Notas iniciais
LEIAM ISSO AQUI:Obrigado!Oie, leitores!!!Voltei, para a infelicidade de alguns...Quero dedicar esse capítulo aos meus novos leitores e principalmente a Thatiane Rodrigues. Que recomendou minha história e me deu uma porrada de pessoas lindas para ler essa bagaça, desculpe história.Enfim, desculpe a demora extensiva. Esse capítulo é o primeiro da vingança, o "começo da história". O próximo será narrado por Syrio e será o que eu chamo de "capítulo esclarecedor". Ele será uma continuação desse, tipo... ah, vocês vão entender quando lerem o outro. Boa leitora, não vou mais enrolar.

Em pé diante da travessia que cruzava o rio Trident, Arya olhava as duas torres das Gêmeas, e sinceramente, não era tão ruim assim. Enquanto passava a cavalo pelas ruas de terra, ainda se lembrava da última vez que pisou aquele chão, no dia do Casamento Vermelho, e foi exatamente por esse dia que estava ali agora.

Ao seu lado andava um dos companheiros que seu irmão lhe escolheu, e não podia evitar o descontentamento, a pequena decepção. Não decepção da escolha de Jon, ela já esperava uma péssima escolha. A decepção era o fato de não conseguir se livrar durante a viagem de nenhum deles. Fez questão de passar todo o caminho na trilha, exatamente onde era conhecido o “ponto” dos ladroes, nesse caso em uma tentativa de roubo, dos 5 companheiros, com um pouco de otimismo pelo menos 3 morreria. Não era excelente, mais já seria um começo. Mas nada aconteceu. Com muito custo, em uma estalagem ali perto tinha conseguido se livrar do selvagem Alfyn, e do caçador de animais, Hake acho que era seu nome e o saqueador com a promessa de voltar em cinco dias. Mais ainda sobrava o guerreiro Gendry Baratheon (que tinha sido reconhecido por Jon, motivo desconhecido), Syrio que... bem, não sabia exatamente o que ele estava fazendo ali.

Perto de um estabulo improvisado, deixou os três cavalos e pagou 10 veados de prata para que fossem alimentados até o dia seguinte.

Só tinha que arrumar algo para o ferreiro Baratheon fazer até o jantar daquela noite.

– Gendry – quando o ferreiro de aproximou, ela falou com sua melhor voz autoritária – Escute bem, já que fez questão de vir. Esta vendo aquela fila? – apontou uma fila não muito longe dali – Você vai lá, se candidate para guarda novato com o nome de Dic. Um garoto que não foi reconhecido como bastardo em Westeros, que passou sua vida inteira – olhou para ele de canto, e seu olhar desceu clinicamente para seus músculos e abdômen – aprendiz de um rabugento ferreiro e explorador. Consegue fazer isso?

Ele assentiu.

– Espere – disse antes que ele desaparecesse – vou dar um aviso, mais não conte a ninguém. Não coma nada. E não entre em meu caminho.

Era incrível que ao passar dos anos era tão fácil inventar uma personalidade e história. Fingir se tornara sua segunda vida. Então ela mesma de dirigiu para uma fila que tinha algumas mulheres, deixando Syrio a mercê da solidão, ele que escolhia o que fazer.

*-*-*-*-*-*

Era tarde quando a maior parte das cozinheiras foi preparam os pratos nas mesas dos senhores nojentos Frey. Isso lhe deu tempo suficiente para derramar uma quantidade generosa de veneno nos pratos principais e no vinho. Aquele era uma espécie especial de veneno, um paralisante para ser exato. Ela não era ingênua o suficiente para sair matando sem prudência, até porque só de bastardos dava para fazer um exercito.

Quando as cozinheiras chegaram, ela se retirou sem ser notada, tirou aquele avental horrível e voltou a colocar sua calça, bota e sua capa tapando o rosto. Usando a sombra para se esconder, observou ansiosa enquanto o jantar era servido, quando o Edwyn Frey que dedicava um brinde com Bentyr Hasty para comemorar um acordo de navegação. O garoto era jovem, burro e acima de tudo azarado, estava no lugar errado, na hora errada.

O sinal chegou quando uma mulher Frey começou a tossir e dois segundos depois tombar de sua cadeira em direção ao chão. Depois disso todos os presentes na mesa também cairão. Virou-se e olhou os guardas que começaram a ir em direção aos seus senhores. Quando os últimos começaram a sair ela puxou sua espada da bainha e com duas gargantas cortadas e quatro perfurações no estomago começou a carnificina. Os que não estavam afetados pelo veneno corriam em direção a ela. Cortava e cortava, usando o ar e o chão como aliados. Não foi muito difícil, estavam armados, porém desprevenidos e com certeza, mal treinados.

Sua respiração era desigual quando acabou. Caminhou em direção aos corpos paralisados perto da mesa, tirando finalmente o capuz da cabeça. O primeiro tinha um olhar amedrontado. De sua boca saia pequenos gemidos como se quisesse falar alguma coisa, isso significava que o efeito paralisante não duraria muito mais tempo. Olhou com ódio e rancor, deixando explícito o tamanho de sua compaixão. Colocou a ponta de sua espada fina em seu peito e tão facilmente quanto se cortam queijo, tirou lhe a vida.

– Valar Morghulis.

Assim foram o segundo, terceiro, quarto até ela chegar ao garoto Hasty, então ela se lembrou de que ele era senhor de Harrenhal. Virou para trás e viu Syrio e Gendry. Syrio estava com seu rosto inexpressível, diferente de Gendry que parecia estático.

– Seria pedir muito que as mocinhas me ajudassem aqui?

Quando se aproximaram, ela apontou para Hasty e depois para a parede ali perto. Quando o garoto estava em uma posição semelhante a sentada, ela olhou para Syrio de uma maneira significativa, que se afastou tirando Gendry dali, que foi milagrosamente sem pestanejar.

– Fale apenas quando lhe dirigir a voz – pressionou levemente a espada na garganta do garoto – Te aconselho a não mentir, as coisas vão piorar.

Ele apenas a encarou. Não ousou abrir a boca, talvez por medo ou por vergonha de sua voz lhe denunciar. Um covarde.

– Você não me saberia dizer nada sobre Ramsey Snow, saberia?

Sua pergunta o fez sobressaltar um pouco, confirmando sua suspeita. Ele sabia.

Notas finais
Então, vou viagar agora mais vou escrever o próximo lá. Não vai demorar TANTO ok?