Precisamos falar sobre a Irene
1 Prologue - Bubblegum Bitch
Notas iniciais
Essa fic era para sair no Natal, pois é, mas eu tava na vibe dela e decidi postar. ENFIM... Eu não sei qual vai ser a velocidade que vai sair os caps, mas até o momento eu tenho tudo certinho aqui para escrever... Só falta, é claro, escrever.
Pra quem não sabe, Irene Morozova é a minha OC. Leitor, Irene. Irene, Leitor.
Irene: Ta né... '-'
A fic era para ser uma short fic, de três caps, mas a ideia se estendeu para 18. Provavelmente a quantidade de caps pode diminuir, mas até lá são 18 capítulos.
Boa leitura.
XOXO
Lembrando: Os caps tem o nome de uma música que, de acordo comigo, seria da playlist do celular da Irene (olha, eu fui mto dedicada a essa "playlist" q ela ta até aqui no cel, HAHAHAHAH). Algumas vai combinar com o cap? Sim, mas vai ter aquelas q não vão combinar mto, ok?
Agr ss, boa leitura.
A primeira vez que vi Irene foi à frente da escola, no primeiro dia de aula quando estava no meu primeiro ano, me sentindo O adulto por ter chegado ao ensino médio.
Lembro-me até que estava com o casaco da escola úmido nas mangas por não ter secado a tempo, com o cabelo amarrado de mau jeito em duas marias-chiquinhas e com uma cara de sono que deixaria qualquer bicho preguiça com inveja. Não estava pronto para começar as aulas, e provavelmente nunca estaria.
O sono era tão grande que eu me apoiei no muro da escola e me deixei deslizar, se sentando no chão. Tinha chegado cedo por conta da paranoia estranha da minha mãe que achava que iria me atrasar para a escola se saísse quinze minutos antes do horário da aula. Afinal, a escola é apenas dois quarteirões dali.
Pensando na minha mãe e em sua paranoia com horário, passei as mãos no meu cabelo e os ajeitei rapidamente enquanto olhava para o nada com uma cara monstruosa.
— “Shindou não ia se atrasar!” — imitou a voz da mãe debochadamente e olhou para baixo, concentrado em amarrar o cabelo direito. — Então adora o Shindou, se o ama tanto!
Foi então que percebi algo tampando a claridade do enorme sol que aparentava quase nunca sair de Inazuma, e isso fez com que levantasse a minha cabeça e encarasse o que tampava a claridade. Ou melhor,quem.
Cabelos albinos e longos, soltos e com uma franja que tampava sua testa. Era alta, talvez até demais, e magra. Seus olhos eram como dois rubis de tão brilhantes e vermelhos, e eles se destacavam cada vez mais em sua pele pálida como se nunca tivesse pegado um único sol.
E esse ser, como já deve pensar, era Irene Morozova.
— Que horas é a aula? Não é daqui a cinco minutos? — disse a garota olhando para baixo para me encarar. O jeito que a mesma pronunciou as palavras deixou bem claro de que ela era estrangeira.
— Não… — parei por um momento e conferi olhando o relógio. — É daqui a vinte minutos.
A albina revirou os olhos e disse algo em uma língua que não entendi nem um pouco. Logo a mesma voltou a me olhar, fazendo um gesto com a cabeça como se dissesse “obrigado” e saiu andando, se sentando no chão apoiada no outro muro da escola, em um enorme silêncio.
E coloque enorme nisso. Fiquei olhando pelo o canto do olho pegar um livro dentro da mochila enorme e o abrir na metade, retirando o marcador. Analisei por um tempo e sorri involuntariamente com os olhos, a garota parecia ser alguém bem legal.
Passei a mão de leve no meu nariz e me levantei, andando até ela e me sentando.
— Meu nome é Kirino. — disse. — Kirino Ranmaru.
Ela me olhou seriamente, afirmando com a cabeça e voltando a olhar o livro.
— Bom para você. — disse sem retirar os olhos do livro.
Pisquei os olhos, rindo levemente de nervoso. Por algum motivo aquele olhar me fez sentir como se estivesse de sunga no Alasca, ou pior que isso. Talvez eu sentisse menos frio se estivesse sem roupa no Alasca.
Balancei a cabeça levemente.
— Qual seu nome? — perguntei gentilmente. E como a mesma demorou um pouco para responder, o garoto decidiu perguntar outra coisa. — Você é daqui? É que parece ter sotaque estran…
Ela fechou o livro rapidamente, fazendo um estrondo. E com isso me olhou, fazendo afastar levemente devido a aproximação leve entre nossos rostos.
— Meu nome é Irene Morozova, mas pode me chamar de “Irene”. E eu sou da Rússia, especificamente Moscou. — disse a mesma, me olhando de cima para baixo. — Você parece a Yuno Gasai, sabia? Por favor, não me diga que irei ser sua senpai.
Eu neguei com a cabeça, pensando quem era Yuno e fazendo bico.
— Não começa, por favor. — disse se referindo a Yuno de Mirai Nikki. — E você não será a minha senpai, ok? Não é meu tipo.
Ela deu uma levantada na sobrancelha e disse um breve “ok”. Irene era do tipo de ser a senpai de todos, já que era muito bonita… Bem, a personalidade parece ser meio difícil, mas tirando isso: É a garota dos sonhos de qualquer um.
Quando eu disse aquilo, eu achava que realmente nunca ia gostar de alguém daquele estilo. E sabe aquela coisa de mãe, que a faz sempre estar certa? Bem… A minha tem esse dom, e podemos usar como exemplo o dia em que ela falou:
“Você sempre acha errado, Kirino.”
Sabe quando acima eu falei que achava que nunca ia gostar de ninguém daquele estilo? Pois é… Eu achei errado. Muito errado.
Como sempre.
***
Um ano depois...
Kirino olhou a garota sentada ao lado de Akane Yamana, assistindo ao treino de futebol. Enxugou o suor da cara e colocou uma das mãos na cintura, olhando Tenma fazer o gol e Shinsuke fizer o quanto ele é bom. Revirou os olhos e olhou o treinador, finalmente, apitando para fazer uma pausa no treino.
— A sua esposa deve estar orgulhosa. — disse Hamano passando por mim correndo, referindo-se a Irene. Revirei os olhos.
Desde ano passado, quando Kirino e Irene se encontraram pela a primeira vez, ambos acabaram por se tornar amigos. Demorou um pouco para ambos realmente serem amigos realmente, já que Irene foi bem difícil de derreter o coração de gelo que a russa tem, mas valeu a pena.
Irene também ficou muito amiga de Shindou Takuto, o melhor amigo de Kirino, depois de um tempo estudando no local. Na verdade, o rosado tinha a impressão que eles se tornaram amigos mais rápido do que ele com a albina, principalmente pelo o fato do moreno ter tido uma queda pela a mesma pela a metade do ano passado, após a estudar tocando violino.
Ainda bem que foi uma metade e o crush acabou, porque estava impossível de aturar certos ciúmes do Shindou sobre o rosado estar sempre com a Irene e, principalmente, os ciúmes de Akane Yamana, no qual é apaixonada pelo o garoto.
Naquela apresentação do violino, a mesma estava tão linda que seria estranho se o Shindou não tivesse dito que estava com uma queda por ela. Provavelmente até homossexuais iriam se apaixonar por ela naquele momento, já que parecia com um anjo... O que ela não é.
— Yuno Gasai, pega! — Irene jogou a toalha para secar o rosto e a garrafa para ele, que estava distraído e cansado. Ele pode escutar Kariya Masaki, o garoto que ama implicar com ele, rindo a partir do momento que a garrafa bateu no meio da cara do rosado.
— Delicada como sempre. — sussurrou Kirino e abriu a garrafa que tinha pegado antes de cair no chão após o impacto com o seu nariz. Ele olhou Aoi secando até a testa de Tenma, que estava exausto e jogado no chão, e respirou fundo. —Não poderia ser que nem ela?
Irene olhou Aoi de relance, entregando uma toalha e garrafa para Shindou.
— Aoi gosta dele. — disse Irene séria, fazendo a garota de olhos azuis travar e ficar completamente corada. — Ela o trata bem por isso. Até porque, sendo honesta, vocês acham que ela iria secar a testa dele e cuidar tanto assim se quisesse apenas amizade?
— I-Irene! — chamou Aoi. — Eu não gosto do... — foi interrompida pelo o “Furacão russo”.
— E eu não gosto do treinador... Ops, eu não gosto dele mesmo. — disse a albina jogando o cabelo para trás da orelha, fazendo o treinador revirar os olhos.
O treinador Endou já estava se acostumando com os comentários da albina, mesmo que já ocorreu um dia da mesma ter pegado tão pesado com o comentário que o homem chegou a chorar. E foi quando ela ganhou um dos seus mil e um apelidos na escola, o famoso: “Cobra Albina”.
Ela também é conhecida como “Sem coração”, e tem vezes que Kirino tem certeza absoluta que a mesma não tem um, e sim uma pedra de gelo que não derrete em momento algum.
— Claro que a Aoi gosta de mim! — disse Tenma sorrindo e se levantando. — Somos amigos!
Kirino explodiu de risadas assim como todos os jogadores, enquanto Aoi revirou os olhos e resmungou algo, mas logo fazendo carinho na cabeça do garoto e dizendo algo como: “Isso mesmo, somos amigos”. Irene, por sua vez, cruzou os braços e se sentou.
— Tenma... — disse Midori, a garota morena de cabelo rosa, rindo. — Cala a boca, ok? É melhor assim.
O moreno ficou sem entender. E Kirino se perguntava se algum dia ele ia entender os sentimentos de Aoi por ele ou se ele já tivesse entendido, mas não queria magoar o coração dela.
Foi então que o mesmo encarou Irene conversando com Shindou, provavelmente falando sobre música clássica ou algo do tipo. Os dois passam o intervalo na sala do clube de música algumas vezes, tocando até dar o sinal da próxima aula. Respirou fundo, bebeu um gole d’água e foi até ambos, se sentando do outro lado de Irene.
Os dois pararam de falar na hora, fazendo Kirino franzir os olhos.
— Então... Vão fazer algo? — perguntou o mesmo, fazendo bico.
Irene o olhou com seus olhos vermelhos e brilhantes, em seu rosto sério e gélido. Passou a mão no nariz e logo disse:
— Estamos discutindo sobre a ideia de fazermos uma festa surpresa para você ou não... — disse Irene. O moreno ao lado da garota revirou os olhos, colocando as mãos na cabeça e bagunçando o cabelo de leve — Já que, segundo o Shindou, seu aniversário é daqui a duas semanas.
Kirino riu da mesma e de Shindou se segurar para não socar a cara da mesma naquele exato momento. O rosado sorriu a ele:
— Eu odeio festas surpresas.
— Falei a mesma coisa. — disse Irene levantando levemente a sobrancelha e olhando Shindou, que revirou os olhos. Kirino abriu a garrafa d’água e começou a beber.
— Você não deveria ter contado. Mesmo que ele não goste, iríamos fazer ao menos alguma coisa para ele no aniversário que pudesse ser lembrado. — disse Shindou à albina passando a mão na sobrancelha. — Vocês dois gostam de acabar com os planos dos outros.
— Faríamos um belo casal. — sussurrou Kirino.
Kirino arregalou os olhos no momento que deixou seu breve pensamento sair de seus lábios e começou a sentir suas bochechas levemente arderem, provavelmente ficando vermelhas. Sendo honesto com todos, o mesmo tinha que admitir que talvez, bem talvez pudesse sentir algo pela a russa e falar coisas como eles formarem um belo casal na frente dela o deixava um tanto sem graça.
— Não faríamos. — disse Irene pegando a garrafa d’água de sua mão e a abrindo bebendo um pouco. — Eu iria quebrar o seu coração.
— Talvez eu quebre o seu. — disse Kirino apoiando-se em suas pernas com o cotovelo.
Ela parou de beber água e o entregou a garrafa, olhando o relógio e pegando a sua mochila ao lado de Shindou, colocando-a nas costas.
— Ninguém quebra o meu coração. — disse Irene ao mesmo e o olhando fechar a garrafa. — Estou indo para o clube de música, o meu irmão deve ter chegado e ele pediu para entregá-lo algo que ele esqueceu em casa.
Ela deu um breve aceno a todos e saiu andando. Kirino ficou um tempo pensando na resposta da garota enquanto a olhava sair de seu campo de visão. Assim que ela sumiu, o mesmo olhou Shindou, que estava com uma cara de decepção e balançando a cabeça.
— O que houve? — perguntou Kirino.
— Na última vez que você fez isso foi quando estava gostando da Akane. — disse Shindou. — Cara, uma coisa é a Akane, outra coisa é a Irene.
Kirino ficou confuso por um tempo. O que ele, exatamente, tinha feito?
— O que eu fiz? — perguntou Kirino, e então Shindou respirou fundo, bebeu mais um gole da sua água e se levantou, jogando a toalha que estava em seus ombros na cadeira junto à garrafa de água.
— Você vai perceber logo. Você sempre gosta das meninas que nunca irão gostar de você. — disse Shindou cruzando os braços. — Kirino, Irene está certa. Ela vai quebrar o seu coração, e uma coisa que seu melhor amigo sabe é que não existe remédio que não dói para passar na ferida que irá causar.
Ele disse e o treinador apitou dizendo que o intervalo tinha acabado então todos voltaram para a quadra. O mesmo respirou fundo, um tanto confuso com o que o melhor amigo tinha dito, mas logo foi atrás deles para o treinamento.
***
Fazia dez minutos que o professor de Biologia tinha entrado em sala e ele já estava quase na metade do quadro.
Enquanto Kirino tentava prestar atenção no que o professor escrevia e tentava copiar, ele reparou que Irene não estava em sala. Piscou os olhos, confuso, olhando mais ainda ao redor e viu o grupo de valentões da classe rindo de algo entre si e olhando para as coisas de Irene na mesa dela.
Desde que Irene entrou naquele colégio, eles tendem a implicar muito com ela mesmo a garota sendo popular na escola. Ironicamente, as pessoas a amavam e a odiavam ao mesmo tempo, já que a garota é alguém complexo demais para se entender.
No entanto, aqueles garotos mal falaram com ela direito e implicam com a mesma devido a sua nacionalidade, ou seja, eles eram xenofóbicos. E ao lembrar-se disso, ligar as peças, ele sentiu um enorme aperto no coração e uma palavra vindo em mente:
Fudeu.
Kirino se levantou.
— Posso ir ao banheiro? — perguntou o mesmo ao professor.
— Fazer o que? — disse o homem parando de escrever no quadro. Kirino fechou a cara.
— Defecar. — disse Kirino e todos seguraram o riso, então o professor arqueou a sobrancelha como se ia o repreender, mas fez sinal que ele podia sair.
Ele saiu correndo, e provavelmente todos devem ter achado que ele estava com dor de barriga de tanto desespero. Ele correu pelo os corredores e, assim que chegou ao corredor do armário, ele viu Irene na frente de seu armário, que estava aberto. Ela usava a roupa de inverno do colégio, o que era estranho já que ainda não era inverno e ela estava usando o uniforme normal no início.
Chegava mais perto e Irene parecia não ter notado que ele estava ali, e assim que ela tirou uma apostila de dentro do armário, ele travou. Ele estava sujo de tinta vermelha, além de todo rabiscado. Ela não parecia se importar, mas Kirino acredita que provavelmente ela estava apenas segurando para não explodir.
Ele chegou ao lado dela e a garota o olhou, fechando o armário. Estava com um pouco de tinta no cabelo e assim que percebeu que Kirino ia tocar, ela colocou o cabelo para trás da orelha e do ombro.
— Irene... O que aconteceu? — perguntou Kirino.
— Fizeram uma bomba de tinta e colocaram dentro do meu armário. Assim que eu abri, ela explodiu no armário e em mim, por isso troquei de roupa. — disse Irene fazendo sinal para as suas roupas, e Kirino fingiu não ter notado. — Eu já limpei algumas coisas e o meu armário, mas as apostilas não tem jeito.
Ela o olhou.
— Foram aqueles garotos. — disse Kirino cerrando o punho e olhando para trás. — Ah, eu vou... — ela o segurou antes do mesmo se mexer para fazer algo.
— Não vale a pena. — disse Irene. — Vamos voltar para a sala e eu vou mostrar que isso não me atingiu, mesmo que tenha sujado todas as minhas coisas e até mesmo a única foto que eu tinha da minha avó... — ela disse olhando a foto manchada, mas assim fechando o armário. — Afinal, o que não mata nos deixa mais forte. E honestamente, isso não chega aos pés do que os russos faziam na hora do bullying e...
Kirino percebeu que ela parou e a olhou, vendo que a mesma limpava o rosto com uma das mãos. Ele arregalou os olhos, surpreso como se tivesse visto um unicórnio. No momento, ele não sabia o que fazer, principalmente quando ela parou de limpar o rosto e parecia que ia voltar a chorar a qualquer momento.
Irene Morozova estava chorando, na sua frente.
Eles se encararam por um tempo, e então Kirino a puxou para um abraço e ficou na ponta dos pés para, pelo menos, parecer ter mais altura do que a sua normal. Ela ficou parada enquanto o mesmo a abraçava, sem fazer muita coisa, e então ele acredita que a mesma começou a chorar em silêncio.
— Solta. — disse Irene em um tom de voz sério. Ok, ele achou errado. O garoto a soltou e viu que a mesma já estava com uma cara melhor. — Eu só derramei uma lágrima, não é como se eu fosse desabar aqui.
— Mas você estava choran... — ela o interrompeu.
— Sim, eu sei. É que eu amo aquela foto da minha avó e não tenho mais nenhuma, então aquilo me deixou levemente sentimental. — disse a mesma. — Parabéns, você viu uma cobra chorando, isso deve ser bom.
Kirino o olhou por um tempo e sorriu, pegando uma mecha de seu cabelo branco e tentando tirar o pouco de tinta que ali tinha. A mesma o olhava com cara de morte, mas o mesmo não se importava.
— Você é estranha, Irene. — disse Kirino. — Normalmente, qualquer um nessa situação ficaria irritado, com vontade de bater em alguém, se perguntando o que fez para merecer isso e chorando.
Ela respirou fundo e deu uma revirada dos olhos, e assim Kirino soltou o cabelo dela. A mesma começou a andar, então Kirino fez o mesmo, mas pegando a apostila dela apenas para ver o que estava rabiscado. Tinha palavrões que ele nem sabia que existia naquela simples apostila de Biologia, até mesmo rabiscaram o nome da apostila da Raimon: “Precisamos falar sobre a Biologia”.
Era estranho a as apostilas de a Raimon começar sempre com “Precisamos falar sobre...” e o nome da matéria.
— Eu sou estranha porque você não me conhece. — ela começou. — Precisa ter aulas sobre mim. — brincou a mesma, olhando um dos palavrões. — Escreveram esse daqui errado.
— Nem sabia que esse existia. — disse Kirino rindo e Irene deu um breve sorriso de canto, mas logo voltando ao normal. — Quanto tempo teria a sua aula?
— Não sei. Acho que para entender a matéria, precisaria de muitos. — disse a albina olhando para frente.
— “Precisamos falar sobre a Irene”. — disse Kirino, pegando a mão da mesma e a fazendo o olhar. — Esse seria o nome da apostila.
Irene deu seu sorriso de canto adorável e rápido, concordando e deixando o mesmo segurar a sua mão. E então Kirino chegou à conclusão que Shindou tinha reparado naquilo e estava certo:
Kirino Ranmaru, sem reparar, está começando a gostar da russa de cabelos brancos e uma língua mais afiada do que uma faca de cozinha.
***
“Eu vou te mastigar e te cuspir, pois é disso que amores juvenis se tratam.
Então me puxe para mais perto e me beije para valer,
vou estourar o seu coração como uma bola de chiclete.”
— Bubblegum Bitch.
Notas finais
XOXO
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