Princesa Emily 2

16 Itália Baby.


Notas iniciais
LEIAM ISSO AQUI! To atrasada Gente, quem lê ACBAH 2 já sabe que eu tive probleminhas com meu computador, ou seja, meu primo retardado o jogou na piscina e como todas as fics estavam lá eu me ferrei bem bonito. Esse cap não era pra existir, é um bônus que eu estou postando pra vcs saberem que eu não abandonei a fic e nem morri, então quando eu receber o pen drive com todos os arquivos que o técnico está recuperando eu vou voltar a postar normalmente fazendo uma maratona compensando todos os caps atrasados que até agr são dois, então fiquem com esse bônus e vejo vcs sexta que vem se deus quiser, mas se não é só esperar que eu volto. Boa leitura!

O jatinho havia acabado de pousar em Roma, capital da Itália e cidade de sua Isabelle.

Saiu do mesmo vendo seus dois seguranças levarem suas malas. Os óculos escuros eram necessários por estar um belo de um sol em Roma, e pra quem era acostumado com o tempo fechado e o frio de Gardênia aquele lugar era bem quente.

Sorriu abertamente vendo Isabelle aparecer com um vestido laranja soltinho e um sorriso de ponta a ponta, saiu de perto dos homens que a cercavam e foi praticamente correndo até Tyler pulando em seu colo.

Pequeno detalhe, eles estavam no aeroporto, então muitas pessoas estavam os vendo.

– Quanta saudade – ele disse após ela praticamente pular em seu colo.

– É claro – ela sorriu pra ele – eu posso esquecer que tem um monte de gente aqui e te dar um beijo?

– Não só pode como deve – ela sorriu segurando o rosto dele e Tyler pouso uma das mãos na cintura dela e a outra em seus cabelos.

– Senti sua falta – ela sussurrou antes de selar seus lábios com os dele.

Eles podiam ouvir a agitação em volta deles, muitas fotos sendo tiradas, mas nenhum deles se importava, o mundo já sabia que eles eram m casal, então pra que esconder?

– Você já veio pra cá? – ela perguntou sentindo os dedos deles se entrelaçarem enquanto andavam cercados de seguranças até a limusine ouvindo gritos de pessoas pra todos os lados.

– Sim, mas eu tinha uns cinco ou seis anos – ele disse – não lembro de nada.

– Ótimo – ela sorriu e ele a olhou – tenho uma cidade pra te mostrar então.

Isabelle não morava no castelo, mas morava em uma baita casa com um quintal incrível.

– Não é tão majestosa como sua casa, mas...

– É perfeita – ele a olhou rapidamente.

Eles entraram e Tyler reparou em cada detalhe, era um lugar extremamente chique, isso é fato, mas era um chique diferente do que ele estava acostumado, e gostou disso.

– Seus pais...?

– Viajando – ela disse – devem chegar um dia depois que você for.

– Então... estamos sozinhos?

– É – ela olhou por cima do ombro dele – tirando os trinta seguranças e empregados, sim, estamos sozinhos.

Ele sorriu.

– Melhor que nada.

– Claro – ela concordou – Rick – ela chamou um dos seguranças que estavam afastados, mas estavam ali e depois disso começou a falar italiano com ele, Tyler prestou muita atenção no que ela falava, mas italiano não era uma das línguas que ele dominava tão bem.

Assim que o homem saiu assentindo com a cabeça Tyler a olhou.

– Vem, vamos deixar suas coisas no quarto – ela voltou a falar inglês enquanto eles subiam as escadas intermináveis.

– Seu quarto, certo?

Ela revirou os olhos.

– Sim, mas ninguém sabe disso então não fale sobre o assunto – ela disse e ele assentiu – a principio seu quarto seria esse, então bagunce a cama e deixe suas coisas aqui para parecer que você realmente está aqui, e de resto, é tranquilo.

– Ok.

Eles deixaram as coisas dele no hipotético quarto do garoto e desceram indo até a enorme cozinha onde três mulheres trabalhavam.

– Marcia, abbiamo fame, preparare qualcosa di veramente gustoso e quando si è pronti invia avvertimento giusto?

– Sì signorina , il suo fidanzato è molto bello.

– Ho detto che era – elas riram e Tyler apenas obsevou – Grazie Marcia.

Eles novamente sairam da cozinha e Tyler a olhou.

– Você poderia começar a traduzir suas conversas? Porque eu gostaria de entender oque está acontecendo.

Ela riu.

– Pedi que Marcia preparasse algo para nós, ela disse que você é muito bonito, eu concordei e agradeci.

Ele avermelhou um pouco e ela sorriu.

– Certo – ele engoliu seco e ela o puxou para o segundo andar novamente.

– Depois que comermos vamos há algum lugar – ela disse – tem preferências?

– Bom – ele sorriu – eu gostaria de conhecer o Coliseu, óbvio – ela assentiu, era plausível – e a Fontana de Trevi.

– Ok – ela disse – então é nesses lugares que vamos hoje – ela sorriu para ele que sorriu de volta.

– Eu te amo, muito – ele a abraçou caindo os dois na cama.

– É, eu sei – ela fez cara de metida – eu também te amo muito – ela abraçou as costas dele que enchia seu pescoço de beijos.

– Mais uma semana com você – ele murmurou – ter nos assumido foi a melhor coisa que eu já fiz.

Ela sorriu acariciando as costas dele coberta pelo blazer.

– Porque não tira isso? – ela segurou a gola do blazer dele.

Tyler ergueu os olhos a olhando com um soriso malicioso e ela avermelhou.

– É por causa do calor seu pervertido!

– Uhum, é claro que é – ele disse ficando de joelhos na cama tirando o blazer azul marinho.

– Seu tarado – ela bateu nele que riu – aproveita e troca de roupa, você está muito social pro meu gosto.

– Caso não se lembre eu sou um principe – ele disse – tenho uma reputação.

– Eu sei, mas colocar uma bermuda e uma camiseta não vai tirar sua reputação e vai te impedir de desmaiar no meio da rua.

– Certo conterrânea – ele se rendeu se levantando e indo em direção a porta. – já volto, não chore, prometo que é rápido.

– Vai logo!

Não demorou muito para ele abrir a porta com um sapatenis, uma bermuda azul escura e uma camisa branca com as mangas arregaçadas até os cotovelos.

– Melhorou?

Ela o olhou.

– É – ela deu de ombros – está melhor.

– Bobona – ele foi até ela a puxando dando um selinho rápido em seus lábios.

Ele a olhou rapidamente antes de colocá-la contra a parede a beijando, o beijo estava se aprofundando cada vez mais quando o telefone tocou.

Ela empurrou Tyler de leve abrindo espaço e pegou o telefone, apenas agradeceu e desligou.

– Com fome? – ela o olhou ainda meio ofegante por causa do beijo.

Ele assentiu.

Ela se aproximou dele arrumando seu cabelo e depois o puxando pelo pulso saindo.

Aquele foi o melhor macarrão que ele já comeu, e ao ver a cara dele Isabelle sorriu.

– Em qual quer ir primeiro? – ela perguntou.

– Hum?

– Em qual lugar quer ir primeiro?

– Ah – ele pensou – Coliseu.

– Ok – ela concordou.

* * *

Eles entraram pela pode-se dizer "porta dos funcionários". Tyler olhava cada detalh do magestoso Coliseu e ali imaginou aquele lugar lotado com gladiadores lutando uns com os outros.

– É fascinante, não? – ela o olhou bem. Tyler tirou os óculos de sol para obsevar o lugar melhor.

– É extraordinário – ele sorriu e ela abraçou a cintura dele que passou o braço pelos ombros da menina – e está até que bem conservado pelo tempo.

– Realmente – ela disse – cem anos atras perdemos aquela parte ali – eloa apontou para uma grande falha na construção de cima a baixo – mas fora isso, ele está intacto há um bom tempo.

Tyler assentiu abrindo uma garrafinha de água e tomou alguns goles e olhou para Isabelle que apreciava os detalhes atenta mesmo por baixo dos óculos escuros.

– Ah, eu tenho que mandar fotos pra minha mãe – ele disse tirando sua camera preta ba bolsa pendurada no ombro e a apontou para eles – sorria.

Ele olhou a foto e sorriu colocando a câmera em frente aos olhos tirrando algumas fotos do monumento as olhando depois.

– Pode, por favor, parar de fazer essa cara?

– Que cara? – ele a olhou com o cenho franzido.

– Essa cara de fotógrafo – ela disse – eu não posso te agarrar aqui, então colabore, por favor – ela sussurou e ele sorriu de lado.

– Ok – ele colocou a lente da câmera novamente colocando sua alça no ombro e puxou a menina pela cintura a beijando, havia aprendido com seus pais que nunca tiveram vergonha de afeto em público que não fazia o menor problema, era só não passar na conta – Fontana de Trevi?

– Fontana de Trevi – ela assentiu.

* * *

A fontana de trevi estava bem cheia, mas eles conseguiram se aproximar. Isabelle parecia meio cansada igual a tyler, mas aquela era a última parada do dia, afinal, já estava quase escurescendo e era perigoso mesmo com tantos seguranças ao redor deles.

– Vamos, faça um pedido – ela entregou uma moeda a ele com outra na mão.

– Funciona? – ele perguntou rodeando a moeda nos dedos.

– Diz a lenda que sim – ela deu de ombros sorrindo – pelo menos tente.

– Certo – ele virou de cotas para a fonte e fechou os olhos fazendo um pedido e jogando a moeda por cima da fonte.

– Oque pediu?

– É segredo – ele franziu o cenho – estraga a mágica se eu contar.

Ela revirou os olhos e repetiu o movimento do garoto jogando a moeda na fonte.

– Melhor irmos, não é? – ela segurou o pulso dele olhando as horas em seu relógio.

– Sim, meu amor – ele fez cara de cansaço passando o braço pela cintura dela que sorriu boba beijando a bochecha dele – o cansaço vale toda a pena considerando que vou dormir com você.

– Concordo.

Notas finais
Não é só porque é um bônus que não é pra comentar hein? Comentem ai que eu to respondendo tudo então não tem porque não comentar né. Até o próximo cap que oremos pra que seja sexta que vem. Bjs!