Princesa Emily 2

15 Eu disse que isso daria errado.


Notas iniciais
Eu estou extremamente brava nessa sexta-feira do demônio, na boa, que dia do cão! Mas eu sou uma pessoa muito boa e vou esquecer disso um pouquinho pra postar aqui. Boa leitura!

– Tyler, papai está te chamando na sala dele – Alex bateu na porta do garoto nem esperando uma resposta par voltar a andar pelos corredores do castelo.

– Estou indo – o garoto respondeu colocando os sapatos, mesmo que ela não estivesse ouvindo.

O garoto embora meio confuso foi até a sala de seu pai, ele raramente ficava lá, mas agora como futuro general ele tinha assuntos a resolver de amanhã e treino a tarde. E mais raro do que Charlie em sua sala, era chamar Tyler em sua sala.

– Pai? – Tyler abriu a porta sem bater e só depois que percebeu que não bateu fez uma careta, mas... era seu pai, Charlie era muito tranquilo em aspecto de formalidades.

– Oi tampinha, entra – ele disse e Tyler fechou a porta.

– Então, mandou me chamar?

– Sim, sim – ele sentou à frente de Charlie que pegou um telefone – sua namorada quer falar com você – ele cantarolou e Tyler sorriu pegando o telefone – e antes, saiba que eu deixo – ele piscou para o garoto.

– Deixa oque?

Charlie apenas entregou o telefone a ele a indicou que ele podia sair e ele assim fez indo apressado para seu quarto enquanto colocava o telefone no ouvido.

– Isa?

– Olá Príncipe dorminhoco – ela disse e ele sorriu, realmente, eram dez horas e ele havia acabado de acordar praticamente.

– Eu não estava dormindo, estava descansando os olhos.

Ela riu.

– Então, estou te ligando por um motivo especifico – ela disse e ele finalmente entrou em seu quarto fechando a porta.

– Bom?

– Ótimo.

– Então me conte!

Ela riu novamente.

– Estou te intimando a passar uma semana aqui na Itália comigo.

Ele sorriu parando por alguns segundos.

– Me intimando? – ele voltou a reagir.

– Sim, e considerando que meu sogro já deixou, você terá que vir.

"Ah, isso que ele deixou".

– Ele deixou mesmo?

– Claro querido, eu sou Isabelle Belutti – ela disse metida e ele sorriu – eu consigo qualquer coisa.

– Então quem sou eu pra discordar?

– Estou com tanta saudade de você – ela disse repentinamente.

– Também estou morrendo de saudade de você, minha italianazinha.

– Você vem amanhã ok?

– Amanhã? Já?

– Algum problema?

– Não, nenhum, só é muito perto, fiquei surpreso, só isso – ele disse.

– Ok – ela suspirou – te vejo amanhã, tudo bem?

– Tudo bem – ele concordou – mas... eu vou poder dormir com você, não é?

Ela riu.

– Eu dou meu jeito, prometo.

– Promete mesmo?

– Claro, meu amor.

Ele sorriu querendo muito que ela estivesse ali para que pudesse abraça-la.

– Eu tenho que desligar agora.

– Tudo bem – ele suspirou – gostaria de falar mais com você, mas ok, te vejo amanhã minha linda.

– Estarei esperando.

. . .

– Mas... Itália, uma semana? – Emily olhou para o marido.

– Sim, qual o problema amor? – ele segurou o rosto da mulher.

– O problema? – ela disse e suspirou – é que... uma semana na Itália!

Charlie sorriu beijando os lábios dela devagar.

– Eu também vou sentir falta dele – ele disse.

– Meu deus, e não me conformo que ele cresceu – ela abraçou Charlie – outro dia ele era uma criaturinha nos meus braços na maternidade com você quase tendo um enfarto dizendo que eu ia derrubá-lo.

Charlie sorriu acariciando os cabelos dela.

– Meu filho né – ele disse – e você estava muito fraca, não estava gostando muito da ideia de ficar o segurando.

– Nosso bebê cresceu – ela fez cara de choro – nossos bebês né.

– E sabe oque isso significa?

– O que?

– Que estamos velhos – ele disse e Emily riu enxugando uma lágrima – e mesmo assim você continua linda.

– Eu não estou tão velha assim, 34 poxa – ela fez bico e ele sorriu a beijando.

– Então isso é um sim para Tyler passar uma semana na Itália? – ele perguntou.

Emily olhou fundo naqueles olhos tão penetrantes que a faziam esquecer do mundo, sempre.

– Você já disse sim né, que tipo de megera eu seria se dissesse não? – ela disse novamente fazendo bico – mas na próxima vez me consulte antes.

Ele assentiu.

– Sim meu amor – ele segurou a cintura dela começando a espalhar beijos por seu pescoço.

– Você tem te trabalhar – ela o empurrou pelos ombros.

– Tenho meia hora... tempo mais do que suficiente – ele murmurou a pegando no colo deixando seu corpo na cama.

Emily passou as mãos pelos ombros dele escorregando pelos braços, ela mordeu o lábio e Charlie sorriu tirando sua própria jaqueta rapidamente.

– Ah meu deus, o Joey – Emily parou os beijos de Charlie em sua bochecha.

– Ele não vai morrer em 10 minutos, eu vou – ele apertou a cintura dela.

Ela riu quando ele começou a tirar a roupa dela.

– Amor... não prefere esperar até a noite? – ela acariciou o cabelo dele sentindo seus lábios roçarem em seu pescoço.

– Não – ele sorriu a beijando rapidamente – eu quero agora, mas quero de noite também.

– Homem insaciável – ela mordeu a orelha dele que riu.

– Claro – ele concordou subindo a blusa dela.

– Mas o Joey...

Charlie se levantou indo até o telefone, discou alguns números e esperou.

– Oi, pode cuidar de Joey um instante?... sim filha, eu e sua mãe estamos ocupados... ok, obrigado.

Emily não conseguiu evitar um sorriso.

– Mais alguma desculpa? – ele perguntou tirando a camisa.

Ela olhou para o peitoral dela descendo os olhos por seu tanquinho.

– Não é justo exigir uma resposta minha quando tira a camisa.

Ele riu abrindo a calça a tirando também.

– Ai já é sacanagem – ela disse olhando para a cueca dele.

Ela se levantou abraçando o pescoço dele dando alguns beijos em seus ombros e pescoço.

– Você é um chantagista, Charlie Martin.

– Igual você – ele apertou a cintura dela – mas você é pior – ele ergueu as mãos até o primeiro botão da camisa dela e começou a abrir devagar.

– Então eu sou pior?

– É, e está fazendo agora essa carinha que me deixa louco – ele terminou de abrir a camisa rapidamente a tirando.

Ela riu quando ele a pegou no colo começando a sugar seu pescoço de leve a colocando novamente na cama. O resto das roupas deles saíram tão rápido de seus corpos que Emily mal percebeu quando já estava nua.

Charlie a olhou, o desejo e o carinho explícito nos olhos verdes eletrizantes e no momento bem escuros. Ele sorriu acariciando o rosto dela descendo a mão contornando as curvas do corpo da mulher.

– Você é linda – ele disse beijando o maxilar dela.

Emily sorriu trazendo o rosto dele até ela encostando seus lábios com calma. As mãos dela contornaram os ombros dele descendo pelo seu peito, quase chegava a se errado o quanto aquele era homem era lindo.

Abraçou as costas dele beijando seu peito descendo uma das mãos até a bunda dele o que o fez rir.

– Eu sempre soube que esse dia ia chegar – ela sussurrou – o dia que eu viraria a velha safada.

Agora ele praticamente gargalhou enquanto ela girava ficando por cima dele e agora as mãos dele foram para a bunda da mulher. Ela sentou bem em cima do membro dele sentindo que ele já estava completamente excitado, Charlie fechou os olhos quando ela rebolou levemente na cintura dele mordendo o lábio.

Sem paciência nenhuma ele a puxou pelo rosto a beijando enroscando sua língua na dela enquanto com a mão livre segurava seu próprio membro se estimulando freneticamente gemendo contra os lábios da mulher.

– Amor – ele gemeu quando ela apertou a mão dele o ajudando a se masturbar.

– Hum?

Ele a jogou contra a cama entrelaçando suas mãos nas dela. Os olhos dele estavam tão escuros e tão lindos que Emily não conseguiu parar de olhá-los até Charlie a penetrar e ela inevitavelmente fechar os olhos gemendo segurando um grito mordendo o lábio.

Ela tirou uma das mãos da dele para abraçar as costas de Charlie o sentindo começar a se movimentar devagar e forte dentro dela.

– Hummmm amor – Charlie gemeu no ouvido dela que mordeu seu pescoço.

– Eu te amo tanto – ela disse puxando o rosto dele para olhá-lo.

– Não mais que eu.

Eles sorriram um para o outro e Charlie jogou seus lábios contra os dela.

O corpo dele enfraqueceu e ele deitou por cima da mulher colocando a cabeça entre os seios dela.

– Preciso ir, meu amor – Emily acariciou as costas dele devagarzinho vendo o quanto elas eram lindamente esculpidas.

– Eu também – ele subiu o rosto dando beijinhos no pescoço dela – mas agora eu vou trabalhar mais feliz do que antes.

Ela riu segurando a nuca dele dando um beijo bem demorado em seus lábios.

Meio preguiçosos saíram da cama e começaram a se trocar.

. . .

– Espera, como assim? – Anne perguntou.

– Querem o fim da monarquia por causa da Emily – Edwin repetiu claramente desnorteado.

– Mas porque por ela?

Edwin voltou a sentar na mesa colando as mãos na nuca.

– Eles se sentem traídos por nós... principalmente pela Emily.

Ela franziu o cenho demonstrando que ainda não havia entendido.

– Quando Emily desistiu do trono por Charlie... a revolta começou, mas era um grupo mínimo na época, não passava de dez pessoas, mas agora está ganhando força e... eu disse a todos vocês que ela desistir do trono para se casar com ele era uma péssima ideia!

– Mas... ah droga, eu não tenho mais nada pra falar – ela sentou ao lado dele – você tem algo em mente?

– Não – ele disse – seria uma maravilha se Emily pudesse renunciar o fato de ter renunciado o trono, mas infelizmente as coisas não são assim.

– Mas deve haver outra solução – ela disse – além do fim da monarquia, claro.

– Eu torço pra isso também – ele disse – por isso preciso da sua ajuda, precisamos pensar, dar algo tão espetacular ao povo que pode fazê-los esquecer disso... e o que quer que seja, Emily tem que estar a frente disso...

– Para a raiva deles cessar, é, boa ideia – ela disse – e com isso temos que anunciar o que está acontecendo.

– Não não, agora não – ele disse.

– Como não, Edwin?

– Você conhece a mesma Emily que eu?

– Evidentemente – ela disse.

– Então sabe que ela vai ficar desesperada, e isso pode piorar.

A rainha foi protestar, mas se interrompeu fazendo uma careta.

– Tem razão – ela disse e ele a olhou com o cenho franzido. A rainha Anne admitindo que estava errada? Ok, o mundo está acabando – mas se não quer que isso se torne de conhecimento do palácio suponho que tenha alguma ideia.

– E tenho – ele sorriu, mas vacilou – bom, minha ideia é ter ideias.

Anne revirou os olhos.

– Eu e você vamos pensar em algo espetacular para o povo e depois poremos Emily a frente do projeto, isso se até lá nossas tropas não tiverem conseguido neutralizar a rebelião.

– Seu plano tem uma falha.

– E qual seria?

– Charlie está praticamente a frente da guarda do palácio, como quer que os guardas os investiguem sem que o general fique ciente da situação?

Edwin suspirou, não havia pensado naquilo.

– Eu vou falar com o garoto, tenho certeza que não irá abrir a boca.

– Não vá ameaçá-lo, Edwin.

– Um pouquinho só – ele deu de ombros – calma, não vou brigar com ele, apenas explicar a situação, ele é um garoto esperto... e se importa com nossa filha, não vai fazer nada que a prejudique.

A Rainha assentiu.

– O que quer que seja, terá que ser rápido, bem rápido – Edwin a olhou – acho que Gardênia nunca enfrentou uma rebelião como essa.

Anne o olhou e suspirou abraçado o marido.

– Espero que dê tudo certo.

Notas finais
Pra quem não sabe eu abri os comentários pra vocês me fazerem perguntas, qualquer pergunta sobre algo que queiram saber, seja sobre a fic ou sobre mim, sobre meu cachorro ou sei lá, respondo qualquer coisa kkkk respondo tudo então bora comentar pra fazer uma perguntinha pra essa maluca aqui, aproveitem e melhorem meu humor porque hoje a situação ta feia Deixem suas perguntas e até Sexta que vem, bjs lindhos e lindhas!.