Prison of Love

36 Adore - Paramore


Notas iniciais
Oiie genteee =3 Nem demorei, shuashua Voltei as aulas ontem, triste né? Menos tempo para postaaar!! E eu já tenho prova de geografia terça, que tenso .-. Bom, queria aqui deixar meu MUITOOO OBRIGADAA á Ranna Valdez di Angelo, obrigada pela recomendação gatinha e o próximo capítulo é seu! Capítulo para Katherine Herondale Jackson que eu estava devendo pela divosa recomendação =3 Muito obrigada de novo marida... Bom, boa leitura e leiam as notas finais, por favor!

POV Autor

Ao ouvir o telefone ser desligado Peter levantou com brutalidade da cadeira, batendo as duas mãos com força em sua mesa.

Como Maggie poderia fazer uma coisa dessas? era o único pensamento que passava em sua cabeça.

Acalmou-se um pouco e foi diretamente para a sala do diretor-chefe dali.

– Senhor – chamou.

– Oh, entre Peter – disse Jack.

Peter entrou e explicou-lhe o que Maggie contara-lhe.

– Ah que pena – suspirou ele – Maggie era um menina tão boa.

– Tenho permissão para ir ao local?

– Mas é claro rapaz. Leve sua equipe.

Peter agradeceu e saiu.

Chamou Steve e Helena – seus companheiros, sua equipe.

Maggie também era da sua equipe. Pensar nela fazia com que ele se sentisse mal, não deveria ter deixado ela ir.

Não demora para que cheguem no suposto endereço que Maggie passara-lhe.

Descem do carro e Peter sobe as escadas, parando no apartamento 206.

Logo começa a se jogar contra a porta, arrombando-a.

A porta range e não se abre facilmente. Por conta do barulho, vê um senhor de idade aparecer junto de sua esposa (provavelmente).

Steve apressa-se em falar com eles.

– Boa tarde senhores – sorri o agente especial do FBI – Eu sou do FBI – mostra a identificação – E estamos somente coletando provas de uma cena do crime onde uma das nossas agentes foi morta – diz ele, apontando para o apartamento – Não se preocupem, não serão incomodados e nem haverão perguntas pois já temos dois suspeitos, somente coletaremos impressões digitais para comprovar nossas suspeitas.

O casal de idosos assente, afastando-se com a intenção se não atrapalhar a busca dos agentes.

A porta finalmente é arrombada e Peter entra correndo, procurando pelo corpo de Maggie.

Não demora para que ele o veja e sente seu coração falhar uma batida.

Anda lentamente até onde a morena está e permite-se desabar ao seu lado.

Desesperado procura por uma última vez algum sinal de vida em sua amada. Coloca a mão embaixo de seu nariz, mas não sente sua respiração. Pressiona seu pescoço e com um pesar percebe que não sente sua pulsação.

Então começa a chorar.

Abaixa-se mais e abraça com força o corpo mole de Maggie, implorando para ela que volte para ele.

Pedidos em vão, sim ele sabe. Mas o desespero de perder quem se ama é maior.

Sente algo quente em sua mão. Uma lufada de ar?

Estaria Maggie respirando?

Sente-se louco, mas apega-se á esta esperança.

Novamente coloca os dedos sobre seu pescoço procurando uma pulsação e deixa que a outra mão fique próxima ao seu nariz.

Passa-se um minuto e Peter está quase desistindo quando sente.

Uma pulsação no pescoço.

Uma lufada de ar na mão.

Peter ofega, não acreditando no que está acontecendo.

– CHAMEM UMA AMBULÂNCIA! – grita.

Helena vai até ele, parece pronta para consolá-lo quando vê o peito da colega subir e descer.

Grita alegre e pega o celular, discando o número da emergência.

Peter levanta-se, pronto para chamar Steve para ver quando sente algo pegando seu pulso.

Surpreso, Peter vê Maggie abrir os olhos.

– Não me deixe aqui – sussurra ela, seu tom de voz totalmente desesperado.

– Nunca – sussurra ele de volta, abraçando-a.

Maggie apaga novamente, mas desta vez, Peter tem esperança.

(...)

A ambulância demora 23 minutos para chegar. Sim, Peter contou.

Quando chega, o médico pede que Steve assine uns papéis e alguns enfermeiros vão pegar Maggie.

Delicadamente eles erguem a morena pelos ombros, evitando sempre tocar em sua coluna ou nuca – locais onde ela fora baleada.

– Algum responsável por ela que vá na ambulância? – pergunta o médico.

Peter se adianta e ninguém se opõe.

Entra na ambulância sempre segurando a mão de Maggie.

Não demora para que cheguem ao hospital.

Peter vai até onde lhe é permitido ir, segurando e apertando a mão de Maggie, dizendo-lhe que tudo ficará bem quando terminar e que ela é muito corajosa.

– Senhor, o senhor terá que esperar aqui – informa uma enfermeira, segurando Peter.

Ele olha uma última vez para a morena que ama. A sua morena.

– Eu te amo – sussurra para ela que já vai longe.

Volta para a sala de espera e logo Steve e Helena aparecem

– Como será que ela estava viva? – suspira Helena.

– Não sei Len – diz Steve – Não sei.

Os três ficam em silêncio, cada qual com suas ideias, mas todas rodando em volta de uma questão:

Maggie sobreviveria?

O médico apareceu depois de duas horas – o tempo que levara a cirurgia que Maggie precisara fazer ás pressas.

– Como ela está doutor? – perguntou Steve, levantando-se.

– Por que os batimentos dela estavam tão fracos quando a encontramos? – pergunta Helena, sonolenta.

– Bom, a questão dos batimentos e da respiração fraca foi por que o “susto” de levar um tiro desacelerou seu coração para que ele não bombeasse muito sangue para o local dos tiros, de modo que não perdesse muito sangue. Essa foi uma ótima reação, foi o que salvou a vida dela. E a respiração se enfraqueceu devido á pouca circulação de sangue. Até por que, na verdade, o oxigênio é levado ao coração para que ele bombeie-o junto com o sangue, de modo que quando os batimentos diminuíram a respiração também diminuiu.

Helena, que dormia em seu ombro, levanta também e Peter nem sentado estada – ele estava andando inquieto de um lado para o outro.

– A bala atingiu o córtex cerebral de sua amiga – começa o médico, olhando as anotações – Não fundo o suficiente para mata-la, mas o suficiente para causar grandes prejuízos.

– Como assim? – perguntou Helena.

– A arma foi atirada á uma longa distância. Por sorte ela desviou-se para a esquerda e a paciente pulou para a esquerda bem na hora do tiro. A bala perfurou o lado esquerdo o córtex cerebral dela e isso a deixou inconsciente.

– Quais os danos? – indagou Peter preocupado.

– Calma – pediu o médico – Bem, o córtex cerebral desempenha um papel central em funções complexas do cérebro, tais como: memória, atenção, consciência, linguagem, percepção e pensamento. Concluindo que ele foi afetado, não podemos distinguir com certeza o que será afetado em sua colega.

– Mas tem alguma ideia do que pode acontecer? – Steve olha o médico.

– Sim. É muito provável que sua amiga tenha uma perda de memória. Amnésia. Não sei denominar qual dos tipos, mas estou apostando na amnésia orgânica.

– O que é isso? – Helena pergunta, franzindo a testa.

– Existem dois tipos de amnésia, a orgânica e a psicogênica. A orgânica é causada por distúrbios no funcionamento de células nervosas através de alterações químicas, traumatismos ou transformações degenerativas. A psicogênica é quando, simplificando, uma pessoa inconscientemente decide esquecer algo que a faz sofrer ou reviver um sofrimento – explica o médico.

– Por que a orgânica? – pergunta Helena, ficando curiosa.

– Bem, eu acho que a orgânica por que ela teve uma forte pancada na cabeça. Até mesmo por que acho que ela não iria “querer esquecer”, assim como ocorre na psicogênica. E talvez ela se lembre de emoções, não nomes nem pessoas, mas o que sentia por algumas pessoas ou até mesmo sensações.

Todos assentem.

– Algo mais? – Steve boceja.

– Ah sim. O tiro na coluna... Acertou uma das vertebras, a segunda, para ser mais exato – diz o doutor, desviando o olhar para o chão – Ela se quebrou e...

– E...? – incentivou Peter.

– E sua amiga nunca mais poderá andar.

O choque da notícia faz um silêncio desconfortável instalar-se.

– Se quiserem vê-la, serão permitidos um de cada vez. Logo ela deve acordar, quando passar o efeito dos sedativos.

– Eu vou – sentencia Peter, então acompanha o médico até a sala de Maggie e entra.

Vê Maggie deitada, vários fios em seus braços e aparelhos que controlam seus batimentos cardíacos, que, até o momento apresentam-se estáveis.

Peter senta em uma cadeira ao seu lado e pega sua mão.

Ele sorri ao ver os batimentos da morena acelerarem-se um pouco e suspira.

Ao olhar para ela Peter vê as pálpebras tremendo e sente seu próprio coração acelerar-se ao ver novamente as íris cor de chocolate que ama.

– Maggie – chama, sentindo seus olhos umedecerem-se.

– Quem é você? – sussurra ela. Peter para, levando um choque de realidade.

Maggie não se lembra dele.

– É meu namorado? – pergunta ela confusa.

– Por que? – pergunta Peter, ficando mais confuso que a morena.

– Por que eu me lembro de gostar muito de você – admite ela com um sorrisinho tímido.

Peter abre mais um sorriso. Um sorriso encantador, na opinião de Maggie.

– Não, meu amor. Mas posso ser – diz ele, piscando-lhe.

Naquele momento não existe FBI, reformatório, Annabeth, Percy, espiões, preocupações.

Naquele momento Peter não pensa se Maggie se lembrará, se ira querer voltar ao FBI e nem que ela nunca mais poderá andar.

Naquele momento, ele só pensa em quanto a ama.

Naquele momento, Maggie deixa-se ser amada. Deixa-se ser amada como nunca fora em toda sua vida.

E sente-se feliz com isso.

Uma felicidade que ela lembra de nunca ter conhecido.

Notas finais
O que acharam? NÃO, EU NÃO MATEI A MAGGIE! Eu ia matar, mas eu amo tanto ela... Não tive coragem ;-; shuashua passei a tarde de ontem e de hoje procurando sobre o cérebro, amnésia, memória... Mereço parabéns pelo capítulo? Por favor, não me digam que eu pesquisei isso tudo e estudei 'sá desgraça toda pra nada!! Mereço comentários? ~carinha fofa~ Ok, shuashua parei! Hm... Tenho muito o que falar não... Ah, eu sempre esqueço de perguntar, mas o que acharam da nova (nem tão nova assim) sinopse? Uma bosta, mais ou menos, ou gostaram? Shuashua Bem, comenteeem =3 Shuashua Ah, e vou usar esse pedacinho aqui para dizer um muito obrigada á Leh Chase Jackson por ter "me" colocado na história dela (criado uma personagem para mim) E EU SOU DO FBI LÁ CASSETE!! TUTS TUTS TUTS TUTS shuashua eu até falo com o Leo =3 Bom, é isso. Obrigada Leh, obrigada de novo Ranna, obrigada Kath... Beijinhos e vejo vocês nos comentários meus amores, amo vocês