Notas iniciais
Oi oi gente! Foi mal a demora, mas fim de bimestre né, e eu sou uma pessoa ocupada naturalmente, então nem preciso explicar muito né? LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!! Boa leitura!

– Aqui – Charlie carregou o revólver e o deu a Alex enquanto pegava outra arma a carregando passando-a para Tyler – Tyler, vá no mais longe – ele olhou para o alvo mais difícil de ser acertado.

Tyler assentiu.

–Turner! – Charlie gritou – auxilie Tyler, sim?

Um homem apareceu, assentiu e guiou Tyler até o alvo.

– Não há nenhuma chance da bala sair do lado errado, não é? – Alex olhou para a arma em sua mão a qual ela segurava longe de seu corpo.

– Não – Charlie sorriu indo até ela.

Charlie ajudava Alex a segurar na arma e a ensinava como mirar e atirar corretamente.

No que dependesse dele, nada aconteceria a seus filhos, nada.

* * *

– E quanto tempo para ficar pronto? – Emily andava com o engenheiro do orfanato pelo lugar.

– Dois meses, princesa – ele disse – e ficará exatamente como a senhora pediu.

Ela assentiu.

– Ótimo – ela olhou rapidamente para as árvores cheias de flores – quantas crianças caberão aqui mesmo?

– Juntando as quatro construções, no geral entre 600 e 700 crianças – Emily mordeu o lábio e assentiu – e bem, o orfanato nem foi oficialmente aberto e já tem uma lista de espera consideravelmente bem grande para adotar as crianças.

Agora Emily sorriu.

– Ótimo – ela olhou para o homem – e o pequeno orfanato já existente está conseguindo manter todas as crianças nele?

– Bem, quartos que eram para duas crianças estão alojando quatro, mas é como coração de mãe, sempre cabe mais um.

Emily assentiu.

– Depois de prontos sobrará espaço, muito espaço, e considerando as crianças que serão adotadas, sobrará muito mais espaço.

Ela sorriu.

– Perfeito, minha intenção é que sobre espaço, muito espaço, afinal, mortes são imprevisíveis, esse orfanato pode lotar de um dia para o outro e temos que estar preparados.

– Perfeitamente, Princesa – ele sorriu.

– Princesa – um dos guardas que estava com ela se aproximou.

– Sim?

Ele estendeu um celular a ela que ela logo pegou e colocou no ouvido.

– Alô?

* * *

Carter sentou ao lado da esposa e acariciou seu rosto.

– Eu sinto muito por não ter tido o casamento que você tanto planejou, e por nossa lua de mel ser adiada – ele beijou de leve a testa dela.

Ela o olhou e suspirou.

– É sempre assim? – ela perguntou – essas coisas sempre acontecem e ficam ocultas do povo?

Ele negou.

– Não – ele pousou a mão na perna dela – eu nunca vi algo desse gênero. Claro, sempre tem algum louco que tenta invadir, mas não é nada sério. Agora um ataque, um atentado? Isso nunca acontece.

Ela assentiu.

– E pensar que tudo isso é por culpa da sua irmã. Ela não pode ser condenada por uma escolha que fez por amor.

Carter assentiu. "E eu faço exatamente isso" ele pensou.

– Sabe, antes dela renunciar, as coisas que aconteciam por aqui eram sempre "culpa dela", porque ela era a futura rainha. E oque me deixa bravo é que até sem ter mais nada a ver com o trono, as coisas ainda caem nos ombros dela... eu reclamo das minhas responsabilidades e dos meus supostos "problemas" – ele suspirou – mas eu não faço ideia de como foi difícil oque ela passou, tanto a pressão psicológica, a situação com o Charlie, os garotos invadindo esse castelo para conquistá-la, ai teve aquele babaca do Dylan que ainda fez aquela mancada com ela... – ele piscou uma vez segurando as lágrimas em seus olhos – e agora tem o idiota do seu irmão que só olha para o próprio umbigo e joga toda a raiva no mundo nela.

– Amor...

– Eu sou um monstro – ele colocou as mãos na cabeça.

– Não Carter, por favor – ela o abraçou acariciando os cabelos dele – porque não fala com ela? Ela me contou que antes você era adorável com ela, volte a ser.

– Eu vou – ele a abraçou mais forte.

Ela sorriu.

– Garanto que isso irá melhorar as coisas, bastante.

Ele assentiu levemente, segurou o rosto dela entre as mãos e a beijou rapidamente.

– Isso tudo vai melhorar e vamos começar nossa vida de verdade, ok?

Ela sorriu minimamente e assentiu o abraçando.

* * *

Emily entrou no palácio dando de cara com Charlie que a esperava.

– É sério? – ela perguntou indo até ele apressada.

– É – Charlie segurou o cotovelo dela começando a guiá-la para a sala do Rei.

– Mas... como assim?

– Seu pai vai falar sobre isso.

– Mas você sabe, não sabe?

Charlie acabou sorrindo.

– Sei, foi minha equipe que descobriu.

Eles e entraram apressados e como da outra vez, estavam todos lá dentro para a "reunião".

– Vou ser extremamente direto ao dizer os fatos – Edwin anunciou – tem alguém responsável por esses ataques, uma pessoa está comandando tudo isso, e de acordo com nossas fontes seu codinome é "M".

Emily olhou para o pai esperando que ele continuasse, porém ele se calou.

– E... ? – Carter se manifestou.

– E ai que ele tem muitas informações, muitas mesmo – Edwin suspirou – seja quem for, é alguém importante que poderia fazer tudo isso daqui de dentro sem levantar nenhuma suspeita.

– Então é alguém daqui que esta comandando isso? – Emily quase se exaltou.

– Exato.

– E oque pretende fazer sobre isso? – Carter perguntou – quer dizer, não podemos exilar o castelo.

– Não mesmo – Edwin olhou para Charlie.

– A equipe de investigação vai começar a vigiar severamente o dia a dia de todos os funcionários do castelo, e os que levantaram alguma suspeita de alguma forma, serão interrogados... por mim.

– Você não é nada intimidador – Carter disse.

– Nunca me viu com raiva, Carter – ele disse e Carter engoliu seco.

– E se não der nada no interrogatório? – Rose perguntou gentilmente, daquele jeito dócil que ela possuía.

– Aí teremos que invadir a privacidade de todos, literalmente – Charlie disse – até lá, espero que tenhamos conseguido algo.

– E essa pessoa terá prisão perpétua?

– Obviamente – Edwin concordou – é claro, permiti que Charlie desse sua punição pessoal nele antes de prendê-lo.

– Será um prazer – Charlie sorriu maléfico.

Eles saíram do lugar e Emily agarrou o braço de Charlie.

– Você não vai bater nele, não é? – Emily o olhou bem.

– Claro que não – Charlie revirou os olhos – vou desfigurar o rosto desse babaca.

– Charlie...

– Emily, ele tentou me matar e matar minha família, eu vou sim espancar esse cara quando o achar, não importa oque você diga, ainda mais porque tenho permissão pra isso – ele segurou o rosto dela entre as mãos.

– Ok – ela suspirou – só não conte isso para as crianças, não quero que eles saibam que você vai espancar alguém.

– Ok ok – ele a beijou rapidamente – as crianças estão treinando, e eu gostaria que você treinasse também, quero que se por algum acaso eu não possa te proteger, você consiga se proteger.

– Eu não sei se é seguro eu... arma...

Charlie riu um pouco a abraçando pela cintura beijando sua testa.

– Alex que é o desastre em pessoa consegue, porque você não conseguiria?

– Porque a Alex é a Alex, e eu sou eu.

Ele riu novamente.

– Explicação comovente.

Ela sorriu o beijando rapidamente.

– Agora você pode dar atenção pro seu marido? – ele sussurrou rente ao ouvido dela beijando sua têmpora depois.

– Estou te dando atenção – ela beijou a bochecha dele algumas vezes.

– Não esse tipo de atenção – ele sorriu – aquele tipo de atenção – ele mordeu o pescoço dela.

Ela o olhou e deu um sorrisinho segurando sua mão começando a puxá-lo escada a cima.

Ele apenas decidiu não questionar e a seguiu rapidamente, entraram no quarto fechando a porta e Emily o prensou na parede escorregando a mão por seu peito.

– Esse tipo de atenção? – ela beijou o maxilar dele.

Charlie sorriu sentindo os lábios dela deslizarem por seu pescoço e agarrou a cintura dela com força.

– Exatamente – murmurou trilhando beijos pela bochecha dela, sem aviso prévio a pegou no colo a levando para a cama.

Emily o puxou pelo pescoço o beijando enquanto Charlie a despia rapidamente.

Emily acariciava o cabelo dele enquanto o homem se encarregava de abrir sua calça. Arrancou os saltos dela jogando a calça ao lado da cama e subiu até ficar na mesma altura que ela passando as mãos por seu corpo parando nos seios cobertos pelo sutiã de renda cor de ameixa. Se inclinou em direção a ela dando um beijo em seu pescoço mordendo-o de leve.

Emily segurou o cabelo dele o massageando enquanto Charlie continuava com os beijos e mordidas.

– Minha menininha cheirosa – ele murmurou e Emily sorriu.

A mulher começou a desabotoar o uniforme de Charlie enquanto o mesmo abria o fecho de seu sutiã. Ela perdeu a concentração em seu trabalho quando Charlie começou a beijar e sugar seu seio direito, uma mão apalpava seu seio e a outra apertava a cintura de Emily a fazendo suspirar.

Segurou o rosto dele e o puxou para ela beijando seus lábios retomando o trabalho de abrir a roupa de Charlie. Logo as roupas de ambos estavam se misturando no chão enquanto suas línguas dançavam lentamente em uma massagem sincronizada e deliciosa.

Emily passou seu corpo por cima do dele e o beijou mais uma vez se esfregando nele bem devagarzinho.

– Eu te amo – ele gemeu apertando a bunda dela que sorriu.

– Eu te amo mais, meu amor – ela beijou a bochecha dele devagarzinho.

Ela arrumou o membro dele em sua entrada e quando ia descer sua cintura sobre ele, Charlie a agarrou mais forte pela bunda a impedindo.

Emily o olhou confusa até Charlie a girar com força a colocando contra os travesseiros.

Ela gemeu melodiosamente alto quando ele a penetrou com força. Ele sorriu gemendo no ouvido dela começando a se movimentar com força pra frente e pra trás. Emily sentiu seu interior arder, mas de um jeito bom, de um jeito delicioso na verdade.

Charlie segurou a cintura da mulher com força indo cada vez mais rápido com os movimentos.

– Charlie...

Ela amava quando ele a segurava daquela forma demonstrando nitidamente que a queria e quanto a queria.

Ele grunhia em seu ouvido a fazendo ver estrelas, ela adorava aquela sensação que ele causava nela, só ele conseguia a fazer se sentir assim.

Logo ela sentiu os músculos de Charlie relaxarem enquanto apertava seus braços, o líquido quente e tão delicioso a invadiu e ela fechou os olhos extasiada.

A cabeça de Charlie ficou entre os seios dela ouvindo seu coração e sentindo sua respiração pesada. Meio sonolenta ela acariciou os cabelos dele.

E antes que desse conta, foi vencida pelo sono.

Notas finais
Então gente, essa fic vai até o cap 35, por ai, então podemos considerar meio retais finais certo? E como eu tenho uma meta pessoal de manter duas fics em andamento e ACBAH 2 ainda ta no começo, já estou bolando outra fic aqui que se ficar do jeito que espero que fique, vai ser bem legal, é isso, atualizo vcs sobre essa nova fic durante os caps aqui. Njs até sexta que vem se deus quiser!