Preto é a Cor do Amor

25 Faça amor, não faça jogo


Notas iniciais
Heeeeeeey! Dois no mesmo dia? Surpresaaa! ♥ kkk' Resolvi postar dois hoje e dois na quarta, e assim por diante até concluir a meta! ~a meta é segredinho~ UHASUSAHUS ~Enjoy

— Will

Logo após o jantar, Hades havia chamado a todos os adultos para conversarem na sala de estar e, devo dizer, o homem estava bem animado em conhecer Perséfone. Meu pai conversava com Deméter sobre alguma coisa banal e Hades perguntava avidamente sobre a vida de Perséfone e sobre o porquê de ela estar em Nova Iorque.

Eu estava num canto da sala com Matt quando vi Nico se levantar do sofá e andar sorrateiramente para a escada.

— Parece que seu namorado está escapando da reunião de família – Matt disse rindo contido.

Revirei os olhos para o comentário dele e ignorei. Matt, desde que o jantar havia acabado, estava rindo de minha cara por causa de toda a situação constrangedora que Hades me fez passar. Um excelente amigo...

— Vou subir, qualquer coisa me manda uma mensagem – sussurrei para meu amigo e disfarçadamente andei até as escadas, subindo logo em seguida para o quarto de Nico.

Quando cheguei ao quarto dele, encontrei-o debruçado na janela e mantinha o rosto enterrado nas mãos. Sua calça jeans preta com detalhes rasgados delineava os glúteos do moreno quando ele empinava inconscientemente em minha direção. O cabelo negro estava desorganizado e percebi a ausência de sua blusa azul escura.

Nico estava com um ar totalmente rebelde e sexy.

Me aproximei sem fazer nenhum ruído se quer e deslizei minhas mãos pela barriga pálida e lisa dele. Senti quando seus músculos ficaram tensos e vi os poucos pelos negros do braço se arrepiar. Sorri totalmente satisfeito.

— Tentando me seduzir? – sussurrei em seu ouvido e dei uma pequena lambida ao terminar a pergunta. Os cabelinhos da nuca se arrepiaram e Nico continuou tenso.

— O que está fazendo no meu quarto? – perguntou normalmente.

Minhas mãos deslizavam pelo peitoral liso do moreno e meu nariz roçava de leve no pescoço dele. O perfume amadeirado dele me deixava inebriado e a pele pálida me deixava com uma vontade insana de marcá-la para mostrar a todos a quem Nico pertencia.

— Vim apenas aproveitar um pouco com meu namorado, não posso? – perguntei com a voz rouca. Apenas esses minutos apalpando Nico e sentindo o perfume dele já foram suficientes para me deixar quase fora de mim.

— Eu não sou seu namorado, Solace – escutei Nico falar e então o moreno se virou para me encarar – Não sei por que não desmentiu meu pai na hora, mas o fato dele achar que estamos namorando não quer dizer nada.

— Sabe Nico— falei seu nome num tom totalmente erótico e dei meu melhor sorriso safado para ele. Vi o moreno engolir em seco e ganhar uma coloração rosada nas bochechas – Eu vou acabar ficando diabético com tanto cú doce que você faz...

O moreno arregalou os olhos quando eu terminei de falar e inflou as bochechas numa típica expressão irritada. Eu soltei um riso divertido.

— Faça amor, não faça jogo – sorri malicioso.

— E quem disse que eu quero fazer amor com você, Solace? – perguntou debochado – Alguém por acaso já te disse que você é muito convencido?

— Todos sempre falam isso – pisquei e segurei sua cintura, dando impulso no corpo magro de Nico de modo que ele ficasse sentado no parapeito da janela e pudesse ficar cara a cara comigo.

O fato de ele estar sem camisa apenas me ajudou quando eu comecei a deslizar minhas mãos fazendo leves carícias nas costas do moreno. Meus lábios beijavam carinhosamente seu pescoço e desciam devagar até os ombros, fiquei tentado a morder aquela pele imaculada dele, mas me contentei em dar apenas leves chupões que não deixariam marcas.

— Solace... – Nico tentou me chamar, mas eu estava entretido demais beijando aquele pescoço pálido dele – Para... Não...

— O que foi Nico? – perguntei me afastando minimamente dele.

— Eu ainda não te desculpei pelo modo como você me tratou antes de ir embora – falou me olhando simplista. Ostentava um sorriso sacana nos lábios, como se esperasse que com aquilo eu parasse se assediá-lo.

— Me desculpar? – soltei uma risada incrédula – Nico, você me ignorava, me dava respostas monossilábicas, me xingava e eu que tenho que pedir desculpas quando fui rude com você uma única vez?

O moreno pareceu pensar e por fim, assentiu e seu sorriso sacana apenas aumentou.

— Isso serve como desculpas? – perguntei malicioso e selei nossos lábios.

O beijo não era carinhoso, e tão pouco calmo. Era luxurioso, tinha uma necessidade carnal de ambas as partes. Eu puxei Nico mais para frente, a fim de deixar nossos corpos unidos, e o moreno envolveu suas pernas em minha cintura. Minhas mãos apertavam de leve sua cintura e senti quando o moreno me puxou pelos cabelos para aprofundar o beijo.

Se tratando de beijos, Nico já estava ficando bem ousado nos nossos. Sua língua invadiu minha cavidade bucal afoita buscando a minha e quando eu comecei a corresponder elas começaram uma dança sensual se esfregando uma na outra. Eu suguei eroticamente a língua do moreno e ele soltou um pequeno gemido com aquilo.

Ouvir aquilo apenas me instigou a segurar o moreno pelas coxas e levá-lo até a cama. Nico arfou surpreso quando sentiu ser levantado e eu mordi seu lábio inferior quando ele separou nossas bocas. Soltei uma risada maliciosa e lambi a boca vermelha de Nico.

— Uhum... – falou rouco.

Joguei, sem cuidado nenhum, Nico no colchão. A cena dele ofegante, com os lábios inchados, cabelos bagunçados e sem blusa, mostrando aquele peitoral liso e com algumas pintinhas espalhadas, me fez sentir um calor já conhecido em meu baixo ventre. Eu já nem sabia mais quanto tempo estava sem fazer sexo e a mínima possibilidade de fazer isso com Nico me deixava animado.

Fiquei de quatro em cima do moreno e voltei a beijá-lo. Senti as mãos de Nico paradas na barra da minha blusa e sorri entre o beijo. Nico começou a puxar minha blusa para cima, meio desesperado, e para facilitar o trabalho do pequeno, eu puxei de uma vez aquele pedaço de pano. Escutei-o gemer quando, no movimento que fiz para tirar a blusa, rocei sem querer nossas intimidades.

Ver Nico soltando aqueles gemidos tímidos, aqueles lábios inchados pelos beijos e aqueles olhos negros cheios de desejo, fez-me sentir completo de um jeito estranho. Aquilo parecia tão correto que me assustou, parecia que desde o inicio era para ter sido daquele jeito. Eu e ele, juntos.

Voltei a beijar Nico, mas dessa vez com calma, carinho, paixão. O ritmo era lento e sensual. Eu não tinha pressa em apreciar a boca do pequeno, em sentir o gosto do sorvete de mirtilo que Nico havia comido de sobremesa, em acariciar a face bela do rapaz e muito menos sentir os pelos dele se arrepiando toda vez que eu o tocava.

Eu adorava tudo aquilo. Adorava ver como eu conseguia deixá-lo com apenas alguns toques meus.

Terminei o beijo dando selinhos em seus lábios e Nico me olhava curioso. Fitei seus olhos escuros e me perdi naquela escuridão que me seduzia. Senti que aquele já não era o momento ideal para fazermos sexo, também porque nossos pais estavam a apenas alguns metros de nós, por isso me deitei ao seu lado e puxei Nico para perto de mim, envolvendo meus braços em sua cintura e deixando que sua cabeça deitasse em meu ombro. Senti que ele me encarava e passei a observá-lo. Minha mão direita alisava sua coluna, fazendo uma carícia inocente no local.

— Sabe... – Nico comentou fechando os olhos e aprovando o carinho. Vacilou um pouco antes de falar, mas por fim, depois de um longo suspiro, falou: – Eu gosto de você, Will.

Senti meu coração acelerar e meu estomago revirar. Meu sorriso aumentou de tamanho e eu apertei Nico em meus braços. Tive a certeza que Nico conseguia escutar as batidas desenfreadas do meu coração quando ele soltou uma risada fraca e pousou sua mão em meu peito, bem em cima de meu coração.

— Ainda não sei se gosto de você do jeito que você está pensando – voltou a falar, ele olhava sua mão em cima de meu peito, e sorria pequeno – Ou se gosto de você como um amigo leal que você me mostrou ser.

Suspirei com aquilo e me levantei da cama, deixando um Nico confuso para trás. Procurei minha blusa e assim que terminei de vesti-la, vi que Nico me analisava ainda sentado no colchão, mas já estava vestido com a blusa azul escura. Andei sorrindo até o moreno e puxei-o para ficar em pé.

— Eu não te amo Nico – comecei sério – Eu sinto uma enorme atração por você, sinto uma vontade imensa de sempre estar ao seu lado, de te beijar, te apalpar... E não sei o que é isso. Amor é uma coisa muito intensa e não vou sair dizendo isso pra você até porque nos conhecemos recentemente.

Nico me analisava, parecia concordar com o que eu dizia, mas manteve-se em silêncio, esperando eu terminar de falar.

— O máximo que posso dizer é que eu estou apaixonado por você, mas amor e paixão são totalmente diferentes. Não posso cobrar essa mesma resposta de você, nós mal nos conhecemos! – falei soltando uma risada – Vamos fazer assim: ficamos juntos durante um tempo e vemos se vai dar certo. E se não der, nós voltamos pra amizade.

— Parece uma boa ideia – Nico disse por fim.

— Então... – falei sorrindo travesso e me ajoelhei na frente do moreno, que me olhou sem entender nada – Senhor Nico di Ângelo, você aceita namorar esse pedaço de mau caminho?

Nico rolou os olhos e me puxou para cima.

— Idiota – riu – Vamos tentar.

Levantei rindo da cara que Nico fazia e dei um selinho nos lábios, ainda um pouco inchados dele. Nico sorriu diante minha atitude e deu um tapa fraco em meu peito.

— Vamos descer antes que alguém perceba que não estamos lá – mandou me puxando pela mão.

Quando chegamos à sala percebi que apenas Hades estava sentado na poltrona lendo um livro qualquer. Assim que ele nos viu, fechou o livro e nos encarou sério. Engoli em seco e dei um selinho rápido em Nico, me despedindo.

Hades me acompanhou com o olhar até que eu sumisse de sua vista.

~*~

— Porque vocês não me avisaram que já estavam indo? – perguntei para meu pai e Matt que estavam no sofá, assistindo a um jogo de futebol americano, assim que cheguei a casa.

— Eu fui ao quarto do Nico, mas quando abri a porta nem você e muito menos ele estavam interessados em parar o que faziam – Matt disse simplesmente.

Eu corei com o que meu amigo tinha falado e meu pai piscou para mim.

— Foi rápido hein – falou me olhando curioso.

Amaldiçoei a maldita boca grande de Matt e respirei fundo, buscando paciência e coragem para encarar o sorriso malicioso que meu pai ostentava no rosto.

— Nós não fizemos nada... – falei sentindo meu rosto esquentar. Matt sorriu debochado e riu ruidosamente.

— Tente enganar outro! Eu vi vocês na cama, ele todo afoito tirando sua blusa e tudo mais! – falou rindo.

— Mas não rolou nada – eu reafirmei e encarei mortalmente o baixinho que agora me encarava sério.

— Você broxou? – perguntou sério e meu pai sorriu me encorajando a falar alguma coisa.

— Isso acontece às vezes, filho – Apolo falou compadecido com minha “situação”.

Eu sentia meu rosto arder de vergonha e o desconforto só aumentou quando meu pai começou a contar a história de amigos que “estiveram na mesma situação que eu” e Matt começou a falar que isso acontecia apenas com os melhores... Bufei irritado e andei a passos rápidos para meu quarto gritando alguns poucos palavrões aos dois.

Me joguei na cama e dormi em menos de cinco minutos.

~*~

Na manhã seguinte eu acordei com o despertador disparando sem parar. O dia tinha amanhecido frio, nuvens cinzentas se alastravam pelo céu, encobrindo o sol e bloqueando a claridade. Levantei da cama meio a contragosto e decidi tomar apenas uma ducha, porque se eu fosse optar por banheira acabaria dormindo dentro dela.

Quinze minutos depois eu estava pronto e já descendo as escadas, indo em direção a cozinha. Perséfone estava animada, como sempre, enquanto conversava com meu pai. Deméter comia silenciosamente seus cereais e meu amigo revezava entre comer um pedaço de bolo e responder algumas mensagens.

— Bom dia – falei arrastado, sem esperar realmente uma resposta.

Me sentei ao lado de Matt e peguei bolo e suco para comer. O rapaz parecia aflito, já tinha esquecido metade do bolo no prato e digitava rapidamente em seu celular. Vez ou outra resmungava palavras aleatórias e soltava o ar, nervoso. Eu comia tranquilamente minha refeição, até porque já sabia que uma hora ou outra Matt me falaria o que estava acontecendo. Quando terminei, limpei as migalhas que estavam em meus lábios e me levantei pedindo licença aos restantes da mesa.

— Já terminou de comer Matt? Já estou indo – falei calmo. Meu amigo me olhou cansado e apenas assentiu, levantando da mesa e saindo de cabeça baixa.

Estranhei aquele comportamento, mas dei de ombros. Ele me contaria. Escutei o barulho da chuva caindo, andei até a janela da sala e passei a observar a chuva forte que caia enquanto esperava Matt descer. Suspirei auditivamente.

— O dia está bom, não? – escutei Deméter comentar ao meu lado e a olhei – A chuva trás vida... Nada cresce sem a chuva. Cereais não crescem sem a chuva.

Concordei com ela e voltei a observar a chuva forte. Vi Matt passar por mim e despedi-me de Deméter com um aceno.

Eu esperava aquela mesma reação escandalosa de Matt de quando eu mostrei minha casa, ao mostrar meu novo carro, mas tudo o que eu ganhei foi um ‘ah legal o carro’ sem graça e logo em seguida um muxoxo triste. Ergui a sobrancelha e esperei que ele começasse o assunto.

— Carol terminou comigo – falou num sussurro enquanto olhava as gotas de chuva escorregar pela janela.

Observei meu amigo e soltei um suspiro baixo. O caminho até a escola estava um pouco vazio, devido à chuva, então não demoraríamos a chegar lá.

— Como assim? – perguntei calmo.

— Lembra que ontem quando você foi pra casa do Nico eu estava falando com ela? Então... Parece que as coisas ficaram mais sérias do que eu previa...

Matt soltou um muxoxo e recostou a cabeça no banco.

— Ontem o jantar foi bom pra distrair um pouco minha mente, mas hoje de manhã ela me mandou mensagem falando que “namoro a distância não rola”... – falou imitando uma voz fina no final e fazendo aspas com os dedos.

— Por isso que no café da manhã você parecia querer quebrar a tela do celular? – perguntei já sabendo a resposta.

— Eu não queria quebrar nada... Eu que fui quebrado! – falou abrindo os olhos e fitando a chuva – Eu sempre fui sincero com as garotas que eu pegava, todas elas sabiam como eu era... Sempre evitei magoá-las...

— Eu já não posso dizer o mesmo... – comentei pensativo e vi Matt concordar.

— Carol foi a segunda mulher que eu senti que poderia amar... – escutei-o desabafar – Sentir de novo essa sensação de abandono é uma merda.

De novo?— perguntei estreitando meus olhos – Como assim de novo? Você nunca me contou que já ‘amou’ alguém Matt.

Vi meu amigo se remexer desconfortável no banco do carona e parei o carro no estacionamento da escola.

— Esse é um assunto que eu não quero comentar – respondeu vacilante.

— Como assim?! Pensei que irmãos contavam tudo um pro outro! – falei exasperado.

— Eu não preciso contar tudo Will! Eu não quero contar tudo! – respondeu no mesmo tom e logo após tentou sair do carro, mas a porta estava travada.

Olhei para meu amigo e vi que ele me encarava emburrado. Suspirei e baguncei-lhe os cabelos.

— Tem razão... Mas se um dia quiser me contar eu vou estar aqui – falei sincero.

O dia pareceu se arrastar, Nico havia faltado, então resolvi conversar com o resto da turma que eu ainda não havia falado e acabei descobrindo que eu já era bem conhecido na escola por conta da minha beleza praiana incomum em Nova Iorque.

Conheci Travis e Connor, irmãos gêmeos que estudavam na turma 3-C, Pollux, que depois descobrir ser filho do diretor e o cara que organiza as melhores festas da escola inteira, Katie, namorada de Travis, Clarisse, uma garota com temperamento forte e gente boa, e várias outras pessoas sociáveis que não eram da minha turma.

Matt continuou meio abatido, mas estranhamente criou uma amizade interessante com Reyna... Percy comentou animado em como seu cachorro, Sra. O’Leary, estava enorme e brincalhona, Leo comentou que estava gostando mesmo de Calypso... Resumindo, acabei descobrindo que durante todo esse tempo em que estive na escola, eu reparava apenas em Nico.

~*~

— Está melhor? – perguntei a Matt.

Eu estava sentado na escrivaninha terminando o dever de matemática e meu amigo estava estirado na minha cama. O dia continuava chuvoso, frio e cinzento. Eu havia mandado uma mensagem para Nico perguntando o porquê de ele não ter ido à escola e ele apenas me respondeu que não estava afim.

— Um pouco... Conversar com Reyna me animou um pouco – comentou.

— Reyna, hein? – sorri malicioso.

— É bom conversar com ela... Eu quero ser amigo dela – riu – Vê só, eu querendo a amizade de uma garota.

— Pra tudo tem uma primeira vez – brinquei.

Assim que falei aquilo, me lembrei que eu e Nico não tínhamos tido nosso primeiro encontro. Nem segundo, nem o terceiro... Não tínhamos tido nenhum encontro. Sorri animado com a ideia que surgiu e mandei uma mensagem a ele.

Encontro amanhã, 21:00 te pego na sua casa. Não estarei a fim de ir pra escola amanhã. rs

Ri com a mensagem e esperei a resposta do moreno. Comecei a conversar com Matt e senti o celular vibrar em meu colo.

Okay.

Li rapidamente a mensagem e sorri com a resposta dele. Matt olhava perdido para o teto e sorri compadecido pelo meu amigo, perder o avô e a namorada tudo em menos de quinze dias era muita coisa para uma pessoa que não estava acostumada há tristeza, como ele.

— A Carol não sabe o que está perdendo quando terminou contigo – brinquei e vi Matt revirar os olhos.

— Depois dessa eu vou dormir – falou rindo – Boa noite.

— Boa... – falei já me deitando na cama e olhando a tela do celular.

O sorriso bobo não saia de meus lábios e o fato de no dia seguinte eu ter um encontro com Nico me deixava nervoso e ansioso ao mesmo tempo. Seria meu primeiro encontro com um namorado.

O sono demorou a chegar por conta da ansiedade não me deixava dormir, mas quando consegui fechar os olhos fui embalado por um sonho aconchegante onde Nico e eu ríamos juntos.

Notas finais
Até quarta-feira, queridos!! ♥