Prelude To Death

24 Sex in the warehouse - Final


Notas iniciais
Pois é. Já acabou. 'u' Eu queria treta, altas aventuras, mas não. Deixa para o Especial de Natal. -q

Cortei umas encheções de linguiça aqui e ali e saiu isso.

Poucas palavras, mas amanhã tem o inicio da próxima temporada, e essa sim vai ser ótima!

*Inicio da Gravação*

Em algum lugar por ali – PR

Sexta-feira, 07 de Novembro de 2014 23:18 P.M

Daniel


Eu me movia rapidamente. Ia até o fundo, dando estocadas firmes e fortes. Natália gemia baixinho, agarrada a mim. Já estávamos nisso há quase 2 horas. Eu já chegara ao clímax pelo menos cinco vezes, mas ela era incansável. Dei uma ultima estocada, ejaculando novamente e cai sobre ela, cansado. Ambos estávamos terrivelmente suados.

– Já chega, não...? – perguntei, tentando respirar direito.

Sai de cima dela e me deitei ao seu lado. Ela pegou minha mão, olhou para mim e sorriu.

– Isso foi ótimo, querido.

Sorri mais para mim do que para ela. Eu precisava descansar um pouco. E ela também precisava, pois quando resolvi responder, ela estava dormindo. Colei-me ao corpo dela, passando minha perna por cima dela, e assim, nus e suados, dormimos.


~.~

Vinicius


Merda de mutante do caralho. Só digo isso, é o bastante para descrever esse viado. Ele conseguiu arrancar um braço e uma perna minha. Filho da puta, mereceu a surra que eu lhe dei depois. Agora ele está sobre meu comando. Espero que ele obedeça minhas ordens e se livre logo do Daniel. Aquele desgraçado, sempre nos metendo em perigo. Não serve para ser nosso líder. É tão lerdo que nem notou que minha mutação. Mas espero que não note, não quero revelá-la a ninguém. Nenhum ser humano vivo nesse inferno de apocalipse é digno o bastante para ver um Deus em ação. Eu, é claro.

– Vinicius – chamou João, atrapalhando meus pensamentos.

– Sim?

– Cara, onde será que o Daniel e a Natália estão?

Mortos eu espero.

– Não sei. Mas podemos procurá-los por ali – disse apontando uma direção.

Nesse momento, as paredes mudaram novamente, e Dan e Nat apareceram de repente ao nosso lado.

– Ah, Olá – disse para eles.

Mutantezinho de merda. Ele veria só uma coisa.

– Finalmente! Estávamos procurando vocês. E por que estão agarradinhos?

– Explico mais tarde, Jão – respondeu Dan.

Ah, ótimo. Agora eles são um casal. Que visão mais nojenta. Não esperava isso do Daniel, mas enfim. Existe louco para tudo. Saímos andando pelos corredores. Eu sabia onde era a saída, mas não ia mostrar para eles. Apesar de estar andando na direção dela, eu tinha certeza de que aquele mutante iria matá-los antes de chegarmos lá.

– Para onde estamos indo, Vinicius?

Natália falando gentilmente com alguém? Ela levou uma, só pode.

– Para a saída. Eu descobri onde ela fica.

– Como? – ela perguntou.

Ignorei. Preferi não dar satisfações a ela. Caminhamos por mais alguns corredores, e depois de algumas curvas, nos deparamos com ele. O Grayzer, como ele prefere ser chamado. Tem aproximadamente 3m de altura, é todo musculoso e possui presas saindo da boca. É uma mutação que deu errado. Parece mais um Javali gigante. Mas o que realmente chama atenção nele é que ele é quase indestrutível. Ele se regenera em questão de milésimos, e só precisa de uma unha dele para tal. Mas como toda criatura, ele sente dor. Esse é seu ponto fraco. Ele detesta a dor, mas quando se enfeza, ninguém o para.

– Merda! Estamos a poucos metros das escadas – disse.

Daniel ficou agitado. Sacou a espada das suas costas e ficou a nossa frente.

– Vinicius, leve todos para fora e fuja para o mais longe possível daqui. Eu vou segurar esse mutante o quanto for possível!

E ele pulou para cima dele. A Natália não queria vir, queria ajudar. Mas Dan me pediu. E apesar de odiá-lo, estava em dívida com ele. E essa era uma dívida grande. Só o que podia fazer era cumprir isso. Eu e João a agarramos e a arrastamos para longe. Foi difícil. Ela se debatia como uma louca. Mas não ousou nos machucar. Ela estava estranha, diferente. Não parava de chorar e gritar: “Meu Dan, meu Dan!”. Mas o que posso fazer? Só podia continuar arrastando-a. Mas quando chegamos ao começo da escada, ela piorou. Então com um golpe na nuca, eu a desmaiei e a carreguei sem mais nenhum problema. Antes de desaparecer pela escada, olhei para trás e vi o Dan sendo arremessado para longe, destruindo uma, duas, três paredes inteiras. Sorri para isso, virei às costas e corri. Ficamos alguns minutos ali, e do nada o sinal do rádio voltou. Os gêmeos estavam desesperados. João se comunicou com eles e os tranqüilizou. Conseguimos achar a saída. Estávamos na parte de trás do armazém. Demos a volta e todos ficaram aliviados, mas por pouco tempo. Perguntavam onde estava o Dan, mas eu não disse nada. Joguei a Natália na caminhonete e disse para partimos. Disse para deixarmos a do Dan ali, assim ele poderia nos alcançar. Saímos todos em disparada. Eu não olhava para trás. Já estávamos a quase 10 km de distância daquele lugar, mas ele ainda parecia enorme. E então de repente, escutei a voz do Daniel na minha cabeça dizendo:

– Vinicius...

E então, o armazém explodiu. Todos paramos e olhamos. O Daniel ainda estava ali dentro. Eu tinha certeza disso. Mas não admiramos por muito tempo. Estava chovendo destroços da explosão, e uma delas foi a espada que Dan estava usando. Todos, menos eu, com grande pesar continuamos a dirigir, em direção as Cataratas de Foz.


*Término da Gravação*

Notas finais
Pois é...

Dan morreu... Mas, a história continua! :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.