Prelude To Death

23 Sex in the warehouse - Parte 1


Notas iniciais
Voltei! E essa ainda não é a 2º Temporada! É um capitulo que vai fazer uma ligação com a 2º Temporada! Sexo! Sim, esse capitulo contêm sexo, e bem detalhado. Ou não. Nos vemos no final do capitulo!

*Inicio da Gravação*

Em algum lugar por ali – PR

Sexta-feira, 07 de Novembro de 2014 08:12 A.M

Daniel


Estávamos viajando há dias. Teve um momento da viagem que acreditávamos estarmos perdidos, mas graças a um finzinho de bateria de um GPS, nós conseguimos nos localizar. Estávamos próximos as Cataratas de Foz. Eu, pessoalmente, sempre quis visitá-las, e essa seria uma oportunidade única. Afinal, no mundo em que vivemos agora, eu posso morrer em alguns minutos. Não atropelado como aconteceria antes, mas sendo surrado por um mutante qualquer. É, isso mesmo que você ouviu. Se não acompanhou minha história até agora, então quero que saiba que estou no meio de um Apocalipse Zumbi. Não tenho informações sobre como ele realmente aconteceu, mas aconteceu, ué. Que posso fazer? Minha missão é apenas sobreviver e encontrar minha amada.

– Olhe aquilo ali, Dan – apontava Natália, que acabara de acordar.

Olhei para onde ela apontava, tomando o cuidado de continuar vigiando a pista. Era um grande armazém, enorme mesmo. Acho que maior do que muitos prédios que eu vira por ai. Fiquei curioso sobre aquilo e passei um rádio para os outros carros. Passamos por muitas coisas. Perdemos muitos do grupo, inclusive do grupo original. Agora só estamos em apenas 25 pessoas. Usamos um ônibus e quatro caminhonetes para nos locomover por ai. Paramos em frente ao armazém. Eu acho que é um armazém. Não sei como se chama isso, mas enfim. As portas de ferro estavam quase totalmente fechadas. Havia apenas um pequeno espaço para uma pessoa por vez passar. Passamos apenas eu, Natália, João e Vinicius. Os gêmeos ficaram com o resto do grupo, para protegê-los caso fosse necessário. Ao entrarmos, nos surpreendemos. Não havia NADA. Exatamente, não havia nada mesmo dentro daquele armazém. Apenas no fundo, bem no fundo, havia uma escada. Começamos a ficar curiosos sobre aquele prédio e resolvemos investigar. Demoramos muito tempo para chegarmos até a escada. Estava escuro, por isso destampei o meu olho direito e fui à frente, guiando o grupo. Mas mal começamos a descer e uma forte luz se acendeu por todo o corredor. Eu gritei de dor e cai, rolando escada abaixo. Fiquei quase 2 minutos caindo com meu olho ardendo.

– Dan! – gritava o João ao chegar perto de mim. – Você está bem?

– Oh, claro. Melhor impossível. Sacanagem essa luzes acenderem bem na hora que destampei meu olho direito – disse tampando-o e me levantando.

– Vamos continuar a investigar? – perguntou Natália.

– Sim, vamos – respondi.

Continuamos a caminhar por aquele longo corredor. Depois de um tempo, de repente o corredor se divide. Ficamos meio em dúvida sobre o que fazer, mas acabamos decidindo por nos dividir. Natália seguiu comigo pela direita, e João e Vinicius foram pela esquerda. Continuamos andando, em silêncio. Não tinha nada para conversar com ela. Eu ainda estava com raiva dela por causa da Petroska, ao mesmo tempo em que estava feliz. Ela defendera Petroska muito bem. Fora corajosa, e arriscara a vida por isso. Mais algum tempo se passou sem eu saber realmente quanto. Notei que o radio parara. Tentei me comunicar com os outros lá em cima, mas nada. O sinal parecia estar sendo bloqueado por essas paredes de concreto. Ao virarmos numa curva que aparecera de repente, demos de cara com outra bifurcação.

– Mas que merda é essa? – perguntei.

– E eu que sei?

Decidimos por nos separar novamente. Era perigoso, mas também necessário. Peguei na mão da Natália e a beijei perto do lábio.

– Cuide-se – e sai correndo, para não me arrepender disso.

Continuei correndo por um longo tempo. Aquele corredor não tinha fim. De repente, as paredes ficaram brancas. Eu comecei a ficar confuso por causa daquilo. Eu não sabia se estava numa parede ou no chão, ou se estava indo em linha reta. Do nada, bati contra algo sólido. Devia ser o fim do corredor. Só sei que quando tentei voltar, uma outra parede branca desceu e me trancou ali dentro, naquele minúsculo quadrado. Onde diabos eu estava?


~.~

Natália


Maldito corredor branco. Maldita arma pesada. Maldito Dan! Ele me fizera corar! Foi à primeira vez na minha vida que eu corara! Como isso pode ser possível? Cara, sério, nunca havia sentido aquilo antes. Aquele beijinho no canto da boca fizera meu coração vir para a garganta. O que foi isso? Nunca, na minha vida toda tivera uma sensação dessas. Ele iria ver só, quando nos reencontrássemos. Hoje o Dan não me escapa. Assustei-me ao esbarrar em algo sólido. Uma parede finalmente! A minha direita estava um corredor de aço. No fim dele havia uma sala. Finalmente, alguma coisa interessante. Fui rapidamente até lá, e ao adentrar a sala, observei ao meu redor. Havia um botão no fim da sala e ela era toda escura. Em cima do botão havia uma placa com os dizeres: “Não aperte, ou morrerá!”.

– Tudo bem – disse enquanto apertava.

Nos primeiros segundos, nada aconteceu, mas de repente, o chão se abriu. Cai num escorregador e sai deslizando. Depois de uns minutos, sai do corredor e sai num lugar enorme. Tipo, enorme mesmo. Ele parecia um labirinto e era cheio de salas e portas. Notei o grito dos outros três rapazes, cada um em um escorregador gigante. Cada um ia cair em um canto daquela imensa sala. E em meio aos nossos gritos, escutamos um rugido ensurdecedor. O que será que nos esperaria logo ali embaixo?


~.~

Daniel


O que acontecera? Eu estava de boa, sentando num cantinho claro daquela sala quando de repente, o chão se abriu. Cai por aquele escorregador e vi todos os outros numa situação igual. Cai numa saleta cheia de armas. Havia de tudo, desde armas e rifles até katanas e shurikens. Peguei uma katana e amarrei em minha cintura. Também peguei um rifle M16 e algumas munições. Vesti um colete e coloquei um coldre de uma pistola presa à calça. Depois de um tempo, grades desceram sobre as prateleiras e uma porta se abriu. Escutei um rugido estridente novamente. Gostei disso. Era um desafio. Sai da sala correndo, gritando em resposta.


~.~

5 horas depois


Maldito mutante. Só se move na escuridão e gosta de fazer emboscada. Eu e a Natália, a qual encontrei há mais ou menos 3 horas, sozinha, sem munição e fugindo dessa criatura, estava comigo. João e Vinicius se separaram de nós por causa de uma grade de ferro que aparecera de repente. O labirinto e as salas estavam mudando o tempo todo. De repente, paramos novamente em um corredor escuro. Escutei uma respiração profunda vinda do final dele.

– Fique atrás de mim – disse para a Natália enquanto destampava meu olho.

Nesse momento, o corredor se encheu de luzes e eu caí de joelhos gritando de dor. Notei as luzes apagando de novo e um soco me atingindo no peito e me arremessando longe. Natália veio correndo e gritando logo atrás de mim, bem a tempo de escapar de uma garra, que a teria decapitado.

– Porcaria de mutante! – disse me jogando contra a escuridão e acertando um soco nele.

Destruí a parede com seu corpo e o vi correndo.

– Lutamos contra um inimigo que não vimos e que só sabe se esconder.

– É realmente uma merda. Quer arriscar passar por aqui?

– Sim, eu o vi correndo para lá. Pode vir, Natália.

Passamos pelo corredor escuro e aproveitei para tampar meu olho, que já ardia. Aquele maldito descobrira esse meu ponto fraco há algum tempo, e o vem usando contra mim. Mas eu ainda vou me vingar dele. Viramos por um outro corredor e vi, a minha direita, várias caixas. Notei serem de explosivos. Natália ficou nervosa e disse para sairmos logo dali. Peguei um controle de explosão remota sem ela notar e o guardei comigo. Isso poderia ser útil, quem sabe. Depois de dar mais algumas voltas por ai com a Natália, paramos para descansar. Por um tempo, ficamos apenas em silêncio, mas de repente, a Natália me encostou a parede e me beijou.

– Por quê?

– Por que eu quero, e sei que você também quer.

– Como pode saber?

– Você está em busca de uma mulher que nem sabe se está viva. Faça isso comigo, pelo menos uma vez... Ela não precisa saber. E ela pode estar morta, eu não. Estarei sempre aqui com você.

Acabei não agüentando mais. Fui para cima dela, beijando-a enquanto jogava minhas coisas pelo caminho. Caímos no chão, mas continuamos nos beijando. Tirei sua camiseta, ao mesmo tempo em que ela rasgava a minha. Apertei os seios dela com vontade, ao mesmo tempo em que lambia seus mamilos e os chupava. Ela gemia baixinho ao mesmo tempo em que enfiava a mão em minha calça e me apertava bem. Tirei sua calça e fui descendo, beijando seu corpo e comecei a lambê-la. Ela agarrava meus cabelos e me forçava com cada vez mais força contra ela, fazendo ir mais fundo. Depois de um tempo, ela gozou. E então engoli todo o seu liquido, e fui subindo, beijando-a pelo caminho.

– Está pronta? – disse me posicionando.

Ela não respondeu. Sua voz era um sussurro. Apenas balançou a cabeça e então a penetrei com força e indo até o fundo. Fiquei surpresa. Ela ainda era virgem. Ela arranhara toda a extensão das minhas costas.

– Você é virgem? Está doendo?

– Um pouco e sim. Mas a Carol me disse que isso passa.

– Quer que eu pare?

– Não! – ela me prendeu com suas pernas – Pode se mexer.

Sorri para ela, com malicia. Fora ela quem pedira.


*Fim da Gravação*

Notas finais
Gostaram?

Querem mais? Só Sexta!