Private!

11 Gui e Fleur


Notas iniciais
Olha como fui rápida dessa vez :D Antes das notas do capítulo, quero propagandear minha nova fic. É drama/romance Romione e se quiserem dar uma passadinha, será bem vindo: http://fanfiction.com.br/historia/493988/Por_Voce/ Sobre este Capítulo: Esta é a primeira vez que escrevo algo do tipo com Gui e Fleur, na verdade, é a primeira vez que faço algo com Gui e Fleur e posso dizer que eu curti bastante. Como a Fleur é francesa e acredito que não falasse em inglês com o Gui, resolvi intercalar a short com frases em francês, que são devidamente explicadas em seguida na sequência com o Gui. - Usei o google tradutor pra isso, então desculpem os erros. E para finalizar, dedico esta a "Sir D Black". Obrigada pelos comentários sempre presentes e pelas muitas dicas que me dá ;)

Aquela era um dia tipicamente frio de outono. Era tarde e o vento soprava calmo espanando a areia, criando pequenos redemoinhos, farfalhando a grama alta que existia na frente daquela casa.

A casa, que na verdade era um rústico chalé, estava construída a alguns metros do mar que batia com graciosidade sobre as rochas que adornavam com delicadeza a visão do lugar.

O céu estava claro, limpo, sem nuvens, apenas azul. O Sol timidamente escondido em algum lugar.

Dentro do Chalé, Fleur estava sentada sobre a cama em seu quarto. Os longos e brilhantes cabelos prateados desciam como cascata sobre seus ombros, encobrindo boa parte de sua camisola dourada. Ela tentava se concentrar na leitura, mas a verdade é que sentia falta do marido.

Guilherme havia viajado para Madrid há três dias para resolver alguns contrapesos em um banco bruxo de lá. Esta era a parte desagradável de ser casada com alguém que tinha responsabilidades tão sérias ante a contabilidade bruxa. Ele havia prometido que as viagens diminuiriam, mas depois da guerra, não poderia lhe cobrar, já que era claro a necessidade de organização.

Suspirou.

Ele devia ter chegado no dia anterior, mas uma outra dificuldade o prenderia por mais dois dias e ela estava ali agora, só, sentada sobre aquela cama enorme, vagueando em pensamentos enquanto lia aquele livro tão desinteressante ao qual ela nem mesmo recordava o título.

Ponderou passar, novamente, a noite na casa da sogra. Detestava essa sensação de solidão e agradecia a Merlin, todos os dias, que tenha conseguido fazer as pazes com a mulher e, finalmente, se dar bem com ela, do contrário, não saberia como seriam esses dias tristes e sem companhia.

Então, de repente, ela levantou os olhos azulados do livro que lia.

Um barulho de aparatação lhe chamou a atenção e o seu peito apertou em ansiedade quando ouviu a porta da casa ser remexida.

– Fleur? — Ela sorriu. A voz do marido preencheu seus ouvidos.

Mais que rapidamente ela dispensou o livro sobre o criado-mudo ao lado da cama. Levantou de um salto e correu rápido até o andar de baixo, onde encontrou Gui retirando o casaco. Uma maleta repousava ao lado de suas pernas.

– Oh, mon amour! Comment tu m'as manqué.– ela falou correndo até ele, abraçando o homem a sua frente.

– Também senti sua falta, mon petit.

Ele respondeu lhe beijando, um beijo delicado e saudoso. Os dedos passeando por seus cabelos, os braços fortes do homem ruivo apertando a mulher magra e esguia contra seu corpo, ouvindo um gemido fino e delicado em resposta enquanto direcionou o beijo leve ao pescoço dela.

– E comefue em Madrid? — ela perguntou lembrando-se de treinar a língua do marido. A voz pastosa e os olhos fechados.

– Tudo resolvido – a voz de Guilherme saiu ainda mais rouca que costumava ser, seus lábios empenhados em sorver o gosto da pele da mulher.

– Encore bien. – ela sussurrou olhando para ele. Os olhos brilhantes.

– Sim. Ainda bem. – ele a beijou com força contra os lábios, as mãos segurando suas coxas, a erguendo contra ele ao passo que ela se prendeu em sua cintura.

Gui caminhou com Fleur fixa em seu corpo. Seus beijos cada vez mais urgentes, os gemidos de saudade cada vez mais intensos, lhe colocando com delicadeza sobre uma das poltronas da sala, ajoelhando a sua frente.

O ruivo se pressionou contra ela que, instintivamente, afastou as pernas, o acomodando entre elas. Os lábios dele desciam de seu pescoço em direção aos seus seios, as mãos grandes pressionando os braços finos da mulher que gemia em resposta as investidas do marido.

– Você está muito sensual com essa camisola, mon petit. — os olhos escurecidos pelo desejo, pela saudade.

– Achhe que sabia que chegarria logo – ela sorriu envolvida no momento.

– E eu adorei – os lábios voltaram para seu pescoço, seus lábios sugando o lóbulo dela.

As mãos de Fleur alcançaram com urgência a camisa que ele vestia, o quadril remexendo sob o corpo dele, o instigando enquanto repuxava a camisa de dentro da calça, abrindo cada um dos botões da camisa com uma urgência desesperadora.

Guilherme retirou a camisa rapidamente, assim que ela a abriu. As mãos foram parar certeiras sobre os seios firmes dela, os massageando por cima da renda delicada da camisola que usava, descendo em seguida as alças, os revelando aos seus olhos enegrecidos enquanto ela apertava o peito nu, contornando como se quisesse reconhecê-los novamente.

Ele beijou cada um dos mamilos antes de sugá-los brevemente, a língua contornando de modo ousado, tomando dela gemidos desconexos.

Ela aproximou ainda mais o quadril dele, escorregando um pouco sobre o couro da poltrona e arfou, o peito subindo com a angústia de sentir o membro rijo do marido, preso sob as calças que ele usava, contra sua intimidade levemente coberta por uma calcinha fina.

Gui afastou e desceu as mãos pelas pernas da loira, subindo até seu quadril, descendo a calcinha que ela usava em seguida, lhe deixando nua, com a camisola avolumada em sua cintura. Ele segurou seus joelhos com delicadeza e flexionou suas pernas, deixando a intimidade da esposa totalmente à mostra, enquanto a observava arfante, seu peito subindo e descendo com demasiada rapidez esperando por sua próxima atitude.

Olhou com encanto a mulher fechar os olhos com força, a respiração falhando por alguns instantes, sua cabeça pendendo para trás, encostada sobre a poltrona, assim que seus lábios tocaram sua intimidade.

Ela gemeu. Ele sorriu.

Beijou os grandes lábios com o mesmo desejo e saudade que beijou os lábios delineados da esposa assim que chegou. A língua brincando devagar com seu clítoris enquanto ela pressionada as pernas, que ele segurava firmemente com as mãos, contra ele.

Gui sentia a pressão de seu corpo contra suas calças, e liberando um dos joelhos, o qual Fleur flexionou até a boca e mordeu, ele usou o dedo para penetrar de leve a esposa enquanto ainda a sugava devagar. Ele a tocava com calma contida, e a mulher gemia contra sua demora.

Ele continuou com o movimento calmo, mas intenso, por um tempo, sentindo minutos depois a órgão dela pressionar seu dedo e pulsar contra seus lábios, as pernas tremendo contra ele enquanto um gemido estrangulado misturado ao nome dele era liberado dos lábios dela.

– Oh, Gui, mon amour – ela sussurrava arfante.

– Sim, mon amour, eu estou aqui, pra você e por você – ele respondeu antes de tomar os lábios dela para si enquanto ainda a tocava.

– Oui... Oui, mon amour – ela gemia sentindo os dedos dele contra ela.

Os beijos dele pararam e ela arqueou o corpo ao sentir que ele se afastou. As pernas ainda o prendiam contra seu corpo, mas ela diminuiu a pressão para abrir a calça dele, os dedos longos e finos trabalhando com urgência contra o cinto, botão e zíper e ele abaixou a peça, sentindo alívio ao ver a cueca desder por suas pernas quando ela sentou sobre a ponta da poltrona.

Ele estava de joelhos a sua frente, mas ela o impulsionou a levantar, e sem nenhuma cerimônia, envolveu o membro firme a sua frente em sua boca. A pressão foi forte, Gui urrou segurando a cabeça de Fleur com desespero.

As mãos dela pressionavam as coxas dele, as unhas firmes machucavam sua pele em uma mistura de dor e satisfação. A língua dançava tão experiente quanto a sua num ritmo próprio, o suficiente para provocar as mais diversas sensações de prazer e desejo naquele homem.

– Fleur – ele grunhiu e ela gemeu em resposta, a boca e os lábios ocupados – Pare, por favor, mon petit.

Mas ela não parou. Aumentou um pouco mais a pressão sobre o membro dele, sugando com força quando o ouviu gemer em um grito, um grito forte e viril, que fez todo o seu corpo pulsar novamente em desejo pelo corpo dele.

Ele segurou o rosto dela entra as mãos, a impedindo de continuar se concentrando em retardar seu corpo e se curvou até ela, beijando seus lábios novamente, agora com o desejo ainda mais forte, pressionando o corpo dela contra a poltrona usando seu peso para isto.

Os lábios desceram novamente para os mamilos e ele retirou a camisola que ainda se avolumava esquecida na cintura dela. As mãos firmes pressionaram os seios e ao escorregá-las por seu corpo, concentraram-se em suas pernas, a puxando um pouco mais e lhe penetrando de uma única vez.

Dois gritos rasgados e o arquear do peito dela foram a resposta ao impulso.

Ele se movimentava devagar contra ela, e ela voltou a prender as pernas em torno da cintura dele. As mãos levantadas acima da cabeça segurando com forca a poltrona atrás de si enquanto os olhos se fechavam como se sentisse dor, mas ele sabia, era prazer.

Mais um movimento forte dele, mais um gemido dela, e ele se reclinou sobre ela novamente, suas mãos passando por suas costas, fazendo um leve impulso a levantando em seus braços, sem se desligarem.

Ele caminhou naquela posição, Fleur com as pernas ao seu redor, seus lábios brincando ousadamente com o lóbulo dele e, assim, ele subiu cada um dos degraus da escada que os levaria até o quarto, ali lhe colocando com leveza sobre os lençóis, os corpos ainda ligados, os movimentos sendo reiniciados.

Ele contemplou com luxuria a mulher com os olhos fechados e a boca delicada levemente aberta enquanto gemia baixo, deitada enquanto remexia o corpo e apertava os seios com as mãos em uma sensualidade ímpar, descendo novamente sobre ela em seguida, beijando seus lábios enquanto movia o corpo dentro dela, devagar.

– Gui – ela sussurrou contra seu ouvido, movendo o corpo sob o dele, se desligando.

Mexeu as pernas, passando uma dela sobre ele e se virou de costas para ele que riu passando a língua sobre os lábios ao vê-la lhe olhar por cima do ombro e sorrir.

Os lábios dele chegaram ao pescoço, os corpos suados novamente se encontrando, e ele se posicionou sobre ela, as mãos indo de encontro aos seios enquanto a preenchia novamente.

E as mãos sobre os seios arquearam mais o corpo dela, lhe deixando completamente de quatro agora. Ele se movia devagar, as mãos massageando os seios, uma delas descendo até sua intimidade, lhe pressionando de leve enquanto a ouvia arfar.

Se moveu mais um pouco e as mãos se espalmaram no quadril dela, apertando a pele lisa, branca e uniforme, deixando as marcas avermelhadas das mãos onde apertava, e ela remexia o quadril contra ele em seu próprio ritmo, as mãos dele massageando a pele e ouvindo novamente o gemido ao mesmo tempo que o quadril se empinava mais quando ele tencionou colocar um dos dedos em seu ânus.

– Você gosta, não é, mon cher? — ele perguntou penetrando-a com o dedo enquanto fazia movimentos ainda lentos e ritmados com o membro.

– Oui, mon cher. Vous savez que je fais.– respondeu em um sussurro soprado enquanto as mãos seguravam com força os lençóis.

– Sim, eu sei que sim – ele sorriu, os lábios nas costas dela, lhe dando beijos pressionados, o corpo trabalhando naquela sintonia única que só os dois poderiam ter.

– Envie de venir avec vous, l'amour – falou em quase um sussurro, os nós dos dedos embranquecendo com a pressão que fazia ao segurar os lençóis.

– Você quer? — ele perguntou em meio a um gemido e ela assentiu movimentando a cabeça – Quer gozar comigo, mon cher?

– Oh, oui, mon cher. S'il vous plaît. – ela respondeu e ele se moveu gentilmente, lhe penetrando agora por trás.

Fleur gemeu alto, as pernas tremendo enquanto ele a pressionava, aos poucos, calma e lentamente. As mãos voltaram para os seios e os apalparam enquanto ele se sentia cada vez mais dentro dela, a pressão extra contra seu membro lhe fazendo arfar.

Se moveu de leve até que ela relaxasse mais. Uma das mãos novamente pressionando seu sexo, seus pontos de prazer mais intensos, a penetração mais ritmada agora, mais vigorosa, mais rápida, ouvindo os gemidos ardentes de prazer enquanto o corpo dela tremia convulsivamente pela segunda vez naquela tarde.

Foi a mão dele sobre o seio dela que a sustentou de desfalecer sobre a cama enquanto ele explodia dentro dela, num grunhido alto e sensual, a mão ainda a estimulando enquanto o copo dela vibrava contra o seu, até que ela se jogou sobre o colchão, lhes desligando por completo, ele se soltando sobre o corpo dela, os lábios contra o pescoço exposto da loira, depositando um beijo casto ali, antes de virar seu próprio corpo e rolar de cima dela, lhe privando do peso extra.

– Je ne veux pas partir – ela respirava com dificuldade.

– Não se preocupe – ele sorriu e a puxou para seu peito com um dos braços, com a mesma dificuldade no falar. Ela recostou a cabeça sobre ele e sentiu suas mãos afagarem seus cabelos enquanto ela lhe tocava o peito com carinho – Eu não vou mais embora.

– Jura? – perguntou. Os olhos brilhantes de perspectiva.

– Oui.– ele sorriu e beijou a ponta de seu nariz – Eu juro.

– Merci – sorriu e novamente deitou a cabeça sobre o peito dele.

– Não agradeça. Fui solicitado para tratar dos problemas do Gringotes com exclusividade.

– Mon cher, c'est merveilleux – ela o olhava novamente e ele a beijou.

– Maravilhoso mesmo. — ele suspirou profundamente, um tanto orgulhoso.

– Nom aguentarie mais uno dia longe de vous.

– Eu também não. — ele sorriu.

– Je t'aime, mon amour.

– Je t'aime aussi, ma petite Fleur.