Private!

7 Draco e Astoria


Notas iniciais
Gente, muitíssimo obrigada mesmo, mesmo pelos comentários na Fic do Gui e da Fleur. Foi bem legal escrever e será um casal que explorarei um pouco mais daqui pra frente, principalmente depois de ver como eles foram bem aceitos por vocês. :) Sobre este capítulo, um dos meus ships preferidos que demorou para aparecer, mas estão por aqui e este é em especial para a Grazy Nunes. Espero que gostem.

Astoria caminhava pelo quarto ainda enrolada na toalha. Acabara de tomar banho e precisava decidir como vestir-se. Não era todo o dia que se completava seis meses de namoro, ainda mais quando o namoro era com Draco Malfoy, conhecido por não ter sentimentos nem se envolver afetivamente com alguém.

Esta era, realmente, a ideia que todos tinham sobre ele; todos menos Astoria. É bem verdade que ela sempre o detestara na época de Hogwarts, e mesmo não tendo estudado com ele durante seu período na escola de magia, achava que o loiro era de longe, ao menos, insuportável.

Pensara assim até aproximadamente um ano atrás, quando que por obra do destino, eles se encontraram em uma das muitas festas que os que ainda se consideravam ‘puro-sangue’ costumavam oferecer.

Ela, particularmente, odiava essa ideia de puro-sangue e odiava ainda mais ter que participar de eventos do tipo. Sempre era obrigada a ouvir horas e horas de ladainhas entediantes sobre a linhagem e a importância de se manter a família sem misturas.

Tudo isso mudara naquela noite. O rapaz que sempre acreditou ser um chato, insensível e claramente insuportável foi a sua melhor companhia. Partilharam uma conversa animada e de cara se tornaram bons amigos.

Começaram a sair, apenas como bons amigos, e depois de alguns meses se encontrando sob este pretexto, o primeiro beijo aconteceu. Um beijo que mexeu com Astoria de uma forma que jamais imaginou que mexeria.

Um sentimento esquisito por uma pessoa ainda mais esquisita era como ela definia o que sentia, e saber que o moço partilhava sentimentos familiares aos seus por sua pessoa pegou a moça de surpresa.

E continuaram assim por mais alguns meses: nada de compromissos ou responsabilidades, era o que ela dizia. Conhecia a fama de pegador que Draco Malfoy adquiriu durante Hogwarts e no pós-guerra, e mesmo que não fosse uma mocinha pura, virgem e indefesa a espera de seu príncipe encantado, não daria a satisfação para que ele se vangloriasse de mais uma conquista.

Ao menos era isto o que ela imaginava.

Acreditava que Draco jamais a levaria a sério e tentava a todo custo acostumar o cérebro e o coração com essas certezas, e estava indo bem até que, um dia, quando voltara de uma tarde atribulada no Departamento de Cooperação Internacional em Magia, setor onde trabalhava, encontrou o loiro de olhos cinzentos sentado no sofá da casa tomando uma taça de hidromel com seus pais. Assustou-se por não saber o que ele pretendia ali, mas foi por sua ousadia que agora comemoravam o sexto mês juntos.

Escolheu um vestido lilás que acentuava o azul de seus olhos e fazia um bonito contraste com seus cabelos puramente negros. Os sapatos estilo peptoe preto com detalhes prateados combinava graciosamente com a pulseira e os brincos. A bolsa de mão era num tom próximo ao do vestido e ela gostou do que viu refletido no espelho do quarto.

Não demorou muito para que o loiro estivesse na porta de seu apartamento tocando a campainha — sim, ela decidira se mudar e morar sozinha há cerca de três meses e fora a atitude mais acertada que tomara há muito tempo.

Draco estava como sempre: Impecável.

Cabelos muito bem escovados e assentados, um terno azul escuro, camisa bege, porém sem gravatas. Tinha as mãos nos bolsos e as usou para abraçar a jovem que lhe abrira a porta e beijá-la em seguida.

O jantar seguiu tranquilo. Era engraçada a paz que ela sentia ao lado daquele rapaz que fora durante muitos anos um calo no pé de Harry Potter. Era estranho como aquele rapaz tornara-se alguém tão melhor depois daquela fatídica guerra.

– Quer entrar? — a pergunta soou tranquila quando ela foi deixada a porta de casa.

– Quero sim — ele respondeu em seguida e os dois rumaram em silêncio para o apartamento.

Astoria morava em um prédio trouxa próximo ao ministério de magia. Preferiu assim; sempre teve certo fascínio pelos usos e costumes trouxas e achava que essa seria uma boa maneira de introduzir peculiaridades necessárias a sua sobrevivência.

Ao verem a porta do elevador se fechar a sua frente, ambos se abraçaram em seguida. Era um beijo tenso, sexy... Desrespeitoso para que os avistassem naquele local. Em questão de segundos as mãos passeavam pelos corpos e exploravam os contornos de ambos.

Draco e Astoria subiram para o apartamento da morena ainda abraçados e ela abriu a porta atrás de si com um pouco de dificuldade, sendo auxiliada em seguida por seu companheiro prontamente prestativo.

A porta se fechou e tudo aconteceu ainda mais rapidamente. Em questão de segundo se viu sendo arqueada por Draco, que a levou ao quarto e deitou-se por cima dela, que tinha o corpo já sobre a cama de casal. Os beijos eram calmos, porém intensos e o desejo dos dois estava cada vez maior. A vontade de se entregarem um ao outro, mesmo que ambos já tivessem passado por aquilo, era grande e desejavam conhecer as sensações que os corpos poderiam propiciar.

Ele beijava a moça enquanto sua mão acariciava com ímpeto o seio sob o tecido do vestido, que havia subido devido à posição dos dois, deixando às pernas a mostra. Astoria apenas suspirava descompassadamente, agora que a respiração começava a falhar, sentindo na pele a intensidade dos toques do loiro sobre si.

Puxando um pouco o tecido, os lábios dele beijaram uma pequena parte da pele branca á mostra. Percebeu a excitação da namorada graças ao apontar dos mamilos rosados que contrastavam na pele alva e a instigou mordiscando um deles que já estava exposto.

Vislumbrou a face dela, os olhos fechados, mergulhada no prazer que sentia com aquela sensação. Ela o acariciava com as mãos onde alcançava, e as deslizava desde a cabeça até as costas. O rosto já estava avermelhado devido às sensações e ele achou que ela era, de todas as outras, a mais bela.

Depois que ele expôs os dois seios abaixando facilmente as alças do vestido, vislumbrou deliciado e igualmente excitado, os mamilos rosados, duros de desejo, tanto quanto ele estava.

Olhou para ela enquanto acariciava o seio com a mão e beijou com desejo e volúpia os seus lábios. Ela se entregava com paixão e permitia que cada novo toque fosse completado sobre sua pele. As mãos seguravam com firmeza os cabelos finos e ralos dele e o corpo era delicadamente elevado a cada nova sensação e êxtase.

Ele subiu ainda mais o vestido da namorada, deixando a pele e a barriga a mostra. Visualizou mais uma vez e se encantou imaginando o que sentira realmente. Ela era belíssima e estava em seus braços.

Ele beijou a pele exposta, cada saliência das costelas que se mostravam contra a respiração forte, cada parte da pele branca e quente de desejo... Umbigo e cintura. Beijava e sugava com paixão. Ela gemia e marcas de paixão eram exibidas após cada nova sugada dele.

Mais uma vez Draco se posicionou sobre ela e a percebeu abrir os olhos. Foi ela que abriu cada um dos botões da camisa dele e devolveu da forma que pode cada carícia enquanto despia o peito do namorado.

Draco, agora sem camisa e com o cinto da calça aberto, voltou a beijar cada centímetro de seu corpo, e enquanto beijava sua barriga, ele acariciou o sexo sob a calcinha branca de rendas, fazendo a moça arfar e elevar novamente o corpo ao ser tomada por mais uma onda de prazer.

Ela deliciou-se com o toque forte do namorado. Dedos habilidosos que acariciavam de forma magistral cada ponto de seu mais íntimo prazer. Ele acariciava os montes da namorada e a beijava com paixão enquanto o fazia. Ele afastou-se para retirar a calça e deliciou-se ao ver que ela continuou acariciando-se após ele se afastar.

Draco voltou-se para Astoria e lhe ajudou a livrar-se do vestido. Ele apreciou o corpo seminu da bela namorada. Esbelto e a pele alva. Os muitos sinais distribuídos pela pele deixavam a garota ainda mais encantadora. Ele teve desejo de beijar cada um daqueles muitos sinais.

Depois de apreciar a namorada, ele a sentou sobre seu colo e a beijou enquanto acariciava novamente seus seios. O beijo era carinhoso, apaixonado, e os olhos de ambos faiscavam desejo. Ele a olhava e contemplava o quão perfeita ela era para ele.

Draco beijou ainda mais os seios enquanto ela fazia movimentos de vai e vem sobre o colo ainda vestido e com o braço ele a ajudava nesse movimento. Estavam desejosos, sedentos de prazer... Sedentos por mais de seus corpos.

As mãos habilidosas de Draco Malfoy deslizavam pelo corpo dela enquanto ela se apoiava com as mãos no colchão, deixando-se ainda mais a mostra e expondo-se totalmente ao namorado.

Ela o excitava com esse movimento e ele acariciava as pernas, braços, rosto, barriga, espalhando beijos por cada parte do corpo que pudesse alcançar. Ele estava totalmente pronto para ela, e ela para ele.

Ele a deitou novamente, e deitou-se sobre ela, beijando-a delicadamente; lábio, pescoço e ombros. Beijou o corpo até a intimidade e afastou a calcinha rendada expondo a intimidade dela, beijando-a em seguida. Astoria gemeu. Gemeu e se contorceu enquanto acariciava os próprios seios.

Ele beijava seu sexo com desejo, e os olhos a observavam sem ao menos piscar, para não arriscar perder qualquer um daqueles tão belos movimentos. O Corpo dela elevou-se violentamente e decaiu cobre o colchão quando ele sugou e pressionou com a língua o clitóris já inchado de desejo e ela o ajudou puxando a peça para a lateral enquanto acariciava a cabeça e os cabelos dele.

Ele sentiu que ela gozaria rapidamente. Ela estava quase lá e seus gemidos e movimentos denunciavam o quão perto do ápice ela chegava. Então, ele intensificou as caricias com a língua e a penetrou brevemente com um dos dedos.

– Ah... Draco...

Sentiu-se realizado percebendo em seguida o tremor que se apoderou dela. Astoria sentiu o corpo quebrar. Uma sensação intensa, a qual ela nunca sentira antes. O ventre tremia, o coração batia acelerado e o desejo em retribuir era maior que qualquer outro.

Então, foi à vez dela propiciar prazer. Iniciou acariciando o membro latejante dele por sobre a malha fina da cueca... Acariciava o corpo do namorado enquanto se beijavam.

Ela se movimentou um pouco. Parecia uma bailarina passeando sobre seu corpo. Aproximou-se da cueca e a puxou, sendo ajudada por ele que elevou os quadris, facilitando a passagem da peça.

Um membro rijo e roliço despontou diante de seus olhos. Ela sentiu a face corar sob o olhar vidrado dele que não parava de olhá-la nem por um segundo. Ela aproximou-se novamente de seus lábios, os seios acariciando desordenadamente o pênis, enquanto ela o beijava.

Voltou-se para o pênis latejante. A cor destoava do restante do tom pálido do corpo. Tinha poucos e espessos pelos ao redor. Ela começou com movimentos delicados, com as próprias mãos e ele continuava vidrado nela.

Pensou em fazê-lo desconcertar e não mais fitá-la, e investiu nas carícias. Ela acariciou os testículos, o olhou e ameaçou colocar o pênis em sua boca. Ele ficou tenso; a respiração parou e a fitou ainda com mais intensidade a espera do toque.

Segurou novamente o membro em uma das mãos, e continuou acariciando com a outra enquanto observava o corpo à mostra. Era um corpo magro, porém trabalhado, nada exagerado, mas com músculos distribuídos pelos lugares certos. Ela ficou de joelhos ao seu lado, ele quase sentado, e enquanto o masturbava com a mão, o beijava nos lábios, peito e barriga.

Seguiu por esse caminho até que chegou novamente ao pênis, cobrindo-o com os lábios, fazendo o loiro grunhir. Ela sorriu. Sorriu e revezou entre sugadas e beijos nos lábios e membro. Ele estava encantado, e por vezes, deliciava-se de olhos fechados, esperando os toques que viriam a seguir. Ela sorriu novamente. Conseguira o que queria.

Astoria se afastou um pouco e retirou a calcinha que ainda usava ficando sobre ele, o olhando nos olhos. O sexo novamente inchado de prazer latejava a espera dele. Ele a tocou aproveitando-se da posição exposta que ela estava sobre o seu corpo, com as pernas separadas pelo corpo dele sob o seu.

Ela tremeu novamente com o toque. Estava novamente inchada e desejosa. Sentia sua intimidade produzindo lubrificação em demasia a espera de uma penetração. Ele a penetrou com um dos dedos após acariciar o clitóris e percebeu o quão molhada e quente ela estava.

Astoria apenas afundou a cabeça no ombro dele que acariciava as costas dela com a outra mão. Ela fazia movimentos de vai e vem sobre a mão dele da forma como conseguia.

Ela começou a tremer mais violentamente; um novo orgasmo se aproximava e ela tentava — indefinidamente — lembrar-se de quando sentiu algo como isso anteriormente. Ele percebeu seu estado e retirou o dedo de dentro dela.

Ela o olhou em seguida. Desceu o corpo ao encontro do dele e posicionou o pênis dele contra a sua intimidade. Apenas a cabeça de encontro ao seu corpo. Ele a olhava, era indiscutivelmente controlado; esperava a sua vontade.

Então Astoria rendeu-se deslizando ainda mais o pênis para ela, sentindo-se preenchida em questão de segundos e permanecendo assim por breves momentos acostumando-se a sensação de ser novamente preenchida... Preenchida por completo, desta vez.

Ela que se iniciou sobre ele, cavalgando. Ele beijava os seios aproveitando a posição e a ajudava com os braços. O ritmo era lento, mais muito intenso. Os corpos estavam implorando por mais, mas ela queria dar ainda mais prazer para ele.

Draco arqueou o corpo e ela intensificou o movimento. Ele a ajudava movimentando os quadris num ritmo muito mais que perfeito: era totalmente ensaiado.

Então, Draco a segurando por suas costas a deitou sobre a cama, sem interromper o contato intimo dos dois e se colocando sobre ela, penetrando de leve. Saboreando cada nova sensação dentro dela. Os movimentos eram lentos e Astoria começava a pedir por mais.

– Draco... Por favor...

– O que? — ele sorriu enquanto movimentava-se lentamente dentro dela.

– Mais forte. — quase suplicava.

– Por quê? — as palavras começavam a falhar, mas ele brincava com o desejo desesperado do gozo.

– Porque...

As palavras morreram e ele movimentou-se mais profundamente, embora ainda lento e ela gemeu forte, os seios balançavam a cada nova estocada. Uma das delicadas mãos massageava o clitóris enquanto a outra apertava com força um dos seios. As pernas abertas davam passagem ao namorado e o deixavam em total controle.

Ela arfou quando sentiu o aumentar das estocadas. Um ritmo mais intenso, mais rápido, mais pesado. Sentiu as pernas tremerem novamente, o gozo se aproximando, o desejo aumentando.

E Draco permaneceu.

As muitas mulheres que tivera lhe renderam experiência e autocontrole. Ele sorriu ao sentir a namorada contrair-se contra o seu pênis e ao vislumbrar a face corada dela.

As pernas de Astoria ainda tremiam quando Draco começou novamente a lamber violentamente o seu sexo. Sugou com prazer as gotas de gozo dela e segurava com as mãos as pernas que teimavam em se aproximar, dificultando o contato.

Astoria ainda sentia o efeito do gozo quando foi surpreendida e colocada de quatro de uma única vez. Draco continuou os beijos, as lambidas e carícias. Ela sentia que seu corpo podia decair sobre a cama a qualquer momento, mas desejava por mais, queria mais dele dentro dela.

Ele a masturbou com um dos dedos ainda naquela posição de quatro. As pernas estavam ainda mais abertas e ela sentia os olhos faiscarem com o novo gozo que chegava, enfiando a cabeça de uma vez sobre os travesseiros, ficando ainda mais empinada e exporta. Draco a penetrava com dois dedos agora e sugava o clitóris com firmeza intercaladamente enquanto a outra mão masturbava a si mesmo.

– Draco... Por favor... — era mais uma súplica.

Ele afastou-se e ela arqueou o corpo a espera de mais. Sentiu novamente a cabeça do pênis na entrada de sua vagina. Aquela posição lhe dava mais sensibilidade. Estava muito mais que sensível. Sentia-se a ponto de desmaiar.

Draco aprofundou o membro e ela ergueu o quadril automaticamente. As mãos procuravam o que segurar, encontrando os lençóis, as paredes ou os travesseiros da cama.

Ele intensificava cada vez mais os movimentos enquanto ela quase voava em cima do colchão, movendo-se mesmo sem querer, tão forte era a pressão que Draco usava agora contra seu corpo. Não mais aguentaria. E ele apertou com força as nádegas, quase explodindo.

Ela gozou novamente. Rápido e intenso pela terceira vez. Sentiu seu sexo latejando e as pernas fraquejarem, sendo sustentada por ele que grunhiu em seguida, ao sentir o membro ser apertado com força por ela.

Ele gozou e ela sentiu-se inundada por uma sensação sem igual. Ele mantinha os movimentos com o corpo debruçado sobre o dela, acariciando um dos seios enquanto diminuíam aos poucos, fazendo a moça reclamar de forma inaudível após ser deixada por ele.

Ela caiu sobre os lençóis e ele ao seu lado. As pupilas de ambos estavam dilatadas, ambos pareciam exaustos e igualmente satisfeitos. Beijaram-se em seguida, e depois de poucos minutos, os dois dormiram exaustos de prazer.