha é verdadeiro. Suas palavras foram sinceras e eu percebi. Por isso vocês têm a minha benção para o namoro de vocês. – disse Renéea mim um pouco emocionada.
- Obrigada Senhora.
- Opa, me chame de Renée, agora serei sua sogra não é? – disse ela rindo, fazendo-me rir, assim como Bella.
- Espere.... eu ainda não concordei com isso. – disse Charlie que até agora estava quieto ao nosso lado.
- Não há nada para concordar... É a vida da sua filha, da nossa filha... Acha realmente que o que ele falou não é verdade Charlie?
- Isso ainda não quer dizer nada... palavras podem ser mentirosas....
- Não as palavras ditas com o coração Charlie. – disse Renée curta e grossa. – Você quer provas desse amor? Ótimo, elas já estão aqui, em frente aos seus olhos. Somente a coragem deles de estarem aqui o enfrentando para ficarem juntos já é a maior prova desse amor. Parece de pensar com a cabeça e deixe seu coração falar. – pediu Renée de forma carinhosa.
Charlie nada disse, apenas nos encarou e ficou assim por longos minutos, enquanto sua mente parecia sair do corpo e se afogar em lembranças.
Meu corpo ficou um pouco apreensivo com a demora de Charlie.
Uns dois minutos depois, Charlie pareceu voltar a si e sorriu derrotado, enquanto suspira cansado.
- Bem... – começou ele, antes de olhar para mim e para Bella. – Acho que realmente fui exagerado demais com tudo o que estava acontecendo. Não pensei muito em seus sentimentos e errei como ser humano e pai...
- Pai. – disse Bella sorrindo, com olhos brilhando com lágrimas.
- Realmente tive medo de perder Bella, acho que o fato de saber que logo ela já estará crescida e não dependerá mais de mim é algo que eu ainda não consegui aceitar. Bem, todos os pais fazem isso não é? – disse ele dando uma risadinha. –Eu sinceramente peço desculpas e eu não irei mais atrapalhar esse amor entre vocês, mas... – disse ele olhando e minha direção. – Se você machucar minha filha, eu caço você e o farei se arrepender de ter nascido hem. – disse ele sério, bem sério, emanando um ar de perigoso, me fazendo arrepiar.
- Não se preocupe senhor. Não machucarei sua filha. –eu disse firme.
- Ótimo. – disse ele sorrindo pela primeira vez depois de tanta tensão. – Então lhes darei minha benção....
- Aaahhh. – gritou Bella ao meu lado se jogando nos braços do pai. – Obrigada, obrigada pai. Eu te amo, muito, muito, muito mesmo. Você é um ótimo pai e eu sei que estava querendo me proteger apesar de ter exagerado um pouco. – disse Bella sorrindo, dando beijos no rosto de Charlie que parecia orgulho de si mesmo pelo que fizera.
- Viu Charlie? Eu disse que você tinha que pensar com o coração. – disse Renée sorrindo com os olhos brilhando de orgulho.
Bella beijou o rosto do pai mais uma vez e pulou em meus braços, dando-me um pequeno selinho, sorrindo logo em seguida para mim.
- Te amo. – disse ela feliz.
- Também te amo meu amor. – respondi lhe abraçando.
Charlie olhou para mim e Bella e sorriu feliz por ver novamente Bella sorrir.
E pela primeira vez depois de todos esses dias, eu me senti em paz.
Bella se afastou um pouco de meus braços e me deu um beijo, recebendo uma salva de palmas das pessoas que estavam a nossa volta, que desde começo estavam vendo e ouvindo tudo o que acontecia.
Ficamos mais um pouco ali, Renée e Bella conversavam animadas sobre mim e os acontecimentos passados. Charlie e eu, bem conversamos como homens civilizados e podemos até dizer que começamos a construir uma pequena amizade, o que era bom, evitaria muitas brigas futuras.
Quando notamos que estava ficando tarde, decidimos nos encontrar com as meninas e Emmett, que estavam nos esperando. Nos despedimos de todos e saímos daqui com tudo finalmente resolvido.
- Alice tinha razão. – Bella disse ao meu lado, assim que chegamos ao carro.
- Sobre o que? – perguntei.
- As palavras realmente são fortes. – disse ela sorrindo.
- Bem, seu pai não acreditou nas minhas quando falei.
- Ele acreditou sim, só não quis admitir. – disse ela rindo, fazendo-me rir e concordar.
- Bem, vamos para sua casa. Eles devem estar nos esperando.
- Pode deixar minha princesa. Chegaremos lá rapidinho.
{Pov. Bella}
Finalmente tudo havia se acertado. Meu pai finalmente havia aceitado e tudo parecia voltar ao normal. Eu podia amar a Edward sem medo e ficar ao lado dele para construirmos uma vida juntos.
Meio perdida em meus pensamentos, não notei que já havíamos chegado à casa de Edward. Pude ver o carro de Alice estacionado no outro lado da rua.
Olhei para casa e fiquei confusa ao ver tudo apagado e silencioso. Normalmente quando estamos todos juntos, fazemos muito barulho.
- Que estranho, não parece ter ninguém em casa. – disse Edward ao meu lado, enquanto estacionava o carro.
- É verdade. Será que saíram?
- Hum... não sei...Bem, talvez estejam assistindo algum filme, devido a demora. – disse Edward dando de ombros.
Peguei minhas coisas que estavam no carro de Edward e sai para fora, caminhando em seguida ao lado dele em direção a casa.
Assim que chegamos a porta, tentei ouvir se havia algum barulho dentro, porém não parecia ter ninguém, a casa estava silenciosa.
Edward olhou para mim e deu de ombros, abrindo a porta. A casa estava totalmente escura. Edward entrou e eu o segui.
- Acho que não tem ninguém, vou ligar a luz. – disse ele enquanto caminhava para uma parede.
A luz se acendeu e suspirei ao ver pétalas de rosas pelo chão, olhei para Edward que parecia confuso, as pétalas formavam um caminho para o andar de cima, como um tapete de pétalas de rosas vermelhas.
- Nossa. – acabei sussurrando. Edward sorriu e veio até mim. Ele segurou minha mão e eu entrelacei nossos dedos. Mordi meu lábio olhando pra ele, ansiosa para ver o que havia no final do tapete de rosas.
- Parece uma surpresa para nós.
- Verdade. Vamos olhar? – ele deu seu lindo sorriso e levou minha mão aos lábios e beijou.
- Claro. Mas se vamos aproveitar a surpresa temos que fazer direito. – olhei confusa para Edward, e vi um sorriso sapeca em seu rosto e antes que eu pudesse pensar no que ele pretendia, ele agarrou minhas pernas e me ergueu em seus braços, dei um gritinho o fazendo rir.
- Pronta? – assenti abraçando seu pescoço e começamos a subir para o andar de cima, caminhando sobre as pétalas.
Elas continuavam por toda a escada, ele parou no topo da escada e vimos o tapete de pétalas ir em direção ao quarto de Edward. A porta estava entreaberta e podia se ver uma pequena luz vindo lá de dentro. Edward sorriu e me deu um beijo rápido, voltando a caminhar. Mas eu o parei ao perceber um pequeno pedaço de papel em uma mesinha no corredor.
- Olhe. – ele caminhou até lá. Eu peguei o papel, abrindo-o em seguida. Li rapidamente e sorri, mostrando a Edward que riu e começou a ler em voz alta.
Olá, Bella e Edward!
Se estão aqui juntos, então é porque deu tudo certo.
E como ambos podem ver, a casa esta completamente vazia, pois decidimos deixar que vocês aproveitem bem esse dia tão especial para vocês e para nós claro.
Como virão, há pétalas de rosas ao chão, elas levarão vocês para uma pequena surpresa que fizemos para vocês. Esperamos que gostem e ficamos felizes por estarem juntos.
Divirtam-se.....nos vemos em breve.
Seu Amigo,
Alice, Rose e Emmett.
P.S: Não se preocupem com as horas, Renée vai nos dar uma ajudinha com Charlie.
P.S² Não vá me decepcionar maninho.
P.S³ Ignore o Emmett.
- Aqueles pestinhas. – ele resmungou sorrindo. Eu apenas ri.
Ele me olhou intensamente e ofeguei ao ver seus lindos olhos verdes me olhando com desejo e amor. Edward abaixou o rosto e tomou meus lábios.
Minhas mãos foram para seus cabelos o puxando para mais perto, minha língua contornando seus lábios, fazendo-o suspirar contra minha boca, e aprofundar o beijo. Ambos tentando colocar todo nosso amor, toda a nossa alegria e esperança de que o futuro seria perfeito se estivéssemos juntos.
Quando respirar se tornou necessário ele se afastou sorrindo e eu ri baixinho, com minha respiração tão falha quanto a dele. Edward encostou a testa na minha e esfregou seu nariz contra o meu, sem nunca deixarmos de nos olharmos.
- Eu te amo. – ele sussurrou e meu sorriso aumentou. – Vamos ver essa surpresa. – me aconcheguei em seu peito enquanto caminhávamos para o quarto. Ele empurrou a porta com o pé e suspirei ao ver o quarto de Edward.
Ele estava lindo o chão coberto de pétalas de rosas, assim como a cama, havia velas vermelhas sobre os moveis e o cheiro de rosas por todo o quarto.
- UAU! – murmurei e olhei para ele que sorria docemente para mim.
- Eles capricharam. – ele falou sorrindo. Olhei em seus olhos e arfei, Edward se inclinou e me beijou novamente dessa vez com mais intensidade, seu desejo sendo evidente em cada toque dos seus lábios.
Ele me levou até a cama, deitando meu corpo sobre as pétalas sem deixar de me beijar e pousou seu corpo sobre o meu, mas sem deixar seu peso me machucar. Agarrei seus cabelos o puxando mais e mais para mim, sua língua se enroscava contra a minha, fazendo-nos gemer.
O ar se tornou necessário e nos afastamos. Ele me encarava arfante, sorri tocando sua bochecha.
- Faça amor comigo? – pedi. Ele sorriu e tirou sua camisa, deitando-se sobre mim. Seus lábios passearam por meu rosto, testa, olhos, nariz, bochechas, até chegar a minha boca, dando dois selinhos.
- Sempre amor. – ele sussurrou mordiscando meus lábios. Gemi baixinho e esfreguei meu corpo contra o dele, Edward gemeu e ficou de joelhos na cama. Ele se levantou e se despiu, mordi os lábios olhando seu corpo, tão lindo e tão meu.
Ele voltou para a cama e começou a me despir. Suas mãos e lábios tocaram minha pele fazendo-me arrepiar e a cada peça de roupa que ele jogava ao chão, meu corpo ardia por ele, ansiando por senti-lo em mim, dentro de mim.
Quando estávamos os dois nus, eu o abracei com força, fazendo nossas peles se tocarem, nos fazendo gemer juntos pelo contato.
- Eu te amo, sempre e sempre. – ele sussurrou entre beijos e toques, suas mãos provocando meus seios, seus dedos em minha entrada, me excitando, gemi baixinho o tocando, passando minhas mãos por seus braços, seus ombros e suas costas.
Edward gemeu e pegou na mesinha ao lado da cama uma camisinha e se afastou para colocá-la. Meu corpo ardia pelo dele, meu sexo pulsando de necessidade de estarmos juntos. Esfreguei as pernas sentindo a umidade cada vez maior, felizmente não demorou muito para tê-lo sobre mim novamente.
- Oi. – eu sorri e beijei seu queixo e pescoço.
- Olá. – ele riu baixo e segurou minha perna, seus dedos subindo e descendo. Suspirei quando ele a colocou para cima, fazendo o mesmo com a outra, seu membro roçando em meu sexo.
Meu corpo se arqueou contra o dele, e seu membro deslizou um pouco para dentro, gemi ao sentir seu membro quente e tão molhado quanto eu estava. Ele fechou os olhos e empurrou com exagerada lentidão para dentro de mim.
Arfei quando o senti todo e apertei minhas pernas a sua volta. Edward grunhiu e abriu os olhos, enquanto minhas mãos subiam e desciam por suas costas largas, dando leves apertões. Ele gemeu e saiu um pouco e voltou com uma forte investida, me fazendo gritar seu nome, sentindo todo meu corpo vibrar.
- Isso amor... – ele ronronou repetindo o processo, seu membro entrando e saindo, pulsando dentro de mim, me fazendo ver estrelas quando ia fundo, enquanto meu corpo se movia junto com o dele em busca de prazer.
Nossos gemidos ecoavam pelo quarto e nossos corpos suados se esfregando tornando o prazer cada vez maior. Gemi alto quando meu sexo começou a pulsar, eu sentia o membro de Edward latejando dentro de mim. Ele colocou uma mão entre nossos corpos e provocou meu clitóris.
Meu corpo inteiro pulsou e meu centro mordeu seu membro quando meu orgasmo veio forte e intenso. Edward gemeu alto quando chegou ao ápice e me apertou contra seu corpo com força.
Ficamos parados alguns minutos ofegantes, um sorriso bobo se espalhou em meu rosto, e suspirei. Eu o amava tanto, e esperava que fosse para sempre. Não, eu sabia, era para sempre.
Edward saiu de dentro de mim, e senti sua falta imediatamente. Ele se livrou da camisinha e me puxou para seu peito, seus lábios tocando meus ombros e suas mãos me apertando contra ele.
Levantei meu rosto tocando sua bochecha com as pontas dos dedos, fazendo-o sorrir seu lindo sorriso torto. Ele esfregou seu nariz contra o meu e me deu um beijinho rápido. Olhei para o relógio ao lado da cama e notei quejá era tarde, suspirei olhando Edward.
- Nós temos que ir! – ele negou, e arquei uma sobrancelha.
- Nossos queridos “amigos”, disseram que tínhamos todo o tempo do mundo.
- Não foi isso que eles disseram.
- Bem cada um entende o que quer. – eu ri deitando a cabeça em seu peito.
- Então o que você entendeu exatamente.
- Que você é minha pra sempre.
- Eu sou sua. – sussurrei e ele beijou meus cabelos.
- E eu sou seu, minha Bella. Para sempre.
Aqui neste instante...
Deixo teus braços se envolverem em mim,
Deixo tua boca se encontrar na minha,
Deixo tuas mãos me acariciarem,
Deixo teus olhos me possuírem,
Deixo tua voz me endoidecer,
Porque …
Sou,… inteiramente Tua…
Fim?
Notas finais
Putz Alice, Rose e Emm o Amigo? POr essa vcs ñ esperavam néh? Msm q pensassem ser um deles, muito poucos pensaram q era os tre^s juntos néh???? Rsrsrs
AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH ñ acredito, já chegamos no ultimo cap msm? Como se passou rapido esses meses néh? Putz, que triteza...ainda bem que terá um Epilogo e tvz um Bônus se eu convencer a dona Paula. XD
Olha cap dificil de escrever, agora qro review hem, qro saber muito a opniões de vcs. Recomendações são Bem Vindas! *-* rsrsrs
E sobre as recomendações que ganhamos...eu ameiii. muito obrigado a quem enviou.
Bem, nos vemos nO Epilogo. Beijão pessoal.
N/A Paulinha:
Oláaaaaaaaaaaa pervaiadaaaaaa
Enganamos vcs no começo ne kkkkkkkkkkkkk
Já pensou ser o veio o amigo.
Tipo ECAAAAAAAa
Pervertidooooo se fosse kkkkk
Muitas emoções e muitas loucuras em
Quem imaginava
Emmett, Alice e Rose eram “o amigo” kkkk
Por essa nem eu esperava kkkkkkkkkkkk
Mas, agora é serio, mais uma fic chegando ao final
Vou sentir saudades daki, de vcs, mas sei que vamos nos ver na próxima fic
Bem brincadeiras a parte
Espero que vocês tenham amadooo o capitulo, bem amado a fic inteira.
Amei cada coment e cada recomendação dessa fic.
Mas uma parceria da Paulinha e da Karol minha irmãzinha do ♥.
E tomara que venham muitas outras o/
Amooo vcs e nos vemos no Epilogo o/
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