Princesa Emily 2

8 Festa! Parte 2


Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS!!! Agr sim, oi oi gente :) Segunda parte da festa, então boa leitura!

Connor a abraçou pela cintura e Alex o pescoço dele.

– Posso te fazer uma pergunta? – ele sussurrou em seu ouvido.

– É sobre meu vestido?

Ele riu.

– Não, aliás, você ficou fantástica nele.

– Então fique avontade e, obrigada, eu sei.

Ele sorriu, adorava o jeito que ela não tinha essa coisa de ser humilde, mas também não era esnobe, apenas falava o que achava.

– Certo, lá vai – ele chegou mais perto – você teria algum tipo de interesse em Dereck?

– Defina interesse.

– O único que o faria perguntar de você pra mim.

Ela riu fraco arrumando as mãos em volta do pescoço dele.

– Absolutamente nenhum interesse – ela chegou mais perto de seu ouvido para sussurrar.

– Owen?

– Também não.

– Calvin?

– Meu deus, quantos vieram falar com você?

– Só esses.

– Então diga a eles que a resposta é não.

– Nossa coração inatingível!

Ela riu.

– Não sou inatingível, apenas... difícil.

– Certa você.

– Obrigada.

– Por nada – ele sorriu puxando um pouco a cintura dela para mais perto – agora se prepare... – ela a girou fazendo a mesma rir.

. . .

– Mamãe – Joey chegou ao lado de Emily.

– Oi filho – Emily soltou Charlie e se virou para Joey arrumando seu cabelinho.

– Eu posso falar com o papai?

Charlie franziu o cenho e olhou para o filho.

– Eu?

– Você é o único pai dele – Emily sorriu para Charlie.

– Hã... eu sei, mas... ok – ele pegou no ombro do filho e os dois se afastaram para conversar – pode falar – Charlie se agachou para falar de igual pra igual.

– Eu... eu queria sua ajuda, papai.

– E pra que exatamente, filho?

– Eu... – ele olhou para o lado – eu queria chamar a princesa Lily pra dançar – ele sussurrou – mas eu não sei fazer isso, e você chama a mamãe pra dançar sempre, então...

Charlie sorriu, queria muito bagunçar o cabelo do filho.

– Quer ajuda para chamá-la pra dançar? – Joey assentiu – ah pegador!

– Que?

– Esquece – ele negou com a cabeça voltando a olhar para Joey – então você vai fazer assim...

Charlie explicou para o filho exatamente o que tinha que fazer, ou seja, ensinou ao filho como ser um pegador, ou você acha que Tyler tinha aquele jeitinho a toa?

– Então é só falar isso?

– Sim, sorria e depois pega na mão dela e vá para perto de mim que eu te ajudo com qualquer coisa.

Joey sorriu abraçando o pai que o abraçou de volta sorrindo.

– Brigado papai.

– Por nada, filhote – ele bagunçou o pouco o cabelo do filho que estava muito arrumadinho – agora vai garanhão.

Joey foi e Charlie voltou para perto de Emily.

– O que foi? – Emily perguntou ao ver o grande sorriso de Charlie.

– Nosso garotinho ta crescendo – ele abraçou a mulher de lado e a beijou rapidamente.

– Mas o que...?

– Apenas olhe.

Os dois acompanharam o filho com os olhos que agora já conversava com a pequena princesa Lily, seis anos, um ano mais nova que Joey ela sorriu e fez que sim com a cabeça e ele assim como Charlie disse pegou na mão dela e a levou pra dançar.

Charlie olhou para Emily e viu os olhos da mulher lacrimejaram.

– Ele me pediu ajuda para chamá-la pra dançar – ele abraçou a mulher de lado beijando sua bochecha – ensinei tudo que sabe – ele sorriu vendo o garotinho sorrir enquanto dançava com a princesa.

– Quero muito abraçá-lo, mas não posso agora – ela disse.

– Então fica me abraçando e depois você o abraça.

Emily sorriu abraçando Charlie bem forte.

– Os três são encantadores como você – ela sussurrou.

Charlie sorriu.

– Fizemos um bom trabalho com eles.

. . .

– Só me segue – Tyler chegou de repente sussurrando no ouvido de Isabelle que o seguiu discretamente.

Não foi difícil para Tyler encontrar um corredor vazio já que o castelo estava todo concentrado no salão de festas, e quando se viu sozinho puxou Isabelle de surpresa a colocando contra a parede e a beijou.

– Não quero que vá amanhã.

– Considere-se sortudo, a maioria vai embora hoje de madrugada.

– Eu sei – ele suspirou acariciando o rosto dela – vocês, a Alemanha e o Brasil são os únicos a ficarem para o café.

– É.

– Mas o importante é que você pode dormir comigo de novo.

Isabelle sorriu.

– Acho que nunca dormi tão bem em toda minha vida.

Ele sorriu beijando o pescoço dela.

– Você suspira bastante – ele sorriu – fica tão lindinha dormindo.

– Para, está me deixando envergonhada.

Ele sorriu.

– Você está maravilhosa.

– Você também – ela arrumou a gravata dele sorrindo – e... – ela chegou os lábios perto do ouvido dele – você está particularmente cheiroso.

– É?

– Sim – ela deu um selinho nos lábios dele – e homem cheiroso é minha perdição.

– E morenas são minha perdição.

Ela sorriu e o puxou para seus lábios. Tyler a pressionou ainda mais forte na parede sentindo seus corpos grudados enquanto a mãozinha gelada dela tocava sua nuca.

– Alguém pode nos ver – ela murmurou entre o beijo.

– Dane-se – ele a apertou com mais força.

– Tyler – ela gemeu – terminamos isso no quarto.

Ele sorriu safado.

– Não pense besteira!

– Não falei nada.

– Ta – ela o beijou mais uma vez – eu te procuro ou...?

– Quando eu for para o quarto te procuro ai você vai um pouco depois pra ninguém suspeitar.

– Ok – ela o beijou mais uma vez – até daqui a pouco.

Quando ela foi embora ele passou a mão no cabelo suspirando, estava quase perdendo o controle de suas mãos que queriam se aventurar por todo o corpo dela.

– Controle-se Tyler – ele disse voltando para a festa.

. . .

– Ele não para de te olhar – Charlie murmurou um pouco nervoso.

– Charlie, pela milésima vez, eu escolhi você – Emily tomou um pouco de vinho.

– Eu sei, mas... – ele socou de leve a mesa.

– Chega, vem.

– Oque?

– Dança comigo.

Ele suspirou se levantando pegando a mão da mulher.

– Agora sorria – ela pediu e ele sorriu fraco – ótimo – Emily o beijou rapidamente o envolvendo pelo pescoço.

E depois de 17 anos Charlie enfim havia aprendido a dançar um pouco. Os dois dançavam lentamente e olhando bem nos olhos de Emily ele sorriu abertamente.

– E cá estamos nós no aniversário de 15 anos da nossa filha... devo admitir que há 17 anos eu nunca poderia imaginar isso.

– Muito menos eu – ela sorriu – eu tinha tanto, mas tanto medo de não ser feliz, mas a partir do momento que eu entrei naquele salão e te vi ali parado, sorrindo pra mim... eu soube que seria feliz.

Charlie sorriu dando um selinho nela.

– Te amo, minha princesa.

– Também te amo, guarda.

Ela o envolveu pela nuca mais forte e o beijou agora de verdade. Ele encerrou com uma mordidinha no lábio dela que os fez sorrir.

– Sabe, eu não vi Carter – ela disse.

– Ah, eu o vi umas três vezes de relance.

– Acha que seria uma boa ideia... falar com ele?

– Não seria uma boa formar um barraco na festa de sua filha.

– Verdade, só irei dar oi.

– Boa menina – ele sorriu e Emily deu mais um beijo nele.

Assim que a música acabou Emily começou a perambular pelo salão procurando por Carter. O achou conversando com Rose, sai noiva. Desculpa perfeita pra falar com eles.

– Rose querida! – Emily se aproximou dos dois.

– Emily! – Rose soltou as mãos de Carter para abraçar Emily.

– Como vai?

– Muito bem, obrigada. E você?

– Estou bem sim – ela desviou os olhos para Carter – oi Carter.

O garoto tomou um pouco de Champanhe e suspirou.

– Oi – ele disse, porém não se deu ao trabalho de olhar para Emily, Rose estranhou.

– Tudo bem?

– Sim.

– Eu vou pegar mais um pouco de licor – Rose se retirou respeitosamente.

Emily suspirou.

– Pode ao menos olhar pra mim?

– Não estou com muita vontade de me zangar agora.

– Carter – ela colocou a mão no ombro dele – temos que conversar.

– Creio que não.

– Para de ser tão frio comigo! – ela suspirou realmente triste – volte a ser meu irmão adorável e amoroso que você sempre foi.

– Não sou mais criança a mito tempo.

– Eu sei – ela tentou acariciar o rosto dele, mas Carter desviou.

– O que você quer?

– Que me desculpe.

– Muito pouco comparado com uma coroa, não é?

– Eu jamais teria renunciado se você não a quisesse.

– Eu tinha 11 anos! Eu queria ser rei porque achava que era legal, mas não é nada legal!

– Eu pensei que quisesse!

– Pois não quero – ele continuava frio – e eu tenho a opção de me acovardar e passar o bastão para outro? Não, porque não tem outro!

– Me desculpa!

Ele suspirou.

– Não precisava desistir do trono para casar com ele.

– Eu...

– Precisava se impor diante do papai e ditar suas regras, e mamãe ainda estava a favor, não tinha como você perder a situação porque sabemos que o papai no final sempre faz o que a mamãe quer!

– Está dizendo que...

– Se batesse o pé um pouco mais, poderia se casar e ter o trono, mas não, você preferiu se livrar da responsabilidade e jogar no seu irmão de 11 anos que nem ciência da situação direito tinha!

– Eu nunca levei jeito, gardênia seria um desastre se eu governasse!

– Eu não tive a mesma educação que você desde que nasci, eu não fui tão bem preparado como você. E se eu for ruim? O povo vai se virar contra quem?

Emily olhou para baixo.

– Eu só...

– Pensou só em você mesma, é, eu sei – ele se retirou deixando Emily calada.

Uma lágrima escorreu de seu olho e ela saiu discretamente apressada pelo salão.

Pelo vestido dela ser tão diferente dos outros, Charlie não encontrou dificuldades ao ver sua mulher sair apressada do salão.

Se levantou apressado pedindo desculpas a Nick indo atrás de Emily. Ela estava sentada na escada, chorando baixinho sem chamar muita atenção. Ele se sentou ao lado dela e a abraçou deixando que ela chorasse em seu peito.

– E-ele me odeia – ela soluçou.

– Não é verdade, ele só está bravo.

– E com razão – ela disse o abraçando com força – se eu tivesse insistido um pouco mais poderia ter ficado com você e o trono.

– Se arrepende?

– Por ele sim, mas por mim não, sou feliz exatamente assim, ser Rainha me traria mais dor de cabeça, mas Carter não estaria bravo.

Charlie a abraçou mais forte.

– É passageiro, você vai ver – ele acariciou os ombros dela – quer voltar pra festa ou ir pra cama?

– Se não se importar eu vou pra cama.

– Certo, só vou me despedir do pessoal lá dizer que você não está bem e vou pro quarto com você.

– Você é perfeito, sério.

Ele sorriu.

– Eu tento – ele beijou o nariz dela – agora vai subindo que eu já vou.

Assim que ela foi Charlie mordeu o lábio voltando pro salão, aquela situação não iria amenizar tão rápido.

Notas finais
Então, parece que o novo dia de postagem dessa fic é sexta, então agr toda sexta aqui pessoas lindas do meu core. By by lindhos e lindhas!