Private!

5 Harry e Gina


Gina estava simplesmente encantadora. Vestia-se de forma provocadora, totalmente sexy. Os cabelos estavam ondulados, divididos para o lado esquerdo do rosto, e preso por um broche que empedia que ele se soltasse sobre seu rosto tão perfeito.

Os lábios eram o único em seu rosto com pintura. Um vermelho intenso, sexy e extremamente provocativo. Ela vestia uma camisola comprida, em seda, azul da cor do céu, e tinha ainda um robe sobre o corpo.

Remexia provocativa o corpo ao som de uma música que mais lembrava a década de vinte. Os cabarés do passado onde as mulheres deliciavam os homens com seus corpos formosos e delicados. Na verdade, ela lembrava a década de vinte, os olhos, os lábios, os cabelos... Pareciam ter sido transportados para um mundo que não existia mais.

Meias cor da pele estavam presas em algo que parecia um espartilho, ele não conseguiria definir o que seria com os movimentos tão delicados que ela fazia, apenas tinha o desejo de despí-la de imediato.

Sentou-se sobre a mesa que havia em frente a cama e insinuou-se provocativa. Os olhos não desviavam do verde que a observada com tanta devoção e desejo. A forma que ela acariciava o corpo por cima do tecido fino era provocador demais, e ele conseguia observar de acordo com os movimentos os delicados bicos de seus seis pontudos sob o tecido.

Acariciou a perna de forma ainda mais provocativa, apenas subindo mais a meia e provocando mais o moreno que sentia-se em ponto de bala. Ela o provocava, era claro e ele sabia que ela não pararia enquanto bem desejasse.

Os sapatos eram altos, pretos e finos, ousados como ela, e ela usava aquele acessório como uma forma de o provocar ainda mais. E em uma delicada e provocativa cruzada de pernas, ele percebeu que ela não usava nada sob a camisola.

Com graciosidade e sem perder o contato dos olhos, ela se despiu do robe que usava, deixando que ele caisse ao chão, em um rastro de provocação e luxúria sem medidas ou contenções.

E ela provocava. De costas para o pobre que se contorcia de desejo sobre a cama, ela rebolava de forma ousada, subindo e massageando delicadamente o tecido delicado sobre a pele, sobre o corpo.

Sentou-se novamente sobre a mesa, e massageando as pernas, tirou calmamente cada um de seus sapatos, sem perder um momento sequer o olhar do moreno. Ela o provocava, estava seduzindo e seu poder era muito maior que o de uma veela.

Girou sobre a mesa, usando a bunda como suporte, e a camisola subiu provocativa. Tudo provocava quando se tratava da ruiva. Tudo estava de acordo com os seus desejos, com os seus propósitos, e nada iria de contra a vontade daquela mulher.

Brincou com as alças finas da camisola que usava, num misto de tirá-las ou não, e provocava, seus olhos perguntavam até onde ele aguentaria... Mas ele resistiria, Harry Potter sempre resistia.

E ela permitiu que a seda escorregasse por seu corpo tão delicadamente torneado. Sim, mas não sem provocá-lo mais um pouco antes. Virou-se de costas enquanto o tecido deslizava por suas curvas, e os movimentos ousados que fazia com os quadris ajudaram a peça a descer por completo, expondo sua pele branca, alva e sardenta, exitada, da forma que Harry mais desejava.

Ela acariciava com delicadeza os seios agora expostos, pontudos e suculentos fazendo cara de loba selvagem, uma felina dengosa precisada de carinho e muita atenção.

Ela usava uma espécie de anágua justa sobre o quadril, e era essa única peça de roupa que mantinha a ruiva vestida e segurava as meias três quartos que ela usava. Era transparente devido a elasticidade em contornar o corpo dela, e ele conseguia observar os contornos mais íntimos dela em cada movimento feito.

E ela continuava dança mais que sedutora. Sentada sobre a mesa e deslizava sensualmente sobre a peça que ainda existia. Alongava-se e cruzava as pernas de forma tentadora massageando com charme os seios.

E deitada sobre a mesa ela soltou uma por uma, as presilhas que mantinham a meia em contato com o seu corpo. Esticou as pernas e assim retirou cada uma delas, jogando cada uma ao lado de Harry.

Ele continuava sentado sobre a cama, apenas usando uma cueca box e admirando de forma hipnotizada a perfeição que era a sua namorada, agradecendo intimamente por estarem juntos e pedindo que ela o chamasse o mais rapidamente possível.

Usando apenas a sainha de baixo, ela virou-se de costas, o observando. Inclinou-se sobre a mesa que usava como base e o movimento fez a peça subir, enrolando em seus corpo e deixando sua intimidade totalmente exposta.

Ela sorriu ao fitar o moreno. Sorriu provocante como sempre fazia nessas horas e massageou o glúteo com a mão, afastando-o vez ou outra, dando uma visão completa de sua intimidade. Harry arfou e ela virou-se de frente para ele, sentando-se novamente sobre a mesa, e colocando ousada um dos pés sobre a superfícia plana.

Estava agora totalmente exposta. E brincava com as mãos que contornavam seus seios e sua intimidade. Mordia o lábio inferior de forma provocativa cada vez que sentia o contato da própria mão contra sua vagina.

E a mão que acariciava de tempos em tempos a intimidade era levada ao seu rosto. Seus lábios tocavam com luxúria os dedos e os sugavam com tesão, até que de onde estava, ela usou o mesmo dedo que sugara a pouco para chamar o moreno até ela.

Harry não pensou duas vezes então. Aproximou-se beijando a ruiva com sofreguidão. As mãos grandes passeavam pelo corpo dela de forma desesperada e ela arfava ao sentir o choque que estas sensações provocavam.

Ele a tocou profundamente, do jeito que ela adorava e a fez arfar ali mesmo, do jeito que estava. Enquanto era beijada e invadida pelos dedos ágeis que o namorado tinha.

E ele já estava a ponto de explodir. Pegou a ruiva em um único impulso e a jogou com desejo sobre a cama do hotel onde estavam. Ele deitou-se sobre ela e a beijou compulsivamente. Ela apenas arfava enquanto percorria o corpo dele com as pequenas mãos.

E ele a beijou. Beijou seus lábios com desejo. Sugou seu pescoço com força e a mesma força depositou sobre os seus seios. Os seios que eram mais que perfeitos para ele. Os lambeu e beijou, sugou e acariciou. Gina apenas se contorcia sobre a cama, seu corpo implorando por mais.

E ele atendeu seus desejos não verbalizados. Peijou e sugou o seu sexo. E ela adorava aquilo mais que tudo. Era perfeito sentis os lábios dele contra os lábios dela. A pressão que ele colocava sobre o seu clítoris a tirava de tempo. Ela adorava e rebolava contra os lábios dele. E ele sentia-se realizado por proporcionar prazer a mulher que mais amava.

E foi ali onde ele permaneceu por muito tempo. Beijando, sugando, mordiscando e vez ou outra, usando o dedo para penetrá-la. Ela gritava. Gritava de pazer e luxúria e puxava os cabelos dele enquanto a outra mão precionava o seio.

E ele a penetrou. Penetrou profundamente sem interromper os contatos dos olhos em nenhum momento. Ele sobre ela a estocava com prazer e ela o olhava com mais desejo, mais necessidade.

E o prazer era tanto que eles mal conseguiram segurar. Gina sentiu as pernas tremerem de forma assustadora enquanto Harry permanecia sobre ela. E ela o desejava e esperava com satisfação ser preenchida por ele, que após alguns poucos momentos derribou seu corpo exausto sobre a ruiva que sorria satisfeita enquanto acariciava seus cabelos.