Professor Edward C.! Matéria Biologia
23 Epilogo
Notas iniciais
|Epilogo|
” O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
Essa frase de Fernando Pessoa retrata bem o importante momento pelo qual estamos passando.
Intenso. Inexplicável. Incomparável. Assim foi esse tempo em que estivemos unidos. Um período no qual descobrimos o mundo: estudamos, brincamos, aprendemos, sorrimos… Juntos, alunos, funcionários e professores vivemos intensamente muitos momentos alegres, produtivos, positivos e inesquecíveis. Momentos esses que, sabemos, permanecerão em nossas vidas, como uma marca muito agradável em nossos corações. Cativamos e fomos cativados.
Responsabilidade aprendemos a ter também. Responsabilidade com nossas palavras, com nossas atitudes… com toda a nossa vida, enfim. Responsabilidade, ao contrário do que muitos dizem, é liberdade. Liberdade de escolher nosso próprio caminho. Liberdade de trilhar veredas possíveis e impossíveis. Escolher o destino. O futuro.
Quando tínhamos cinco, nos pediram que disséssemos o que queríamos ser quando crescesse. Nossas respostas foram coisas como astronauta, o presidente, ou no meu caso, uma princesa. Quando estávamos com dez anos, eles perguntaram novamente. Nós respondemos a estrela do rock, cowboy, ou no meu caso, professora. Mas agora que nós crescemos, eles querem uma resposta séria. Bem, quem diabos sabe? Este não é o momento de tomar decisões duras e rápidas, esta é a hora de cometer erros. Pegar o trem errado e ficar preso em algum lugar. Apaixonar-se ... muito. Se interessar por filosofia, porque não há nenhuma maneira de fazer uma carreira além disso. Mude sua mente e mude de novo, porque nada é permanente. Então, cometa muitos erros, como você pode. Dessa forma, algum dia, quando voltarem a perguntar o que queremos ser, não teremos de adivinhar. Nós saberemos.”
Todos aplaudiram quando acabei e sorri saindo do palanque e me sentando em um das cadeiras ao lado dos professores.
O diretor disse mais algumas palavras de incentivo e começou a chamar os nomes entregando os diplomas.
Quando chegou o meu me levantei sorrindo e apertei a mão do diretor pegando o canudo, ele sorriu e na hora olhei pra platéia, meu pai assim como minha mãe aplaudiam animados, acenei para eles e sorri ao ver Edward me dando um beijo.
Desci do palanque animada com a perspectiva que estava por vir. O futuro, parecia absolutamente perfeito.
Me juntei aos meus amigos que já tinham recebido seus e nos abraçamos animados.
- Estamos livres. – Emmett gritou e rimos.
- Nem tanto, ainda tem a faculdade. – Alice falou e concordei.
- Fazer estágios, primeiros empregos. – concordei.
- Precisam mesmo acabar com minha alegria. – Emmett resmungou, Rose sorriu o abraçando pelos ombros.
- Não fique assim amor. A vida real tem suas vantagens.
- Quais? – ele cruzou os braços com um bico, e Rose ficou nas pontas dos pés e começou a cochichar em sua orelha, o biquinho de Emmett foi se desfazendo e um sorriso se espalhando em seu rosto.
- Hmmm, interessante. Quando é que a vida real começa mesmo. – nos rimos e a voz do diretor nos fez olhá-lo.
- PARABÉNS FORMANDOS DE 2011.
- É nois. – Emmett gritou jogando o chapéu da roupa de formatura assim como os outros alunos.
Rimos e não demorou aos familiares desceram da arquibancada no ginásio onde estava sendo realizada a nossa graduação.
Meus pais se aproximaram e corri para abraçá-los, ganhei suas congratulações e sorri, procurei por Edward que abraçava Emmett lhe dando os parabéns, fui em direção a eles e sorri com a conversa.
- Achei que esse dia nunca chegaria. – ele deu alguns tapas no ombro de Emmett.
- Sim, nem eu.
- Você colou em quantas provas pra passar? – Edward perguntou serio e Emmett o olhou indignado.
- Que absurdo. Eu nunca colei a vida. E me magoa saber que você pensa isso de mim. Meu próprio irmão. – Edward rolou os olhos.
- Desculpe Emmett. Sei que você se esforçou pra passar.
- Obrigada Edward.
- Oi. – cheguei ao lado deles e Edward me abraçou.
- Parabéns amor. – apertei Edward contra mim, ele ficou de costas para Emmett que levantou uma mão aberta e sussurrou.
- Colei em cinco. – comecei a rir e Edward me olhou e depois para Emmett que fingia olhar as unhas.
- Bellinha. – Alice chegou gritando sorrindo como louca e rebocando um jovem alto de cabelos loiros, gritei quando o vi e soltei de Edward, correndo para ele.
- Jazz. – ele me abraçou apertado me levantando do chão.
- Parabéns.
- Obrigada. Quando chegou?
- Faz pouco tempo. – ele sorriu e olhei para Edward que tinha uma carranca. Rolei os olhos e segurei sua mão.
- Jazz, esse é Edward, meu namorado. Edward Jasper o namorado de Alice, ele está cursando direito em Nova York. – Jasper abraçou Alice e beijou seus cabelos, a carranca de Edward sumiu imediatamente e rolei os olhos.
- Olá Jasper.
- Como vai Edward. – eles apertaram as mãos.
- Achei que você nem existia. – Jasper riu.
- A faculdade é puxada. Fica difícil vir visitar as meninas. – ele olhou para Alice que suspirou.
- Mas agora vou pra Nova York e ficar grudadinha no meu Jazz. – Alice sorriu olhando para Jasper e afastei o olhar. Sempre que Alice e Jasper se olhavam era constrangedor ficar encarando.
Ficamos conversando mais alguns minutos. Meus pais vieram se juntar a nos e continuamos conversando. Edward me cutucou enquanto falava com Emmett e sorriu, eu sorri para ele.
Ele beijou minha mão que estava na dele e apontou para fora do ginásio, o olhei confusa, mas não o impedi quando ele começou a andar.
Edward olhou para os lados e agarrou minha mão com um sorriso perverso, eu ri o seguindo, enquanto ele me arrastava através dos corredores e íamos em direção as salas.
- Aonde vamos?
- Realizar algumas fantasias. – ele piscou pra mim, e acabei rindo. Andamos até o corredor aonde ficava sua sala e entramos, ele fechou a porta e me encostou nela.
Eu ri quando seu corpo roçou no meu, Edward agarrou minhas mãos as jogando para cima, as prendendo com uma mão e a outra em meu corpo, seu nariz passeando por meu pescoço e subindo até minha orelha, onde ele beijou e mordiscou.
- Diga Bella, você gostaria de que eu te fodesse aqui?
- Na sala? – perguntei ofegante.
- Oh sim. Como no seu diário. Nos dois na sala, fodendo sobre minha mesa, ou contra a lousa.
- Deus... Edward... – arfei já esfregando as pernas me sentindo úmida, sua mão foi até a barra da minha saia a levantando, até chegar a minha calcinha, gemi quando o senti me acariciando sobre o pano.
- Já molhadinha.
- Hmmm... – gemi em abandono, ele riu contra meu pescoço e chupou minha pele com força, meu corpo se arqueou contra o dele, sua ereção puxando contra minha coxa.
- Me diga, o que você fantasiava?
- Você sabe... Oh... – eu grunhi quando ele chupou o lóbulo da minha orelha.
- Oh sim eu sei. Mas eu quero ouvir você dizer. – ele afastou minha calcinha a ponta do seu dedo quase tocando meu sexo.
- Eu... Eu... – suspirei tentando impulsionar o meu corpo pra frente, e ele se afastou.
- Não, eu quero ouvir.
- Oh merda... – ele riu e esfregou seu dedo contra meu clitóris.
- Diz pra mim Bella. – eu grunhi e soltei minhas mãos de seu aperto, minhas mãos foram para seu cabelo, puxando para mim, Edward gemeu contra meus lábios e me penetrou com dois dedos, minhas pernas falsearam.
Sua língua era urgente em minha boca, seus dedos rodeando dentro de mim, gemi afastando a boca da dele, seus lábios vieram para o decote do meu vestido, sua mão livre empurrou o vestido para baixo liberando meus seios, sua boca ávida se abaixou sobre o mamilo o chupando. Agarrei sua cabeça gemendo seu nome e rebolando contra seus dedos.
Edward passava a boca pelos mamilos os deixando vermelhos e duros, meu corpo inteiro formigando de prazer. Ele afastou a boca e os dedos, grunhi esfregando as pernas, ele sorrindo e beijou meus lábios, um beijo duro e rápido.
- Agora vamos realizar algumas fantasias.
- Edward... – mal tive tempo de falar ele me puxou contra seu corpo, minhas costas batendo em seu peito, sua ereção latejava contra minha bunda e arfei me esfregando nele.
- Não Srta. Swan se comporte. Ou usarei minha régua nessa sua bundinha. – eu corei dando uma risadinha.
- Desculpe Sr. Cullen. – falei com a voz doce e ele riu me levando até sua mesa e me empurrando contra ela, meus seios ficaram pressionados contra a madeira.
- Você tem sido uma menina tão levada, Srta. Swan. – ele sussurrou tocando minhas pernas e subindo meu vestido até minha cintura, sua mão passeou pela minha bunda e gemi a empinando.
- Impaciente. – ele murmurou e apertou minha bunda, eu gemi a empinando mais, Edward riu afastando minha calcinha e me penetrou com dois dedos, eu grunhi alto rebolando contra sua mão.
- Oh... – gemi, Edward tirou os dedos, me fazendo reclamar, mas parei ao sentir seu pau se esfregando em mim, já molhado contra minha entrada.
- Deus, está tão molhada... – ele grunhiu e agarrou meus quadris, seu membro encaixando entre minhas coxas, podia senti-lo latejando entre minhas pernas.
- Edward... – chamei arfando, ele se inclinou sobre mim e beijou minha nuca.
- Empina essa bundinha pra mim. – ele pediu contra minha pele e gemi obedecendo, Edward grunhiu e se afastou um pouco, quando voltou seu membro deslizou para dentro de mim.
Meu centro pulsou a sua volta, cada pedaçinho dele me preenchendo, gemi arfando, meu corpo, cada terminação nervosa latejando, ele se moveu saindo de dentro de mim e voltando com força.
- Oh Deus... – eu gritei e tampei minha boca, a festa era longe, mas era melhor evitar.
- Tão fodidamente apertada. – ele gemeu e repetiu o movimento, saindo lentamente e voltando com força.
- Edward... Oh meu...
- Gosta assim, Srta. Swan?
- Mais... mais forte... – pedi em um grunhido, Edward riu e começou a aumentar sua velocidade. Seu membro latejando dentro de mim, entrando e saindo com força e rapidez.
Minha pernas pareciam gelatina e meu corpo inteiro parecia que ia explodir, ele gemeu beijando minha nuca, sua língua sugando minha pele. Meu corpo já pulsava e meu centro apertava o pau de Edward, eu não demoraria a chegar.
- Edward... estou...
- Eu sei... – ele rosnou e levou uma mão a minha entrada, seu dedo rodeando meu clitóris, o esfregando com força.
- Oh meu... – eu gritei rebolando, mordi meus lábios para abafar meus gritos.
- Isso Bella... rebola amor... – eu obedeci, estava ofegante, o suor escorrendo por minhas costas, Edward metia seu membro com força dentro de mim, já podia sentir que ele estava tão perto quanto eu.
Seu dedo pressionou com força meu clitóris e grunhi mordendo meus lábios, meu gozo explodindo, e trazendo Edward comigo.
Ele mordeu meu ombro, seu gozo inundando meu corpo, gememos juntos. Era tão bom sem a camisinha, a algum tempo que eu estava tomando pílula, era muito melhor quando ficávamos pele com pele. Ficamos nessa posição alguns segundos, até nossas respirações se acalmarem.
Quando ele saiu de cima de mim, eu meio cambaleante me levantei. Edward me ajudou a se levantar, ele sorriu beijando meus lábios.
- Tudo bem Srta. Swan. – eu ri baixinho.
- Sim Sr. Cullen. – ele sorriu e esfregou o nariz no meu.
- Eu te amo Bella.
- Eu também Edward.
- E agora?
- Faculdade. – murmurei animada, Edward sorriu e mordiscou meu lábio.
- O futuro. – ele murmurou e sorri.
- Vamos estar juntos. – sussurrei.
- Sempre. – ele me beijou apaixonadamente e sorri agarrando seus cabelos.
Não importa o que viria, nós estaríamos juntos, era só o que importava.
Alguns anos depois...
- Ainda não acredito que já se passaram 7 anos que vocês estão juntos... Sério, como você aguenta meu irmão Bella? – perguntou Emmett fazendo uma cara de incrédulo, fazendo-me rir e Edward lhe dar um tapa na cabeça.
- Da mesma forma que Rose aguenta você. – respondi rindo, fazendo todos gargalharem e Emmett se emburrar.
- Viu....falou o que não devia, tomou. – disse Alice entre a gargalhada.
- Sério agora....já se passaram 7 anos desde todo aquele alvoroço do ensino médio....
- Nem me fala. – cortou Edward, recebendo um olhar irritado de Rose. – Quem diria que aquelas benditas cartas iriam nos trazer para esse momento e que hoje eu e Bella estaríamos casados, com uma linda filha e melhor, comemorando 5 anos de casados. – comentou Edward enquanto me dava um pequeno beijo.
- Aí, é tão lindo esse amor de vocês. – comentou minha mãe emocionada ao lado de meu pai que estava entretido com minha filha e os filhos de Emmett.
- Concordo. Nunca imaginei que algo como o que aconteceu com vocês, se passaria na vida real. – comentou Jasper sorrindo.
- Mas e aí Jasper? Animado para o primeiro filho? – comentou Edward animado, mudando o tema da conversa.
- Animado? Ele não esta animado, esta eufórico. Praticamente todos os dias ele me faz deitar na cama para ler histórias para o bebe. – disse Alice sorrindo com as lembranças, enquanto Jasper ficava vermelhinho.
- Háhaha.... que isso Jazz. Alice não esta nem de 7 meses e já está assim? — gritou Emmett enquanto caia na gargalhada.
- Olha quem fala.... nem depois do 2º filho você parou de ficar cantando pra barriga da Rose, sendo que ela não tinha nem 4 meses direito, se lembra? – perguntei rindo, fazendo todos gargalharem novamente.
- Mas e então Bella? – começou Jasper animado. — Como vão as coisas lá no tribunal? Soube que ultimamente andou tendo muitos casos na corte.
- Sim Jazz, as coisas não andam muito boas na área do crime......
- Ainda não acredito que minha filha virou advogada. Ainda mais uma renomada advogada. – comentou meu pai emocionado, enquanto meus amigos concordavam.
- Não me admira isso. Minha esposa foi à primeira da sua turma em Harvard se lembram? – comentou meu marido orgulhoso, dando um pequeno beijo em minha mão.
- Você também não esta para trás Edward. É o renomado professor da Universidade Columbia . Seu trabalho é reconhecido por muitas cidades, tanto que Harvard e Cambridge o chamaram para lecionar em suas faculdades.... Uma pena não ter aceitado o emprego. – comentou meu pai que agora prestava atenção na conversa.
- Eu tinha um bom motivo para não aceitar. – respondeu ele, olhando para nossa filha que brincava animada.
- Nossas vidas são perfeitas não é? — disse Alice do nada suspirando. — Temos ótimos empregos, os homens mais perfeitos do mundo, filhos maravilhosos. Os melhores amigos do mundo – disse ela sorrindo travessa, olhando para mim e para Edward. – E a melhor família que se pode ter.
- Então vamos fazer um brinde a isso. – disse Edward se levantando e andando ao seu pequeno bar que tinha na sala, pegando um champanhe e algumas taças que ganhamos em nosso casamento, trazendo-as todas e servindo a todos.
- Certo...sobre o que iremos brindar então? – perguntou Rose sorrindo.
- Vamos brindar pela família, pela vida que temos, pelas escolhas que fizemos que nos trouxeram aqui, pelo amor e pela amizade que uniu a todos aqui nessa noite tão especial para mim e para Bella. – disse Edward sorrindo, erguendo a taça.
- Então um brinde a tudo isso. – Emmett gritou animado, todos sorrimos e juntamos nossas taças, brindando a vida.
- Mãe....mãe. – gritou Renesmee ao meu lado.
- Fala filha.
- Quero um copo d’agua, pega pra mim? – pediu ela fazendo beiço. Ri da sua carinha e me levantei, indo para a cozinha com ela em meu encalço.
Peguei a agua em um copo de alumínio e dei para minha filha que a bebeu rapidamente, antes de sair correndo para a sala, brincar com os filhos de Rose.
Sorri ao me lembrar do dia em que ela nasceu... Foi um dos dias mais felizes da minha vida. Tão pequena, tão fofa, tão linda e especial.
- Um beijo pelos seus pensamentos. – disse Edward em um sussurro em meu ouvido, enquanto me abraçava pelas costas.
- Estava pensando em Renesmee, no dia em que ela nasceu.
- Oh, aquele dia foi tão perfeito. Lembro-me de quando a segurei nos braços, do medo de deixa-la cair. – falou ele rindo, me fazendo rir.
- Feliz com as escolhas que fez? – perguntei me virando.
- Mais do que feliz....realizado. – respondeu ele sorrindo, me fazendo sorrir com ele.
- Eu te amo Sr. Cullen.
- Eu também Sra. Cullen. – respondeu ele, se aproximando de meus lábios.
- Edward... venha ver isso aqui. Sua filha esta dançando com o Ethan. – gritou Emmett da sala, quebrando o clima do momento, fazendo Edward se irritar e eu rir da situação.
Edward bufou irritado e me deu um beijo rápido, correndo para a sala.
Caminhei calmamente até a sala e não pude evitar sorrir com a cena a minha frente.
Edward e Emmett pareciam dois pais babões olhando para seus filhos. Charlie e Renée tiravam várias fotos, enquanto as meninas riam dos meninos.
Não pude evitar uma pequena lágrima de felicidade sair de meus olhos. Aquela era a minha família. A vida que construí com minhas escolhas. Quando me lembro do passado não posso evitar sorrir.
Porque minha vida era um porre, sabe chata mesmo, ate aquele dia, aquele bendito dia em que ele entrou na sala e pra minha surpresa e a de todos escreveu seu nome na lousa. Se apresentando como nosso novo professor de Biologia.
O Sr. Edward Cullen, nosso professor, o mesmo por quem eu comecei a ter sonhos eróticos, o homem por quem eu me vi apaixonada. Por quem eu lutei para que pudéssemos viver esse amor.
Mesmo que essa luta foi um pouco... Constrangedora para mim, mas valeu a pena. Todos os micos, todas as loucuras, enfrentar meu pai.
E eu faria tudo de novo.
Por que valeu a pena, e ainda vale. Ver seu sorriso, seus olhos, seu amor, ver a família que ele me deu, sempre valeu a pena.
Edward riu vendo Renesmee e se virou para mim, seu sorriso deslumbrante, seus lindos olhos verdes brilhando, sorri para ele e toquei minha barriga alisando com carinho, vi seus olhos se estreitarem em direção ao meu ventre e em seguida olhar pra mim.
Edward arqueou uma sobrancelha e sorri mais ainda, ele veio rapidamente para meu lado e colocou a mão sobre a minha.
- De verdade? – rolei os olhos e beijei seus lábios rapidamente.
- Quem sabe não será um menino dessa vez. – ele sorriu torto e encostou sua testa.
- Você me faz o homem mais feliz do mundo. – sussurrou baixinho e o abracei pelo pescoço.
- Você também, meu lindo professor de biologia. – ele riu.
- Não sou mais seu professor de biologia, amor. – eu neguei e deitei a cabeça em seu peito.
- Você sempre vai ser. Meu lindo e perfeito professor Edward Cullen, matéria Biologia. – levantei o rosto sorrindo e ele beijou meu nariz e me abraçou de volta, seus braços me segurando com amor e carinho.
E eu sentia, eu sabia que seria assim para sempre.
"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."
FIM!!
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