Princesa Emily 2
16 Itália Baby.
Notas iniciais
O jatinho havia acabado de pousar em Roma, capital da Itália e cidade de sua Isabelle.
Saiu do mesmo vendo seus dois seguranças levarem suas malas. Os óculos escuros eram necessários por estar um belo de um sol em Roma, e pra quem era acostumado com o tempo fechado e o frio de Gardênia aquele lugar era bem quente.
Sorriu abertamente vendo Isabelle aparecer com um vestido laranja soltinho e um sorriso de ponta a ponta, saiu de perto dos homens que a cercavam e foi praticamente correndo até Tyler pulando em seu colo.
Pequeno detalhe, eles estavam no aeroporto, então muitas pessoas estavam os vendo.
– Quanta saudade – ele disse após ela praticamente pular em seu colo.
– É claro – ela sorriu pra ele – eu posso esquecer que tem um monte de gente aqui e te dar um beijo?
– Não só pode como deve – ela sorriu segurando o rosto dele e Tyler pouso uma das mãos na cintura dela e a outra em seus cabelos.
– Senti sua falta – ela sussurrou antes de selar seus lábios com os dele.
Eles podiam ouvir a agitação em volta deles, muitas fotos sendo tiradas, mas nenhum deles se importava, o mundo já sabia que eles eram m casal, então pra que esconder?
– Você já veio pra cá? – ela perguntou sentindo os dedos deles se entrelaçarem enquanto andavam cercados de seguranças até a limusine ouvindo gritos de pessoas pra todos os lados.
– Sim, mas eu tinha uns cinco ou seis anos – ele disse – não lembro de nada.
– Ótimo – ela sorriu e ele a olhou – tenho uma cidade pra te mostrar então.
Isabelle não morava no castelo, mas morava em uma baita casa com um quintal incrível.
– Não é tão majestosa como sua casa, mas...
– É perfeita – ele a olhou rapidamente.
Eles entraram e Tyler reparou em cada detalhe, era um lugar extremamente chique, isso é fato, mas era um chique diferente do que ele estava acostumado, e gostou disso.
– Seus pais...?
– Viajando – ela disse – devem chegar um dia depois que você for.
– Então... estamos sozinhos?
– É – ela olhou por cima do ombro dele – tirando os trinta seguranças e empregados, sim, estamos sozinhos.
Ele sorriu.
– Melhor que nada.
– Claro – ela concordou – Rick – ela chamou um dos seguranças que estavam afastados, mas estavam ali e depois disso começou a falar italiano com ele, Tyler prestou muita atenção no que ela falava, mas italiano não era uma das línguas que ele dominava tão bem.
Assim que o homem saiu assentindo com a cabeça Tyler a olhou.
– Vem, vamos deixar suas coisas no quarto – ela voltou a falar inglês enquanto eles subiam as escadas intermináveis.
– Seu quarto, certo?
Ela revirou os olhos.
– Sim, mas ninguém sabe disso então não fale sobre o assunto – ela disse e ele assentiu – a principio seu quarto seria esse, então bagunce a cama e deixe suas coisas aqui para parecer que você realmente está aqui, e de resto, é tranquilo.
– Ok.
Eles deixaram as coisas dele no hipotético quarto do garoto e desceram indo até a enorme cozinha onde três mulheres trabalhavam.
– Marcia, abbiamo fame, preparare qualcosa di veramente gustoso e quando si è pronti invia avvertimento giusto?
– Sì signorina , il suo fidanzato è molto bello.
– Ho detto che era – elas riram e Tyler apenas obsevou – Grazie Marcia.
Eles novamente sairam da cozinha e Tyler a olhou.
– Você poderia começar a traduzir suas conversas? Porque eu gostaria de entender oque está acontecendo.
Ela riu.
– Pedi que Marcia preparasse algo para nós, ela disse que você é muito bonito, eu concordei e agradeci.
Ele avermelhou um pouco e ela sorriu.
– Certo – ele engoliu seco e ela o puxou para o segundo andar novamente.
– Depois que comermos vamos há algum lugar – ela disse – tem preferências?
– Bom – ele sorriu – eu gostaria de conhecer o Coliseu, óbvio – ela assentiu, era plausível – e a Fontana de Trevi.
– Ok – ela disse – então é nesses lugares que vamos hoje – ela sorriu para ele que sorriu de volta.
– Eu te amo, muito – ele a abraçou caindo os dois na cama.
– É, eu sei – ela fez cara de metida – eu também te amo muito – ela abraçou as costas dele que enchia seu pescoço de beijos.
– Mais uma semana com você – ele murmurou – ter nos assumido foi a melhor coisa que eu já fiz.
Ela sorriu acariciando as costas dele coberta pelo blazer.
– Porque não tira isso? – ela segurou a gola do blazer dele.
Tyler ergueu os olhos a olhando com um soriso malicioso e ela avermelhou.
– É por causa do calor seu pervertido!
– Uhum, é claro que é – ele disse ficando de joelhos na cama tirando o blazer azul marinho.
– Seu tarado – ela bateu nele que riu – aproveita e troca de roupa, você está muito social pro meu gosto.
– Caso não se lembre eu sou um principe – ele disse – tenho uma reputação.
– Eu sei, mas colocar uma bermuda e uma camiseta não vai tirar sua reputação e vai te impedir de desmaiar no meio da rua.
– Certo conterrânea – ele se rendeu se levantando e indo em direção a porta. – já volto, não chore, prometo que é rápido.
– Vai logo!
Não demorou muito para ele abrir a porta com um sapatenis, uma bermuda azul escura e uma camisa branca com as mangas arregaçadas até os cotovelos.
– Melhorou?
Ela o olhou.
– É – ela deu de ombros – está melhor.
– Bobona – ele foi até ela a puxando dando um selinho rápido em seus lábios.
Ele a olhou rapidamente antes de colocá-la contra a parede a beijando, o beijo estava se aprofundando cada vez mais quando o telefone tocou.
Ela empurrou Tyler de leve abrindo espaço e pegou o telefone, apenas agradeceu e desligou.
– Com fome? – ela o olhou ainda meio ofegante por causa do beijo.
Ele assentiu.
Ela se aproximou dele arrumando seu cabelo e depois o puxando pelo pulso saindo.
Aquele foi o melhor macarrão que ele já comeu, e ao ver a cara dele Isabelle sorriu.
– Em qual quer ir primeiro? – ela perguntou.
– Hum?
– Em qual lugar quer ir primeiro?
– Ah – ele pensou – Coliseu.
– Ok – ela concordou.
* * *
Eles entraram pela pode-se dizer "porta dos funcionários". Tyler olhava cada detalh do magestoso Coliseu e ali imaginou aquele lugar lotado com gladiadores lutando uns com os outros.
– É fascinante, não? – ela o olhou bem. Tyler tirou os óculos de sol para obsevar o lugar melhor.
– É extraordinário – ele sorriu e ela abraçou a cintura dele que passou o braço pelos ombros da menina – e está até que bem conservado pelo tempo.
– Realmente – ela disse – cem anos atras perdemos aquela parte ali – eloa apontou para uma grande falha na construção de cima a baixo – mas fora isso, ele está intacto há um bom tempo.
Tyler assentiu abrindo uma garrafinha de água e tomou alguns goles e olhou para Isabelle que apreciava os detalhes atenta mesmo por baixo dos óculos escuros.
– Ah, eu tenho que mandar fotos pra minha mãe – ele disse tirando sua camera preta ba bolsa pendurada no ombro e a apontou para eles – sorria.
Ele olhou a foto e sorriu colocando a câmera em frente aos olhos tirrando algumas fotos do monumento as olhando depois.
– Pode, por favor, parar de fazer essa cara?
– Que cara? – ele a olhou com o cenho franzido.
– Essa cara de fotógrafo – ela disse – eu não posso te agarrar aqui, então colabore, por favor – ela sussurou e ele sorriu de lado.
– Ok – ele colocou a lente da câmera novamente colocando sua alça no ombro e puxou a menina pela cintura a beijando, havia aprendido com seus pais que nunca tiveram vergonha de afeto em público que não fazia o menor problema, era só não passar na conta – Fontana de Trevi?
– Fontana de Trevi – ela assentiu.
* * *
A fontana de trevi estava bem cheia, mas eles conseguiram se aproximar. Isabelle parecia meio cansada igual a tyler, mas aquela era a última parada do dia, afinal, já estava quase escurescendo e era perigoso mesmo com tantos seguranças ao redor deles.
– Vamos, faça um pedido – ela entregou uma moeda a ele com outra na mão.
– Funciona? – ele perguntou rodeando a moeda nos dedos.
– Diz a lenda que sim – ela deu de ombros sorrindo – pelo menos tente.
– Certo – ele virou de cotas para a fonte e fechou os olhos fazendo um pedido e jogando a moeda por cima da fonte.
– Oque pediu?
– É segredo – ele franziu o cenho – estraga a mágica se eu contar.
Ela revirou os olhos e repetiu o movimento do garoto jogando a moeda na fonte.
– Melhor irmos, não é? – ela segurou o pulso dele olhando as horas em seu relógio.
– Sim, meu amor – ele fez cara de cansaço passando o braço pela cintura dela que sorriu boba beijando a bochecha dele – o cansaço vale toda a pena considerando que vou dormir com você.
– Concordo.
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