Princesa Emily
36 Desaparecidos.
Notas iniciais
Samantha comprou algumas roupas e subiu novamente para o quarto, abriu a porta e engoliu seco ao ver Dylan deitado na cama só com a toalha cobrindo sua cintura. Mordeu o lábio vendo aquela cena, ai delícia.
Fechou a porta e Dylan abriu os olhos olhando para a ruiva cheia de sacolas.
– Ah, você chegou.
Ela deu uma sacola para ele que sem pudor algum tirou a toalha da cintura mostrando seu membro semiereto... ele estava excitado?
– É brincadeira né?
– O que?
– Você.
Ele olhou para seu membro e franziu o cenho? – Qual o problema? Você já o viu antes. Samantha tirou a sacola de sua mão e o jogou na cama.
– Tava se masturbando?
– O quê?
– Você ta excitado, tava se masturbando pensando em mim? – ela sorriu de lado subindo em cima dele. Dylan engoliu seco. – Te peguei – ela sorriu mais travessa ainda.
– OK, OK você venceu.
– Então estava mesmo pensando em mim – ela passou a mão no peito dele – e o que eu estava fazendo?
– Samantha...
– Vamos, eu tenho o direito de saber.
– Você...
– Eu...
– Estava tirando a roupa...
– E o que mais? – Rebolando pra mim.
– Interessante – ela murmurou se esfregando levemente nele – e quer que eu faça isso?
– Não, prefiro quando eu mesmo tiro sua roupa – ele girou bruscamente ficando por cima dela.
Ela sorriu o beijando. As mãos dele foram até a barra da camiseta dela a tirando bem rápido. Depois desceu abrindo a calça dela a tirando junto com a calcinha. O ajudou abrindo o fecho do próprio sutiã, mas ele não deixou tirando as mãos dela dali e terminando o serviço sozinho jogando aquela peça de roupa bem longe.
Olhou para os seios fartos da ruiva repletos de pintinhas que ele achava incrivelmente sexys. Abocanhou o direito apertando o esquerdo com força. Sugava forte o seio da menina mordiscando e lambendo. Ela suspirava puxando os cabelos loiros e meio úmidos dele quando ele intensificava com os chupões.
– Sua ruiva gostosa do caramba – ele gemeu apertando a bunda dela com as mãos que com certeza ficariam marcadas ali.
O membro do garoto estava mais duro que pedra naquele momento e ficava roçando na intimidade de ruiva, o que só o deixava mais duro a cada momento. Ela mordeu o lábio quando ele deu um belo chupão em seu seio esquerdo.
Ela inverteu as posições ficando por cima novamente, passou as mãos no peito dele e desceu a cabeça beijando o peitoral, abdômen e virilha do menino. Lambeu a virilha dele segurando seu membro, foi com a boca até ele e começou a masturba-lo levemente fazendo Dylan gemer o nome da ruiva e depois morder o lábio.
Lambeu todinha a extensão do membro dele e depois o colocou na boca o engolindo até onde sua garganta deixava, tirando e colocando de novo e repetindo isso várias e várias vezes até ele fazer o que ela mais queria.
– Samantha! O líquido dele escorreu pelos lábios dela que ela logo fez questão de limpar com a língua.
Dylan estava mole, mas a abraçou quando ela subiu em cima dele.
– Delícia – ela lambeu os lábios. Dylan suspirou a puxando para outro beijo.
– Vou te deixar toda roxa, ruiva – ele mordeu o pescoço dela.
Antes que ela percebesse ele havia a penetrado com força a fazendo gemer bem alto e deliciosamente aos ouvidos de Dylan que também gemeu. Ela estava tão molhada... Ele suspirou quando ela começou a rebolar com o membro dele dentro dela e logo depois começou a subir e descer cavalgando rápido e com força fazendo ambos gemerem alto. A cama de mola rangia e se mexia muito.
Ele se sentou segurando as pernas dela olhando seus olhos enquanto ela quicava em seu colo do modo mais delicioso que alguém pode pensar em fazer.
Ela chegou ao ápice pouco depois dele e ambos despencaram um em cima do outro.
– Obrigado Grécia – ele sorriu para o nada.
. . .
Emily estava no salão com os meninos. Todos conversavam animadamente sobre assuntos aleatórios, ela finalmente se sentia a vontade com eles, como bons amigos.
Com o tempo eles começaram a se dispersar por ai e Simon obviamente aproveitou a oportunidade para ir falar com Emily.
_ Oi _ ele disse tímido.
_ Oi Simon _ ela sorriu.
_ Podemos conversar?
_ Claro.
Os dois foram até o jardim e se sentaram no banco.
_ Pode falar _ ela disse.
Simon respirou fundo.
_ E-eu gosto muito de você _ ele chegou bem perto dela _ e queria saber se... eu tenho alguma chance, se você sente ou algum dia poderá sentir algo por mim.
Emily o olhou, como falar isso para Simon? Ele era um ótimo garoto e Emily sentia um carinho especial por ele, não queria de forma alguma magoá-lo... mas ela não o amava, seu coração tinha outro dono.
– Com licença Princesa, mas a senhorita está sendo convocada na sala do Rei imediatamente.
Salva pelo gongo.
Emily olhou para o guarda, depois para Simon e voltou a olhar o guarda.
– Pode só me dar um minuto?
– Princesa... – É rápido, eu garanto.
– Certo, com licença – ele se retirou.
– Você é muito importante para mim, ok? – ela segurou o rosto dele – eu tenho que ir, depois conversamos melhor.
– Tudo bem.
Emily sorriu e depositou um rápido beijo no lado direito do rosto do menino e saiu apressada.
. . .
No momento em que Emily entrou na sala e viu toda sua família ali, viu que coisa boa não seria. E afinal, quando é que o Rei tinha noticiais boas?
– Ah, você chegou, ótimo – disse o Rei.
– É, então será que agora pode falar? – disse a Rainha um tanto impaciente.
A loira se sentou e o Rei se levantou começando a andar de um lado a outro como um maluco. Agora a certeza de que coisa boa não era bateu em todos.
– Diga logo Edwin! – a Rainha quase gritou angustiada.
– Serei curto e grosso.
– Pra variar – Emily murmurou.
– Dylan e Samantha – ele disse e de repente os olhares ficaram mais atentos – eles não chegaram em seus respectivos países ontem.
– O que? – Carter quase deu a luz.
– Mas... Isso não é possível – Emily parecia chocada.
– Teoricamente, mas os dois já fizeram proezas antes – o Rei disse andando de um lado a outro da sala.
– E onde eles estão? – Anne Davis, a Rainha óbvia.
– Se eu soubesse isso não seria um problema.
– Então mande guardas atrás deles.
– Não é assim tão simples.
– É sim, e é preciso um líder muito bom. Eu me candidato – Carter disse – posso?
– Hã... Não – o Rei disse e o garotinho pareceu decepcionado.
– Mas como aconteceu? – Emily perguntou.
– Não sei.
– Mas que falta de organização é essa?! – a Rainha se exaltou.
– É – Carter reforçou.
– Vocês dois estão fazendo complô para me enlouquecer, só pode! – o Rei se sentou cansado.
– Controla esse tom de voz comigo mocinho – a Rainha disse baixo, nas ainda muito brava.
– Mas... – o Rei tentou.
– BASTA! – foi a vez de Emily gritar surpreendendo a todos, sempre fora a calma da família – EU TO FARTA DISSO, TUDO ISSO.
Ela se levantou indo ate a porta.
– Mas... O que faremos? – o Rei perguntou, querendo ou não a decisão cabia a ela.
– Façam o que quiserem – ela abriu a porta e então percebeu em como aquela frase podia ser perigosa, ainda mais nas mãos daqueles três malucos – só não os machuquem.
E dito isso ela se retirou batendo com força o salto no chão.
Fale com o autor